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Sei lá, pode ser que tenha sorte...

por Rui Rocha, em 27.04.16

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* o link é este para o caso de quererem tentar. 

Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 27.04.16

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BES: Os Dias do Fim Revelados, de Alexandra Ferreira

Entrevista com Ricardo Salgado

(edição Chiado Editora, 2016)

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Ligação directa

por Pedro Correia, em 27.04.16

AO Cantinho da Florinda.

Já li o livro e vi o filme (112)

por Pedro Correia, em 26.04.16

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O ADEUS ÀS ARMAS (1929)

Autor: Ernest Hemingway

Realizador: Charles Vidor (1957)

O melhor romance de Hemingway originou este pastelão com Rock Hudson e Jennifer Jones, que viria a ser a última longa-metragem produzida por David O. Selznick. O escritor não gostou desta adaptação. Não custa perceber porquê.

A paixão do jornalismo no News Museum

por Alexandre Guerra, em 26.04.16

“É a maior experiência de Media e Comunicação da Europa.” É desta forma que o News Museum se apresenta no seu site e posso garantir, porque tive o privilégio de o visitar antes de ser inaugurado na noite de 24 para 25, que não é exagero. Aliás, conta quem sabe, este novo espaço dedicado à história do jornalismo e comunicação é bastante superior àquele que já existe há alguns anos em Washington. Na verdade, da parte dos responsáveis do News Museum, houve um cuidado em inovar e apresentar algo diferenciado ao que já existia. O resultado é simplesmente surpreendente, numa mistura muito bem conseguida entre o conteúdo e a forma.

 

Este projecto teve o contributo de vários profissionais da comunicação, nomeadamente de grandes referências do jornalismo em Portugal, de meios de comunicação social, e envolveu, seguramente, um investimento de muitos milhares de euros e o recurso a “know how” e software desenvolvido de raiz por algumas das empresas do grupo LPM Comunicação.

 

O News Museum representa um marco importante em Portugal a vários níveis. Não apenas pelo projecto em si, que é simplesmente obrigatório para quem gosta de jornalismo e comunicação e para quem cultiva o conhecimento da história e da sociedade contemporâneas, mas também porque materializa a visão daquilo que, como eu falava com alguém durante a visita, é um projecto inédito de gestão de reputação e notoriedade. Algo a que em Portugal não estamos habituados a ver por parte do sector privado, já que, normalmente, tudo o que é criado em termos de oferta do conhecimento à sociedade ou é feito à “sombra” do Estado ou é desenvolvido por empresas que durante décadas foram monopolistas e que hoje se apresentam como “privadas”, e quase que têm uma obrigação moral de servir a comunidade para além dos serviços que “cobram”.

 

O News Museum não surge de qualquer obrigação empresarial, mas sim de uma espécie de filantropia misturada com um legítimo interesse próprio. Embora tenha sido concretizado por uma equipa específica, é a Luís Paixão Martins que se deve a sua criação, o mesmo que há cerca de trinta anos trouxe para Portugal conceitos e metodologias de comunicação insitutucional para o mundo económico, empresarial e, mais tarde, político. A verdade é que houve um antes e um depois do LPM no que à disciplina das “public relations” em Portugal diz respeito. Tornou-se num dos homens mais relevantes da comunicação institucional em Portugal, se não o mais importante, construindo uma reputação sólida e uma empresa de sucesso, e hoje dá corpo àquilo que é, sobretudo, um monumento vivo e interactivo à paixão do jornalismo.

Pesada factura

por Luís Naves, em 26.04.16

Tendo em conta o resultado da primeira volta das presidenciais austríacas, a crise dos refugiados promete fazer muitas vítimas na política europeia. O vencedor da votação foi Norbert Hofer, com 36%, candidato apoiado pelo maior partido de extrema-direita (FPO) e que cavalgou o descontentamento popular com as hesitações governamentais na questão migratória. O seu adversário na segunda volta será um independente apoiado pelos Verdes, Alexander van der Bellen, que conseguiu 20%. A grande coligação de governo, semelhante à alemã (social-democratas e democratas-cristãos), foi humilhada: juntos, os candidatos do SPO e OVP somaram uns meros 22%.

