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Separados à nascença?

por Rui Rocha, em 31.07.15

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As canções de Agosto

por Pedro Correia, em 31.07.15

Mais canções de Verão vêm aí no mês de Agosto. Com nomes tão diversos como Ray Charles, Van Morrison, Rosemary Clooney, Peter Gabriel, Deep Purple, Mariah Carey e Camarón de la Isla.

Como sempre, agradeço desde já as sugestões que queiram aqui deixar-me.

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35 minutos e um álbum gratuito

por José António Abreu, em 31.07.15

Os Wilco são provavelmente uma das melhores bandas norte-americanas. Das mais genuínas, também, no sentido de produzirem música onde o imaginário norte-americano dos espaços e dos sons se encontra e concentra. No passado dia 16 de Julho disponibilizaram gratuitamente no seu site (que esperais? Ide) um novo álbum, Star Wars, talvez o melhor (mais fresco, menos produzido) desde o fabuloso Yankee Hotel Foxtrot, de 2002 (também disponibilizado primeiro na Internet, depois da editora ter recusado lançá-lo). No dia seguinte, no Festival da Pitchfork, apresentaram-no ao vivo por completo. Este é o vídeo desses 35 minutos.

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Pérolas de sabedoria para uso quotidiano

por Rui Rocha, em 31.07.15

Confessem lá que também se sentem um nadinha culpados quando passam pela zona de saída sem compras.

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Passagem de Nível

por Francisca Prieto, em 31.07.15

I mused for a few moments on the question of which was worse, to lead a life so boring that you are easily enchanted, or a life so full of stimulus that you are easily bored.

 

(Bill Bryson, in The Lost Continent)

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 31.07.15

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Balada da Praia dos Cães, de José Cardoso Pires

Prefácio de António Lobo Antunes

Romance

(reedição Relógio d' Água, 2015)

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Pensamento para hoje

por Joana Nave, em 31.07.15

Parece que hoje vai chover. Não fique triste, aprecie esta chuva como um refresco no meio do Verão, uma forma de equilibrar os nossos corpos face ao calor dos últimos dias. A chuva limpa, purifica, renova.

 

Sinta as pingas da chuva no rosto e agradeça.

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Belles toujours

por Pedro Correia, em 31.07.15

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Virginia McKenna

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Pelo Mundo

por Francisca Prieto, em 31.07.15

Aposto que o CR7 cedeu todos os direitos de imagem a esta peluqueria unisexo do Edgar, em La Paz.

 

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As canções do século (2038)

por Pedro Correia, em 31.07.15

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Grécia antiga (50)

por Pedro Correia, em 30.07.15

«Eles [governo grego] recuaram muito, mas a Alemanha recuou muito mais. (...) Conseguiu dobrar a Alemanha, que não queria nenhum acordo e foi forçada a engolir. (...) Terminou a austeridade pura e dura [na Grécia].»

Freitas do Amaral, na RTP informação (25 de Fevereiro de 2015)

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As canções no cinema (5)

por Pedro Correia, em 30.07.15

 

ROCK AROUND THE CLOCK (Sementes de Violência, 1955)

 

One, two, three o'clock, four o'clock rock
Five, six, seven o'clock, eight o'clock rock
Nine, ten, eleven o'clock, twelve o'clock rock
We're gonna rock around the clock tonight

 

Com a electrizante voz de Bill Haley, acompanhado pelos seus Comets, o rock n’ roll irrompia no cinema, alterando radicalmente as linhas melódicas e rítmicas adoptadas até aí nas produções norte-americanas – e logo na MGM, o mais conservador dos grandes estúdios.

Estávamos a meio da década de 50, entre as guerras da Coreia e do Vietname, fronteira entre dois mundos. O cinema antecipava as modas dominantes a todos os níveis – do vestuário à linguagem, passando pela música. Nascia o culto das Harley-Davidson como metáfora da rebeldia juvenil protagonizada por Marlon Brando no filme O Selvagem (László Benedek, 1953), os adolescentes ganhavam um meteórico protagonismo entronizando James Dean como figura emblemática em obras capitais como A Leste do Paraíso (Elia Kazan, 1955) e Fúria de Viver (Nicholas Ray, 1955). E a batida do rock tomava de assalto as telas cinematográficas de forma imparável, acompanhando o pré-genérico e o genérico inicial de Sementes de Violência, longa-metragem de Richard Brooks inspirada no romance homónimo de Evan Hunter (The Blackboard Jungle, no original), publicado no ano anterior.

