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As taxas morigeradoras

por Teresa Ribeiro, em 27.02.09
Ontem, fui à urgência do meu posto de saúde. Esperei uma hora e paguei 2 euros e 20 cêntimos de taxa moderadora. Precisava de fazer um electrocardiograma, mas isso só no hospital. Teria, portanto, de me deslocar ao Garcia da Horta com uma senha de cor não urgente, pagar nova taxa moderadora, e esperar 5 horas. Ou mais. Não fui - mais um exemplo do que é o nosso maravilhoso Serviço Nacional de Saúde, que a Isabela divulga e comenta aqui.

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8 comentários

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De Paulo Quintela a 27.02.2009 às 18:32

Interrogo-me se a Dona Teresa Ribeiro terá (moralmente e em função do seu income) necessidade de usar o SNS. Se a senha era de cor não urgente, então o técnico de saúde não atribuiu urgência à patologia de que padece. Se não era urgente, o que terá a Sra ido fazer a uma urgência? Mas se era efectivamente urgente, porque não foi a Sra ao hospital fazer o ECG?

Seguimos as indicações dos arquitectos, dos engenheiros, dos contabilistas, mas contestamos sempre os médicos e os professores dos nossos filhos.

J´agora, exerceu o seu direito/dever de cidania e exarou a respectiva queixa por escrito?
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De Teresa Ribeiro a 27.02.2009 às 23:17

Para a próxima, caro Paulo, leia com mais atenção antes de comentar. Este episódio não se passou comigo, pelo que os seus comentários não têm qualquer cabimento.
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De Paulo Quintela a 28.02.2009 às 10:23

Assumiu as dores como suas e deu o episódio como genuíno...de resto, a identidade dos protagonistas não retira pertinácia aos meus comentários.
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De Pedro Correia a 28.02.2009 às 10:41

E o senhor, se me permite a pergunta, está a assumir as dores de quem? E já agora: algum motivo o leva a referir que o episódio não é genuíno, pondo em causa a validade do que aqui se escreveu? Ou achará eventualmente que existem assuntos tabus e que não devem ser alvo de crítica?
Os meus cumprimentos.
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De Teresa Ribeiro a 28.02.2009 às 12:53

Já ouviu falar em cuidados de saúde primários, Paulo Quintela? Já deve ter ouvido, porque a propaganda do governo não fala se não na sua aposta nos ditos. Este é um bom exemplo de como funcionam. No centro de saúde não há electrocadiogramas para ninguém, quem quiser que vá ao hospital. E depois queixam-se de que as pessoas entopem as urgências...
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De Paulo Quintela a 02.03.2009 às 14:13

É interessante, o português fala de tudo como se fossem especialistas em tudo, reflexos da cultura que por cá se vive; muita letra em blogs mas pouco estudo aprofundado e pouca reclamação nos respectivos livros. ECG em todos os C. de Saúde e já agora...EEG e TAC, seria mais simples se exigissem também neurocirurgia e já agora inseminação artificial. Qual é a sua especialidade? Porque não fala do que domina? Estou certo que seria mais assertiva, mas exerça lá o direito a opinião, ora se até os canalizadores opinam sobre física nuclear e os físicos falam de de sifões, porque não poderá a senhora opinar sobre as valências dos cuidados continuados?...
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De mike a 28.02.2009 às 16:24

O nosso SNS não existe, mas a Teresa sim, por isso faça lá esse electrocardiograma que nós queremos sabê-la bem. Vá, deixe de ser resingona e cuide de si. (risos)
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De Teresa Ribeiro a 01.03.2009 às 10:15

Qual electrocardiograma! Nada como uns fins-de-semana junto ao mar para calibrar o coração. Não é, surfista?

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