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Para o Fernando

por Pedro Correia, em 30.11.11

 

ASH WEDNESDAY

 

Although I do not hope to turn again
Although I do not hope
Although I do not hope to turn

Wavering between the profit and the loss
In this brief transit where the dreams cross
The dreamcrossed twilight between birth and dying
(Bless me father) though I do not wish to wish these things
From the wide window towards the granite shore
The white sails still fly seaward, seaward flying
Unbroken wings

And the lost heart stiffens and rejoices
In the lost lilac and the lost sea voices
And the weak spirit quickens to rebel
For the bent golden-rod and the lost sea smell
Quickens to recover
The cry of quail and the whirling plover
And the blind eye creates
The empty forms between the ivory gates
And smell renews the salt savour of the sandy earth

This is the time of tension between dying and birth
The place of solitude where three dreams cross
Between blue rocks
But when the voices shaken from the yew-tree drift away
Let the other yew be shaken and reply.

Blessed sister, holy mother, spirit of the fountain, spirit of the garden,
Suffer us not to mock ourselves with falsehood
Teach us to care and not to care
Teach us to sit still
Even among these rocks,
Our peace in His will
And even among these rocks
Sister, mother
And spirit of the river, spirit of the sea,
Suffer me not to be separated

And let my cry come unto Thee.


T. S. Eliot
(excerto)

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Melancholia

por Cláudia Köver, em 30.11.11

Nunca pensei gostar tanto de um filme no qual (independentemente de ser ou não o seu foco) um planeta ameaça embater na Terra. 

Fotografia perfeita. Enquadramentos perfeitos. Cores perfeitas. Música perfeita. História fantástica. 

 

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A Lusa vai além da Troika

por Rui Rocha, em 30.11.11

 

A vida não está fácil para os pensionistas. Primeiro, foram os cortes previstos no Orçamento de Estado para 2012. Agora, é a Lusa que os quer pôr a trabalhar.

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Só li um livro de Vasco Graça Moura, O Enigma de Zulmira, e ando a tentar comprar menos livros. Mas, numa livraria, não resisto a folhear Os Desmandos de Violante, acabado de editar. (Ele gosta de mulheres problemáticas, não gosta? Bom, quem não gosta, pelo menos durante um tempo? Assumindo, claro, que «mulheres problemáticas» não constitui redundância...) É a minha faceta malévola que me leva a fazê-lo. A faceta que me segreda: não seria irónico que estivesse em 'acordês'?

(Não está. Talvez ainda o compre.)

 

Vejo a capa de Short Movies e solto um suspiro de alívio que se ouve do lado oposto da livraria. Começava a ficar preocupado com a possibilidade de Gonçalo M. Tavares não lançar pelo menos um livro neste Natal.

(E afinal vão ser dois. O mundo não anda assim tão estranho.)

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Delito breaking news

por Rui Rocha, em 30.11.11

 

Tozé Seguro pede gaiola emprestada ao Benfica para controlar deputados do PS que têm saudades de Sócrates.

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Poetas esquecidos (2)

por Ivone Mendes da Silva, em 30.11.11

Tenho andado esquecida dos meus poetas esquecidos. Vamos, então, a isto que o prometido é devido. Não quero seguir nenhuma ordenação cronológica em especial. Hão-de sair-me da memória, ao acaso, e pousar aqui.

Eugénio de Castro. Eugénio de Castro e Almeida nasceu em Coimbra em Março de 1869. Formado em Letras, enceta uma breve carreira diplomática em Paris onde se torna amigo de Jean Moréas e Henri de Régnier e aprofunda o conhecimento das obras de Mallarmé, Verlaine e Khan. Regressa a Coimbra para ensinar na Faculdade Letras. Ainda vão dizer que só estou a trazer para aqui poetas que foram professores nas Letras em Coimbra. Até gosto deles, agora que me passaram os traumas, mas não: hão-de vir outros que não tenham andado na Rua da Sofia. (;)

Com Manuel da Silva Gaio, dirige a revista Arte, depois de ter fundado e colaborado com a Os Insubmissos e a Boémia Nova.

A publicação, em 1890, do livro Oaristos coloca-o na história da literatura portuguesa como o introdutor do Simbolismo em Portugal.

Dir-me-ão, talvez, que em Portugal nunca houve um verdadeiro Simbolismo, à excepção de Camilo Pessanha. Podem, talvez, dizer-me que Eugénio de Castro é um poeta menor e eu até posso, num dia em que esteja menos refilona, concordar.

