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Já li o livro e vi o filme (236)

por Pedro Correia, em 01.06.18

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  ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS (1865)

Autor: Lewis Carroll

Realizador: Tim Burton (2010)

Com um lugar à parte na literatura infantil, esta novela sempre fascinou cineastas, atraídos pelo seu potencial fílmico. O mais recente foi Tim Burton, numa longa-metragem que encheu bilheteiras mas suscita interrogações no plano artístico com tanta overdose de efeitos computorizados.

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 "A direcção do Sporting desligou os faxes para não receber as rescisões dos jogadores, esta sexta-feira. O CM sabe que os documentos estão a seguir por carta registada".

Indignação aposentada

por Pedro Correia, em 01.06.18

Os profissionais da indignação estão todos aposentados.

Se não estão, parecem.

Não se detecta sinais deles no país com maior carga fiscal em 22 anos, e que paga a terceira factura europeia mais pesada em gasolina - mesmo antes de impostos - e a electricidade mais cara da Europa por custo de vida.

Esperava deles ao menos um gritinho. Afinal permanecem todos em silêncio: esgotaram os decibéis no anterior ciclo político.

Dez livros para comprar na Feira

por Pedro Correia, em 01.06.18

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Livro um: Delito de Opinião, de vários autores

Edição Bookbuilders, 2018

244 páginas

 

Perdoem-me a imodéstia, mas tenho vontade de começar o meu naipe de sugestões para a Feira do Livro de Lisboa com o livro do DELITO. Uma obra que resulta da vontade conjugada de 16 autores deste blogue e também da adesão pronta e calorosa dos leitores, que nos acompanham há quase dez anos.

Este DELITO passado a livro é uma recolha de alguns dos melhores textos aqui difundidos em primeira mão, segundo as opções dos autores que aceitaram integrar esta colectânea: Adolfo Mesquita Nunes, Ana Cláudia Vicente, Ana Vidal, Diogo Noivo, Francisca Prieto, Joana Nave, José Bandeira, José Gomes André, José Navarro de Andrade, Leonor Barros, Luís Naves, Patrícia Reis, Rui Rocha, Sérgio de Almeida Correia e Teresa Ribeiro. Além de mim próprio e do meu querido amigo e compadre João Carvalho, um dos fundadores do blogue, infelizmente falecido em 2013.

Sou insuspeito para me pronunciar sobre esta antologia, que andou a ser preparada durante um par de anos e resultou da subscrição antecipada de quase duas centenas de visitantes regulares do DELITO, muitos dos quais não conheço pessoalmente mas a quem aproveito para reiterar o agradecimento, em nome de toda a tribo que aqui participa com maior ou menor regularidade.

Abro portanto caminho a três olhares insuspeitos: os de Ferreira Fernandes e Francisco Seixas da Costa (que assinam os prefácios) e João Taborda da Gama (autor do posfácio).

O DELITO, observa o director do Diário de Notícias, é «um blogue resistente e vivo». Que «sempre funcionou como uma janela sobre um país digital que me era alheio», revela o embaixador e ex-secretário de Estado dos Assuntos Europeus. Enfim, um «colectivo multiforme, não só política, sobretudo para lá da política», conclui o advogado e ex-secretário de Estado da Administração Local.

Espero que gostem tanto de o ler como nós gostámos de o escrever.

 

 

Sugestão 1 de 2016:

O Islão e o Ocidente, de Jaime Nogueira Pinto (D.Quixote)

 

Sugestão 1 de 2017:

A Máquina do Tempo, de H. G. Wells (Antígona)

 

O novo governo italiano.

por Luís Menezes Leitão, em 01.06.18
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Lembro-me da candidatura de Pintasilgo às eleições presidenciais de 1986, em que ela apresentou praticamente um programa de governo que se propunha executar a partir da presidência. Essa candidatura naufragou num célebre debate com Mário Soares em que este candidamente lhe perguntou como seria possível executar esse programa se era o parlamento que escolhia o governo. Ela imediatamente respondeu que não aceitaria um governo que não executasse o seu programa. Soares limitou-se a replicar: "O parlamento reitera a confiança no governo e ao presidente só resta renunciar ao cargo". A candidatura de Pintasilgo acabou aí.

 

Foi praticamente isso o que se passou em Itália com o Presidente Sergio Matarella a rejeitar o governo de coligação saído do Parlamento, por incluir na pasta das Finanças o eurocéptico Savona, e a querer nomear um "governo técnico", presidido por Carlo Cotarelli, não por acaso um antigo funcionário do FMI. Para tal muito contribuíram as declarações do comissário alemão Günther Öttinger, que disse que os mercados iriam ensinar os italianos a votar de maneira correcta. Tal foi oferecer de bandeja a Salvini uma futura vitória eleitoral, após a garantida rejeição do "governo técnico" no parlamento. Aí é que os mercados entraram em pânico, com o comissário alemão a pedir desculpas aos italianos e o presidente viu-se forçado a aceitar de novo a coligação Salvini-Di Maio. Para não perder totalmente a face, deram-lhe um prémio de consolação com Savona a sair da pasta das Finanças, ainda que tenha passado provocatoriamente para os Assuntos Europeus. Mas é manifesto que a sua capacidade de influenciar o novo governo ficou reduzida a zero.

 

Tudo isto demonstra que as sucessivas ingerências da União Europeia nos assuntos internos dos Estados-Membros não conduzem a bom resultado. Em democracia o voto dos eleitores é soberano e não são aceitáveis tutelas externas. A União Europeia devia ter aprendido com o Brexit, mas pelos vistos não aprendeu nada. A continuarem assim, isto não vai acabar bem.

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Belles toujours

por Pedro Correia, em 01.06.18

 

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 Sara Barros Leitão

Canções do século XXI (425)

por Pedro Correia, em 01.06.18

Pág. 9/9



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