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Música recente (13)

por José António Abreu, em 29.07.16

Steve Martin & Edie Brickell, álbum So Familiar.

Steve Martin toca banjo, Edie Brickell canta. Simples, despretencioso e - está no título - familiar. Por vezes, basta. 

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 29.07.16

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A Batalha de Covões, de José Viale Moutinho

Romance

(Edição Teodolito, 2016)

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Belles toujours

por Pedro Correia, em 29.07.16

 

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Ava Gardner

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A direita burra

por Pedro Correia, em 28.07.16

A direita burra critica Marcelo Rebelo de Sousa.

Não o critica só agora. Já o criticava antes de ele anunciar a candidatura à Presidência, criticou-o durante a campanha, criticou-o mal foi eleito.

Sem perceber que Marcelo é um dos mais experientes políticos portugueses: sabe mais a dormir do que toda a direita burra acordada.

Sem perceber que Marcelo segue uma espécie de manual. Por ele próprio elaborado mas obedecendo a um padrão clássico. Onde cada peça encaixa muito bem na outra.

Como, de resto, o futuro demonstrará.

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As melhores praias portuguesas (43)

por Pedro Correia, em 28.07.16

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Figueira da Foz 

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Já li o livro e vi o filme (142)

por Pedro Correia, em 28.07.16

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ROBINSON CRUSOE (1719)

Autor: Daniel Defoe

Realizadores: George Miller e Rod Hardy (1997)

Uma das obras mais emblemáticas da história da literatura, já transposta diversas vezes para o cinema. Esta versão, com Pierce Brosnan no papel do náufrago que luta pela sobrevivência numa ilha, presta fraca homenagem ao romance.

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Refugiados e terrorismo

por Diogo Noivo, em 28.07.16

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O Líbano é dos países que mais sofrem com a crise dos refugiados sírios. Acolhe cerca de 1,1 milhões de refugiados, o que significa que 1 em cada 5 habitantes é um migrante em fuga da guerra. É o Estado que, per capita, mais refugiados alberga. Em termos absolutos, e com base em dados do Alto Comissariado da ONU para os refugiados, só o Paquistão e a Turquia o ultrapassam. Assumindo que Portugal tem 11 milhões de habitantes, teríamos que receber 2.2 milhões de refugiados para enfrentar um desafio (político, económico, humanitário, de segurança) semelhante. Semelhante, não igual. Importa ter presente que o território libanês é aproximadamente um terço da área total do nosso Alentejo.

 

O quadro desenhado por estes números é avassalador e explica bem a atenção dada ao Líbano quando se fala de refugiados sírios. Essa atenção fez soar os alarmes quando, em Setembro de 2015, o Ministro da Educação libanês afirmou que cerca de 2% dos refugiados sírios são terroristas do auto-denominado Estado Islâmico. Não foi o ministro do Interior, o ministro da Defesa, o ministro dos Negócios Estrangeiros, nem tão-pouco o Primeiro-Ministro. Foi o ministro da Educação.  Felizmente, este governante libanês tinha pela frente um jornalista – e não um jornaleiro – que o inquiriu sobre a fonte da qual provinha essa percentagem. O ministro foi honesto. Poderia ter respondido “não posso revelar”, ou então “fontes seguras”, ou ainda “é uma estimativa preliminar das nossas Forças e Serviços de Segurança”. Mas não. O ministro disse abertamente que os 2% eram um “gut feeling”. Como nunca devemos permitir que os detalhes estraguem uma boa história, estes 2% continuam a circular pela imprensa e pelos blogues com o valor de dado científico. Claro, sempre que há um problema de segurança provocado por um refugiado, os 2% são inflacionados para 100%, mas isso já é tema para outro post. Por agora, importa perguntar se estes 2%, imaginando que são reais, justificam que se lance um anátema sobre os restantes 98%.

 

Não abundam estudos recentes que analisem a relação entre terrorismo e refugiados. Porém, os trabalhos existentes descartam qualquer relação entre estes dois fenómenos. Mais, as estatísticas disponíveis reforçam essa conclusão: os Estados Unidos da América acolheram 784.000 refugiados desde o dia 11 de Setembro de 2011; destes, apenas 3 foram detidos por envolvimento em actividades terroristas. Se formos mais abrangentes e incluirmos todo o tipo de criminalidade, os resultados não diferem muito: na Alemanha, entre 2014 e 2015, os crimes cometidos por refugiados aumentaram 79%, sendo certo que nesse mesmo período o número de refugiados aumentou 440%.