Oaristos, uma palavra que significa diálogos íntimos (mais para o lado da conjugalidade), traz no seu Prefácio um pequeno manifesto do Simbolismo, assumindo uma posição crítica face ao léxico da poesia portuguesa da época, pobre e repetitivo, e preconizava um aproveitamento da musicalidade da língua por puro deleite estético.

Com os simbolistas, a palavra liberta-se de um significado que a aprisiona e limita e torna-se um puro significante, vale pelo som e pelo símbolo, não apenas pelo que significa. Com o Simbolismo, abrem-se caminhos para novos modos de exprimir.

A Eugénio de Castro juntam-se Alberto Osório de Castro, Alberto de Oliveira, António Nobre, Júlio Brandão, entre outros. Eram os “nefelibatas”, designação um bocadinho pejorativa. Vem do grego: são os que andam nas nuvens. O Simbolismo português é, antes de mais, uma atitude estética, não é a filosofia do decadentismo francês de final de século. É um virar de costas ao pesadume exaltado do ultra-romantismo, é “de la musique avant toute chose”.

E fica aqui um poema óptimo, por sinal, para fazer um ditado ali aos amigos da Leonor:

 

Um sonho.

Na messe, que enlourece, estremece a quermesse...
O sol, o celestial girassol, esmorece...
E as cantilenas de serenos sons amenos
Fogem fluidas, fluindo à fina flor dos fenos...

As estrelas em seus halos
Brilham com brilhos sinistros...
Cornamusas e crotalos,
Cítolas, cítaras, sistros,
Soam suaves, sonolentos,
Sonolentos e suaves,
Em suaves,
Suaves, lentos lamentos
De acentos
Graves,
Suaves.

Flor! enquanto na messe estremece a quermesse
E o sol, o celestial girassol esmorece,
Deixemos estes sons tão serenos e amenos,
Fujamos, Flor! à flor destes floridos fenos...

Soam vesperais as Vésperas...
Uns com brilhos de alabastros,
Outros louros como nêsperas,
No céu pardo ardem os astros...

Como aqui se está bem! Além freme a quermesse...
– Não sentes um gemer dolente que esmorece?
São os amantes delirantes que em amenos
Beijos se beijam, Flor! à flor dos frescos fenos...

As estrelas em seus halos
Brilham com brilhos sinistros...
Cornamusas e crotalos,
Cítólas, cítaras, sistros,
Soam suaves, sonolentos,
Sonolentos e suaves,
Em suaves,
Suaves, lentos lamentos
De acentos
Graves,
Suaves...

Esmaiece na messe o rumor da quermesse...
– Não ouves este ai que esmaiece e esmorece?
É um noivo a quem fugiu a Flor de olhos amenos,
E chora a sua morta, absorto, à flor dos fenos...

Soam vesperais as Vésperas...
Uns com brilhos de alabastros,
Outros louros como nêsperas,
No céu pardo ardem os astros...

Penumbra de veludo. Esmorece a quermesse...
Sob o meu braço lasso o meu Lírio esmorece...
Beijo-lhe os boreais belos lábios amenos,
Beijo que freme e foge à flor dos flóreos fenos...

As estrelas em seus halos
Brilham com brilhos sinistros...
Cornamusas e crotalos,
Cítolas, cítaras, sistros,
Soam suaves, sonolentos,
Sonolentos e suaves,
Em suaves,
Suaves, lentos lamentos
De acentos
Graves,
Suaves...

Teus lábios de cinábrio, entreabre-os! Da quermesse
O rumor amolece, esmaiece, esmorece...
Dá-me que eu beije os teus' morenos e amenos
Peitos! Rolemos, Flor! à flor dos flóreos fenos...

Soam vesperais as Vêsperas...
Uns com brilhos de alabastros,
Outros louros como nêsperas,
No céu pardo ardem os astros...

Ah! não resistas mais a meus ais! Da quermesse
O atroador clangor, o rumor esmorece...
Rolemos, b morena! em contactos amenos!
– Vibram três tiros à florida flor dos fenos...

As estrelas em seus halos
Brilham com brilhos sinistros...
Cornamusas e crotalos,
Citolas, cítaras, sistros,
Soam suaves, sonolentos,
Sonolentos e suaves,
Em suaves,
Suaves, lentos lamentos
De acentos
Graves,
Suaves...

Três da manhã. Desperto incerto... E essa quermesse?
E a Flor que sonho? e o sonho? Ah! tudo isso esmorece!
No meu quarto uma luz luz com lumes amenos,
Chora o vento lá fora, à flor dos flóreos fenos...

