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Política na parede

por Pedro Correia, em 26.04.19

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Caminha, Praça de Espanha

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 26.04.19

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As Memórias Secretas da Rainha D. Amélia, de Miguel Real

Romance

(reedição D. Quixote, 4ª ed, 2019)

"O autor usa a grafia anterior ao Novo Acordo Ortográfico de 1990"

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Belles toujours

por Pedro Correia, em 26.04.19

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Aleszea Blanche Germann

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Canções do século XXI (753)

por Pedro Correia, em 26.04.19

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Abril

por Sérgio de Almeida Correia, em 25.04.19

Uma revolução faz-se com todos os momentos, também com os menos bons. Alguns fizeram de nós o que somos hoje.

Uma revolução faz-se com gente boa e estafermos.

Com alguns filhos da puta e tolos também (muitos ainda andam por aí a darem-nos cabo da vida).

Depois, a história encarregar-se-á de colocar cada um no seu devido lugar. Sem caganças.

Se for sem sangue melhor. É mais pedagógico porque se prolonga no tempo.

Refina-se, sofre-se, não se apaga.

Transmite-se. Abrila-se todos os anos.

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Pago jornal, levo propaganda

por Pedro Correia, em 25.04.19

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Compro um exemplar do jornal espanhol El País, que com a actual directora regressou aos tempos de colagem despudorada ao Partido Socialista, e salta-me lá de dentro um panfleto eleitoral com esta carantonha que parece de um foragido de Alcatraz.

Pego na coisa com a repugnância de quem se sente servido por gato a preço de lebre e questiono-me se é isto que querem aqueles que em Portugal reivindicam a todo o tempo que a imprensa "assuma" preferências partidárias. Lamento contrariá-los, mas prefiro o modelo português. Detesto que na compra de um jornal me ofereçam propaganda partidária em jeito de brinde. E só abriria uma excepção a esta inabalável regra se no panfleto eleitoral do PSOE me surgisse a inspiradora imagem que se segue.

 

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 25.04.19

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O Mistério do Caso de Campolide, de Francisco Moita Flores

Romance policial

(reedição Oficina do Livro, 2ª ed, 2018)

"Este livro segue a grafia anterior ao Novo Acordo Ortográfico de 1990"

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O meu aplauso

por Pedro Correia, em 25.04.19

A estas palavras (e à atitude) da Zélia Parreira. A propósito da retirada do Capuchinho Vermelho e d' A Bela Adormecida do catálogo de obras infantis de várias escolas públicas de Barcelona por alegado conteúdo «sexista»:

«Na Biblioteca Pública de Évora continua a estar disponível. Temos várias versões e exemplares. A liberdade de expressão e de pensamento são valores fundamentais e demasiado preciosos para serem postos em causa desta forma. Ninguém obriga ninguém a ler estas obras, mas, no que depender de mim, jamais permitirei que a sua leitura seja proibida.»

 

Aplauso ainda mais reforçado num dia como o de hoje.

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(Cemitério do Alto de São João, Lisboa. Foto do blog 100 Anos, 100 Árvores)

 

Sabe-se que o cientista e ministro Augusto Santos Silva considera um extremo "parolismo" aludir ao viçoso feixe de relações familiares dos dirigentes do PS aboletado na administração pública. Mas fica-se "parolo" quando se vai conhecendo o rosário de despautérios dessa elite partidária. O que se passa é nitidamente a consagração do ideário "O Estado somos nós", corrupta corruptela de bem antigas (e absolutistas) concepções do exercício político.

A descrição do Expresso da  última sessão pública da Câmara de Lisboa mostra o putrefacto a que isto chegou, até pelo lado risível da questão: Fernando Medina, que tão falado foi há anos como mais-que-provável sucessor de Costa na liderança do seu partido, a propor um protocolo (financiador) da CML com uma Associação dos Amigos dos Cemitérios de Lisboa, esta animada em desenvolver actividades culturais em torno dos cemitérios - no que será, de facto, uma sub-contratação para o desempenho de actividades culturais, contornando os serviços camarários especializados nessa área (nos quais existe, pelo menos, uma empresa municipal, a EGEAC). E a qual já recebeu financiamento (parcos 10 000 euros, que dará para pouca coisa, como é óbvio), ainda sem protocolo que se veja.

