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Dois livros

por Helena Sacadura Cabral, em 31.01.14

 

 

Costumo ler dois livros em simultâneo. Há muito que o faço e por isso tornou-se um hábito.

Acabei de ler o "Doutor Glass", de Hjalmar Soderberg que é um belíssimo ensaio sobre a alma humana. Não é recente e foi considerado um livro muito bom. É-o de facto.
E já comecei outro, acabado de sair - tem dias -, intitulado "Jusqu'ici tout va mal", de Cecile Amar, uma especialista em faunos da política e que aqui se ocupa de Hollande, depois de já ter escrito sobre Ségolène Royal e Lionel Jospin.
Porquê este último? Porque, por motivos sentimentais, a França é, para mim, uma espécie de segunda pátria e o seu actual presidente constitui, aos meus olhos e parece que aos dele próprio, um verdadeiro enigma.
Se não, vejamos. A obra obra abre com a frase de Hollande "Vous me demandez qui je suis? Ça, c'est une question terrible...".
Será preciso dizer mais?!

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Foi em 2 de Dezembro de 2011

por Sérgio de Almeida Correia, em 31.01.14

"A maioria parlamentar PSD/CDS-PP chumbou, esta sexta-feira, um projecto de resolução do Bloco de Esquerda que recomendava ao Governo medidas para desencorajar as "praxes violentas" e para apoiar os alunos vítimas dessas praxes.

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Prognóstico antes do jogo

por Pedro Correia, em 31.01.14

 

Previsão minha: Marcelo Rebelo de Sousa será o primeiro a anunciar a candidatura à Presidência da República, condicionando todas as outras estratégias, à esquerda e à direita. Tão cedo quanto possível. Enquanto outros fazem que andam mas não andam, ele sabe o que quer. E quer que se saiba.

Mesmo que Cristo não desça à Terra.

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Políticos no divã - 6

por Teresa Ribeiro, em 31.01.14

- Ele anda muito agitado, sr. doutor. Nem de noite sossega.

- Tem o sono agitado?

- Nem imagina. Ontem esteve toda a noite às voltas na cama a falar enquanto dormia.

- Conseguia perceber o que dizia?

- Dizia que a violência está à porta e mais umas coisas em francês, mas sabe como é, com aquela pronúncia que ele tem, eu não consegui perceber nada.

- Pois, estou a ver. Diga-lhe mas é para vir cá falar comigo.

- Já lhe disse, mas ele manda-me meter o Freud na gaveta e até já ameaçou defenestrar-me se insistisse na conversa.

- Defenestrá-la?!

- Sim, diz que é o que se faz aos traidores à Pátria.

- À Pátria?!

- Pois, doutor, às vezes põe-se a falar dele como se fosse a encarnação da Pátria.

- Como se fosse uma espécie de rei sol...

- Não, que esse era absolutista e o meu marido sempre foi um defensor das amplas liberdades.

- Tem razão. Em todo o caso diria que ele se vê como uma figura patriarcal?

- Sim, uma figura tutelar.

- Icónica.

- Isso.

- Por que não o convence a passar uma temporada em Nafarros, a ver se acalma?

- Não quer, diz que primeiro tem que libertar Portugal da austeridade.

- E como é que ele pretende fazer isso?

- Diz que vai agitar o povo, incendiar o país, levar o governo e o presidente à demissão.

(coça a cabeça) - Bem...

(levanta-se, abre um armário de onde retira um pacote que estende à sua interlocutora)

- Se ele piorar muito, pode usar isto.

- O que é?

- Um colete de forças.

 

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Primeiro em busca de uma imagem cool, depois mais ou menos forçadas umas pelas outras (a concorrência é coisa boa), as operadoras móveis de telecomunicações vêm desempenhando um papel importante na divulgação da música pop/rock nacional, seja através do apoio a festivais de Verão, seja através de projectos menos óbvios, de onde se destacam estações de rádio (Vodafone e Meo Sudoeste) e o apoio directo à produção e distribuição de álbuns (Optimus Discos). O último caso será o mais interessante, tendo dado origem a quase noventa álbuns desde 2009. We Will Destroy Each Other foi lançado em Março de 2013. É o primeiro trabalho de John Almeida, um inglês de quarenta anos (convenhamos: o título ligeirissimamente pessimista deixava entender que ele já abandonara a adolescência há uns tempos) descendente de portugueses, hoje a residir no Porto. Pode ser descarregado legal e gratuitamente no site da Optimus Discos. Enquanto lá estão, aproveitem para ouvir (e fazer dowload de) outros trabalhos. Depois voltem aqui que entretanto já deve haver posts novos.

