O dedo na ferida
«Perante o inevitável aumento de impostos, há quem defenda que Passos Coelho deve negociar o orçamento forçando o governo a também cortar na despesa (Camilo Lourenço, por exemplo). É incrível como a memória é curta. Isso foi o que foi negociado há menos de 6 meses. O governo não cumpriu.»