O Expresso conta: da atrapalhação de Medina, o tal putativo futuro primeiro-ministro, a querer encerrar a apresentação do protocolo, pois a aprovação, afinal, não estava para passar sem debate (quem vai discutir contra quem quer o "bem dos cemitérios" e dos mortos que lá habitam no seu repouso eterno?). E de como o vereador do PSD desfiou o rol de parentes (e confrades) da elite partidária do PS que se aprestam, com total impudicícia, para sacar do orçamento municipal, a propósito de arranjos fúnebres. Aqui cito esse rol, em cúmulo de parolismo, para desgosto de Augusto Santos Silva, ministro de Sócrates&Costa: os órgãos da tal lúgubre associação com "fins culturais" são compostos, decerto que entre outra gente da mesma igualha, por "Jorge Ferreira, fotógrafo de campanhas do PS e de eventos da Junta de Freguesia do Lumiar; Pedro Almeida, funcionário do PS no Parlamento; Inês César, sobrinha de Carlos César; a sua mãe, Patrocínia Vale César (deputada municipal do PS) e o seu pai, Horácio Vale César (irmão de Carlos César e ex-assessor de João Soares quando ele foi ministro da Cultura); João Soares; Diogo Leão, deputado do PS; Filipa Brigola, assessora do grupo parlamentar do PS.". Isto é mais do que óbvio, alguém se lembrou que havia aqui uma área para sacar taco à câmara, juntou a rapaziada, têm os contactos certos (o "eterno" Sá Fernandes lá estava para os elogiar) com Medina e sus muchachos. Assina-se o protocolo, fazem-se umas "cenas", ganham-se umas massas, e nisso até se dão uns trabalhos a uns "sobrinhos" que andem um bocado desvalidos, e se calhar uns textos (pagos) a escrever a um desses painelistas socratistas que vão à TV. Uma mão lava a outra, ambas coçam as remelas e ainda se escarafuncham as narinas.

E isto tudo se passa a um mês das eleições, e quando fervilha na opinião pública e na imprensa a questão dos parentes socialistas nos postos estatais. A um mês das eleições! Esta gente, a elite PS, está sem qualquer tino. Em verdadeira roda livre.

E nós, que em breve habitaremos os cemitérios deles, somos "parolos".

Adenda: encontro o filme da sessão. Veja-se a cara de Medina, notoriamente atrapalhado, depois de ter tentado adiar a questão, diante do eleito do PSD - que pergunta, letal, ao BE se se revê neste lóbi familiar - enquanto este desvenda o rol de socialistas metidos nesta marosca:

 

 

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Canções do século XXI (752)

por Pedro Correia, em 25.04.19

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Abril no feminino?

por Cristina Torrão, em 24.04.19

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Imagem: Centro de Documentação 25 de Abril – Universidade de Coimbra

Lisboa, Calçada de Carriche; mural do PCP

 

Estava eu sem inspiração nenhuma para escrever sobre o 25 de Abril, quando deparei com um post da jornalista Helena Ferro de Gouveia no Facebook:

«Mulheres de Abril

A história da Revolução ainda é contada no masculino deixando na sombra aquelas que foram chamadas de “companheiras na sombra”. Seja Maria Barroso, a retaguarda familiar de Soares, sejam as mulheres no partido comunista, sejam escritoras, artistas, professoras, sejam as mulheres de alguns movimentos católicos, sejam as mulheres-mães-noivas-namoradas dos que combateram na guerra colonial ou dos que pensaram o derrube do regime.