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Reflexão do dia

por Pedro Correia, em 30.11.11

«O novo Partido Socialista teve um bom começo no congresso que consagrou António José Seguro, afirmando os seus valores distintivos e a necessidade de uma renovação, ou mesmo de uma refundação. No entanto, aquilo que parecia uma linha orientadora forte rapidamente começou a perder-se. Quando os portugueses vêem imagens do Parlamento, com fiéis de Sócrates na primeira fila, não podem senão ficar perplexos (o que estão lá a fazer? Não há nenhuma empresa que os contrate, nenhuma universidade que os queira?)»

João Cardoso Rosas, no Diário Económico

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Coisas realmente importantes:

por João Campos, em 30.11.11

Radiohead confirmados a 15 de Julho no Optimus Alive 2012.

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"Gorduras do Estado" (20)

por Pedro Correia, em 30.11.11

RAVE gastou 14,6 milhões de euros com TGV em quatro anos

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The lost tracks - de preto não me comprometo

por Cláudia Köver, em 30.11.11

Band of horses é um grupo indie/rock alternativo americano (ou assim o diz a wikipédia). A música de hoje fez parte da banda sonora de "127 horas". Filme que, infelizmente, ainda não vi. A banda tem três álbuns e é provavelmente uma das mais conhecidas que até agora aqui vos apresentei. Fica a esperança que não conheçam a música de amanhã. Para hoje: "The funeral".

 

The lost tracks: Uma playlist que só cresce com músicas perdidas - algures entre o desconhecido, esquecido, ignorado ou ainda por descobrir. 

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Transportes públicos? (16)

por João Carvalho, em 30.11.11

 

Como se sabe, o transporte de doentes é muitas vezes vertiginoso, o que constitui não só um perigo potencial para os restantes transportes em circulação, mas também para a tensão arterial dos próprios doentes ambulatórios. Recomenda-se, portanto, que a selecção das respectivas viaturas seja feita com muita calma...

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Cinquenta bordoadas na língua de Camões (49)

por Leonor Barros, em 30.11.11

Dicistir

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Ignorando o populismo da coisa, sempre é uma evolução

por José António Abreu, em 30.11.11
Antes quase não se discutiam decisões governamentais de centenas de milhões de euros com impacto ao longo de décadas. Agora discutem-se ferozmente alugueres operacionais de viaturas de oitenta e seis mil euros. Proclama-se que deviam ser anulados. Apesar de resultarem de contratos assinados pelo anterior governo, culpa-se o actual. O Ministro (que se enreda ao procurar explicar-se; note-se como Zorrinho preserva o orgulhoso silêncio que tão bem resulta por cá) devia demitir-se ou, no mínimo, voltar a andar de scooter (não está claro se poderia manter o motorista mas provavelmente Mota Soares preferiria guiar a ter de seguir abraçado a ele). Fazendo voo rasante sobre o pormenor de que, a começarmos a anular contratos, a posição correcta deste seria a uns dois quarteirões do início da fila (ah, os das PPP e os do sector energético e outros igualmente insignificantes...), percebe-se a comoção: uma coisa é investimento, ainda que direccionado para empresas amigas e catastrófico para as contas públicas; outra coisa são luxos. E oitenta e seis mil euros acaba por ser um valor muito mais ao alcance da compreensão da maioria das pessoas.
 
(A posição sensata.)

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Estava, digo bem, porque perdi o maldito livro hoje mesmo.

 

Ao sair para tomar café e levantar dinheiro no multibanco e visitar uma loja de electrodomésticos onde há umas merdas a bom preço (sou um Scrooge no que toca a electrodomésticos e detergentes, ao contrário da minha mulher-a-dias que é a raínha de Sabá, a Ivana Trump dos limpa-vidros) de repente olhei para as mãos — e tungas, estavam vazias. Regresso à loja de electrodomésticos, ao multibanco e ao café, entrei por desfastio numa frutaria, numa loja de candeeiros e no Celeiro, quase comprei uma barra energética com sementes de sésamo e alfafa, e telefonei para a minha namorada a choramingar. Ela é uma santa, mas mais gira, disse-me deixa lá querido, oh que azar, coitadinho, não penses nisso.

 

E eu pensei: Está bem, abelha.

 

Mal entrei em casa encomendei outro. Para poupar portes de envio mandei vir também este, este, este e este. Como precisava de um miminho, e ainda ontem fiz anos, julguei que não era mal nenhum acrescentar este. E já agora este. Ou seja, fiz um excelente negócio em portes e dei um bom uso aos meus euros, que agora estão a salvo em Inglaterra. 

