Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]




Livros de cabeceira (11)

por Bandeira, em 30.10.13

Livros de cabeceira - Bandeira

 

Preferia não ter que me decidir.

Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 30.10.13

 

À Espera de Moby Dick, de Nuno Amado

Romance

(edição Oficina do Livro, 2012)

"Por vontade expressa do autor, o livro respeita a ortografia anterior ao actual acordo ortográfico"

Tags:

As canções do século (1399)

por Pedro Correia, em 30.10.13

No país das maravilhas

por Pedro Correia, em 29.10.13

Bernardino Soares coliga-se em Loures com o PSD

 

Assunção Cristas não quer portugueses com mais de dois cães por apartamento

 

Chefe de gabinete de Rui Rio manteve carteira profissional de jornalista durante 12 anos

 

Mulher processa Santa Casa da Misericórdia de Lisboa por estar viciada em "raspadinha"

Tags:

Aforismos políticos (84)

por Pedro Correia, em 29.10.13

 

Liderar é saber adaptar o estilo de comando a cada situação.

 

Da faca e do alguidar

por José Navarro de Andrade, em 29.10.13

2007

 

Sinopse:

Manuel Maria Carrilho testemunha sobre os meandros de uma campanha eleitoral que, com as suas inverdades, configuram um verdadeiro "arrastão político" exemplar no Portugal democrático.

2013

 

 

A ver vamos

por jpt, em 29.10.13

(fotografia de Luís Abelard)

 

Blogar tem sido para mim, nesta última década, uma espécie de catarse, uma navegação de cabotagem, enfrentando os males meus e fruindo os bens alheios. Nos últimos tempos tenho procurado fazer do bloguismo, um pouco aqui no DO, mais ainda no ma-schamba, um refúgio, de coisas melhores face a horizontes difíceis. Algo que tentei aventar em 13 "futuro" que lá fui metendo. Mas esse "futuro" chegou entretanto, não tão inesperado assim. A situação é muito complicada. Não é tempo, não é espírito para bloguismos. Eu suspendo, voltarei quando desanuviar o país e se me aligeirar aquela alma na qual não creio. Um abraço aos opinadores aqui, que continuem nos seus delitos.

Resistência activa ao aborto ortográfico (99)

por Pedro Correia, em 29.10.13

 

 

Quinzenário O Riachense, de Riachos (Ribatejo) 

Até a escravatura tinha vantagens

por André Couto, em 29.10.13

 

O Expresso publicou um artigo sobre as vantagens de um estágio não remunerado. Narra a jornalista Maria Martins, num discurso positivo e entusiasmante, tipo televendas, que, entre outros aspectos, um estágio destes torna o estagiários "mais responsável", dá-lhe "melhor imagem" e proporciona-lhe uma experiência que "não tem preço". Quanto à perversão que isto representa, nem uma palavra. É este o discurso que vai grassando por aí, como cogumelos venenosos no bosque. Por trás de um estágio não remunerado está alguém que, pior do que não ser remunerado, paga para trabalhar e (sobre)vive privado de sustento. Está também um patrão que beneficia de mão de obra pela qual não paga, o que pode, em última análise, dispensar que contrate alguém. O vangloriar de soluções destas é um retrocesso civilizacional. Uma jornalista, parte de uma das classes mais exploradas nos dias que correm, devia pensar meia dúzia de vezes antes de fazer um texto daquele género.

Os escravos e as escravas, noutros séculos, também tinham vantagens: eram mais vigorosos fisicamente, mais atraentes e, para além disso, tinham uma vantagem relativamente aos escravos e às escravas modernos: davam-lhe casa e comida. Hoje nem isso.

Reforma do Estado

por André Couto, em 29.10.13

Começou a sair o guião.

Livros de cabeceira (10)