Mesmo após o fim da ditadura, no período quente, elas não viveram tempos fáceis. A escritora Maria Teresa Horta recorda que ajudou a organizar uma manifestação de luta pelos direitos das mulheres. Nessa manifestação previa-se a queima de símbolos da opressão feminina: vassouras, grinaldas de noiva… Porém, centenas de homens juntaram-se em redor das mulheres e começaram a bater-lhes. "Eram murros, despiam as mulheres, tentavam violá-las", conta a escritora.

Quarenta e cinco anos depois de Abril muito mudou para as mulheres em matéria de direitos e liberdades, há ainda um longo caminho a percorrer para mudar mentalidades e falta cumprir a igualdade. E foi também para isso que se fez Abril.»

 

Interessa-me o papel da mulher nos vários momentos da História e comecei a ler Mulheres da Clandestinidade, de Vanessa de Almeida. O que mais me surpreendeu, até agora, foi a forma de como as mulheres comunistas eram discriminadas no próprio partido, um partido que, já durante o salazarismo, fazia da igualdade uma das suas bandeiras.

Porém, os nossos comunistas não são caso único. Vi, há tempos, um documentário na TV alemã sobre as mulheres do Kremlin e fiquei igualmente abismada como elas eram usadas, mas “escondidas”, a fim de dar protagonismo aos homens. Muito poucos saberão o nome das mulheres que estiveram ao lado de personalidades como Lenine ou Estaline, por exemplo. Ainda hoje, a Rússia não lida bem com a figura da “primeira dama” (para não falar de uma mulher à frente dos destinos da nação). Nesse programa, dizia-se que Raíssa Gorbachev foi muito criticada por constantemente surgir ao lado do marido. Putin surge sempre sozinho. É verdade que se separou da mulher, mas, mesmo quando ainda eram casados, a sua actuação era idêntica. Ou alguém se lembra da mulher de Putin?

Regressando à nossa Revolução: é sabido que o 25 de Abril abalou os costumes, porquanto o vendaval causado pelos chaimites de Salgueiro Maia coincidiu com a revisão da Concordata, por parte do Vaticano, permitindo o divórcio civil para casais unidos pela Igreja. Mesmo sendo criança (entre os oito e os doze anos, se englobarmos o Verão Quente e o período que se lhe seguiu), não fiquei indiferente à confusão de certos adultos, perante tanta liberdade. Há uns anos, escrevi as minhas memórias do 25 de Abril, que acabei por misturar com comentários da adulta que hoje sou. Ainda não consegui publicá-las em livro, mas não resisto a transcrever um pequeno excerto:

«Muitos pais de família romperam com as amarras que os haviam levado ao casamento apenas para terem sexo à disposição. Partiram à procura das Emanuelles* e das gargantas fundas*, o que aliás está longe de implicar que as tenham encontrado. Sá Carneiro acabou por personalizar esta nova ordem, ao divorciar-se para se juntar a outra mulher. É curioso constatar que foi um homem de direita, que muitos apelidavam ainda de fascista, que acabou por se tornar na personificação da nova ordem.

Porém, o desaparecer de muitas convenções sociais e de outras fachadas foi, em parte, aparente. À semelhança de outros momentos da História, as liberdades a nível individual eram pensadas sobretudo para os homens. Naqueles anos imediatos ao 25 de Abril, ainda não se aceitava bem a ideia de que a esposa, a mãe divorciada, que ficava com os filhos a seu cargo, fosse à procura de novo parceiro. Ela própria se escusava a tal comportamento. A sua atitude de protesto passava, paradoxalmente, pela defesa dos valores tradicionais».

 

* Expressões baseadas em títulos de filmes mais ou menos pornográficos que, na altura, se mantiveram meses (talvez até anos) em exibição nos cinemas e se transformaram em verdadeiros símbolos da nova era.