 

Lembro-me perfeitamente de ter visto Sementes de Violência, num cinema da Margem Sul que transformava o Verão em época de “reposições” de êxitos antigos – como sucedia nessa década de 70 por esse País fora. Eu era adolescente à época, teria a idade dos estudantes que surgem em foco neste filme centrado na delinquência juvenil numa escola pública de um bairro pobre de Nova Iorque. Mas o que me atraiu à sessão, naquelas férias grandes, foi o actor principal, Glenn Ford, que eu já conhecia de uma série exibida em 1975 na RTP sob o título Terra Bravia (Cade’s County, no original) – muito popular na altura entre a rapaziada da minha geração por ser um trepidante western contemporâneo. Ignorava ainda que Glenn Ford, à época em que rodou Sementes de Violência, já protagonizara obras-primas como Gilda (Charles Vidor, 1946) e Corrupção (Fritz Lang, 1953).

The Blackboard Jungle não mitifica a adolescência, longe disso. É talvez o primeiro título das grandes produções de Hollywood capaz de inverter o aforismo do padre Américo: afinal existem rapazes maus. Brooks – cineasta que viria a rodar belíssimas películas, como Gata em Telhado de Zinco Quente, O Falso Profeta, Corações na Penumbra, À Queima-Roupa e Amar Sem Amor – era também escritor, assinando o argumento desta longa-metragem que mereceu nomeação para um Óscar. O filme foi proibido em diversos Estados norte-americanos por decorrer numa escola multirracial (com um notável desempenho de Sidney Poitier, ainda muito jovem) e era antecedido de uma mensagem aos espectadores garantindo que nada daquilo existia na esmagadora maioria dos estabelecimentos escolares dos Estados Unidos.

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Gostei de o ver. A tal ponto que fiz questão de revê-lo dias depois – hábito que conservo desde então quando descubro um filme de que gosto muito. Mas nada me prendeu tanto a atenção como a música, diferente de todas as que me habituara a ouvir em películas produzidas naquela época.

Se aquilo me acontecia 22 anos depois da estreia, imagine-se o que não terão sentido os jovens espectadores de 1955 que transformaram Sementes de Violência num êxito de bilheteira ao escutarem a voz de Bill Haley, apoiada nos sete “cometas” (tocando guitarra clássica, guitarra eléctrica, baixo, piano, sax tenor e bateria): “Put your glad rags on and join me hon’ / We’ll have some fun when the clock strikes one / We’re gonna rock around the clock tonight / We’re gonna rock, rock, rock, ‘till broad daylight / We’re gonna rock, gonna rock around the clock tonight.”

As almas mais empedernidas entraram em pânico com aquela “batucada” de “inspiração diabólica” que quebrava os cânones melódicos e ameaçava perturbar a doce harmonia das famílias norte-americanas. A tal ponto que em certas cidades a música foi suprimida: o genérico passava sem som.

 

Reza a lenda que a culpa foi de um rapazinho de dez anos: Peter Ford, que tinha em casa o disco, gravado nos estúdios novaiorquinos da Decca em 12 de Abril de 1954. A pedido do realizador, coube-lhe a escolha do tema musical que tornaria Bill Haley numa celebridade e faria disparar as vendas do single logo após a estreia do filme, em 19 de Março de 1955: Rock Around the Clock liderou o top discográfico nesse Verão, durante oito semanas. Prenunciando a erupção de Elvis Presley como “rei” do género.

Hoje poucos se lembram de Bill Haley, que teve nove canções na lista das vinte mais vendidas entre 1954 e 1956. Mas os Beatles e os Rolling Stones, entre tantos outros, sempre prestaram tributo a este tema, nascido em 1953 da súbita inspiração do letrista Max C. Freedman (1893-1962) e do compositor James E. Myers (1919-2001), que era também produtor discográfico e assinou com o pseudónimo de Jimmy DeKnight. Com os primeiros acordes a constituírem um plágio descarado de Move it on over, primeiro grande sucesso de Hank Williams, datado de 1947.

