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Ler

por Pedro Correia, em 28.04.12

Miguel Portas (1958-2012). Da Ana Cristina Leonardo, no Vias de Facto.

Isto irá. De Rui Tavares.

IRS. Do José Adelino Maltez, no Forte Apache.

Tristes trastes. Do Pedro Rolo Duarte.

Tribunal Constitucional, somas e subtracções. De Zélia Pinheiro, no Gremlin Literário.

Da arte de não saber fazer. Da Catarina Reis da Fonseca, no Impressões.

Guardiola: um homem excepcional. Do Rui Herbon, n' A Escada de Penrose.

Uma derrota gloriosa. Do Adelino Cunha, no És a nossa Fé.

Fame Monsters. De Mary, n' A minha vida dava uma série.

Oxalá. De Cristina Nobre Soares, no Come chocolates, pequena.

A minha amiga Constança. Da Sónia Morais Santos, no Cocó na Fralda.

O retorno. Do Bruno Faria Lopes, no Elevador da Bica.

A Festa dos Livros. Do Luís Milheiro, no Largo da Memória.

O sonho e a grandeza. Do Manuel S. Fonseca, no Escrever é Triste.

Uma terra onde as flores crescem

por Ana Vidal, em 28.04.12

 

Proponho que se prenda a criatura numa cela pequena mas com muito boa acústica. Depois, que lhe instalem em sessões contínuas uma eterna banda sonora: a canção que quarenta mil pessoas lhe cantaram à porta do tribunal. Ele alega que não é louco? Pois bem, ficaria louco em pouco tempo, e da forma mais adequada. Talvez antes de enlouquecer conseguisse entender o que significa "uma terra onde as flores crescem".

Fotografias tiradas por aí (39)

por José António Abreu, em 28.04.12

Junto a Pinhanços, entre Seia e Gouveia.

Sulfúricas

por Laura Ramos, em 28.04.12

A oposição desapareceu. O PS não existe, nem sei o que é aquilo. O líder não tem carisma, não sabe o que há-de fazer, está condicionado pelo acordo com a troika. E sucede a um delinquente político chamado Sócrates, o pior exemplo que jamais, na História de Portugal, foi dado ao país: ir para Paris tirar um curso de “sciences po”, depois daquela malograda licenciatura – à qual não dou a menor importância, pois há muitos excelentes políticos que não são licenciados.
O engenheiro Sócrates foi o pior que a política pode produzir.

Depois de tantos processos em que mentiu, aldrabou, não depôs, ninguém percebeu o que se passou com o Freeport, os portugueses perguntam-se onde foi ele buscar dinheiro para estar em Paris.
- Quem é que lhe paga as despesas e o curso?
A esquerda socialista tem ali este belo exemplar a viver no 16ème, e um sucessor que não inspira ninguém. 


Maria Filomena Mónica, 27-04-2012

A vida toda

por José Navarro de Andrade, em 28.04.12

Onde, senão à mesa?

 

 Duarte Amaral Netto, "Lisboa", 2002

 

 Michael De Brito, "The Gathering", (óleo s/ tela), 2006

  

 Olivia Arthur, "In the kitchen during a house party in Teheran", 2009

As ilhas que eu vejo (7)

por João Carvalho, em 28.04.12

 

Tanto verde, tanta cor...

 

 

... e todos os caminhos vão dar ao azul imenso.

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As canções do século (849)

por Pedro Correia, em 28.04.12

Um imenso abraço

por Helena Sacadura Cabral, em 27.04.12

Com o meu filho Miguel foi uma parte de mim. Possivelmente a melhor. Mas o que ele me deixou de amor será o suporte dos dias que ainda irei viver até o voltar a encontrar.

A todos os que aqui me acarinharam vai o meu imenso e reconhecido abraço. Bem hajam!

Governo dá novas excepções salariais a institutos públicos. Vergonha não lhes falta. Lata também não. Respeito pelos portugueses é nulo. Corro o risco de me repetir ad eternum. Infelizmente.