por Ivone Mendes da Silva, em 29.10.13

Sei ler mas não sei fotografar. Nem de máquina sou possuidora, daí que fui pedir emprestada. Para quê? Não sabes tirar fotografias. Lá expliquei da mesa-de-cabeceira e do blogue. Só te dás com gente estranha. Eu sei mas e a máquina, posso levá-la? Que sim e aqui está o resultado. Esclareço primeiro: eu que leio em todo o lado, o local onde menos leio é na cama. Deito-me madrugada alta e é mesmo para dormir, que já sei como me acordam as olheiras. O mais habitual é ler no canto do sofá e esse é infotografável pela desordem bibliófila que o ocupa. Mas tenho dias, melhor, tenho noites em que digo de mim para mim, majestática como convém nos solilóquios que se prezam: vou retirar-me. Agarro então num outro livro, que não o que esteja a ler, por uma qualquer razão que me salte ao caminho no momento. E esses volumes ocasionais empilham-se por lá, nas mesas, no chão, não era para fotografar o chão, pois não? Faço-lhes uma leitura entrecortada de algumas páginas benevolentes, demoro-os temporadas inteiras, esqueço-os, retorno-lhes. Começando a legenda: atrás, junto à parede e com um marcador timorense, está D. João III de Ana Isabel Buescu. O reinado de D. João III, sobretudo os últimos anos, de 55 a 57, ocupa muito espaço nas minhas leituras. Por cima, está Contemplação carinhosa da angústia, uma compilação de ensaios da Agustina, prefaciados por Pedro Mexia. É-se da Agustina como de uma religião, no chão estão outros, lidos e relidos. Em primeiro plano à direita está, por baixo, a Rayuela do Cortázar, que é como quem diz a tradução de Alberto Simões para a Cavalo de Ferro, O jogo do mundo. Nunca tinha lido Cortázar traduzido, fi-lo este Verão. Por cima, está um livro fininho, Amadeo de Mário Cláudio. Sobre Amadeo de Souza-Cardoso, uma beleza de texto. No topo, Rolando Teixo, o primeiro romance de Pedro Bidarra, que recomendo. À esquerda, por baixo há um caderno, também há uma caneta mas não se vê, vão ter de acreditar em mim que não sei tirar fotografias. Por cima do caderno, L’ imparfait du Présent – Pièces bréves, ensaios de Alain Finkielkraut para a colecção branca da Gallimard. A haste metálica que sai de dentro dos Tales of Mistery and Imagination pertence a uns óculos que estão praticamente partidos mas que ainda servem para ler. Levei o Poe para a mesa-de-cabeceira na semana passada mas já não sei precisar porquê. Ao lado há uma base onde pouso a chávena de chá que levo para comigo nas noites em que me retiro e, por detrás, há uma garrafa com água. Podia continuar na outra mesa-de-cabeceira mas achei que exagerava se a fotografasse também. Sou comedida, não quero exagerar.

Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 29.10.13

 

 

E Tudo Era Possível, de José Jorge Letria

Memórias

(edição Clube do Autor, 2013)

"Por vontade expressa do autor, a presente edição não segue as regras do Acordo Ortográfico de 1990"

Tags:

As canções do século (1398)

por Pedro Correia, em 29.10.13

Ligação directa

por Pedro Correia, em 29.10.13

AO Pravda Ilhéu.

Pensões milionárias de sobrevivência

por Helena Sacadura Cabral, em 28.10.13

O Correio da Manhã noticia que dez pensionistas recebem prestações de sobrevivência que custam aos cofres da Segurança Social 893 mil euros por ano.
A ser verdade, e feita uma pequena conta de dividir, tal significaria que o/a sobrevivente casara e enviuvara de um verdadeiro “tubarão” salarial. Com efeito a viuvez permite que cada um destes pensionistas receba em média 89.300 euros anuais!

Há casos em que a viuvez parece compensar...

Aforismos políticos (83)

por Pedro Correia, em 28.10.13

 

Quem tem força não precisa usá-la: basta exibi-la.

 

Certamente que a teoria já foi explicada e assinada por alguém de renome, mas há muito digo que o problema das nossas frustrações em adultos reside nas histórias com que nos embalam em crianças. Aquela lengalenga do "e viveram felizes para sempre"/"fim", com base na parte encantadora da história e deixando por explicar como é que fizeram quando começaram a acordar gordos, sem base e com os olhos por limpar, quando passaram a ter de defecar com uma porta de madeira de permeio para a pessoa amada, como fizeram quando ficou evidente que ambos eram desprovidos de talento para a cozinha e as mães já não estão presentes, é algo assassino que não estamos preparados para gerir. "E agora?! Raios! A Cinderela limpava a casa e cozinhava como ninguém, e o Príncipe era cortês e sempre lindo de morrer..."
"E viveram felizes para sempre...?", "Au bout du conte", no título original, problematiza tudo isto, com um argumento inteligente e um leque de actores desprovido de estrelas, mas profundamente envolvidos na vivência das suas personagens, que encarnam como nenhum outro. No balanço isto é mais importante que ter visto Pitt ou Johansson.

Agnès Jaoui, a realizadora, é uma das intervenientes no filme, algo que adoro pois mantenho a ideia de que quando um realizador sai da cadeira, e vive o enredo, contagia os restantes.

Mas o que interessa é a forma feliz, ao bom estilo de Woody Allen, para quem gosta, como a narrativa se desenrola. Como a felicidade está ali ao lado e todos os guias de acção são úteis, menos os das histórias que nos ensinam em crianças, as quais marcam abundante presença simbólica no filme. A não perder!

PS. Infelizmente o livro não chega ao ponto de educar gentalha como o Manel, ou de ensinar como se lida com uma Senhora num casamento, ou mesmo depois dele.