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Estrelas de cinema (30)

por Pedro Correia, em 24.04.19

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A PAIXÃO QUE VEIO DO FRIO

***

Não devemos exigir aos filmes algo diferente daquilo que nos propõem dar. No caso de Snu, é inútil alimentar-se a expectativa de um quadro detalhado da sociedade portuguesa da década de 70, primeiro asfixiada por uma ditadura que dava já evidentes sinais de esgotamento, depois por um alucinado processo revolucionário que prometia transformar este recanto lusitano numa réplica da Albânia implantada na Europa ocidental.
Aqui o essencial decorre à margem de contextos ideológicos no plano mais estrito, centrando-se no singular romance entre uma editora dinamarquesa residente em Portugal desde 1961 e um primeiro-ministro nascido em berço conservador que, sendo casados com terceiros, desafiam etiquetas e convenções para assumirem a partir de 1976 uma relação apaixonada e vertiginosa de que ninguém suspeitaria à partida. Como se tivessem a premonição de que estavam condenados a morrer demasiado cedo. Isto numa época em que o Código Civil exigia um período mínimo de seis anos de separação efectiva do casal para que esta pudesse ser convertida em divórcio sem acordo mútuo dos cônjuges.


Viajamos ao Portugal de há 40 anos. Já num país pós-revolucionário, mas ainda cheio de preconceitos atávicos, distribuídos em perfeita simetria pela família original de Francisco Sá Carneiro – a mulher, Isabel, recusando conceder-lhe o divórcio, apoiada por D. António Ferreira Gomes, o bispo do Porto que ousara desafiar Salazar e pagara com uma década de exílio por tal ousadia – e pela esquerda político-militar.
Um dirigente partidário católico, de comunhão diária, impõe a sua relação de facto, com uma estrangeira, perante as instituições do Estado – incluindo o então poderoso Conselho da Revolução – e a hierarquia eclesial. Contra o parecer dos seus companheiros do PSD, arriscando a hostilidade dos filhos e comprometendo legítimas aspirações políticas. Em entrevista a um jornal, o major Sousa Castro – “capitão de Abril” – ousou qualificar a relação entre Snu e Sá Carneiro de «ultraje aos sentimentos tradicionais do nosso povo». Enquanto o líder do PS, Mário Soares, questionava: «Como é que um homem incapaz de governar a sua família pretende governar o País?»

 

Snu tem uma irrepreensível reconstituição de época, misturando em doses adequadas a ficção actual com excertos de telejornais daqueles anos. Tudo dirigido com elegância e sensibilidade por Patrícia Sequeira nesta sua segunda longa-metragem (após Jogo de Damas, em 2016). Com intérpretes credíveis a incorporarem figuras tão diversas como Soares, Diogo e Maria José Freitas do Amaral, Manuela Eanes, Gonçalo Ribeiro Telles e Conceição Monteiro, além do próprio Sá Carneiro. Nota elevada para dois desempenhos que é justo realçar: Ana Nave, recriando a personalidade histriónica e exuberante de Natália Correia, e a protagonista, Inês Castel-Branco, magnífica no papel de Snu, em tantos aspectos o inverso da poetisa: contida, reservada e enigmática.

«Serão vocês a fazer a maior revolução em Portugal após o 25 de Abril», diz-lhes Natália Correia, no bar Botequim. Tinha razão: depois da relação de Snu e Francisco, desafiando mentes retrógradas em todos os quadrantes, nada voltaria ao mesmo na atmosfera social do País. Não estamos, portanto, apenas perante mais um filme romântico: porque neste sentido, sim, este é também um filme político. Só não vê quem não quer.

 

Snu. Produção portuguesa (2019). De Patrícia Sequeira. Com Inês Castel-Branco, Pedro Almendra, Nádia Santos, Joana Lopes, Ana Nave, João Reis.

Duração: 93 minutos.

 

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 24.04.19

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Os Blumthal, de José Milhazes

Investigação

(edição Oficina do Livro, 2019)

"Este livro segue a grafia anterior ao Novo Acordo Ortográfico de 1990"

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Canções do século XXI (751)

por Pedro Correia, em 24.04.19

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O Delito nas redes sociais

por jpt, em 23.04.19

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Acabámos de criar uma página do Delito de Opinião no Facebook. Destina-se a divulgar naquela rede social as ligações aos textos que iremos publicando no blog. Aqui fica o convite aos leitores que têm conta no FB  para que a acompanhem. E a divulguem entre as suas ligações (os célebres "amigos-FB"), se assim o entenderem aconselhável. O colectivo agradecerá.

