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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 29.05.17

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   Uma Faca nos Dentes, de António José Forte

Prefácio de Herberto Helder

Poesia

(Reedição Antígona, 2017)

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Canções do século XXI (59)

por Pedro Correia, em 29.05.17

Um novo truque...

por Helena Sacadura Cabral, em 28.05.17

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Existe um novo meio - inteligente - especial para assaltar e roubar mulheres. Começou nas garagens dos Centros Comerciais, mas está a alastrar a outro género de locais. 

De que se trata, então? Uma rapariga gira e educada aproxima-se de si com um papelinho impregnado com o último perfume X, ou lança na sua mão umas gotas do dito. 

O aroma até parece agradável, mas é por segundos. A droga colocada no mesmo e aspirada põe qualquer um sem reacção e à mercê do que lhe possam querer fazer...
Não sei se há homens a prestar o mesmo serviço. Mas eles são pouco dados a este tipo de experiências. De qualquer modo aqui fica o alerta a quem possa interessar!

Fotografias tiradas por aí (357)

por José António Abreu, em 28.05.17

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São Pedro da Afurada, Vila Nova de Gaia, 2010. 

Leituras

por Pedro Correia, em 28.05.17

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«Graças aos progressos da ciência, qualquer confusão entre história e lenda se torna cada vez menos possível. Uma acaba por fazer justiça à outra.»

Júlio Verne, A Invasão do Mar (1905), p. 41

Antígona, Lisboa, 2005. Tradução de Luís Leitão

O comentário da semana

por Pedro Correia, em 28.05.17

«Somos nós que criamos os ídolos danados em falando ad nauseam sobre as suas acções cobardes, em lhes dando inesgotável tempo de antena e voz à vergonha letal que cometeram, que não é de todo terror, é apenas um absurdo corrosivo sem nome e sem raiz, que nunca deveria ter tido história, porque esta escória alimenta-se da mediatização .
Também não acredito que não se saiba onde está e quem é que instiga a extinção da vida como palavra de um deus qualquer.
Ter medo é definhar, é esconder-se nas frestas, é não existir. É dar vitórias a sicários do vazio.
Recuso-me a ter medo. Morrer, morremos todos um dia.

Mais um louco resolveu suicidar-se e massacrar crianças inocentes em nome de um futuro brilhante no qual estará bem morto. O Massacre dos Inocentes também aconteceu e não foi terrorismo, foi política.»

 

Da nossa leitora há Maria Dulce Fernandes. A propósito deste texto da Inês Pedrosa.

Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 28.05.17

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  A Lógica ou a Arte de Pensar, de Antoine Arnauld e Pierre Nicole

Tradução, apresentação e notas de Nuno Fonseca

Filosofia

(Edição Fundação Calouste Gulbenkian, 2016)

Tags:

Canções do século XXI (58)

por Pedro Correia, em 28.05.17

Pensamento da semana

por Sérgio de Almeida Correia, em 27.05.17

A tolerância, a verdade, o partido, o politicamente correcto, o amor ao próximo ou à pátria não devem ser um obstáculo à reflexão. A reflexão não é um incómodo. A sua falta, o silêncio e o permanente desconversar é que são uma fuga que nos torna intolerantes, ímpios e pequeninos. A reflexão sem voz é um acto colectivamente inútil.

Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana.

De Volta dos Livros

por Francisca Prieto, em 27.05.17

COMENTÁRIOS EM CARTAS DE REJEIÇÃO DE EDITORES:

 

O DEUS DAS MOSCAS – William Golding

(1954)

“Não nos parece que tenha sido bem sucedido a trabalhar uma ideia que admitimos poder ser promissora”.

Tags:

Leituras

por Pedro Correia, em 27.05.17

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«O que é a memória? Devíamos encontrar outro nome para a maneira como vemos os acontecimentos passados que ainda estão vivos dentro de nós.»

John Le CarréO Túnel de Pombos (2016), p. 330

Ed. Dom Quixote, Lisboa, 2016. Tradução de Ana Saldanha

Pancadas...

por Maria Dulce Fernandes, em 27.05.17









Quem possui a faculdade de ver a beleza, não envelhece.


Franz Kafka

( Considerando que é alguém com uma pancada Muito superior à minha)







Do alto do meu quase sexagenarismo, interpreto  o que se passa ao meu redor talvez com uma percepção diferente da realidade - da realidade que eu entendo - algo discordante do que poderia ter concebido há um par de anos atrás.

O tempos são outros. Eu  nem por isso, ou antes, não queria , mas também mudei, claro. Já não subo à figueira grande ( enorme desafio gravitacional)  para arremessar dissimuladamente laranjas podres a quem passa, mas psiquicamente falando, não amadureci muito mais do que isso.

Em minha casa,  por motivos decorativos , tampouco narcisistas,  não existem mais do que 4 espelhos. De qualquer modo, as nossas rotinas diárias passam por nos avistarmos com a imagem do que mostramos por aí, praticamente todos os dias de manhã.

