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Ligação directa

por Pedro Correia, em 02.08.11

À Fonte Segura.

Oito milhões e seiscentas mil gargalhadas

por Rui Rocha, em 01.08.11

Se ainda não conseguem controlar o riso com a notícia da venda de Roberto por mais de 8 milhões de euros,  lamento mas isto não vai ajudar:

El Real Zaragoza recibió ayer en su sede social la peculiar y engorrosa visita de dos empleados de El Cobrador del Frac, que pretendían reclamarle a Agapito Iglesias el pago de determinadas deudas pendientes, aprovechando la presentación por parte del presidente de Efraín Juárez. El propio jugador mexicano se cruzó con uno de los cobradores del frac cuando se dirigía a La Romareda para vestirse por primera vez de zaragocista, y el empresario soriano, que no quiso abandonar el edificio por la puerta principal, respondió horas después con un duro comunicado contra los "conseguidores", que, desprovistos de su habitual indumentaria, y con talante serio, portaban un pequeño cartel que hacía referencia a "el cobrador del frac."

sem instruções

por Patrícia Reis, em 01.08.11

 

Esta história podia ter um final feliz, mas não tem final, estão avisados.

Começa com uma alma que quer ser escritor. É o seu sonho. O seu desígnio.

Mesmo que o mundo não tenho dado por isso e até tenha cometido a desfeita de ignorar o original que o putativo autor colocou on-line há uns anos. Era a sua forma de partilhar com todos os que quisessem desfrutar da literatura da sua larva. Nada. Depois, por razões que a razão desconhece, por mistérios insondáveis, o potencial autor consegue uma editora, publica, sai nos jornais, tem mural no facebook, atreve-se a mostrar os seus poemas, a expor as suas ideias, os seus manuscritos, crente de que será compreendido e aceite pelos pares. Como a vida não traz instruções e quem te avisa, teu amigo é, o mesmo autor recebe uma mensagem a dizer: calma, tudo se consegue com calma, não se coloque a jeito que isto vai correr mal. Magoado nos seus sentimentos mais profundos, considerando a total ingratidão do mundo, o autor manda os críticos à merda, diz que se está nas tintas, que quer que a malta vá brincar com as respectivas. Deduzo que sejam as pilinhas, mas não tenho a certeza. Perdeu-se um autor? Não, que ele é persistente e bom rapaz, está cá para ficar e é assaltado por momentos de vaidade, garantem os mais próximos. Alguém se lembrará do seu nome em dez anos? Duvido. Mas isso tem importância? Não tem nenhuma. O mundo dos livros é um mundo estranho, cheio de compadrios, pátios, quintas, reentrâncias, códigos e ligações secretas. O mercado é mínimo, estamos em crise, os livros não vendem, os autores precisam de trabalhar.

Os autores são-no por condição, sempre o disse. Eu continuarei a trabalhar e a escrever quando calhar, escrevo desde os sete, não é agora que vou parar. Se não publicar mais nada não terá grande importância. Este putativo autor? Será um desgraçado de um infeliz e ainda não percebeu. Fazer o quê?

Olho para o negócio

por João Campos, em 01.08.11

Benfica vende Roberto ao Saragoça por 8,6 milhões de euros. Sempre se ganhou 100 mil euros no processo (se esquecermos a época...). 

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A glória póstuma do assassino

por Pedro Correia, em 01.08.11

 

Há um nome de um assassino que nunca me sairá da memória: Shiran Bishara Shiran. Foi o indivíduo que matou traiçoeiramente Robert Kennedy, irmão do malogrado presidente, na cozinha de um hotel em Los Angeles, quando o ex-procurador-geral dos EUA, com apenas 42 anos, acabava de ganhar a decisiva primária da Califórnia pelo Partido Democrata, o que o colocava em excelente posição para concorrer à Casa Branca.