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Frases de 2014 (1)

por Pedro Correia, em 31.01.14

"Há gente na RTP que não faz puto."

Alberto da Ponte, presidente do Conselho de Administração da RTP

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"Gorduras do Estado" (93)

por Pedro Correia, em 31.01.14

Estado garante 53,8% das receitas da empresa Espírito Santo Saúde

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Cá Por Casa

por Francisca Prieto, em 31.01.14

Uma mãe tem de ter muito arcaboiço para ouvir de um palerma de 11 anos “ai, mãe, que com essa carteira assim pela mão pareces uma saloia” e responder com toda a prontidão “olha, Manel Prieto, fica sabendo que esta tua mãe nem vestida de minhota, de faces coradas e a dançar o vira, algum dia vai parecer uma saloia, ouviste?”. Estes miúdos têm cá uma falta de noção.

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 31.01.14

 

A Bibliotecária, de Logan Belle

Romance

Tradução de Victor Antunes

(edição Planeta, 2013)

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Reuniões produtivas.

por Luís Menezes Leitão, em 31.01.14

 

Depois de todas as consequências trágicas provocadas pelas praxes, esperar-se-ia do Ministério da Educação uma reacção enérgica a disciplinar e a punir essas práticas, semelhante à que aqui defendi. O Ministro da Educação parece achar, no entanto, que o seu papel se limita a ser o de inventar exames absurdos aos professores, deixando os alunos totalmente em roda livre, independentemente de quais sejam as consequências para outros alunos envolvidos. Precisamente por isso no final da reunião limitou-se a proclamar o direito dos alunos a resistirem às praxes. Seria o mesmo que se o Ministro da Administração Interna, em lugar de usar a polícia para reprimir as agressões, tivesse dito que os agredidos tinham o direito de resistir. Entende o Ministro que o seu Ministério e as Universidades não têm a obrigação de garantir a segurança dos seus alunos? Não por acaso, foi esta a imagem que a Imprensa Falsa deu do resultado da reunião. Eu só pergunto como é que Nuno Crato ainda continua no Governo.

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Belles toujours

por Pedro Correia, em 31.01.14

 

Débora Nascimento

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As canções do século (1492)

por Pedro Correia, em 31.01.14

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Ligação directa

por Pedro Correia, em 31.01.14

À Conversas de Bica.

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Anacronismos

por Francisca Prieto, em 30.01.14

O cúmulo de se ser de antigamente é uma pessoa mandar vir o CD do concerto do Simon & Garfunkel no Central Park e dar por si no carro a gaguejar nas partes em que tinha o LP riscado.

 

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Modelos de negócio no futebol

por João André, em 30.01.14

Quanto mais sigo o futebol europeu mais me convenço que existem 4 modelos de sucesso. A saber:

 

1. O clube com o bilionário que paga as extravagâncias (com ou sem equilíbrio financeiro posterior): Chelsea, PSG, Mónaco, Manchester City;

2. Os clubes ricos que são mais ou menos bem administrados e que (também) por via de serem bem sucedidos equilibram as contas: Manchester United, Real Madrid, Arsenal, Barcelona, Bayern de Munique, Juventus;

3. Os clubes que se baseiam em descobrir futuras vedetas noutros países e as tentam vender com lucro: Benfica, FC Porto, Udinese, Lyon, Sevilha;

4. Os clubes que tentam essencialmente formar os seus jogadores e que quando vão ao mercado preferem jogadores ainda muito jovens e pouco conhecidos: Ajax, Sporting, Atlético Bilbau, Feyenoord.

 

Os nomes referidos acima são essencialmente indicativos e não são herméticos. Há clubes que poderiam caber em mais que uma categoria (Arsenal e Barcelona, por exemplo). No entanto, e para este post, quero comentar essencialmente o modelo 3.

 

Este modelo interessa-me por ser aquele que o meu clube - Benfica - segue actualmente. É indiscutível que tem dado alguns bons frutos. No reinado de Jorge Jesus - que é um ás a valorizar jogadores e fraquinho a vencer troféus - deu para a venda por bom dinheiro de Coentrão, Ramires, di María, Javi García, David Luiz e agora Matić. Outro exemplo de sucesso (e ainda mais pronunciado) é o do FC Porto, com a venda de Falcao, Hulk, João Moutinho, etc. São modelos que têm dado para adquirir jogadores por 5 a 15 milhões para os vender a 20-35 milhões e pelo meio os jogadores contribuem bastante para a equipa. No papel são bons negócios.

