Se, por fatalidade do destino, a noiva calhar de pertencer ao actual Governo, eu, em sendo o noivo, não colocaria a carteira no bolso de trás das calças.
E faria muito bem, Rui. Se ela pertencesse ao Governo, eu até romperia o noivado. É que um homem tem de preservar o seu prestígio, não é verdade? Eheh...