Um sismo político já tinha atingido a Eslováquia a 5 de Março. A campanha das legislativas foi dominada pela questão dos refugiados, mas apesar de ser contra quotas europeias, o primeiro-ministro Robert Fico esteve perto de ser derrubado, por não ter uma posição suficientemente radical contra Bruxelas. O maior partido de centro-esquerda perdeu 18 pontos percentuais e foi forçado a organizar uma coligação instável. Uma formação tóxica de extrema-direita teve 8%. Somado este voto ao dos ultra-nacionalistas e populistas, o eleitorado eurocéptico representa um quarto do total e um dos três partidos anti-europeus entrou no executivo.

A irritação popular é evidente. Muitos eleitores pensam que não foram respeitadas as suas opiniões na crise dos refugiados, como não têm sido respeitadas as suas opiniões em relação aos efeitos negativos da globalização. Os populistas estão a avançar em cada nova sondagem ou eleição e assistimos ao aparecimento de figuras radicais. Infelizmente, em Portugal continua a pensar-se que estes países já não são democracias, basta ler as lamentáveis fantasias que se escrevem sobre Hungria ou Polónia, numa discussão que usa apenas argumentos de moralidade, que é a melhor maneira de encerrar qualquer debate logo de início. A Europa Central sentiu a crise de refugiados como nós não sentimos. Os eleitores austríacos concordaram com a tese de que a entrada súbita de dezenas de milhares de migrantes será uma catástrofe social, pois não há maneira de integrar tanta gente, “meio mundo” na propaganda de Hofer. As elites ignoraram os avisos, quiseram pôr-se do “lado certo da história” e, perante uma realidade em descontrolo, fizeram emendas piores que o soneto. Agora, chega a factura política e continuaremos a ler belas análises sobre como ignorar o óbvio “erro” dos eleitores.

Duzentos e cinquenta mil

por Pedro Correia, em 26.04.16

Vale a pena registar o número: acabamos de ultrapassar a marca dos 250 mil comentários já publicados no DELITO DE OPINIÃO. Fazem parte integrante do património deste blogue. Que é dos seus autores mas também é dos seus leitores.

Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 26.04.16

 

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08/03/08, de Paulo Guinote

Memórias da grande marcha dos professores

(edição Oficina do Livro, 2016)

"Por vontade expressa do autor, o livro respeita a ortografia anterior ao actual acordo ortográfico"

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Um bumbum trabalhador

por Sérgio de Almeida Correia, em 26.04.16

"Isso tudo está acontecendo porque quem não mama, chora. O povo entende bem o que quero dizer."

 

Leitura recomendada

por Pedro Correia, em 26.04.16

«Me invadió la tristeza y la angustia de asistir a la larga y dolorosa decadencia de un oficio ejercido con alma. La misma angustia de mi gente: los periodistas que han hecho grande el diario y que ahora sólo pueden - sólo podemos - pedir que se nos despida con la dignidad que merecemos.»

Lucía Méndez, "La dignidad de mi gente", no El Mundo

Leituras

por Pedro Correia, em 25.04.16

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«Muitos discos estavam proibidos de se transmitir em RCP [Rádio Clube Português]. Algumas largas dezenas!

Somente uns pares de exemplos: O Menino de Sua Mãe, de Fernando Pessoa, Baile de Roda Mandado, do folclore algarvio; Antologia de Música Portuguesa, de Luís Cília; Fomos Feitos em Ceroulas, de José Carlos Ary dos Santos; Tango dos Pequenos-Burgueses, de José Jorge Letria; Ovelha Negra, por Beatriz da Conceição.»

Matos Maia, Aqui Emissora da Liberdade, pp. 173/174

Ed.  Caminho, Lisboa, 1999 (2ª edição)

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O paradoxo de Abril

por Diogo Noivo, em 25.04.16

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Há poucas certezas na vida. A morte, os equinócios e a ocorrência de alarvidades em jogos de futebol figuram entre as poucas coisas que podemos dar por certas. Pelo contrário, ano após ano o dia 25 de Abril é uma sucessão de infalibilidades: cravos vermelhos, discursos no parlamento, música de intervenção e, mais recentemente, gente nas redes sociais a partilhar uma entrevista de 2011 onde Otelo Saraiva de Carvalho pede um novo Salazar para Portugal. Mas o dia da liberdade presenteia-nos com outra certeza: o sequestro da data e do seu simbolismo por quem pretende manter feudos de privilégio onde, por definição, a liberdade é intrusa. É o supremo paradoxo: usar o dia da liberdade para combate-la. Este ano, os táxis são os protagonistas e a Uber é o alvo.