 

Claro que têm problemas. Estão dependentes de agentes (Jorge Mendes à cabeça) e um dos problemas disto é que estes poderão exigir a compra de jogadores no máximo apenas medíocres como contrapartida (o cortejo de jogadores contratados pelo Benfica para serem emprestados e depois dispensados dá a volta ao Estádio). Por outro lado, se os jogadores forem bons mas não forem vendidos, o investimento não compensa em termos financeiros. Luisão, Cardozo e Gáitan podem ser bons jogadores, mas há anos que o Benfica tenta vendê-los com lucro e não consegue.

 

Disto resulta que os clubes com o modelo 3 vivem dentro de uma bolha. Por vezes é inflaccionada (não se consegue vender o jogador), noutras alturas é reduzida (o jogador dá um bom lucro). O problema das bolhas é que, de tempos a tempos, rebentam. Para tal bastam normalmente pequenos percalços. O clube pode passar demasiado tempo à espera de vender os jogadores (e entretanto compra outros); os clubes que pagam as fortunas passam por um período de menor liquidez (como quando esperam pelos novos contratos televisivos); ou, e aqui há o risco actual, quando regras externas entram em vigor com o fim de limitar os gastos excessivos - o famoso fair play financeiro da UEFA.

 

Actualmente não se sabe muito bem o efeito que terá porque a própria UEFA ainda não esclareceu certos aspectos. Por outro lado fica por saber se a UEFA teria coragem de negar a entrada a um Chelsea ou a um Milão (dois clubes a tentar cumprir as regras). No entanto, assumindo que as regras são estabelecidas e cumpridas e que clubes que vivem à base do sugar daddy têm mesmo que limitar gastos ou ser excluídos, os clubes dom o 3º modelo arriscam-se a ficar com activos desvalorizados nas mãos.

 

Os jogadores que compram têm-se vindo a tornar cada vez mais caros porque os clubes vendedores (normalmente da América do Sul) sabem que eles são depois retransferidos a valores que aumentam constantemente. Isso significa que ao comprarem um jogador em 2014 por um valor que será substancialmente superior aos de 2012, os clubes "3" esperam também que o valor de revenda em 2016 seja também superior ao de 2013. Caso isso não suceda por razões externas, os clubes perdem dinheiro muito depressa.

 

E é nessa corda bamba que clubes como o Benfica e o FC Porto caminham. O FC Porto menos porque é indubitavelmente melhor organizado, mas também está sujeito ao risco. Nesses momentos veremos os clubes do modelo 4 a reemergir, porque a queda na valorização dos jogadores os afectará menos, já que gastaram também menos a comprar ou simplesmente nada a treinar.

 

Não sou - longe disso - um oráculo de futebol. Espero até que esteja enganado, para bem do Benfica - e, vá lá, do FC Porto, a bem do desporto português. No entanto não posso deixar de pensar que se o Sporting mantiver o caminho que trilha actualmente, será a breve prazo o dominador do futebol português por uns anos.

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Apesar de Laura Mvula ser praticamente desconhecida, o álbum era aguardado com alguma expectativa, circunstância que, no mundo actual de consumo rápido e opiniões ainda mais rápidas e definitivas, constituía tanto uma vantagem como uma ameaça. Sing to the Moon não desilude. Arrasta-se ligeiramente num par de ocasiões, como se, ao primeiro trabalho de longa duração, Mvula ainda não tivesse conseguido separar totalmente o acessório do essencial, os pontos em que já é forte (quando transmite ritmo e energia positiva) daqueles em que deve melhorar (quando aponta a canções intimistas, mais afastadas dos hinos gospel executados pelos coros em que participou), mas nem por isso deixa de merecer destaque entre os lançamentos de 2013. Este tema, Green Garden, é talvez o mais infecciosamente optimista que ouvi no ano passado.