Corria o mês de Junho de 1968. Eu era um miúdo mas já acompanhava com todo o interesse as imagens dos telejornais e Robert Kennedy foi o primeiro dos meus heróis. Fixei para sempre o rosto escuro e triste daquele indivíduo natural da Palestina que, ao premir o gatilho, matou também para sempre os sonhos de milhões de norte-americanos. Escapou por um triz a ser executado, após ter sido condenado à morte, pois a pena capital acabou entretanto por ser abolida no estado da Califórnia, e ainda hoje está detido. Um destino bem diferente do de Lee Harvey Oswald, o assassino de John Fitzgerald Kennedy a 22 de Novembro de 1963 e por sua vez assassinado dois dias mais tarde, em Dallas, por um tal Jack Ruby, figura do bas fond. Este último foi o primeiro homicídio transmitido em directo pela televisão – para os EUA e para o mundo todo. Algo impensável em 14 de Abril de 1865, quando John Wilkes Booth assassinou o presidente Abraham Lincoln enquanto este assistia a uma representação teatral em Washington.

Tenho pensado um pouco em tudo isto por estes dias, a propósito do massacre na Noruega. O que assassinos deste calibre procuram, sob um pretexto político, religioso ou outro qualquer, é um grau máximo de notoriedade – se possível à escala universal. A repetição até à náusea do seu nome, nos mais diversos órgãos de informação, constitui uma homenagem involuntária à barbaridade do acto que praticou. O seu nome banaliza-se, ganhando uma espécie de estatuto de imortalidade. Foi assim com Booth, foi assim com Oswald.

 

 

É por isto que me revejo por inteiro naquilo que Jorge Almeida Fernandes escreveu há dias no Público. «Em Julho de 356 a.C um anódino Eróstrato incendiou o Templo de Artemisa, em Éfeso, de que se dizia ser uma das “sete maravilhas do mundo”. Assumiu que o fizera como desesperado meio de alcançar a glória. O sacrilégio foi condenado com a morte. Como póstuma punição, os magistrados proibiram os efésios de jamais citarem o seu nome, que foi também apagado de todos os documentos. Mas um historiador de outra cidade nomeou-o, outros o repetiram e Eróstrato entrou na História. Ninguém conhece o nome do arquitecto que desenhou o templo de Éfeso. Tal como Eróstrato, B. está a ganhar.»

B. é o assassino norueguês. Recuso-me a escrever e até a fixar o seu nome. Como certamente sucede com Almeida Fernandes, indigna-me vê-lo a toda a hora impresso e difundido pelos órgãos de informação. Como se de um filantropo ou um benemérito se tratasse. Como se fosse uma figura familiar, muito lá de casa. Como, no fundo, fosse um de nós.

Não é um de nós. E, por mim, nenhum jornalista deveria atribuir-lhe o estatuto de Eróstrato do nosso tempo. Retemos na memória o nome de demasiados assassinos, o que constitui uma espécie de caução póstuma aos seus actos criminosos. Entristece-me saber que jamais apagarei da memória o nome de Shiran Bishara Shiran – o primeiro homicida de que ouvi falar quando percebi, menino ainda, que o Mal é capaz de triunfar sobre o Bem e assombrar-nos para sempre. Como um lado lunar dos contos de fadas. Na vida, ao contrário do que sucedia nos filmes e séries da nossa infância, nenhum final feliz está garantido.

O sexo da escrita

por Ana Vidal, em 01.08.11

 

Tenho habitualmente dúvidas sobre se existe uma escrita "feminina" e outra "masculina", ainda que os próprios conceitos variem conforme o prisma. Mas quando, como hoje, leio belos textos claramente musculados como este, essas dúvidas diluem-se: António Lobo Antunes nunca poderia ser uma mulher. Não porque lhe falte sensibilidade, abrangência ou cor, mas porque tem uma inequívoca "andro-escrita" (às vezes dá-me jeito inventar palavras), que por sinal lhe fica muito bem. Vem isto a propósito de uma dicussão entre amigos sobre o tema, em que ambas as barricadas defendiam acaloradamente a sua dama. Dei comigo a saltitar entre uma e outra, incapaz de me fixar numa opinião definitiva. Havia quem defendesse que, perante uma "prova cega" de textos (como se faz com os vinhos ou com os perfumes), saberia dizer, com uma quase certeza, se eles teriam sido gerados no cérebro de um homem ou no de uma mulher. Do outro lado, contrapunha-se nomes de escritores que se revelaram profundos conhecedores do universo feminino - como Märai, por exemplo - ou de escritoras  - como Yourcenar - cuja escrita forte e vigorosa se afasta do cânone feminino e pode levar facilmente um leitor ao engano. Enfim, debateu-se animadamente o eterno assunto, sem que tenha faltado na liça o nome de Amandine-Aurore-Lucile Dupin, baronesa de Dudevant, literariamente travestida  de George Sand.

