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Leitura recomendada

por José Gomes André, em 31.01.11

 

À "constitucionalista" Isabel Moreira, para quem "não há direitos absolutos, nem um". Pobre país, com uma elite intelectual tão desinformada...


18 comentários

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De torcato guimaraes a 31.01.2011 às 14:30

João, EXCELENTE!

Nem mais.
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De José Gomes André a 31.01.2011 às 17:46

Obrigado... (mas eu sou José) :)
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De João Carvalho a 31.01.2011 às 14:39

Boa, José.
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De José Gomes André a 31.01.2011 às 17:46

Abraço para os Açores!
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De Pedro Correia a 31.01.2011 às 16:23

Tudo é relativo.
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De Anónima da Silva a 31.01.2011 às 16:41

Pedro,
Acho que para Kant era tudo abosluto.
Era um imperativo categórico.
Confesso que, de kant, li sempre excertos e em português...
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De João Carvalho a 31.01.2011 às 18:53

Leu o kant do cisne?
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De Ana Vidal a 01.02.2011 às 00:47

Não comeces com kantigas, João, que estragas o post ao nosso filósofo de estimação.

Apoiado, Zé! Claro que há direitos absolutos. O de dizer disparates, como a senhora fez.
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De José Gomes André a 01.02.2011 às 02:16

"kant do cisne"? "kantigas"? Vocês estão em altas! Só falta falarem do "kanto-chão" ou de como "kant enkanta" (ouvi estas várias vezes no curso...).

Abraço aos dois!
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De Ana Vidal a 01.02.2011 às 02:39

A minha graçola tem uma história engraçada e direitos de autor: no meu 7º ano do liceu (era assim que se dizia, sim, não te rias) a aula de filosofia era sempre a seguir à de matemática, não sei porquê. Ambas as disciplinas eram dadas por dois professores extraordinários, de quem tenho muitas saudades. O de matemática, pragmático e com muita graça, escrevia invariavelmente no quadro quando saía da sala, para irritar a de filosofia: "Kantigas!" Ela ria-se, e quando podia passar por lá antes da aula dele, vingava-se e escrevia no quadro: "Tome-se um número, tão pequeno quanto sequeira..." (porque ele era baixinho e chamava-se Dr. Sequeira). Bons tempos. Numa mais me esqueci do episódio, claro. Voilà.

Beijo para ti.
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De Anónima da Silva a 02.02.2011 às 12:33

Subscrevo na íntegra o que a Ana diz sobre a liberdade do disparate, que, amavelmente, lhe devolvo, porque não gosto de ficar a dever nada a ninguém, quanto mais a uma ilustre desconhecida ...
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De Ana Vidal a 02.02.2011 às 13:09

Anónima da Silva, "senhora" não se referia a si mas à Isabel Moreira. Acontece que o meu comentário saíu na sequência do seu, só isso. Mantenho o direito ao disparate como um princípio saudável e absoluto, que eu própria pratico muito.
:-)
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De Anónima da Silva a 04.02.2011 às 15:29

Cara Ana,
Estamos, então, esclarecidas.
E concordo consigo quanto à Isabel Moreira que personifica exemplarmente o disparate absoluto!
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De José Gomes André a 31.01.2011 às 17:47

Tudo. Menos os direitos dos homossexuais a casarem-se, claro: esses são direitos absolutos. O resto que se lixe.

De Anónimo a 31.01.2011 às 16:40

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De José Gomes André a 31.01.2011 às 17:49

Como deve imaginar, eis uma discussão que dificilmente cabe numa caixa de comentários (ao contrário do que pensa a referida "constitucionalista", que julga poder despachar o tema em duas linhas).

Mas para início de conversa, poderíamos falar do conceito de direitos inalienáveis, inerentes à condição humana (mesmo em estado de sociedade), como por exemplo o direito à vida, à liberdade e à "busca da felicidade" (para citar um conhecido documento). Mas nada como retomar Kant e o "direito à liberdade do pensar" ou à "liberdade da pena"...

De Anónimo a 31.01.2011 às 19:17

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De Laura Ramos a 31.01.2011 às 23:13

Na mouche... Não há direitos absolutos? A senhora vai revolucionar o edifício jurídico da cristandade, e logo em 3 penadas, qual adiantada mental... Não se enxerga, mesmo.

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