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Um doutor entre senhores

por Pedro Correia, em 30.01.14

 

Ouço uma personalidade com presença assídua nos ecrãs televisivos referir-se a várias figuras europeias. É curioso: são todas "senhoras" ou "senhores": os graus académicos -- correctos ou incorrectos -- tão em vigor entre nós desaparecem mal aludimos a gente de além-fronteiras. Mas subitamente a referida personalidade alude ao presidente da Comissão Europeia em termos diferentes dos utilizados para Angela Merkel, Van Rompuy, Mario Draghi, Martin Schultz ou François Hollande -- chamando-lhe "doutor Durão Barroso". Imporia a mais elementar uniformidade de critérios que, no caso de Barroso, o "doutor" desse lugar ao "senhor" reservado para todos os outros. Mas não: mesmo residente em Bruxelas, o presidente da Comissão Europeia continua a ter direito ao respeitinho lusitano.

Doutor é só ele. Senhores são todos os outros.

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Para os lados de Massamá os panchões são de estalo

por Sérgio de Almeida Correia, em 30.01.14

"Tal como na China, o Novo Ano Lunar é celebrado em Portugal, ilustrando claramente os importantes laços que nos unem e a riqueza da nossa diversidade" - Passos Coelho, mensagem alusiva ao Novo Ano Lunar do Cavalo enviada ao Consulado-Geral de Portugal em Macau

 

E onde é que estão os "lai see" (利市/利是) para os portugueses? Ou estes são só para o dr. Catroga e os seus amigos da EDP e da REN? E a tolerância de ponto do dia 30? E o feriado do último dia do Ano Lunar da Cobra? E os feriados do segundo e terceiro dia do Novo Ano Lunar do Cavalo? E as férias judiciais do último dia do Ano Lunar até ao sexto do Novo Ano Lunar? A EDP já dá esses dias aos seus trabalhadores? Em Portugal as escolas também encerram? É o líder da JSD quem anda a aconselhá-lo? O dr. Portas sabe que o senhor anda a escrever estas pérolas? É em Massamá que os portugueses costumam celebrar? O senhor estará a pensar tirar um mestrado em Pequim? O senhor sabe o que é a seriedade na política?

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Postais do Meu País Improvável

por Francisca Prieto, em 30.01.14

Um dia, num hotel do meu pais improvável, chegou um rapaz que, pela incompreensibilidade do discurso, se supôs ou provir de um reino distante, ou ser louco. À cautela, informaram-no da diária. Dormida por uns tantos euros, incluíndo a pernoita do cão.

O rapaz levou a mão ao bolso das calças andrajosas e retirou um maço de notas. O suficiente para acautelar a despesa. Mais do que suficiente para intrigar quem o recebeu.

Durante várias jornadas, à hora da refeição, dirigiu-se ao restaurante e apontou para a ementa. O pedido repetiu-se dia após dia: um prato de frango, com guarnição à parte. O cão comia a carne, ele alimentava-se da guarnição.

Ao fim de uma temporada, numa viatura de gabarito incontestável, chegou ao hotel um senhor de fato escuro. Acertaram-se as últimas contas e, rapaz e cão, entraram para o carro com um aceno de despedida. Pelo que se percebeu, o senhor era motorista, chauffeur à antiga. De resto, não se percebeu mais nada.

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realidade versus ficção

por Patrícia Reis, em 30.01.14

De uma forma perigosa, a relidade confunde-se e supera a ficção.

Recolho histórias que são bizarras, absurdas, medonhas, de partir e congelar o coração.

Tudo isto para um livro que talvez venha a ser, ou nem por isso. Nunca se sabe.

A maioria das histórias não as posso escrever, a realidade tem um peso suplementar que não co-existirá bem no preto e branco. Há ideias que deveriam ser deixadas de lado, já sei. Mas sou tão teimosa que insisto.

Já nem digo:

 

Irra!

 

ou

 

Cruzes!

 

ou

 

Meu Deus!

 

Neste mundo onde agora me movo, como jornalista de investigação que, afinal, acho que não deixarei de ser, qualquer expressão de pasmo é inútil. Absolutamente inútil. Perguntam-me:

 

Mas andas a fazer o quê?

 

Posso garantir que ando pelos degraus do inferno. Se, um dia, o livro sair, contarei tudo, contarei mais. Agora não posso, não consigo. Estou de tal forma espantada e zangada que me sinto incapaz de discutir o Governo, as praxes, o Hollande, a bola, o fisco, os cortes, a troika, a imprensa, seja o que for. Há momentos na vida em que o prioritário é mesmo prioritário e resume-se a isto: sobreviver.

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