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Informação útil

por Pedro Correia, em 22.01.11

«Os votos em branco e os votos nulos não têm influência no apuramento dos resultados. (...) Será sempre eleito, à primeira ou segunda volta, o candidato que tiver mais de metade dos votos expressos, qualquer que seja o número de votos brancos ou nulos.» 


8 comentários

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De João Veloso a 22.01.2011 às 22:55

Como assim? Então e se só houver, como aliás é minha firme convicção, votos nulos e brancos a par de uma abstenção na casa dos 99%?
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De Pedro Correia a 22.01.2011 às 23:08

No nosso sistema eleitoral, os votos nulos e brancos não entram na contabilidade final das presidenciais. Só os votos expressos contam. É por isso um disparate andar a fazer a «pedagogia» do voto branco, o que faz lembrar os apelos emanados da 5ª Divisão do MFA na primeira eleição após o 25 de Abril, sob a alegação de que «o povo não estava esclarecido».
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De vera a 24.01.2011 às 17:10

Fui um desses milhares que votaram em branco, nunca sendo minha preocupação se isso contava ou não, se era disparate, etc.Afinal cada um é livre de fazer com o voto o que quiser, até por exemplo.... nem pôr os pés no local de votação.
Acho coerente esta tomada de posição. Ou seja se me apresentam 6 candidatos, e não há um único que me convença de que é capaz para ocupar o lugar de PR, porque será que tenho que votar num?? ou seja escolher "o menos mau" ou o "melhor dos piores"?Pensei muito, refleti e fiz a "escolha" certa....parece que como eu há muitos portugueses a pensar o mesmo(pelos vistos quadruplicaram).
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De Fernando Sousa a 23.01.2011 às 01:29

Eeeeeeeeeeexactamente! Em resumo: ou se lá vai votar nalgum dos seis cavalheiros ou o melhor é ficar em casa.
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De a.marques a 23.01.2011 às 08:21

Então aí está uma "boa razão" para não quererem um campo(X) para a abstenção em cada boletim com a dignidade de voto válidamente expresso. Muito útil esta informação técnicamente política.
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De a.marques a 23.01.2011 às 08:47

[Error: Irreparable invalid markup ('<br [...] <a>') in entry. Owner must fix manually. Raw contents below.]

<BR class=incorrect name="incorrect" <a>Snr</A> . Pedro Correia, desculpe a insistência mas recuperaria dúvidas e perguntas já por mim divulgadas e mesmo endereçadas a esferas do poder que nunca foram respondidas: Continuam a misturar abstenção com insondáveis razões de ausência em corrente avulsa. Quem tem medo de um campo (X) para esse efeito em cada boletim de voto? Esta intransmissível , pessoal e inconfundível opção merece e deve exigir a dignidade de voto validamente expresso. Lavro o meu protesto não indo votar, por me estar vedada a possibilidade de presencialmente me abster querendo. Uma civilizada, consciente e ponderada escolha obrigada a ficar na rua em vala comum? Quero ser crescido como os nossos deputados, que na Assembleia da República, apesar da aviltante disciplina partidária a que se submetem, para se abster tem que marcar presença. Porque um direito pode não ser exercido, então vou faltando até que veja por aí alguma explicação para as dúvidas expostas. Obrigar a abstenção a cemitério de incertos sem lápide soa-me a maquinação fraudulenta. 0 meu agradecimento pela sua explicação sem teias.
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De Coelho a 23.01.2011 às 12:21

Toca a sair do quentinho e ir colocar o Coelho na cartola!
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De Núncio a 23.01.2011 às 14:59

Boa pedagogia democrática.
Por isso, defender que a abstenção ou o voto branco/nulo é um voto de protesto é um equívoco (ou desinformação). Com alta ou baixa taxa de abstenção e com muitos ou poucos votos nulos/brancos, será sempre eleito um dos candidatos e, consequemente, mais vale participarmos nessa eleição do que deixarmos que outros (poucos) o façam sozinhos.

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