 

Lakraus

por Ana Vidal, em 27.04.12

"Ouvir um poeta é como ver um cozinheiro comer", parece que dizia Kraus. Pelo menos é o que afirma este dono e senhor da "boa poesia", seja lá isso o que for. Como já vi vários cozinheiros comer e isso nunca me chocou, não percebo muito bem o que significa o aforismo. Admito que os cozinheiros amigos de Kraus fossem menos civilizados do que os que conheço, e que o espectáculo não fosse agradável. Ainda assim, seria sempre preferível ao de um ressabiado a destilar ódios avulsos.

 

"Gorduras do Estado" (43)

por Pedro Correia, em 27.04.12

Refer e metros somaram 10,6 mil milhões aos défices desde 1995

Sentir tudo

por José António Abreu, em 27.04.12

Fiona Apple é indubitavelmente uma extraordinary machine – mas uma machine lenta. Isto foi há quase sete anos. Felizmente, parece que agora é a sério e que o novo álbum (o quarto em dezasseis anos), com o fantástico título de The Idler Wheel is Wiser than the Driver of the Screw and Whipping Cords Will Serve You More than Ropes Will Ever Do (nada de novo: o título completo do segundo era um poema com oito versos) será lançado em Junho. No site dela pode escutar-se o primeiro single (e ver-se Fiona interpretando-o ao vivo, bem como a outro tema, mas ambos os vídeos têm fraca qualidade de som). No refrão, ela canta: Every single night is a fight with my brain / I just want to feel everything. Sim, acabei de suspirar.

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Piano Bar

por Laura Ramos, em 27.04.12

    Hoje faço minha a escolha do Miguel Portas no facebook, em 18 de Abril, por sugestão de um amigo libanês

No fundo é isto.

por Luís M. Jorge, em 27.04.12
O endividamento das famílias, das empresas e dos Estados tem servido para discursos simplistas (...). Hoje, toda a economia e toda a sociedade vive para financiar a banca e os mercados financeiros em vez de acontecer o oposto. O que tem de acontecer para voltar a pôr as instituições financeiras no lugar que lhes tem de caber é global e exige uma extraordinária coragem política - aquela que nem aos islandeses está a chegar. A dividocracia (...) é, depois das ideologias totalitárias dos anos 30, o mais poderoso instrumento de subjugação dos cidadãos e dos Estados a poderes não eleitos. Vencer a chantagem do poder financeiro - que alimenta a dívida e se alimenta da dívida - é, neste momento, a primeira de todas as batalhas de quem se considere democrata. É aqui que se fará a trincheira de todos os combates políticos deste início de século.

Dois comentários: 1) isto não se resolve com o mesmo vocabulário altermundialista do costume. Nunca se muda o mundo sem mudar primeiro a retórica. 2) Isto também não se faz sem valores de direita: autonomia, patriotismo, respeito pelo dinheiro.

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Bodes expiatórios

por Ana Lima, em 27.04.12

Por motivos que agora não interessam, mas que basicamente se prendem com a minha incapacidade de me integrar em muitos dos pressupostos da economia capitalista, sou a feliz proprietária de um automóvel que fará, em Março do próximo ano, 20 anos desde que foi matriculado. Sempre esteve na minha mão. Foi o meu primeiro e único carro até ao presente. Só duas vezes me deixou ficar mal (ambas porque a bateria não colaborou). O que eu espero dele, ele tem-me dado. É certo que o seu aspecto já demonstra a sua idade mas não sinto qualquer vergonha quando, nos semáforos ou  em filas de trânsito, fica lado a lado com modelos novos em folha, ou quando tenho que fechar manualmente portas e vidros; ou ainda quando, nas manobras, a inexistência de direcção assistida me obriga a fazer mais movimentos que os outros condutores.

A perspectiva de uma avaria que o impeça de circular assusta-me porque me faz falta no meu dia a dia e porque sei que não tenho hipóteses de comprar outro; mas também porque gosto genuinamente dele.