 

(Nota - Apeteceu-me hoje trazer o assunto para os leitores do DO, com a pergunta sacramental: acha que existe, de facto, uma escrita feminina e uma escrita masculina? Diga de sua justiça.)

 

Adenda: Por sugestão da Laura, vou promover aqui no Delito, durante o mês de Agosto, algumas provas cegas de textos. Veremos o que dá a experiência. Para evitar que haja muita batota - o google é a cábula perfeita para brilharetes! - as respostas terão de ser fundamentadas.

Portugal já está a mudar (11)

por Sérgio de Almeida Correia, em 01.08.11

"Fisco está a avaliar casas acima do preço de mercado"

Jornal de Negócios, 1 de Agosto de 2011

        

                         Gregory Goyle                                       Miguel Relvas

 

Nota 1: com a publicação deste post, conclui-se o elenco da saga, faltando apenas a escolha do actor a quem vai ser atribuído o papel de Harry Potter nacional (ver nota 2). Alguns acusam-nos de termos criticado o despesismo e o clientelismo da saga original sem que, no essencial, tenhamos conseguido alterar essa prática na saga nacional. A esses, gostaria de responder salientando que a saga nacional tem um modelo de governança diferente. E muito menos actores (20 + 1 Harry Potter sendo que nenhum deles é chinês, embora o Armando Gama tenha uns ares) e nenhuma golden chair. Por outro lado, quanto às questões de competência, estamos convencidos de que o currículo dos actores nacionais escolhidos fala por si. Aí estão, por exemplo, os casos de Lili Caneças e Cinha e Pimpinha Jardim, entre muitos outros, que não me deixam mentir. E mais uma coisinha que afirmo com muito orgulho: sim, nesta saga we have jobs for boys &  girls!

 

Nota 2: Esta é a última oportunidade para os nossos leitores sugerirem candidatos ao papel de Harry Potter nacional. O actor será escolhido por votação, em moldes ainda a determinar. Tal como o governo em relação à redução da despesa, sabemos que a vamos fazer, mas ainda não sabemos como. Em todo o caso, pelo nosso lado, está posto de parte o lançamento de  novos (actores) impostos.

 

Os actores propostos até á data para o papel de Harry Potter são os seguintes: Valter Lemos, Paulo Pedroso, Francisco Assis, António José Seguro, Guilherme Oliveira Martins, Cavaco Silva, Manuel Luís Goucha, Carlos Cruz, Sérgio Figueiredo, Braga de Macedo, José Sócrates, Paulo Rangel, Pedro Granger e Carlos Cunha. A estes acrescento, sob minha exclusiva responsabilidade, Carlos Moedas e José Diogo Quintela. Mais algum?

Portugal já está a mudar (10)

por Sérgio de Almeida Correia, em 01.08.11

"Durante 30 dias o Governo tratou de dar más notícias. Faltam as boas. Ou seja, o ataque à despesa. Um ataque à despesa que não se resuma a medidas pontuais e ações de marketing."

 

"Não foi, digamos, um processo bonito de se ver. Não estão em causa as pessoas, está em causa o método. E há agora alguns princípios. Há por ali um bocadinho de tudo: falta de coerência, influência partidária, jogos de poder."

Luís Marques, Expresso, 30 de Julho de 2011

Estamos safos: vem aí mais um grupo de trabalho

por Sérgio de Almeida Correia, em 01.08.11

 

Desta vez não é um grupo de trabalho por causa da troika. É para "estudar a privatização da agência Lusa e do grupo RTP".