Estes números não explicam a associação, que se vai lendo e ouvindo, entre terrorismo e refugiados. Mas há outros que talvez sim. Um estudo de opinião, realizado pelo Pew Research Center, sugere que a relação entre violência terrorista e vagas de refugiados é produto de preconceitos e de apofenia (percepção de padrões e relações com base em informação aleatória ou inconclusiva).

 

Enfim, nada disto interessa. Como escreveu Peter Pomerantsev na revista Granta, vivemos num mundo pós-facto, onde imperam as “tecno-fantasias” ao alcance de um click, suficientemente diversificadas para validar toda e qualquer convicção pessoal. A realidade, mais do que acessória, é um incómodo. Testemunhos como o de Matilde, sobrinha da nossa Francisca Prieto, serão caridade inocente. Testemunhos como o de Helena Araújo, no Destreza das Dúvidas, serão propaganda. Como será propaganda o caso notável de Mohamed Al Uattar, um médico sírio a exercer no centro de saúde de Estremoz. Trabalhou na Cruz Vermelha, colabora com o INEM e presta assistência na CERCI, o que, segundo os detractores do Islão, será certamente uma estratégia rebuscada do autoproclamado Estado Islâmico para meter Portugal de burqa.

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 28.07.16

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O Príncipe Perfeito, de José Marques Vidal

Biografia

(Edição Labirinto de Ideias, 2016)

"A editora mantém-se fiel ao anterior Acordo Ortográfico"

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A guerra relevante.

por Luís Menezes Leitão, em 28.07.16

Neste post, o Diogo sustenta que descrever a actual situação como uma guerra não só é irrelevante do ponto de vista operacional como oferece legitimação política às organizações que pretendemos eliminar. É o argumento típico dos políticos europeus, que persistem em negar a realidade em ordem a continuar a defender políticas inconsequentes. É assim que em toda a imprensa se insiste em falar no "auto-proclamado" Estado Islâmico, como se o mesmo não ocupasse territórios na Síria e no Iraque. Mas os sinais da guerra estão à vista de todos. Quando em França os líderes religiosos exigem protecção armada para os locais de culto ou quando na Baviera a própria população pede a colocação de militares na rua, é manifesto que passámos a fase da mera criminalidade, a que se pode reagir com a simples protecção e investigação policial. Neste momento a Europa está em guerra e a guerra combate-se com exércitos. Negar isso é negar a realidade e deixar a Europa continuar debaixo de fogo.

 

Quem se recusou a negar a realidade foi o Papa Francisco. Numa corajosa comunicação aos jornalistas, acaba de dizer que "a palavra que tem sido sucessivamente repetida é insegurança, mas verdadeira palavra é guerra. Vamos reconhecer a verdade: o mundo está num estado de guerra fragmentada. Agora existe uma guerra. É talvez uma guerra não orgânica, mas está organizada e é guerra. O mundo está em guerra porque perdeu a paz". 

 

Sábias palavras de quem todos os dias assiste ao massacre dos seus fiéis por parte de combatentes fanáticos, sem que nada se faça para combater a ameaça. Após o 11 de Setembro, os Estados Unidos perceberam que tinham sido atacados e por isso tinham que travar uma guerra. A Europa, porém, parece que voltou a 1453, insistindo em discutir o sexo dos anjos enquanto os turcos atacam Constantinopla. Valha-nos o Papa que percebeu muito bem o que está em causa.

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Nós e os outros

por Pedro Correia, em 28.07.16

Ao CP - Cromos de Portugal.

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Não há sanções

por José António Abreu, em 27.07.16

Não há desculpas.

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As melhores praias portuguesas (42)

por Pedro Correia, em 27.07.16

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Manta Rota (Vila Real de Santo António)

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Descubra as diferenças

por Pedro Correia, em 27.07.16

21 de Abril de 2015:

«PS estima défice de 0,9% em 2019 e crescimento médio de 2,6% na próxima legislatura.»

 

13 de Julho de 2016:

«Católica corta previsões e espera crescimento económico de 0,9% este ano.»

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O mundo às avessas

por Pedro Correia, em 27.07.16

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Jorge Coelho (militante do PS)

«Reconheço que nesta matéria serei um pouco conservador, mas já não estou em idade de mudar: as finanças públicas têm que ser sãs. Isto é uma questão central na vida de um país.»

«Sem finanças públicas sãs Portugal vai sofrer pesadas consequências no futuro.»

«Não pode haver nada que contribua para um descambar da despesa pública.»

«É preciso cumprir os compromissos com as instituições europeias. Estou a referir-me ao défice.»

«Vivemos momentos muito difíceis, no mundo, na Europa e em Portugal. As coisas na economia não estão a correr bem, temos de ser realistas.»