Por ser uma defensora do uso dos transportes públicos só utilizo o meu automóvel quando preciso dele, nas deslocações em que as alternativas são más ou não existem. Não é o caso do centro da cidade de Lisboa, onde trabalho. Comboio, metro, autocarro são meios de transporte que nos levam a praticamente todo o lado e não é preciso fazer grandes testes “à la Top Gear” para perceber que, quase sempre, um percurso feito por estes meios nos permite ganhar mais tempo e diminuir a irritação das filas de automóveis a certas horas.

Mas, até há algumas semanas atrás, eu tinha a opção de preferir os transportes públicos. Agora, caso queira circular, em determinados dias e determinadas horas em determinadas vias, não o posso fazer sem correr o risco de ser multada. Dizem que é para restringir a circulação de veículos poluentes.  Ora eu sei que existem estudos que levaram a este tipo de medidas em alguns países europeus mas eles não provam uma relação absoluta de causa-efeito entre o número de anos que tem um automóvel e a emissão de gases poluentes.  Não sei se a carta, referida, por ex., aqui, obteve resposta, mas as questões nela colocadas parecem-me pertinentes.

Eu não quero alterar os meus hábitos e por isso continuarei a utilizar os transportes públicos. Aliás os proprietários de carros mais velhos, tratando-se de carros únicos (não falo de quem colecciona automóveis antigos ou tem vários), não têm normalmente capacidade económica para se deslocarem diariamente, para o trabalho, de carro. Entre outras, a dificuldade em pagar a gasolina deve-se, não ao receio de que ela se liberte em excesso, para a atmosfera, sob a forma de gases tóxicos, mas ao seu preço, que teima, esse sim, em se manter bem lá em cima.

A necessidade de diminuir os níveis de poluição em Lisboa parece-me inquestionável. Mas que seja à custa destes bodes expiatórios, tão fracos no seu poder, quanto na sua efectiva responsabilidade no problema, parece-me a forma mais fácil, pois não toca os que, tendo mais poder, poderiam levantar questões de forma mais comprometedora; mas a que menos resultados poderá alcançar. Até porque, num país em que trocar tantas vezes de carro, só porque sim (nem que para isso a família, a empresa, o organismo público tenha que se endividar) é uma prática tão comum, a percentagem de veículos abrangidos não é significativa.

Primeiro foram os veículos anteriores a 1992. Agora são os anteriores a 1996. Qualquer dia só os últimos modelos circularão no centro da cidade. E aí sim, teremos uma cidade moderna, com ruas cheias de reflexos nos metais brilhantes e a cheirar a plástico novo. Já menos poluída, duvido.

Belles toujours

por Pedro Correia, em 27.04.12

 

 

Zooey Deschanel

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Alteração de data

por Ana Vidal, em 27.04.12

Por razões meteorológicas, a data do lançamento deste livro foi alterada para o último dia da Feira do Livro: Domingo, 13 de Maio. Mesma hora e local. Obrigada.

 

 

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As canções do século (848)

por Pedro Correia, em 27.04.12

Reflexão do dia

por Pedro Correia, em 26.04.12

«A notícia da sua morte causou-me uma profunda tristeza, como não é costume ter-se com pessoas que conhecemos mal. Atribuo isso ao carácter expansivo e à energia generosa de Miguel Portas. Inteligente, culto, criativo, ele pertencia a essa casta de seres humanos que procuram tornar o mundo num lugar um pouco mais civilizado. Por vezes erram, por vezes acertam. Nunca desistem dessa esperança. Miguel Portas deixa um vazio de inteligência e ousadia na esquerda portuguesa, deixa uma memória do que fez, e foi muito, e a inquietação do que poderia ter feito, dada a sua criatividade e ainda relativa juventude; e deixa sobretudo a melancolia do seu eterno riso que representava uma forma especial de olhar para a vida e para o mundo.»

Francisco Assis, no Público

"Gorduras do Estado" (42)

por Pedro Correia, em 26.04.12

Renda milionária em sede da PSP



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