Tags:

Reabertura da discussão sobre o AO?

por Helena Sacadura Cabral, em 28.10.13
A senadora Ana Amélia Lemos defende a reabertura das discussões, entre todas as nações lusófonas para a criação de um acordo que seja "fruto de um entendimento geral" e consensual em que nenhum dos países se sinta prejudicado.
Dois conceituados professores de língua portuguesa do Brasil reunir-se-ão, em novembro, em Lisboa, com representantes de Portugal, para avaliar a possibilidade de reabrir as discussões sobre o Acordo Ortográfico de Língua Portuguesa, disse à Lusa fonte oficial brasileira.
De acordo com a parlamentar, o próximo passo será a reunião dos professores brasileiros Ernani Pimentel e Pasquale Cipro Neto com os representantes portugueses para avaliar se há disposição em reabrir o debate sobre o acordo.
Em Portugal, por sua vez, existe uma petição na Assembleia da República, pedindo que o país se retire do Acordo.
Os representantes brasileiros pretendem também manter contactos directos com representantes dos demais países lusófonos atraves de um site na internet e de um sistema de videoconferência para divulgar e receber sugestões "simplificadoras"..
"O nosso objetivo é simplificar e facilitar o acordo", observou a senadora, acrescentando que a comissão do Senado brasileiro se preocupa com o facto de o acordo não ter sido de todo consensual e ter gerado insatisfação nos restantes países lusófonos, o que ficou demonstrado com o facto de Angola ter assinado, mas não ratificado o documento.
A senadora defende assim a reabertura das discussões, entre todas as nações lusófonas, para a criação de um acordo que seja "fruto de um entendimento geral" e consensual para que nenhum dos países se sinta prejudicado.

Haja, enfim, esperança para todos aqueles que, como eu, entendem este acordo como uma forma espúria de unificar a língua portuguesa.

Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 28.10.13

 

Mildred Pierce, de James M. Cain

Romance

Tradução de Manuel Santos Marques

(reedição Objectiva, 2013)

Tags:

Livros de cabeceira (9)

por Fernando Sousa, em 28.10.13

 

Corto [Maltese]: “... tem de ser na primeira sexta-feira da lua. Compras uma fita azul de comprimento médio em nome da rapariga que amas... Dás um nó dizendo versículo 5 da surata 30, dita Dos Venezianos ou, se preferires, Dos Bizantinos... Mas não o apertes antes de recitares todo o versículo... Depois, amarras a fita no teu braço esquerdo, e, com esse braço, acaricias a rapariga que amas e... tudo correrá bem.” Cush [da tribo dos Beni Amer]: “E se ela não quiser que eu a acaricie?” Corto: “Então, arranja outra...” (O golpe de misericórdia, in As Etiópicas). Precisava de Corto Maltese depois de terminar "Meio Sol Amarelo" (Chimamanda Adichie) e antes de pegar na piada infinita de David Foster. Não levem a mal: Corto é culto. Voltamos sempre a ele. 



O nosso livro



Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.




Links

Blogue da Semana

  •  
  • Afinidades

  •  
  • Lá fora cá dentro

  •  
  • Mais ligações

  •  
  • Informações úteis


    Arquivo

    1. 2020
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    14. 2019
    15. J
    16. F
    17. M
    18. A
    19. M
    20. J
    21. J
    22. A
    23. S
    24. O
    25. N
    26. D
    27. 2018
    28. J
    29. F
    30. M
    31. A
    32. M
    33. J
    34. J
    35. A
    36. S
    37. O
    38. N
    39. D
    40. 2017
    41. J
    42. F
    43. M
    44. A
    45. M
    46. J
    47. J
    48. A
    49. S
    50. O
    51. N
    52. D
    53. 2016
    54. J
    55. F
    56. M
    57. A
    58. M
    59. J
    60. J
    61. A
    62. S
    63. O
    64. N
    65. D
    66. 2015
    67. J
    68. F
    69. M
    70. A
    71. M
    72. J
    73. J
    74. A
    75. S
    76. O
    77. N
    78. D
    79. 2014
    80. J
    81. F
    82. M
    83. A
    84. M
    85. J
    86. J
    87. A
    88. S
    89. O
    90. N
    91. D
    92. 2013
    93. J
    94. F
    95. M
    96. A
    97. M
    98. J
    99. J
    100. A
    101. S
    102. O
    103. N
    104. D
    105. 2012
    106. J
    107. F
    108. M
    109. A
    110. M
    111. J
    112. J
    113. A
    114. S
    115. O
    116. N
    117. D
    118. 2011
    119. J
    120. F
    121. M
    122. A
    123. M
    124. J
    125. J
    126. A
    127. S
    128. O
    129. N
    130. D
    131. 2010
    132. J
    133. F
    134. M
    135. A
    136. M
    137. J
    138. J
    139. A
    140. S
    141. O
    142. N
    143. D
    144. 2009
    145. J
    146. F
    147. M
    148. A
    149. M
    150. J
    151. J
    152. A
    153. S
    154. O
    155. N
    156. D