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Não conseguimos é habituarmo-nos

por Sérgio de Almeida Correia, em 05.08.15

Não satisfeito de ter ficado conhecido como "o alemão" numa visita que fez à Grécia, ainda se predispõe a ir para o twitter fazer a propaganda que internamente o seu Governo oferece aos indígenas. Convidado pelo economista Philippe Legrand a contrariar os factos que este apresentara e a dar os seus números, amuou e foi à vida. Quando um secretário de Estado se presta a este tipo de operações e depois acaba por ser motivo de gozo internacional, compreende-se que só sirva para consumo interno. O jornalista e ensaísta austríaco Robert Misik chamou-lhe funny clown, pois claro. Ele e os que lhe pagam o salário para que possa andar a twittar vacuidades nas redes sociais. Com o do Licor Beirão e o da Cultura constituem um trio de secretários de Estado de antologia.

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Pelo Mundo

por Francisca Prieto, em 05.08.15

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Marco António, dez, doze anitos, ar bonacheirão. "Olha lá, ó Marco António, quem é aquela miúda?", "É a minha prima. Veio cá dormir e agora vai para casa dela". Pronto, está bem.

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As canções do século (2043)

por Pedro Correia, em 05.08.15

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A culpa é dos europeus, naturalmente

por Luís Naves, em 04.08.15

A maior crise da Europa neste momento tem que ver com um súbito fluxo migratório, mas as histórias que encontramos na imprensa mostram sobretudo a histeria em torno de Calais (que envolve 5 mil dos mais de 200 mil ilegais que já entraram na Europa de Schengen, só este ano) ou a tragédia de Lampedusa, onde pelo menos os barcos com refugiados já estão a ser interceptados pela marinha antes de se afundarem com as suas cargas humanas.

Escrevi sobre um detalhe da rota balcânica e encontro textos como este, de Bernardo Pires de Lima, no DN, onde a culpa é dos europeus. O movimento migratório está provavelmente apenas no início e a sua causa próxima é o colapso tumultuoso de vários países, nomeadamente da Síria e do Iraque, onde as respectivas guerras civis afectam 40 milhões de pessoas. Estes Estados falhados são culpa da Europa? Eritreia, Afeganistão e Somália também? A continuar o actual fluxo de refugiados através do Mediterrâneo e dos Balcãs, em 2015 entrarão no espaço europeu mais de 400 mil ilegais, muitos sem mais lugar para onde ir (não podem voltar para trás) e alguns possivelmente com más intenções.

Isto não tem nada a ver com o fracasso das políticas europeias de vizinhança, excesso de burocracia, governos injustos, nem sequer com falta de solidariedade. A Comissão Europeia (sem grandes poderes na matéria) distribuiu pelos Estados membros da UE um lote de 40 mil refugiados, num episódio anedótico que envolveu um quinto do problema, e verificou-se que poucos países têm condições para receber tanta gente dentro da legalidade; Portugal não tem, de certeza: é preciso identificar, alimentar e dar trabalho às pessoas. Nos artigos cheios de boas intenções não consigo perceber qual é a solução: deixamos entrar toda a gente, só os do Mediterrâneo, só os dos Balcãs, os da Síria e Iraque ou nenhum deles? Os refugiados são distribuídos de forma igualitária pelos países ou pode invocar-se a crise económica? Ficam no primeiro onde entraram, em Itália, Grécia e Hungria, ou podem escolher para onde vão? E quem paga o auxílio? E proíbe-se a protecção de infra-estruturas ferroviárias ou suspende-se a soberania nacional no que respeita a fronteiras? E quando houver um milhão de refugiados, como é que se faz?

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Pérolas de sabedoria para uso quotidiano

por Rui Rocha, em 04.08.15

Na China, pôr água nas plantas é legal.

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À atenção dos marketeers do PS

por Rui Rocha, em 04.08.15

Pelo visto, os famosos cartazes do PS vão ser retirados. Os turistas que nos visitam por estas alturas perdem assim um dos aspectos mais pitorescos da nossa paisagem. Terão de conformar-se. Ainda ficam o sol, o mar, a afectuosidade das gentes, a história e a gastronomia. Em todo o caso, parece que a missão foi cumprida. Pretendia-se introduzir uma uma linguagem de ruptura com a comunicação política corrente para marcar a viragem de página e reforçar a associação de confiança a António Costa e ao PS? Objectivo alcançado. Agora fica o desafio de manter o nível da comunicação. Não querendo intrometer-me no trabalho de Edson Athayde, que nestas coisas não precisa de lições de ninguém, proponho, para começo de conversa, uma nova geração de outdoors do PS:

athayde.jpg

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Obama manobrou para que os países da Zona Euro perdoassem dívida e enviassem mais dinheiro para a Grécia mas recusa-se a ajudar Porto Rico, que acaba de entrar em incumprimento.

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Entretanto, en Karakas (antiga Atenas)

por Rui Rocha, em 04.08.15

- E à esquerda podemos ver as ruínas da zona histórica.

- Parténon?

- Não. Bolsa de Valores.

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 04.08.15

 

mariaelisa[1].png

 

Confissões de uma Mulher Madura, de Maria Elisa Domingues

(edição A Esfera dos Livros, 2º ed, 2015)

"A autor escreve segundo a ortografia do anterior Acordo Ortográfico"

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Pensamento para hoje

por Joana Nave, em 04.08.15

Os anos passam, olhamos para trás e constatamos que passam depressa de mais. As alegrias, as tristezas, as vitórias, as derrotas, os momentos que acreditamos que vão durar para sempre, quer sejam bons ou maus, tudo, mas mesmo tudo, passa...

 

Aprecie o momento, viva-o com calma e serenidade, porque tudo passa.