 

Claro que a lei é igual para todos e, por isso, todos a devem cumprir. O que não é tão claro são as razões que levam os taxistas a acusar a Uber de incumprimento. Uma simples pesquisa dir-nos-á que a Uber paga impostos. Aliás, ao contrário do que sucede no sector do táxi, todas as transacções ficam registadas. O Estado agradece e eu, na minha qualidade de contribuinte, também. Percebemos ainda que os veículos associados à Uber dispõem de seguros e pagam licenças (são táxis letra A ou táxis letra T, operadores turísticos devidamente habilitados a fazer transporte de pessoas e empresas de ‘rent a car' que alugam veículos a turistas). Há, no entanto, uma decisão de um Tribunal de Lisboa que suspende a actividade da Uber em Portugal, mas os peticionários erraram no alvo e parece que erraram igualmente nos pressupostos.

 

Vista a Uber, se olharmos para o sector do táxi veremos que o paradoxo de Abril deste ano se declina noutro. O enquadramento legal do transporte em táxi em Portugal data de 1998, mas tem por base regras e princípios definidos na regulação de 1948. Portanto, para além do empenho em retirar liberdade aos consumidores, os taxistas usam o 25 de Abril para defender princípios estabelecidos pelo regime autoritário que Abril enterrou.

Very small indeed

por João Campos, em 25.04.16

A ideia de se criar um museu dedicado às notícias e à comunicação social é muito interessante e oportuna. A escolha de Sintra para instalar o museu é acertadíssima. A decisão de dar ao dito o nome de "News Museum" é tão infeliz e tão imbecil como as ideias peregrinas do Allgarve e da Lisbon South Bay. Não há globalização, viagens low cost, internet de banda larga, televisão por cabo com centenas de canais estrangeiros e livrarias online que nos valham: continuamos tão pequeninos e tão provincianos.

O sectário-geral

por Pedro Correia, em 25.04.16

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 Foto: Lisa Soares/Global Imagens

 

Por uma vez, a cortesia institucional cumpriu-se. O final do discurso de hoje do Presidente da República no Parlamento foi sublinhado com aplausos vindos de quase todo o hemiciclo. PSD, PS e CDS aplaudiram de pé, enquanto a generalidade dos deputados bloquistas e comunistas bateram palmas sentados nos respectivos lugares - incluindo Catarina Martins e Jerónimo de Sousa. O mesmo sucedeu em relação aos convidados - com destaque para os capitães de Abril (Vasco Lourenço, Otelo Saraiva de Carvalho, Sousa e Castro e Martins Guerreiro, entre outros), o conselheiro de Estado Francisco Louçã e o eurodeputado Marinho e Pinto.

Todos? Todos não. Numa das galerias alguém decidiu permanecer sentado no final do discurso, enquanto todos se levantavam em seu redor. Alguém que permaneceu com cara de chumbo, sem o menor respeito pelo Presidente de todos os portugueses eleito ainda há bem pouco pela maioria dos eleitores que se deslocaram às urnas - incluindo largos milhares com as quotas sindicais em dia.

Refiro-me a Arménio Carlos. Secretário-geral da CGTP. Sectário-geral. Hoje mais que nunca.

Bafio

por José António Abreu, em 25.04.16

Alexandre Homem Cristo tem razão. Quarenta e dois anos depois, o 25 de Abril corporiza a resistência à mudança. Transformado em dogma, não apenas constitui pecado mortal equacionar hipóteses que lhe possam diminuir o simbolismo – p. ex., que parte das conquistas obtidas desde então se devem a factores apenas indirectamente com ele relacionados: o acesso aos fundos europeus possibilitado pela adesão à UE, a irresponsabilidade orçamental permitida pela adesão ao euro – mas, acima de tudo, evoca-se para defender o status quo. Os portugueses podem estar mais viajados e ter acesso aos mesmos livros e às mesmas séries que se lêem e vêem no exterior mas, tirando meia dúzia de jovens – especialmente empresários –, o Portugal de hoje permanece o Portugal de 1973: conservador, assustado, fechado à realidade e à mudança. Um país onde se trocaram ilusões de grandeza imperial por ilusões de riqueza imediata e sem esforço. Um país que (à imagem da época pós-Marquês de Pombal) trocou a falta de democracia pela falta de rigor. (Como é possível que apenas sob dois déspotas Portugal tenha crescido de forma sustentada?) As grandes diferenças entre 1973 e 2016 não se encontram pois na mentalidade. Encontram-se no número – hoje muito superior – dos que se alimentam do poder ainda e sempre sufocante do Estado (agradeçam-no aos fundos comunitários e à dívida) e na identidade dos respectivos parceiros ideológicos: antes, uma direita bafienta; hoje, uma esquerda que – apesar de todas as «causas fracturantes» – não o é menos.