«Era muito importante que o crescimento da economia em Portugal estivesse a ser maior do que está a ser, estariam a crescer postos de trabalho, estaria a diminuir a despesa pública e a normalizar mais as contas da segurança social... Os ratios económicos não estão de acordo com aquilo que foi previsto.»

«O País não tem condições de produzir aumentos de salários reais. Tenho dúvidas de que deva haver qualquer aumento de salários.»

«O funcionamento da banca e das instituições financeiras é absolutamente vital e determinante para que um país seja normal a todos os níveis.»

«Não vai ser Bruxelas que vai fazer cair o Governo em Portugal. [Se o Governo cair] vai ser por dificuldades da plataforma política [que apoia o Governo].»

 

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Pacheco Pereira (militante do PSD)

«Tudo indica que o Governo vai cumprir o défice.»

«Ninguém diz que o Governo não está a cumprir os 3% [limite do défice]. Quem não cumpriu os 3% foi o Governo anterior.»

«Discutir 0,1% ou 0,2% para cima ou para baixo não são finanças sãs. É a utilização dos mecanismos de pressão para garantir políticas que eles consideram sãs.»

«Eu conheço a argumentação de que para diminuir as despesas do Estado tem que se controlar os salários, as pensões, as reformas... e depois dão-se milhares de milhões aos bancos.»

«Não é verdade que haja um isolamento das posições portuguesas. Uma parte importante das forças da União Europeia fazem declarações públicas a dizer que Portugal vai no bom caminho.»

«António Costa disse que a actual política europeia conduzia à estagnação. É importante que isto seja dito, porque é verdade.»

«A politica europeia é uma política de estagnação.»

«A Europa não cresce porque esta política não permite o seu crescimento.»

«As imposição europeias não servem o desenvolvimento de Portugal.»

 

Na Quadratura do Círculo (SIC Notícias), 21 de Julho

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A guerra irrelevante

por Diogo Noivo, em 27.07.16

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Comunicado no qual o auto-denominado Estado Islâmico assume a autoria do atentado na Normandia – imagem SITE intelligence group

 

A barbárie terrorista voltou a atacar França, desta vez numa igreja na Normandia. O acto vil e sanguinário foi reivindicado pelo autoproclamado Estado Islâmico (EI), que em comunicado louvou os “soldados” responsáveis pelo atentado. Para o EI, estes terroristas não eram súbditos de Alá, não eram insurgentes, nem mártires. Ou talvez fossem tudo isto, mas eram sobretudo soldados.

Esta linguagem é, entre outros factores, um dos aspectos essenciais para demonstrar o quão errado é enquadrar o combate ao terrorismo nos moldes de uma guerra. Podemos combatê-lo com a alma e a determinação de guerreiros, mas falar em “guerra contra o terrorismo” não só é irrelevante do ponto de vista operacional, como oferece legitimação política às organizações que pretendemos eliminar. Hoje, como no passado, o terrorismo é um crime que pretende içar-se a um patamar de igualdade política com os Estados. Não lhe façamos esse favor.

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 27.07.16

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America the Beautiful, de diversos autores

Organização de Carla Baptista

Prefácio de Teresa Ferreira de Almeida

Relatos de escritores portugueses sobre a América

(Edição Tinta da China, 2016)

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O regresso de Kubrick

por João Campos, em 26.07.16

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Na falta de um ciclo mais completo que permita às gerações mais novas (e velhas) ver no grande ecrã os clássicos de um dos maiores realizadores que o cinema já conheceu, temos de nos contentar com as migalhas que vão caindo aqui e ali. Há três anos - parece que foi ontem - caiu uma, quando Kubrick regressou finalmente a algumas salas de cinema portuguesas com o assombroso 2001: A Space Odyssey (ver a sequência da Stargate na segunda fila daquela sala enorme no El Corte Inglés será sempre uma das memórias mais marcantes que o cinema me deu). E a partir da próxima Quinta-feira cairá outra, quando o Cinema Ideal começar a passar, até meados de Agosto, a mais recente versão digital restaurada de Barry Lyndon, assinalando as quatro décadas do clássico de época que terá talvez ficado mais famoso pelo virtuosismo técnico de Kubrick (a célebre história das lentes equivalentes às usadas pela NASA). Sim, o virtuosismo é evidente em cada fotograma, autênticos quadros que Kubrick pintou na película - mas a história da ascensão e da queda do Redmond Barry que imortalizou Ryan O'Neal não lhe fica atrás. É uma oportunidade única para ver ou rever. 

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