Para aceder a essa página basta pressionar: Delito de Opinião

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Retrato de sobrevivência

por Diogo Noivo, em 23.04.19

Pedro Braz Teixeira publica hoje um importante artigo no ECO onde pede maior clareza e detalhe ao INE na informação sobre distribuição de salários e rendimentos.

Sem prejuízo da importância do tema, o que mais impressiona - e indigna – no texto é o quadro que segmenta o vencimento líquido de trabalhadores por conta de outrem.

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Mesmo tendo em conta possíveis insuficiências nos dados, é perturbante constatar que quase 65% da população portuguesa aufere menos de 900€ mensais. E que praticamente 80% recebe mensalmente um valor inferior a 1.200€.

Considerando os custos com habitação nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto (onde reside boa parte da população), o preço da energia (combustíveis e eletricidade à cabeça) e as debilidades dos serviços públicos (da saúde à segurança de pessoas e bens), o quadro retrata um povo que sobrevive. O tão apregoado fim da austeridade não passa de uma enorme fraude.

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Estátuas dos nossos reis (apêndice 5 e último)

por Pedro Correia, em 23.04.19

S. Pedro de Moel - Estátua de D. Dinis e da Raín

Estátua de D. Dinis e da Rainha Santa Isabel, em São Pedro de Moel (1972)

 

D. Afonso Henriques (1128-1185) 26

Estátuas e bustos em Alcanede, Alcobaça (2), Amares, Arcos de Valdevez, Barcelos, Caldas da Rainha, Cartaxo, Castelo Branco, Corroios, Guimarães (4), Leiria, Lisboa (3), Ourique, Porto, Santarém, Torres Novas, Viseu, Luanda (Angola), Rio de Janeiro (Brasil) e Zamora (Espanha)

D. Sancho I (1185-1211) 10

Estátuas e bustos em Alcobaça, Castelo Branco, Famalicão, Guarda, Guimarães, Lisboa, Penalva do Castelo, Sesimbra, Silves e Torres Novas

D. Afonso II (1211-1223) 4     

Estátuas e busto em Alcobaça, Castelo Branco, Guimarães e Lisboa

D. Sancho II (1223-1248) 6       

Estátuas, bustos e mini-estátua em Alcobaça, Castelo Branco, Elvas (2), Guimarães e Lisboa

D.Afonso III (1248-1279) 7   

Estátuas e busto em Alcobaça, Castelo Branco, Faro, Guimarães, Leiria, Lisboa e Viana do Castelo

D. Dinis (1279-1325) 16      

Estátuas e bustos em Alcobaça, Caldas da Rainha, Castelo Branco, Coimbra (2), Guimarães, Leiria, Lisboa, Odivelas, Ourique, Salvaterra de Magos, São Pedro de Moel, São Roque do Pico, Trancoso, Vila Flor e Vila Nova de Foz Coa

D. Afonso IV (1325-1357) 4        

Estátuas e busto em Alcobaça, Castelo Branco, Guimarães e Lisboa

D. Pedro I (1357-1367) 7  

Estátuas e busto em Alcobaça, Cascais, Castelo Branco, Coimbra, Guimarães, Lisboa e Lourinhã

D. Fernando I (1367-1383) 5     

Estátuas e busto em Alcobaça, Castelo Branco, Guimarães, Leça do Balio-Matosinhos e Lisboa

D. João I (1385-1433) 6    

Estátuas e busto em Alcobaça, Castelo Branco, Guimarães e Lisboa (3)

D. Duarte (1433-1438) 4 

Estátuas e busto em Castelo Branco, Guimarães, Lisboa e Viseu

D. Afonso V (1438-1481) 5      

Estátuas e busto em Alcobaça, Castelo Branco, Guimarães e Lisboa (2)

