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Notícias do esbulho

por Pedro Correia, em 15.10.10

Agravamento do IRS ultrapassa os 26% em 2012

«A principal preocupação da política económica do Governo é a recuperação económica e do emprego. Não é compaginável com isso o aumento de impostos. Por isso, não haverá o aumento de impostos.»

José Sócrates, 24 de Novembro de 2009

 

Deduções no IRS com limites entre 800 e 1100 euros

«Vamos fazer uma consolidação orçamental baseada na redução da despesa e não através de aumento de impostos, porque isso seria negativo para a economia portuguesa.»

José Sócrates, 2 de Fevereiro de 2010

 

IRS triplica nos escalões mais baixos

«Podíamos ter escolhido o caminho fácil do aumento de impostos, escolhemos o caminho difícil de controlar a despesa do Estado.»

José Sócrates, 8 de Março de 2010

 

Governo esvazia vantagem fiscal dos PPR

«O que vamos fazer é o que está no PEC. A senhora deputada vê lá o aumento do IVA? Não vê.»

José Sócrates, 30 de Abril de 2010

 

Carga social vai esmagar famílias

«Este aumento de impostos é suficiente para este objectivo orçamental e para o do ano seguinte.»

José Sócrates, 6 de Junho de 2010


28 comentários

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De Manuel Brás a 15.10.2010 às 07:55

Ataque massificado...

Esse ataque massificado
ao frágil bem-estar dos mexilhões
é um acto assaz tresloucado
de um (des)Governo aos trambolhões.

Ganhando na impunidade,
que é, por demais, evidente,
tapa-se a realidade
que se declara estridente.

Sem saber tão pouco lidar
com este impasse actual,
há quem só sabe consolidar
uma valentia virtual…
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De Pedro Correia a 16.10.2010 às 00:47

Ataque massificado, diz bem.
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De Pedro Coimbra a 15.10.2010 às 09:25

Pedro,
A faceta de mentiroso inveterado do nosso PM já nem é assunto.
Vamos apenas colocar o acento tónico na questão económica.
E nos seus reflexos.
Quando alguns amigos pedem a minha opinião acerca da situação financeira em Portugal, começo por lhes dizer que só sei fazer "contas de merceeiro".
Análise macro-económica é tarefa para especialistas.
De uma maneira simples, vamos comparar a situação económica de um país, à situação económica da nossa família, da nossa casa.
Sabemos quais são as nossas receitas mensais (salário, juros de depósitos bancários, dividendos de aplicações finaceiras, ...).
Também sabemos, ou devemos saber!!, quais são as nossas despesas (electricidade, água, telefone, alimentação, proprinas da escola dos filhos,...).
E temos que equilibrar as nossas receitas e as nossas despesas.
Se gastamos demais, temos que recorrer ao crédito.
Ou vender alguns bens que ainda tenhamos.
Se recorremos ao crédito, temos de pagar juros.
Que vão aumentando à medida que o crédito se acumula.
Até chegar o momento em que esse crédito já nem sequer nos é concedido.
Para evitar que este momento aconteça, o que é que é necessário?
Não gastar demais, obviamente.
Mas, se já se gastou demais, reduzir despesas até reequilibrar as contas familiares.
Porque é sempre muito mais simples gastar menos electricidade, não trocar o carro, não fazer tantas chamadas telefónicas, não comprar uns "trapos" novos, do que pedir ao nosso empregador que nos aumente o salário, ou aos bancos que nos paguem juros mais generosos.
Basta agora imaginar que a casa é muito grande, tem uns milhões de pessoas.
E está dada a receita de um tipo que só sabe fazer "contas de merceeiro" para equilibrar as contas de um país.
Fácil, não é?

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De Pedro Correia a 16.10.2010 às 00:49

As contas de merceeiro passaram de moda, Pedro. Agora o que está a dar são contas de 'chicos-espertos', com orçamentos martelados de alto a baixo.
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De Alberto Matos a 15.10.2010 às 10:02

E, depois, ainda há quem defenda - os mendes, os marcelos, os pachecos, etc. - que se deve manter o Sócrates a todo o custo, nem que para isso seja preciso deixar passar o Orçamento do mentiroso relapso e contumaz.
Arre, que é de mais!
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De Pedro Correia a 16.10.2010 às 00:50

Já fizeram isso o ano passado, com os belos resultados que estão à vista. Agora reúnem-se em coro para verem o erro repetido. Como se vivêssemos em tempos de União Nacional e não houvesse fronteiras nítidas entre governo e oposição.
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De José Manuel Faria a 15.10.2010 às 10:02