A que os meus espelhos me mostram não me espanta nem num bom nem num mau sentido. Serei talvez melhor do que a minha forma cosmozoária , mais formada do que a minha forma embrionária, menos atractiva do que a minha forma infantil, muito menos atraente do que a minha forma juvenil, bem mais amadurecida e pesada  do que a forma intermédia, mas não completamente repulsiva, tampouco desagradável.

Já referi que mentalmente, estou muito à frente, certo? Creio que neste caso particular quererá antes dizer muito atrás...

 A pontualidade sempre foi para mim ponto de honra, por isso raramente me atraso e nunca me deixei ficar para trás. Acompanhei as evoluções no seu melhor e também no seu pior e em certos aspectos sou mais entendida, mais culta e mais jovem do que muito jovem que por aí pulula com a mania da tudologia.

Pode esta , chamemos-lhe assim, "frescura de espírito" ser de algum modo atractiva para miúdos que poderiam ser meus netos ?

Não quero dedicar muito tempo a tentar entender a cabeça dos outros, porque tenho a firme convicção que a realidade que eu entendo pode ser diametralmente oposta à que é percepcionada pelo meu vizinho do lado, mas confunde-me que para além dos galões, haja quem veja nesta que vos escreve uma elegante e sexy louva-a-deus devoradora de machos tenrinhos...

Estranha metamorfose, grande esquizofrenia ou indubitavelmente uma enorme pancada...

Diz-se que o povo e sereno... diz-se tanta coisa... Aqui  a sereníssima  tem sido TÃO, mas tão paciente...


( Todas as fotos : MD Roque


O blog da semana

por Helena Sacadura Cabral, em 27.05.17

O meu blog da semana chama-se Nascer na Praia e encontra-se em http://nascernapraia.blogspot.pt/. Porquê este? Porque me surpreende sempre, o que confesso já não é facil. E eu gosto de ser surpreendida. Cada vez mais.

Já não tenho paciência para o expectável, como acontece sempre com tantos blogs em que a matéria (prima) é a política ou o futebol. O mundo existe para além destes temas e parece que ninguém dá por isso. O Nascer na Praia foge ao estereotipo!

Há 40 anos, em 27 de Maio de 1977, iniciou-se em Angola uma purga dentro do MPLA que terá resultado em mais de 30.000 vítimas mortais. A cisão no partido então presidido por Agostinho Neto teve repercussões na esquerda portuguesa. A linha mais ortodoxa dentro do PCP lançou um manto de silêncio sobre a barbárie. Outra corrente, hoje sobretudo representada no Bloco de Esquerda, tinha evidente afinidade com muitas das vítimas do massacre: Sita Valles, Nito Alves, José Van Dunem ou Rui Coelho para só citar alguns. É à luz destes factos históricos que deve ser lida a posição de total distanciamentodo do regime agora encabeçado por José Eduardo dos Santos que o Bloco de Esquerda mantém. Mas é então errado que o Bloco adopte uma posição de condenação radical do poder corrupto e manchado de sangue de Luanda? Obviamente que não. Mas vale o que vale. Não encontramos no Bloco a mesma coerência quando se trata de avaliar outros regimes totalitários e violentos de esquerda (sobre os de direita o Bloco tem naturalmente uma posição explícita e faz muito bem). No caso da Venezuela, por exemplo, onde se esperava indignação, temos silêncio. A posição do Bloco sobre Angola não resulta portanto de um imperativo ético enquanto tal, transponível para qualquer outra geografia ou momento onde exista violação das mais elementares liberdades e direitos, mas de uma ferida histórica que continua aberta.

Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 27.05.17

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  O Homem da Nave, de Aquilino Ribeiro

Prefácio de Álvaro Domingues

Crónicas da Serra da Nave

(Reedição Bertrand, 2017)

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Canções do século XXI (57)

por Pedro Correia, em 27.05.17

Frases de 2017 (19)

por Pedro Correia, em 26.05.17

«Como mulher, a dr.ª Assunção Cristas sabe bem que, para se trabalhar, não se pode usar espartilho nem a saia travada. A saia tem de ser larga e, se necessário, vestir calças, que ultimamente não se sabe onde andam. Custam a ver

Gonçalo da Câmara Pereira, vice-presidente do PPM, na celebração de um acordo pré-eleitoral com o CDS em Lisboa (14 de Maio)

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Frases de 2017 (20)

por Pedro Correia, em 26.05.17

«Tenho calçado botas e calças de ganga muitas vezes para estar nos bairros sociais.»

Assunção Cristas, presidente do CDS, na mesma ocasião

Música recente (99)

por José António Abreu, em 26.05.17

The Mountain Goats, álbum Goths.

Os Mountain Goats são basicamente John Darnielle, que, desde 1994, já lançou 16 álbuns. Vários abordam recordações da juventude, mais ou menos ficcionadas. Goths contém uma série de histórias sobre inadaptados tentando encontrar um lugar no panorama gótico das décadas de 1980 e 1990. O décimo primeiro tema intitula-se For The Portuguese Goth Metal Bands. Mesmo prestando atenção à letra, ainda não entendi bem porquê.

Desafio aos leitores

por Pedro Correia, em 26.05.17

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Quem poderá ser o Emmanuel Macron português?



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