 

Houve quem acreditasse que coisas como estas, que não dependiam do acordo com a troika, teriam sido estudadas durante a cura de oposição do PSD e do CDS/PP. E também discutidas nos encontros pré-eleitorais que Passos Coelho manteve com a sociedade civil "de referência" (não foram só bloggers). Afinal, parece que não foi bem assim. Mas Miguel Relvas já veio sossegar os espíritos mais desconfiados: "estamos, também nesta matéria, a pensar com rapidez", disse esta tarde o ministro dos Assuntos Parlamentares.

 

Quando formularam aquele convite a Nogueira Leite para vice-presidente eu já tinha suspeitado que a rapaziada andava a pensar. Mas agora fico muito mais tranquilo. O ministro, que antes tinha deixado a política para ir trabalhar, regressou cheio de gás. E, agora, como se vê pela ideia da criação do grupo de trabalho, não só pensa como já o faz com "rapidez". É obra. 

 

P.S. Na imagem, ministro e primeiro-ministro no momento em que começaram a pensar "com rapidez" a criação de mais um grupo de trabalho. 

Uma questão de pele

por Teresa Ribeiro, em 01.08.11

Lembrei-me logo daquele telefonema. Do outro lado a minha colega soluçava, ainda em choque: "O médico disse-me que se tivesse passado mais um mês talvez fosse tarde". Referia-se a um melanoma que tinha acabado de extrair. Um sinal a que não dera qualquer importância até ao dia em que uma médica do IPO, que por acaso frequentava o mesmo ginásio, reparou nele e a aconselhou a ir, sem demora, a uma consulta. Solícita, ofereceu-se para meter cunha se houvesse uma grande lista de espera. Havia. E a cunha salvou-lhe a vida. 

Lembrei-me daquele telefonema quando, na urgência de dermatologia, sou atendida por um jovem de olhos coruscantes, que antes mesmo de olhar para a cara da minha filha, nos diz: "Eu não vos devia receber. Sinais nunca são caso para urgência. O que deviam era ter marcado uma consulta". Expliquei-lhe que estávamos ali a conselho de um colega dele, de Clínica Geral, que tinha consultado antes. "Sim?", respondeu enquanto fremia de rabo alçado:

-- Então e o que disse exactamente o meu colega?

-- O seu colega disse que o melhor era ser vista numa urgência de dermatologia.

-- Sim? Só que aqui não temos aparelhos para ver sinais. Só na consulta. O procedimento deve ser esse. Vai à consulta, é observada, depois marca outra para daí a seis meses para ver se ocorreu alguma alteração. É assim que se faz.

O sinal que antes era castanho e liso, agora estava preto, saliente e irregular. Tal como nalgumas fotos que são distribuídas à população nas campanhas de prevenção do cancro da pele. Expliquei-lhe que essas alterações já tinham ocorrido e que por esse motivo o seu colega tinha dito que o sinal era para tirar. Só não sabia se com urgência. A frase excitou-o:

-- Ai ele disse que "era para tirar"?

Só então se dispôs a observar o sinal. Perguntei-me o que nos diria aquele boneco do dragon ball, apreciador de fungos e carcinomas mas não de pessoas, se depois de o examinar, percebesse que era mesmo um melanoma bem nutrido. Daria o dito por não dito, ou manteria o seu discurso para não perder a face?

Felizmente para ele e para nós o caso não era urgente.

-- É congénito e ainda por cima tem pêlos.

Só faltou cuspir-lhe em cima. Mas aquele olímpico desdém deixou-me louca de alegria. Podia, enfim, esperar que a dermatologista que costumo consultar viesse de férias para tratar calmamente do assunto.

Do episódio só me ficou a memória daqueles olhos verde água, a chispar energia cósmica, cheios de raiva contra a Humanidade talvez porque estava um belo dia de praia e havia que ficar de banco no hospital, e da minha vontade de voar dali p'ra fora com a minha menina, num jacto triunfal: kamé hamé!!!

