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Delito de Opinião

Entre os mais comentados

Pedro Correia, 01.04.18

Em 22 destaques feitos pelo Sapo em Março, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesse dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu 15 menções ao longo do mês.

 

Os textos foram estes, por ordem cronológica:

Penso rápido (88) (46 comentários, terceiro mais comentado do dia)

Não, o PSD não pode dormir descansado (32 comentários)

Feminina, não feminista (79 comentários, segundo mais comentado do dia)

De Sidónio a Marcelo (42 comentários)

A igualdade é só para os outros (60 comentários)

Penso rápido (89) (38 comentários)

Os livros, as listas e nós (52 comentários, segundo mais comentado)

"Banho de ética" ameaça dilúvio (32 comentários)

Convites a rejeitar (31 comentários)

Os filmes, as listas e nós (50 comentários)

Uma detenção sem carpideiras (68 comentários, segundo mais comentado)

A importância da caligrafia (40 comentários)

Músicas de filmes, listas e nós (42 comentários, segundo mais comentado)

"Combatentes" (86 comentários, segundo mais comentado)

Negócios Estrangeiros (45 comentários)

 

Com um total de 744 comentários nestes quinze postais.

Fica o nosso agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

O comentário da semana

Pedro Correia, 01.04.18

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«Tenho bastante dificuldade em "comprar" as teorias das interferências russas nos resultados do Brexit ou das eleições dos EUA.
Basta estar atento ao mundo real para perceber que há uma insatisfação enorme com o status quo e com todos os que dele vivem. Os tais partidos políticos que têm feito da rotação de cadeiras um modo de vida.

Só que já não estamos numa altura em que não há informação e em que a maioria dos cidadãos se contenta em ser "operário", "trabalhar no campo" ou ser "trolha".

Além disso, a teoria de que foi o FB [facebook] o responsável por influenciar os resultados cai pela base quando se verifica a demografia dos votos que viabilizaram o Brexit ou as eleições nos EUA.

A verdadeira interferência russa foi a anexação da Crimeia. [Moscovo] tem medido o pulso constante aos ocidentais e é o controlo que está a fazer do Oriente entrando pela Síria com o apoio da Turquia.
E nisto que fizeram Merkel ou Obama? Tomaram a posição de força que agora exigem a Trump como o "culpado" de todo o mal que ocorre no mundo?
Um país soberano invadido às portas da Europa, anexado à força e com um referendo ilegal, e nada aconteceu? Umas sanções ridículas...

O que está a verificar-se é que os líderes europeus e americanos (EUA e Canadá), estão tão presos no politicamente correcto e na preocupação em vender uma imagem "tolerante" que não sabem como combater Putin. Governam para os comentadores e não para o mundo real, que está bastante perigoso.
E assim como Hitler assumiu em crescendo a sua posição, também Putin está em crescendo e sendo mais inteligente: passa uma imagem de serenidade enquanto as baratas tontas da União Europeia andam preocupados com assuntos menores.

Quando Putin passar à fase seguinte, que passará por controlar novamente algumas das antigas Repúblicas Socialistas Soviéticas e tomar como parcialmente sua a Síria, tendo aí um protectorado para controlar grande parte do petróleo, será demasiado tarde.
E o que fará Israel quando o petróleo roubado que vem através da Síria deixar de fluir?
São demasiadas variáveis. E líderes para tratar disto? Nem um.»

 

Do nosso leitor Nuno Frederico. A propósito deste texto do Diogo Noivo.

Algumas das canções da minha vida

jpt, 01.04.18

O Pedro Correia elencou algumas canções da sua vida, na sequência da bela série que vem colocando aqui no DO. E desafia-nos a colocar (algumas d)as nossas. No seu sumário ele meteu 12. Eu, acorrendo a responder, selecciono de rajada as que me são mais óbvias. Obrigo-me a ficar por estas 18. Não é a lista das "melhores canções", é um rol de canções que me fizeram. E à minha vida. E espero que a minha filha Carolina se saiba reconhecer aqui. Tal como à sua mãe. E que algumas outras pessoas, se por cá passarem, também possam reconhecer-nos.

 

 

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