Dir-me-ão que posso escrever textos como este. Sim, resta a liberdade. É a liberdade que eu agradeço ao 25 de Abril. Ciente de que muitos dos que o fizeram – ou dele se apropriaram – não a tinham como objectivo. Ciente de que, assentes no poder da captação e alocação dos recursos e das noções do politicamente correcto – como antes o Estado Novo se servia da Igreja, da noção de moral e do conceito de Pátria –, os seus descendentes agem para que seja cada vez mais difícil escrevê-los.

Quarenta anos depois

por Pedro Correia, em 25.04.16

Faz hoje 40 anos, também num 25 de Abril, os portugueses - exercendo enfim o direito ao sufrágio universal, irrestrito, secreto e livre - acorreram às assembleias de voto, num marco inapagável da nossa democracia participativa e representativa. Elegendo os deputados da primeira legislatura.

Assim se cumpriu na íntegra aquele "dia inicial, inteiro e limpo" a que aludiu Sophia de Mello Breyner Andresen num dos mais belos versos da língua portuguesa.

Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 25.04.16

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Política, de David Runciman

Tradução de Paulo Ramos

Ensaio

(edição Objectiva, 2016)

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À espera da bordoada

por Sérgio de Almeida Correia, em 25.04.16

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Passaram 42 anos sobre o 25 de Abril de 1974. E tirando o facto de hoje em dia a defesa do direito à liberdade de expressão de José Sócrates ser feita por Pedro Passos Coelho, de alguns "licenciados" terem obtido equivalência a "ex-licenciados" depois de lutas duríssimas, dos descamisados serem hoje empresários influentes que agilizam processos e frequentam fora de portas os restaurantes do Chef Umberto Bombana, o País mantém os seus vícios e anseia por saber, perante a derrocada da União Europeia, qual será o próximo campeão nacional de futebol.

Assinale-se, todavia, que internamente onde a luta está mais acesa é na discussão sobre as formas de tratamento. Foi para aqui que se transferiu a luta de classes. À direita, o deputado Paulo Rangel quer acabar com os títulos, avançando com uma proposta, em nome da mobilidade social, que colocará um fim aos "doutores" e aos "engenheiros". Suspeita-se que por detrás dessa proposta – dizem as más línguas que soprada por um ex-ministro – esteja a qualificação dos desqualificados que ficaram sem os títulos que arduamente conquistaram nas secretarias do ensino privado. Mas à esquerda, na linha daquilo a que nos habituámos, o proletariado em luta não está pelos ajustes. É por isso mesmo um descanso saber que ainda há quem cite de cor o Presidente Mao. E que os camaradas mais idosos passaram a ter direito ao título de "Dr." no Comité Central do MRPP.

Esta última é uma conquista que dá sentido a tantos anos de luta. Uma evolução histórica que confirma o triunfo da revolução, a irreversibilidade das suas conquistas mais patuscas perante a derrocada do Estado social e o agravamento do problema demográfico. Tesos, pelintras e doutores já são hoje mais do que os bebés que nascem, pelo que é de admitir que a bordoada seguirá dentro de momentos. Da grossa e na sala de um hotel no Panamá. Até ao último dólar.

O comentário da semana

por Pedro Correia, em 24.04.16

«Santana Lopes foi um bom primeiro-ministro. Só esteve três meses no lugar mas, nesse curto espeço de tempo, preparou duas importantes reformas: a introdução de portagens nas SCUTs e uma reforma a sério da lei do arrendamento urbano.
Comparado com os primeiros-ministros anterior e posterior, ele foi muito mais activo.»

Do nosso leitor Luís Lavoura. A propósito deste texto do José António Abreu.



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