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Via verde

por Sérgio de Almeida Correia, em 01.07.11

Para já, do que ouvi, só dois ministros têm via verde: Paula Teixeira da Cruz e Nuno Crato. Em comum têm a frontalidade, a independência de espírito, o rigor e o bom senso. A mim não me importa que sejam laranjas, tangerinas, mandarinas ou outro citrino qualquer. Espero é que tenham força suficiente para cumprir os respectivos programas nas áreas da Justiça e da Educação e que não percam a sua identidade no meio da massa de "yes men". E se por qualquer razão, das que todos conhecemos e ninguém diz, as corporações e os sindicatos do costume lhes quiserem travar o passo, podem desde já contar com o meu apoio e estímulo, que sei que conta muito pouco, para fazerem as reformas que todos exigem nessas áreas.  

Walk the talk

por Rui Rocha, em 01.07.11

O imposto extraordinário sobre o subsídio de natal esgota o limite de tolerância de muitos eleitores, nos quais me incluo, relativamente a medidas que assentem no princípio do saque fiscal. A partir daqui não é aceitável um Governo decidido nos impostos e com intenções tíbias na reforma do Estado e na racionalização da despesa. Neste domínio, tivemos, até ver, manifestação de intenções mais ou menos concretas. Agora, já não chega. Aceito que a medida em causa fosse indispensável face a uma situação descontrolada e relativamente desconhecida. É um benefício da dívida próprio do estado de desgraça. Que cessa no imediato momento em que se perceber que este Governo representa, devido às circunstâncias, menos do mesmo.

Coisas que só Passos Coelho sabe

por Sérgio de Almeida Correia, em 01.07.11

"O Governo acompanhará a adopção do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa garantindo que a sua crescente universalização constitua uma oportunidade para colocar a Língua no centro da agenda política, tanto interna como externamente" - do Programa do XIX Governo Constitucional.

 

"Em Portugal, deixou de haver ortografia (e sem ortografia deixará de haver língua escrita estável e coesa): este programa de Governo dita de forma definitiva a suspensão da estabilidade ortográfica, aspecto fundamental da qualidade e correcção linguísticas e um dos pilares da Educação e do acesso ao Conhecimento.

Registe-se que o programa do Governo foi escrito em ortografia e não 'em acordografia', apesar de todos os correctores, vocabulários, dicionários e prontuários 'atualizados' disponíveis (todos ligeiramente diferentes uns dos outros, é certo)". - António Emiliano, aqui, no Público.

 

Entretanto, vou ali buscar uma cadeira para me sentar, enquanto espero que Vasco Graça Moura - sempre oportuno quando se tratava de malhar no Sócrates - e Francisco José Viegas - sempre atento aos desvios - digam alguma coisa sobre aquela trampa (sem ofensa, é claro) que ficou a constar do Programa do Governo e que ali acima se transcreveu, assim respondendo ao texto de António Emiliano.

Uma abordagem realista

por Rui Rocha, em 01.07.11

Com o novo acordo ortográfico, corrupção não sofre alteração.

Diz que é uma espécie de filósofo

por Rui Rocha, em 01.07.11

Sócrates não é engenheiro, mas supostamente licenciado

Eurico Calado, professor fundador da Universidade Independente (UnI) e antigo responsável pelos cursos de Engenharia da mesma Universidade, afirmou no dia 20 de Junho em Tribunal que José Sócrates “Não é engenheiro”, mas sim “supostamente licenciado”.

 

O professor contou que confrontou o ex-reitor Luís Arouca sobre o assunto e que este lhe contou como todo o processo foi feito nas suas costas. “Perguntei-lhe : “Ouve lá, Luís. Então o Sócrates licenciou-se na minha universidade, na faculdade de que eu sou director, e que até fez a minha cadeira (Inglês Técnico) e eu nunca soube de nada? Ele respondeu: Se soubesses isto nunca se tinha feito. Pois não, respondi eu. Pelo menos nunca daquela maneira”.

 

Segundo o semanário Sol, Eurico Calado, explicou aos juízes, que julgam um dos processos- crime relacionados com a UnI, que percebia que as universidades precisam de visibilidade politica: “Ele era secretário de Estado e há umas manobras que é sempre possível fazer, mas dentro da legalidade, como apresentar uns trabalhos. E houve outros casos destes, de descrédito”.

Vinte cidades que jamais esquecerei (XV)

por Pedro Correia, em 01.07.11
HONG KONG
"O rochedo mais rico do mundo." (André Malraux)



Belles toujours

por Pedro Correia, em 01.07.11

 

Ana Sofia Varela

As canções do século (547)

por Pedro Correia, em 01.07.11

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