Caso Passos Coelho não chumbe o Orçamento/2011, perde toda a credibilidade e junta-se ao pântano Socrático, o mentiroso compulsivo.
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De Pedro Correia a 16.10.2010 às 00:51

Largos milhares de pessoas pensarão isso mesmo, meu caro, sem qualquer dúvida.
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De zeparafuso a 15.10.2010 às 10:55

O que me desgosta é que Passos Coelho vai deixar passar o OE . O merecido era o governo cair, a acreditar no PM , que diz que se o OE não for aprovado que se demite. Então faça-nos um favor e demita-se. Por favor Passos Coelho não aprove o OE . Nem que tenhamos que importar um PM de outro pais qualquer, tal como se fez com a TAP. Com esta conversa até parece que em Portugal não há gente capaz. Haverá?
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De Pedro Correia a 16.10.2010 às 00:51

Com duodécimos viveríamos melhor.
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De João Carvalho a 15.10.2010 às 12:16

Sócrates acaba de prometer na AR que Portugal deixará de pertencer aos países não-confiáveis no próximo ano.
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De Ana Vidal a 15.10.2010 às 14:44

Isso, dito por alguém tão pouco confiável como ele, é caso para encolher os ombros e dizer "está bem, abelha".
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De João Carvalho a 16.10.2010 às 00:53

Sabes de quem estás a falar? Vê lá se te cuidas ou a PT ainda te compra.
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De Ana Vidal a 16.10.2010 às 02:44

Não há perigo, eles não querem lá quem não sabe falar zeinalbavês.
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De João Carvalho a 16.10.2010 às 03:06

Olha, estou a preparar um dicionário de zeinalbavês-portuguesing. Se calhar ainda há-de fazer-te jeito.
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De Blondewithaphd a 15.10.2010 às 12:17

Apetece-me morder em alguém!
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De Pedro Correia a 16.10.2010 às 00:52

Para os devidos efeitos o destinatário está ali, em São Bento. Às vezes também é visto nas imediações do Rato.

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De ilda pontes a 15.10.2010 às 13:56

Dirás tu, direi eu,
Fala-se sem parar.
Fala-se muito
E nada se diz.
Fala-se de tudo,
Fala-se de todos.
Dizem-se mentiras,
é um não mais acabar
de Poesia
de palavras soltas,
ocas, vazias,
brancas como giz!
Mas, há sempre um réu,
Uma acusação,
Uma defesa,
Um juiz.
Fala-se, fala-se
E, nada se diz!

( Marisa Ribeiro Canedo )
III Antologia de Poesia Comtemporânea
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De A pau a 15.10.2010 às 14:25

Pelo exemplo, deve ser mesmo "comtemporânea"...
Eheheheh!
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De Pedro Coimbra a 16.10.2010 às 04:31

"Nada se diz" não é semelhante a algo que aquele senhor que tem uma concepção eólica da política, actualmente candidato à presidência, escreveu??
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De Pedro Correia a 16.10.2010 às 00:55

Mesmo a propósito, este poema.
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De Ana Vidal a 15.10.2010 às 14:47

Palavras, para quê? Está tudo aí, no antes e depois das declarações e dos actos de um primeiro-ministro que já perdeu toda a credibilidade.
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De Pedro Correia a 16.10.2010 às 00:57

Na hora da caça ao voto promete o bacalhau a pataco. Cantada a vitória, manda apertar o cinto. Sem nunca lhe ouvirmos um pedido de desculpa aos portugueses. Quanto mais tempo Sócrates permanecer no poder, mais isso se reflectirá no futuro do PS: espera-o uma longa temporada na oposição.
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De ze luis a 15.10.2010 às 14:47

Dá vómitos, dá. O pior é que há tanta gente que se esquece disso tudo, do prometido e do esquecido. Essa gente dá ainda hoje 35% de votos a esse bando de malfeitores. E corremos o risco de morrermos ao engolir o vómito, que porventura venha a reter-se para não parecer mal.

Quem fica mal é quem tem vergonha.
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De Pedro Correia a 16.10.2010 às 01:01

Há dois anos, numa tirada demagógica, mandou taxar os ginásios a 6%, taxa mínima do IVA, para agradar à esquerda caviar que lheu votos em Telheiras e no eixo Principe Real-Chiado. Agora atira os mesmíssimos ginásios para os 23%. Com a mesma descontracção e a mesma desfaçatez que usou para anunciar/revogar o cheque-bebé, para anunciar/revogar aumentos do abono de família, para anunciar/revogar maiores comparticipações nos medicamentos dos idosos, por exemplo. Tudo no mesmo ano. Com uma irresponsabilidade total.

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