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Fernando Assis Pacheco faria 75 anos hoje

por Patrícia Reis, em 01.02.12

Hoje, lançamento da biografia "Trabalhos e Paixões de Fernando Assis Pacheco" e antestreia do documentário «Saudade Burra de Fernando Assis Pacheco». A entrada é livre. http://lisboa-livre.blogspot.com/2012/02/1-de-fevereiro-2012-lancamento-de-livro.html

Não invocarás o nome de Krugman em vão

por Rui Rocha, em 01.02.12

Sem pôr em causa o mérito académico (teórico, portanto) de Paul Krugman, convém não esquecer que os textos que publica no seu blog ou nos jornais são, antes de mais, colunas bem escritas de opinião política. E que essa opinião tem uma posição marcada quer no âmbito da discussão das opções internas americanas, quer quanto às relações entre os EUA e a Europa (e o dólar e o euro). Depois, importa perceber que aquilo que Krugman defende, bem ou mal, é uma solução geral cuja viabillidade só pode ser aferida perante situações concretas. Ora, os estímulos que preconiza dependem de eléctrodos. Que são, no caso, aquilo com que se compra os melões. Coisa que manifestamente nós não temos. Da mesma maneira que não temos dinheiro para pagar aos funcionários públicos se não nos emprestarem. O que Krugman nega é a via da austeridade como solução para a Europa globalmente considerada. Na sua visão, os Estados com contas públicas equilibradas (isto é, a Alemanha e poucos mais) devem adoptar uma política expansiva. Mas, como aqui reconhece implicitamente, esse já não era o caso de Portugal nem da Grécia em 2008. Isto para dizer que invocar Krugman como voz autorizada contra as políticas de austeridade concretamente aplicadas em Portugal é como defender que a escolha do vestuário a usar no Verão deve ser feita tendo em conta as temperaturas médias do Alaska no mês de Dezembro. Aliás, o próprio Krugman admitiu recentemente que (...) il faudrait que, disons d'ici les cinq prochaines années, les salaires baissent, dans les pays européens moins compétitifs, de 20 % par rapport à l'Allemagne. Infelizmente, para Portugal a austeridade não é uma escolha. É, antes de mais, uma imposição da realidade e, depois, daqueles de quem dependemos para comprar os melões. Significa isto que não há espaço para a crítica e para opções de política interna? Claro que há. Ao alcance dos decisores continua a questão do combate ao desperdício e da  gestão racional e eticamente aceitável dos escassos meios que existem. A escolha, agora mais do que nunca dramática, coloca-se, por exemplo, entre a captura de rendas pelos poderes instalados e a existência de uma barreira de protecção mínima para os que se afogam na enxurrada e precisam realmente de apoio. Ou entre a compressão de alguns direitos adquiridos e a necessidade de dar resposta a 30% de desemprego entre os jovens. São estas as decisões políticas que o governo deve fazer e é por elas que deve ser julgado.

a sério?

por Patrícia Reis, em 01.02.12

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Nas Malhas da Bloga

por Ana Cláudia Vicente, em 01.02.12

Ando arredia e desatenta: não sabia do novo (colectivo?) Malomil, nem que o João Pedro George - ao contrário do que há dias disse - ainda andava na bloga. Já viram este post em forma de carolo? Tau.

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PS: paternidade e orfandade

por João Carvalho, em 01.02.12

 

Sempre que ouço António José Seguro a perorar, fico com a sensação de déjà vu. Ele abre a boca e até já adivinho mais ou menos o que vai sair dali. São sempre as mesmas ideias (ou as mesmas faltas de ideias), naquele tom pouco firme e com a débil convicção de quem está metido no enorme molho de bróculos em que José Sócrates meteu o PS.

Por isso, não estranho que circule com força crescente a mensagem que tem chegado aos meios públicos de que os socialistas estão a sentir-se órfãos. Acredito. Seguro não só não é o pai como só lhes oferece um asilo que ainda nem sequer foi aprovado pela inspecção. Mas tenham calma, porque é muito capaz de ser melhor assim do que ter o padrasto que tiveram.

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Romance de parede

por Pedro Correia, em 01.02.12

 Lisboa, Rua Bulhão Pato

O gráfico do dia

por Rui Rocha, em 01.02.12

 

Tirado do Zero Hedge.

Transportes públicos? (44)

por João Carvalho, em 01.02.12

 

Quando um transporte não consegue levar todos os nossos amigos e os seus respectivos pertences, é só aumentar a caravana...

Biblioteca no banco

por João Carvalho, em 01.02.12

 

Após este, este e este posts, as fotos de hoje ficam a dever-se à simpatia da nossa comentadora Gi. São pequenas bibliotecas junto de bancos para quem passa e tem tempo para sentar-se um bocado e ler. Encontram-se em Sogndalstrand, perto de Stavanger (Noruega).

 

 

Realmente, aliar o conforto à leitura no espaço público é um sinal de civilização que ainda anda bem longe de nós.

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Pior do que na Grande Depressão.

por Luís Menezes Leitão, em 01.02.12

 

 

Estas declarações de Paul Krugman demonstram bem o grande erro que tem vindo a ser a política de austeridade adoptada por Vítor Gaspar. Devo dizer que nunca tive ilusões em relação ao óbvio fracasso da suas políticas. Na verdade, como tive ocasião de registar aqui, logo na sua primeira comunicação ao país Vítor Gaspar fez o que não podia fazer: lançou um imposto extraordinário em vez de adoptar uma política de controlo da despesa. E no orçamento seguinte transformou o corte de despesa em corte de salários, o que não passa de um imposto sobre salários, que obviamente vai gerar menos consumo e mais recessão. Ora, como refere Krugman, no Economics de Paul Samuelson, que qualquer estudante conhece, consta que não se pode lançar mais impostos em épocas de recessão, o que só produz mais recessão, e consequentemente menos receita fiscal. É evidente que vamos entrar numa espiral de austeridade e recessão da qual o país não vai conseguir sair. É por isso que cedo ou tarde Passos Coelho vai ter que substituir Vítor Gaspar. Mas este ataque dos cavaquistas foi um péssimo serviço ao país, uma vez que colocar o Ministro das Finanças sob cerco do Presidente é a garantia segura de que o Primeiro-Ministro o vai manter no cargo. O que o Presidente devia fazer era exercer os seus poderes constitucionais em relação ao Orçamento, que foi para isso que foi eleito. Se o promulga pura e simplesmente, a partir daí que deixe o Governo em paz.

As canções do século (762)

por Pedro Correia, em 01.02.12

Ligação directa

por Pedro Correia, em 01.02.12

Ao Recortes.

Pág. 22/22



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