 

O livro é muito bom — sei disso porque já ia na página 23. Tem a palavra o Luis Menezes Leitão

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bom dia

por Patrícia Reis, em 30.11.11

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As canções do século (699)

por Pedro Correia, em 30.11.11

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Ligação directa

por Pedro Correia, em 30.11.11

À Avenida da Liberdade.

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Ler

por Pedro Correia, em 29.11.11

Ao aceitarem governos ilegítimos legitimamos formas extremas de oposição. Do Daniel Oliveira, no Arrastão.

O que os europeus não querem. Do Luís Naves, no Forte Apache.

Novos rumos. Do Luís Novaes Tito, n' A Barbearia do Senhor Luís.

Não farei greve. De Sofia Loureiro dos Santos, no Defender o Quadrado.

Ainda sobre o post anterior. Da Helena, n' A Conspirata.

Graçolas. Da Ana Cristina Leonardo, na Meditação na Pastelaria.

Os cómicos. Do Rui Bebiano, n' A Terceira Noite.

 

(em actualização)

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Bons excessos

por Laura Ramos, em 29.11.11

Como imaginam, raras vezes a leitura do Diário da nossa República nos reserva mais do que bocejos e urgentes  escapadelas para um café. Devia estar no index: digo sempre. Combateríamos assim o absentismo e a contaminação do fenómeno da quadratura mental. Mas hoje saiu - como diria o Eça - um diplomazinho importante para a qualidade de vida dos portugueses, em que se estabelece o regime da formação do preço dos medicamento e se diminui a margem de lucro arrecadada pelas farmácias e pelos distribuidores.

A revisão da política do medicamento em Portugal era urgente por variadas razões, nem todas especialmente novas - como a transparência do mercado farmacêutico - mas agora assume um papel redobradamente importante, actuando também na suavização dos efeitos da austeridade.
Quer pelo lado do consumidor privado, porque a baixa generalizada dos preços lhe facilita o acesso a terapêuticas de custos comportáveis. Quer pelo lado do consumidor público, o Estado, que assim poderá reduzir os seus gastos sem comprometer uma parcela dos objectivos do SNS.

Algumas destas medidas cumprem metas assumidas no 'Memorando de Entendimento' com a Troika, é verdade. Mas vão mais além, concretizando linhas de acção estabelecidas no programa do Governo.
Era assim que eu gostava de ver o Governo a exceder os compromissos com a Troika: distribuindo o ónus da crise por todos os portugueses, incluindo os grupos de interesses privados.

- Isto não lhe diz respeito porque não toma remédios?
- Não importa: ligue-se, porque um dia tomará.

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O episódio da viatura do Ministro Pedro Mota Soares é bem o exemplo de uma das características principais da fatalidade de ser português. Chamemos-lhe fado, em homenagem a factos recentes. Rápidos na distribuição de culpas, permanecemos impávidos e serenos na alteração do processo. Ora, aquilo que verdadeiramente nos pouparia a tais momentos seria uma alteração no sentido de uma total transparência dos vencimentos dos titulares de cargos políticos e dos benefícios complementares. Há um emaranhado de prestações, subsídios, ajudas e outras remunerações complementares que tornam o pacote global associado ao desempenho de funções ininteligível para o cidadão e contribuinte. A isto acresce uma camada insondável de interpretação jurídica. Acabe-se com isso. Estabeleça-se uma tabela de remunerações e benefícios que obedeça a três princípios:

a) adequação - as funções devem ser bem pagas; à falta de melhor, indexe-se a remuneração base ao salário médio nacional; se um Ministro deve receber 5, 6, 7, 10 vezes o salário médio mensal, pois que o receba; a partir daí só aceita se quiser; pouco importa que vá de Lisboa, do Canadá ou do Sabugal.

b) publicidade - as remunerações globais e os benefícios devem ser públicos e mais do que isso, publicados e acessíveis a quem os quiser ver.

c) simplicidade - a qualquer cidadão deve ser possível perceber que à função de Secretário de Estado corresponde uma remuneração global de "x" e que a função implica uma viatura para utilização em serviço cuja renda mensal é de "y" (uma viatura no valor de 86 mil euros para um Secretário de Estado ou mesmo para um Ministro é, hoje em dia, um abuso).

Não há empresa privada minimamente organizada em que tais tabelas não existam. Assim devia ser também, por maioria de razão, a propósito das funções políticas que todos nós suportamos com os nossos impostos. Ainda mais quando o descontentamento justificado de todos faz depender o incêndio da proximidadade de um fósforo. E até para defesa do próprio exercício de funções políticas. Enquanto isto não for feito, respeitando os três princípios enunciados, resta-nos chapinhar na demagogia. O próximo episódio de indignação segue dentro de momentos.

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