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Chatices

por Sérgio de Almeida Correia, em 27.02.15

Há muito que digo que na política não se pode ter um discurso para dentro e outro para fora. Por isso, a questão de fundo não é o incómodo que provoca. Ou a saída de Alfredo Barroso. Isso é o que menos importa, como o próprio Barroso certamente concordará.

A questão que releva é curta, não precisa de alarido, e resume-se a isto: com que legitimidade, com que autoridade, se criticarão amanhã os deslizes dos outros? É só isto.

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Coerência.

por Luís Menezes Leitão, em 27.02.15

António Costa derrubou António José Seguro porque achava que ele não fazia suficiente oposição ao governo nem defendia adequadamente o governo de José Sócrates. António  Costa vem depois reconhecer perante uma plateia de chineses que o país está melhor do que há quatro anos. Depois da perplexidade que o discurso causou, os seus acólitos no PS elogiam o sentido de Estado de António Costa. A seguir António Costa afirma que o facto de estar na oposição não o impede de defender os interesses de Portugal, que pelos vistos estarão a ser bem conduzidos pelo Governo. O PS ainda está mesmo na oposição?

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Belles toujours

por Pedro Correia, em 27.02.15

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Claudia Schiffer

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O tableau de bord pifou

por Sérgio de Almeida Correia, em 27.02.15

Tirando as partes gagas, que obviamente têm de ser contextualizadas perante os interlocutores externos, o rapaz esteve muito bem. À rasca mas bem. 

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As canções do século (1884)

por Pedro Correia, em 27.02.15

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Ligação directa

por Pedro Correia, em 27.02.15

Ao Desenvolturas & Desacatos.

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Relatos Selvagens

por Helena Sacadura Cabral, em 26.02.15

Relatos Selvagens.jpeg

Dirigido por Damian Szifron, o filme é dividido em seis episódios. Todos são muito bons. E, do meu ponto de vista, três são mesmo excepcionais.

O filme começa de forma brilhante, com um curto episódio passado num avião, que é uma história rápida, inteligente, envolvente e com um final extraordinário.

No seguinte, deparamo-nos com uma jovem empregada de um restaurante de beira de estrada, que recebe a visita de um homem que acabou com sua família, mas que a não reconhece.

Depois temos um episódio sobre dois sujeitos que se encontram no meio da estrada e se desentendem por causa de uma ultrapassagem.

O outro é sobre um pai rico que tenta livrar o filho de ser preso pelo atropelamento de uma mulher grávida.

O penúltimo relata a "estória" de um homem comum que vê o seu carro injustamente rebocado e é obrigado a pagar uma taxa e uma multa.

O último mergulha numa festa de casamento, que é muito bem filmada e que conta com uma actuação espetacular de Erica Rivas a lembrar-nos as mulheres de Pedro Almodovar.
Dito assim, parece uma manta de retalhos. Não é. Muito longe disso. Trata-se, sim, de sucessivos relatos sobre o que pode um ser humano fazer sob o efeito da raiva, mas contados com um subtilíssimo sentido do humor e cuja pegada social, tão característica deste realizador, está bem evidente.
Um dos principais méritos de Relatos Selvagens está no facto espantoso de não haver qualquer quebra de ritmo entre todos os episódios.

Damián Szifron é considerado por muitos uma espécie de Quentin Tarentino da Argentina. Não só por utilizar a violência, muitas vezes gráfica, em prol do humor, mas também pelo uso preciso da banda sonora na construção do clima.

Uma película para se rir e se divertir. Muitíssimo!

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Resistência activa ao aborto ortográfico (110)

por Pedro Correia, em 26.02.15

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Presidenciais (19)

por Pedro Correia, em 26.02.15

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António Sampaio da Nóvoa

 

De vez em quando alguém se lembra de tirar sugerir um ilustre catedrático para candidato presidencial. Nada que não tenha já ocorrido num passado próximo ou distante, nada que não venha a ocorrer algures no futuro.

António Sampaio da Nóvoa, reitor honorário da Universidade de Lisboa, é o académico mais em voga nesta saison pré-presidencial. Por cortesia de Mário Soares, que adora descobrir candidatos desde que deixou Belém (há cinco anos foi ele quem desafiou Fernando Nobre a avançar).

Nascido em 1954, Sampaio da Nóvoa distinguiu-se fora do perímetro universitário como orador oficial do 10 de Junho de 2012, tendo empolgado uns quantos espíritos com a sua peça oratória. "Foi o melhor discurso que ouvi na vida", confessaram alguns dos que o escutaram.

É de esquerda, sem ortodoxias, mas assume-se como compagnon de route do PS desde que participou no congresso socialista de Novembro. Ostenta um currículo académico irrepreensível, com doutoramentos em Ciências da Educação (Genebra) e História (Sorbonne). Além disso já garantiu aos indígenas ter "uma relação forte com o País" - algo que soa sempre bem mesmo quando não percebemos ao certo o que significa.

 

Prós - Praticamente sem anti-corpos, ao contrário de quase todos os outros candidatos a candidatos. Tem o dom da palavra e apresenta-se bem (de cravo na lapela, a 25 de Abril).

 

Contras - Poucos sabem quem ele é fora dos círculos universitários. O apelido Nóvoa presta-se a trocadilhos demasiado fáceis, podendo confundir-se com névoa.