São ainda mais aqueles que ignoram quem gravou a primeira versão de Rock Around the Clock, semanas antes dos Comets: tratava-se de um recém-surgido grupo de baile italo-americano denominado Sonny Dae and His Knights. Não há registo de que tenha voltado a gravar outro disco.

As bandas dissolveram-se, os ventos da moda mudaram, a música de miúdos tornou-se música de avós. Mas na galeria das canções ligadas ao cinema ficará para sempre inscrito este tema pioneiro do rock que rasgou fronteiras, alargou horizontes e quebrou tabus.

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Caracas, Grécia

por José António Abreu, em 30.07.15

Atenas impôs um preço máximo para alguns consumíveis vendidos em locais públicos como aeroportos, estações, 'ferrys', hospitais ou escolas para compensar em parte a subida de 10 pontos percentuais do IVA, imposta pelos credores internacionais.

Preços fixados administrativamente são sempre uma óptima ideia. Há-de correr tudo bem.

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«Coligação apresenta pouco programa e muito medo»

por José António Abreu, em 30.07.15

Houve uma época em que eu comprava e lia o Público. Fazia-o pelas notícias, pelas críticas a livros, discos, filmes, peças de teatro e exposições, pelas colunas de opinião. Hoje, não o compro e raramente o leio, mesmo online. Julgo que continua a ter críticas a livros, discos, filmes, peças de teatro e exposições. Tenho a certeza de que continua a ter colunas de opinião. Parece-me é que quase já não tem notícias.

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Bingo

por Sérgio de Almeida Correia, em 30.07.15

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(foto: LUSA)

Uma das vantagens da Coligação PSD/CDS-PP apresentar listas conjuntas é que, qualquer que seja o resultado eleitoral, a avaliação de desempenho dos últimos quatro anos será infalível. Os nomes escolhidos reflectem as alterações climáticas, a secura dos solos, a desertificação, a falta de peixe graúdo. Confirma-se a ideia inicial de que este é um bom negócio para o CDS-PP. Não ter cabeças-de-lista permitir-lhe-á sempre, e nisso Portas é único, no caso de um mau resultado, ficar na sombra da humilhação, deixando os holofotes para os outros. Se o resultado for bom reclamará a sua quota-parte. Com muita humildade.

Sem critérios conhecidos – para lá dos empresariais -, será necessário ir pelos sinais para perceber o que ficou na lista. Com a PSP de plantão, nota-se a falta de peso da banca. Há mais mulheres, o que é bom sinal, embora não se saiba – com excepção do caso de Coimbra que sobressai da pobreza geral – se por mérito, para tapar buracos ou a título de reconhecimento dos fretes da legislatura. Não podendo colocar Macedo e Relvas, companheiros da ascensão entretanto caídos antes do tempo nas diversas frentes de combate - opinião pública, vistos gold, polícias, universidades, espiões, associações discretas –, sem gente como Poiares Maduro, Mota Amaral ou a própria Assunção Esteves, que sempre têm outra estatura, era preciso trabalhar com os funcionários. E com os que ficaram depois da debandada de Couto dos Santos, de Moedas, de Fernando Nobre (já nem me lembrava desta estrela de 2011), de Manuel Meirinho e de Francisco José Viegas, entre outros, que se safaram a tempo. A “prata da casa” está lá toda. Não só a prata, é certo. A representação das diversas famílias honra a memória de Robert Michels. E tirando o “independente” das homílias, o ilusionista com pronúncia do Norte e a “especialista” em assuntos constitucionais e outros que tais, sem esquecer o infalível licor Beirão, sempre presente à hora da refeição, é um cartaz digno do Campo Pequeno. A separação nos Açores e na Madeira revela o entendimento autonómico entre as hostes dos dois partidos.

O resultado da renovação, tal como do alívio da carga fiscal e das prometidas reformas, ver-se-á lá para o Outono. Sem chernes, para já ficamos com o que se conseguiu: faneca e carapau. E os, por extenso para que ninguém se esqueça, dois milhões oitocentos e treze mil e sessenta e nove votos com que a Coligação vem de 2011 e parte agora para a lota de 4 de Outubro.