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Reflexão do dia

por Pedro Correia, em 01.08.11

«O governo decidiu criar um site onde divulga as nomeações para os gabinetes ministeriais, indicando o nome, o vencimento e o cargo que desempenha. É de aplaudir, naturalmente. A transparência é indispensável à qualidade da democracia. No entanto, não se pode ficar por aqui. É necessário aplicar também o mesmo critério a todas as empresas públicas. E desafiar todos os presidentes de câmaras municipais e governos regionais a seguir o exemplo, mesmo sabendo que se corre o risco, num país de invejosos e coscuvilheiros, de se desvirtuar o objectivo principal da divulgação. O dinheiro do Estado é dinheiro dos cidadãos, dos contribuintes.»

Tomás Vasques, no i

O dedo médio espetado é a nova imagem de marca do senhor conselheiro de Estado. O copo já estava muito gasto.

Agosto (1) casamenteiro (37)

por João Carvalho, em 01.08.11

Bolo de casamento "Animação na Crise".

Este bolo é próprio para casamentos em que os noivos deitam contas à crise e não querem investir numa grande boda, mas querem garantir uma festa animada. Basta assegurar uma distribuição permanente de espumoso nacional e deixar andar. A única dificuldade a resolver é o transporte à saída, porque os convidados não hão-de estar em condições de conduzir e os transportes públicos em crise passaram a estar pela hora da morte.

Um dia, tudo isto será Angola

por Rui Rocha, em 01.08.11

Ficheiro:Mapa de Portugal - Distritos plain.png

Portugal já está a mudar (9)

por Sérgio de Almeida Correia, em 01.08.11

"Albergue espanhol" é uma expressão francesa para lugares confusos, onde se juntam pessoas de culturas diferentes e sem regras. A Caixa começa assim e começa mal. Porque no final disto tudo sobra uma enorme perplexidade: há de tudo neste "onze", de quem sabe muito de política, muito de banca de investimento, muito de mercado monetário, muito de Direito, muito de advocacia de negócios, muito de supervisão, muito de sistemas de pagamentos, muito de governo de sociedades. Na Caixa só não há é ninguém que saiba de uma coisa: de banca tradicional."

Pedro Santos Guerreiro, Jornal de Negócios

Cavolário

 

E as bordoadas fazem um breve interregno de Estio. Voltaremos em Setembro.

Portugal já está a mudar (8)

por Sérgio de Almeida Correia, em 01.08.11

"Eu continuo a não perceber o modelo que foi adoptado."

 

"Segundo erro: o aumento do número de administradores (...)"

 

"Terceiro: tenho dúvidas que o primeiro-ministro tenha razão quando disse (...) que vai custar menos dinheiro."

 

"Acho um erro publicar no portal online sobre as nomeações a lista sem vencimentos (...) aqueles não têm vencimentos? Vão trabalhar à borla? Ou não se quer dizer os vencimentos?"

 

"Cada dia que passa não é bom do ponto de vista da autoridade moral do Governo (...)"

 

Marcelo Rebelo de Sousa, sobre a CGD, na TVI, 31 de Julho de 2011

É preciso saber

por João Carvalho, em 01.08.11

«Navio intacto mais antigo do mundo pode estar no fundo do Báltico». O título é do Público e indica que alguém anda atrás de um navio afundado muito antigo e ainda intacto, tendo sido agora possível perceber que existe a possibilidade de o tal barco estar no Mar Báltico. Certo? Errado.

É exactamente ao contrário: foi descoberto um navio afundado no Mar Báltico e há indícios que apontam para a possibilidade de ser o barco mais antigo encontrado intacto. É exactamente ao contrário, mas há que saber escrever, antes de se saber titular.

Mais trinta cidades que jamais esquecerei (XVI)

por Pedro Correia, em 01.08.11

 

DÍLI

"Hei-de chorar /  As praias mansas de Tibar e de Díli, /  As manhãs, mesas de bruma, de Lautém, /  Os horizontes transmarinhos de Dáre /  As planícies agrícolas /  De Same e de Suai." (Ruy Cinatti)



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