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Chinesices.

por Luís Menezes Leitão, em 26.02.15

Se há coisa que caracteriza os actuais políticos portugueses é a sua total subserviência em relação ao estrangeiro, situação que não tem paralelo na História de Portugal, se exceptuarmos o período do Ultimato, que desencadeou precisamente a queda do regime monárquico. Da mesma forma que Passos Coelho manda a sua Ministra das Finanças participar numa operação de propaganda do Ministro Schaeuble para consumo interno alemão, António Costa acha que deve agradecer, atento, venerador e obrigado, a compra das empresas portuguesas a pataco por parte dos chineses. Os que acham que isto é sentido de Estado, não devem fazer a mínima ideia do que é o sentido de Estado. Ainda outro dia na série Borgen, uma personagem dizia que o resultado da austeridade no sul da Europa estava a ser a entrada em força dos capitais chineses, de tal forma que a curto prazo na Europa do Sul só se falaria mandarim. E de facto, enquanto abolimos os feriados da independência nacional e do regime republicano, já começamos a celebrar a passagem do ano do cavalo para o ano da cabra. Resta-nos assim imitar António Costa e agradecer aos investidores chineses (謝謝 xie xie, ou seja obrigado).

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Pensamento da semana

por Rui Rocha, em 26.02.15

Que a mão esquerda de Costa não saiba o que diz a mão direita.

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Twilight zone (parte 2)

por Pedro Correia, em 26.02.15

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«Eles [governo grego] recuaram muito, mas a Alemanha recuou muito mais. (...) Conseguiu dobrar a Alemanha, que não queria nenhum acordo e foi forçada a engolir. (...) Terminou a austeridade pura e dura [na Grécia].»

Freitas do Amaral (ontem, na Grande Entrevista da RTP Informação), comentando a decisão do Eurogrupo de estender por quatro meses a assistência financeira à Grécia sob a condição de Atenas manter o programa de austeridade

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 26.02.15

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 Caminho como uma Casa em Chamas, de António Lobo Antunes

Romance

(edição D. Quixote, 2014)

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Cá por Casa

por Francisca Prieto, em 26.02.15

Rodrigo Prieto chega a casa todo desconsolado porque tinha ido à casa de banho da escola e, sem querer, tinha deixado cair na sanita uma bolacha que lhe estava mesmo a apetecer comer. Comentei que essa podia ser considerada a digestão mais rápida do mundo, mas não me parece que o tenha animado.

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As canções do século (1883)

por Pedro Correia, em 26.02.15

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Inseguro

por Pedro Correia, em 25.02.15

Começo a dar razão às vozes críticas no PS: de facto, António José Seguro faz uma oposição muito frouxa ao Governo. Percebe-se agora melhor por que motivo não descola nas sondagens.

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Como sempre

por Pedro Correia, em 25.02.15

O DELITO de regresso ao Blogómetro. Sem perder leitores, antes pelo contrário: 2532 visitas e 4845 visualizações diárias. Mais de 125 mil por mês.

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Ler

por Pedro Correia, em 25.02.15

Vertigem grega (15). De Vital Moreira, na Causa Nossa.

O homem tranquilo. Do João Gonçalves, no Portugal dos Pequeninos.

A minha gente. Do Carlos Azevedo, no The Cat Scats.

Ex-votos. Do José Pimentel Teixeira, na Ma-Schamba.

Os velhinhos do banco do jardim. Do Damas, n' As Redes do Damas.

Gostos de gaja. Do Mr. Brown, n' Os Comediantes.

As leituras "intragáveis". Da Carolina, no Entre Parêntesis.

De "general coca cola" a santo de altar? Do João Tunes, na Água Lisa.

A provinciana - mas só de espírito. De Mário Amorim Lopes, n' O Insurgente.

Avisado em sonhos. Do Pedro Mexia, no Malparado.

Animal racional, dizem eles. De Luís Eusébio, n' A Jangada do Desassossego.

J' aime la vie na Culturgest. Do Nuno Costa Santos, n' O Marginal Ameno.

Wings of the Hawk. Do Henrique Fialho, na Antologia do Esquecimento.

O comício dos Óscares e a culpa católica. De Carlos Natálio, no Ordet.

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Alexandre O'Neil

por Patrícia Reis, em 25.02.15

Dai-nos, meu Deus, um pequeno absurdo quotidiano que seja,
que o absurdo, mesmo em curtas doses,
defende da melancolia e nós somos tão propensos a ela!
Se é verdade o aforismo faca afia faca
(não sabemos falar senão figuradamente
sinal de que somos pouco capazes de abstracção).
Se faca afia faca,
então que a faca do absurdo
venha afiar a faca da nossa embotada vontade,
venha instalar-se sobre a lâmina do inesperado
e o dia a dia será nosso e diferente.
Aflições? Teremos muitas não haja dúvida.
Mas tudo será melhor que este dia a dia.
Os povos felizes não têm história, diz outro aforismo.
Mas nós não queremos ser um povo feliz.
Para isso bastam os suíços, os suecos, que sei eu?
Bom proveito lhes faça!
Nós queremos a maleita do suíno,
a noiva que vê fugir o noivo,
a mulher que vê fugir o marido,
o órfão que é entregue à caridade pública,
o doente de hospital ainda mais miserável que o hospital
onde está a tremer, a um canto, e ainda ninguém lhe ligou
nenhuma. Nós queremos ser o aleijado nas ruas, a pedir esmola, a
abardalhar-se frente aos nossos olhos. Queremos ser o pai
desempregado que não sabe que Natal há-de dar aos seus.
Garanti-nos, meu Deus, um pequeno absurdo cada dia.
Um pequeno absurdo às vezes chega para salvar.

 

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Regresso ao futuro.

por Luís Menezes Leitão, em 25.02.15

Portugal sob vigilância de Bruxelas por desequilíbrios económicos excessivos.

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