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 30.07.15

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Mau Tempo no Canal, de Vitorino Nemésio

Romance

(reedição Leya, 2014)

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Pensamento para hoje

por Joana Nave, em 30.07.15

Hoje em dia o conceito invertido de família feliz consiste num casal com o seu filho, sentados a uma mesa num qualquer café, cada um com o seu telemóvel ou tablet, num diálogo mudo. O convívio familiar foi substituído por aparelhos electrónicos, que afastam cada vez mais as pessoas do diálogo salutar e do crescimento em sociedade. Estamos a criar indivíduos cobardes e egoístas.

 

Da próxima vez que se reunir a uma mesa com um familiar ou amigo deixe o telemóvel em casa.

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Esta coisa das palavras

por Isabel Mouzinho, em 30.07.15

Dentro da minha cabeça vou deslocando as vírgulas, substituindo um verbo por outro, afinando um adjectivo. Às vezes redijo mentalmente a frase perfeita e, no pior dos casos, se não a aponto a tempo, mais tarde foge-me da memória. Resmunguei e desesperei-me muitíssimas vezes tentando recuperar aquelas palavras exactas que iluminaram por um instante o interior do meu crânio, para depois voltarem a mergulhar na escuridão.

Esta é uma passagem de um livro que ando a ler, de Rosa Montero (La loca de la casa), que aborda um assunto que me apaixona desde sempre, ou pelo menos desde o tempo até onde a minha memória consegue chegar: as palavras, o que elas significam e a distância que as separa daquilo a que elas se referem e  daquele resto mais fundo que nunca se consegue dizer e apenas se sente. E por isso, também, a incessante procura da palavra mais exacta, ou mais aproximada do que se quer transmitir... 

E depois há nas palavras a ambiguidade de trazerem em si a morte e a impossibilidade de morrer: ao  serem nomeadas, as coisas deixam de existir, adquirindo  outra forma de ser. A palavra que as designa nega-lhes a existência real e dá-lhes uma existência nova, na palavra. Ao fazê-lo, a linguagem adquire um carácter destrutivo, em certa medida: reduz as coisas a meras ausências, criando uma incomensurável distância entre elas e as palavras que as designam.

E, no entanto, a distância que a utilização da linguagem implica é a condição do entendimento possível das coisas, o único modo de elas nos serem comunicadas, de nos aproximarmos delas e de as conhecermos. É, pois, pela realidade da linguagem que se acede à realidade das coisas, como única visão possível do mundo.

Anterior a toda a palavra, há uma existência de que temos de nos separar para podermos falar e compreender. A linguagem traz em si  a marca do que lhe falta e a precede, do que ela exclui ao manifestar-se. Mas, se é verdade que a linguagem começa por negar a existência do que afirma, podendo por isso considerar-se num certo sentido portadora de morte, há nela também uma ambiguidade intrínseca que faz dessa morte uma impossibilidade. Ao conter em si a negação e a afirmação, a morte e a vida, a linguagem faz com que uma e outra de certo modo se neutralizem, tornando a morte impossível.

Mantendo uma forte relação com a linguagem, a literatura acentua estas questões, assumindo-as de uma forma ainda mais radical. Ao reconhecer a linguagem como a única forma possível de apreender o mundo, a literatura distancia-se da linguagem tal como ela é utilizada usualmente e, a partir da infinita distância que estabelece, subverte a experiência do homem e do mundo, criando outros mundos possíveis e um modo próprio de os nomear. É essa diferença que nos enfeitiça e que determina a forma como lemos, escrevemos, pensamos, vivemos.

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As canções do século (2037)

por Pedro Correia, em 30.07.15

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Grécia antiga (49)

por Pedro Correia, em 29.07.15

«Ulisses ainda não chegou a Ítaca, mas a verdade é que a dupla Tsipras e Varoufakis já conseguiu agitar as águas estagnadas da longa agonia europeia. Varoufakis - que tem um currículo científico que supera o conjunto dos sinais de pensamento publicados pelo conjunto dos seus colegas do Eurogrupo - tem surpreendido pela inteligência.»

Viriato Soromenho-Marques, no Diário de Notícias (5 de Fevereiro de 2015)

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