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As canções do século (2042)

por Pedro Correia, em 04.08.15

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E, já agora, mais uma coisinha

por Rui Rocha, em 03.08.15

Cecil? Jericó? Quem caraças anda a escolher os nomes dos leões?!?!?!

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Cecil

por Helena Sacadura Cabral, em 03.08.15

Cecil.jpeg

 

Quando a morte de um leão numa caçada se torna objecto de importância maior do que que o drama vivido pelas pessoas que tentam atravessar as águas para buscar terra livre, é porque algo, neste mundo, está muito pior do que se consiga imaginar.

Não duvido que a morte de Cecil, o símbolo felino do Zimbabwe, se revista de aspectos muitíssimo lamentáveis. Mas, confesso - e que me perdoem os defensores dos direitos dos animais -, a sorte dos que fogem do inferno africano ainda continua a preocupar-me muito mais.

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onde se explica o começo da amizade

por Patrícia Reis, em 03.08.15

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Aquela relação começara na faculdade, Carmen com vontade de ser professora; Carlota decidira guerrear – e vingar - no Direito Fiscal. Além de ser, já na época, militante de um partido de esquerda com raízes históricas e outras características, boas ou más, pouco importava, Carlota era o oposto de Carmen: viva, corajosa, saliente, capaz de falar sobre qualquer assunto, driblando a ignorância com uma qualquer graça. Raramente, falavam de política.

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onde se pensa na importância da amizade

por Patrícia Reis, em 03.08.15

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As relações precisam disso, dizia Carlota. Trabalhar, manter o contacto, saber estar com as pessoas. Para que a amizade não seja apenas virtual, incapaz de grandes feitos. Há mais de dez anos que jantavam todos os meses. Com ou sem Jaime na vida de Carmen sempre jantaram. O menu era indiscutível: bife grelhado, batatas fritas, um copo de vinho tinto, vários cigarros, um café para Carmen, um descafeínado para Carlota. Não demoravam mais de uma hora e quarenta, duas horas no máximo.

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Pérolas de sabedoria para uso quotidiano

por Rui Rocha, em 03.08.15

Rádios que interrompem a música para anunciar 30 minutos de música sem interrupção? Sou fã.

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 03.08.15

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Genealogias da Cultura, de Luís Carmelo

Ensaios

(reedição Arranha-Céus, 2ª ed, 2014)

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Pensamento para hoje

por Joana Nave, em 03.08.15

As férias são um excelente período para quebrar a rotina, descansar, fazer aquelas tarefas para as quais nunca temos agenda, e ainda para viajar e passar mais tempo em actividades de lazer. As férias dão-nos alento e revigoram-nos, para que possamos enfrentar mais um longo período de trabalho.

 

Durante as suas férias desligue completamente e faça tudo o que anda a adiar por falta de tempo.

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Está a fazer um ano

por Sérgio de Almeida Correia, em 03.08.15

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Em 4 de Agosto de 2014:

"Passos Coelho tinha dito que o Estado não seria obrigado a salvar o BES. Que não haveria dinheiro dos contribuintes lá metido, que seriam os privados a arcar com os prejuízos. Concluí, ingenuamente, que seriam os "capitalistas" a resolver o problema. Mas o que se vê, ao contrário do que foi afirmado e da mensagem que o governador Carlos Costa quis passar, é que estamos perante uma nacionalização encapotada do BES. Ainda que temporária será paga com o dinheiro que não saiu do bolso dos seus accionistas, que não saiu do bolso dos privados e cujos custos serão pagos, uma vez mais, pouco ou muito, com juros ou sem juros, por todos."

 

Em 3 de Agosto de 2015:

"Ofertas abaixo dos 4900 milhões "atrasam" venda do Novo Banco

Os três candidatos à compra da instituição bancária entregaram propostas bastante abaixo do valor injectado no banco

(...) Assim, qualquer proposta abaixo dos 4900 milhões traduzir-se-á numa perda a suportar pelo sistema, o que afectará a Caixa Geral de Depósitos com 30% do mercado, e, por essa via, os contribuintes. E ao terem de absorver “prejuízos”, os bancos degradam os resultados o que se reflectirá igualmente em menos receitas para o Estado. É a dimensão dos prejuízos que as autoridades procuram agora minimizar potenciando a venda. E, por isso, solicitaram ao Anbang, à Fosun e à Apollo, que até 7 de Agosto submetam ao BdP novas intenções vinculativas. Uma parte de valor será para encaixar pelo vendedor, outra destina-se a recapitalizar o NB, que necessita de nova injecção de fundos até 1500 milhões. Contas feitas (e incluindo o polémico aumento de capital de Junho de 2014, ainda com Ricardo Salgado no banco), com o apoio adicional a ser realizado, a instituição terá recebido nos últimos 14 meses, cerca de 7500 milhões de euros. (...) O Governo e o BdP têm vindo a ajustar as suas expectativas optimistas iniciais de que a transacção do Novo Banco se faria próximo dos 4900 milhões. O que os obrigou a colocar em cima da mesa uma quarta solução “não desejada”: a possibilidade de atrasar o fecho da operação até que as condições de mercado se tornem mais favoráveis. É a via que menos interessa a Pedro Passos Coelho e seria encarada como um falhanço." - Público

 

Espero que as contas finais apareçam antes das Legislativas de 4 de Outubro. Conviria deixar a casa limpa para que os próximos inquilinos não venham também dizer, quatro anos depois, que a culpa do que correu mal foi dos antecessores. 

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Pelo Mundo

por Francisca Prieto, em 03.08.15

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Na ilha de Taquila, no lago Titicaca, são os homens quem tricota os gorros, dando gás às agulhas a toda a velocidade. É muito divertido vê-los a passear por todo o lado enquanto tricotam.

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