D. João II (1481-1495) 6       

Estátuas e busto em Alcobaça, Alvor-Portimão, Castelo Branco, Guimarães e Lisboa (2)

D. Manuel I (1495-1521) 11     

Estátuas e bustos em Alcobaça, Alcochete, Almendra-Foz Coa, Castelo Branco, Elvas, Funchal, Guimarães e Lisboa (4)

D. João III (1521-1557) 7   

Estátuas e busto em Amarante, Castelo Branco, Coimbra (2), Guimarães, Lisboa e Portalegre

D. Sebastião (1557-1578) 9 

Estátuas e busto em Amarante, Amares, Castelo Branco, Esposende, Guimarães, Lagos e Lisboa (3)

D. Henrique (1578-1580) 4   

Estátuas, mini-estátua e busto em Amarante, Amares, Castelo Branco e Lisboa

D. António (1580) 2   

Estátua e busto em Angra do Heroísmo e Santarém

D. Filipe I (1580-1598) 2   

Estátua e mini-estátua em Amarante e Castelo Branco

D. Filipe II (1598-1621) 1

Mini-estátua em Castelo Branco

D. Filipe III (1621-1640) 1

Mini-estátua em Castelo Branco

D. João IV (1640-1656) 5 

Estátuas e bustos em Amares, Castelo Branco, Lisboa (2) e Vila Viçosa

D. Afonso VI (1656-1683) 3 

Estátuas e busto em Alcobaça, Castelo Branco e Lisboa

D. Pedro II (1683-1706) 4  

Estátuas e bustos em Alcobaça, Castelo Branco, Coimbra e Lisboa

D. João V (1706-1750) 8

Estátuas e bustos em Alcobaça, Alter do Chão, Castelo Branco, Lisboa (2), Mafra (2) e Santos (Brasil)

D. José (1750-1777) 5 

Estátuas e bustos em Alcobaça, Castelo Branco, Coimbra e Lisboa (2)

D. Maria I (1777-1816) 4 

Estátuas e bustos em Lisboa (2), Malveira e Queluz

D. João VI (1816-1826) 14  

Estátuas e bustos em Lisboa (3), Porto, Queluz (2), Brasília, Rio de Janeiro (6) e Salvador

D. Pedro IV (1826) 15

Estátuas e bustos em Alfeite-Almada, Angra do Heroísmo, Lisboa (2), Porto (3), Vila Nova de Gaia, Brasília, Itu-São Paulo, Rio de Janeiro (4) e São Paulo

D. Maria II (1834-1853) 4 

Estátuas e bustos em Famalicão, Lisboa, Mafra e Rio de Janeiro

D. Fernando II (1836-1853) 5 

Estátua e bustos em Alfeite-Almada, Lisboa e Sintra (3)

D. Pedro V (1853-1861) 7 

Estátuas e bustos em Braga, Castelo de Vide, Lisboa (3), Mafra e Porto

D. Luís (1861-1889) 6 

Estátuas e bustos em Alfeite-Almada, Cascais (2), Covilhã e Lisboa (2)

D. Carlos (1889-1908) 6

Estátuas e bustos em Cascais, Lisboa (3), Mafra e Ponta Delgada

D. Manuel II (1908-1910) 3

Estatueta e bustos em Lisboa, Oliveira do Hospital e Vila Nova de Gaia

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Lavourada da semana

por Pedro Correia, em 23.04.19

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«O Sena é feito de água, e a água não arde, portanto, as margens do Sena estão intactas... A própria Notre Dame, se você vir de cima está horrível, porém, vista de fora, que é como a generalidade dos turistas a vê, está porreira. As pedras não arderam, está tudo na mesma. Basta pôr-lhe um telhado novo em cima, e em cima do telhado pôr um pináculo (que não é mais que uma armação de madeira revestida de pedras), e está a andar...»

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 23.04.19

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O Que Eu Ouvi na Barrica das Maçãs, de Mário de Carvalho

Crónicas

(edição Porto Editora, 2019)

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Canções do século XXI (750)

por Pedro Correia, em 23.04.19

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