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Deep shit - 16

por Teresa Ribeiro, em 03.06.10

No Relatório da Transparência Internacional sobre 2009, divulgado em Novembro, Portugal caiu três posições no ranking da corrupção. Meses antes o presidente do Observatório da Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo acusava, aos microfones da rádio, os partidos políticos de bloquearem intencionalmente a criação de leis eficazes contra a corrupção.

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Faça o Governo o que fizer

por Pedro Correia, em 03.06.10

Já não se viola apenas o pacote de promessas eleitorais sufragado em Setembro e o programa do Governo: agora viola-se abertamente a Constituição da República. Cavaco Silva, o "supremo garante" da lei fundamental, a tudo assiste sem soltar uma exclamação. A "cooperação estratégica" traduz-se nisto: faça o Governo o que fizer, contará sempre com o silêncio reverente e cúmplice do Presidente da República.

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... pa-ra-o-me-ni-no-Pe-dro...

por João Carvalho, em 03.06.10

... u-ma-sal-va-de-pal-mas.

Ouvi dizer que querem acabar com este feriado pelo teu dia...

Parabéns, compadre!

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Passado presente (CCXXXIX)

por João Carvalho, em 03.06.10

 

 

Opel (Alemanha)

Olympia Rekord Cabrio (1953/57), Olympia Rekord (1957/60)

e Rekord (1960/63)

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Cem palavras que odeio (59)

por Pedro Correia, em 03.06.10

"SUBSIDIAÇÃO"

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Saltos altos, baixas letras

por Ana Vidal, em 03.06.10

"Já se podem alugar malas de luxo em Portugal."

Este é o título de um post de "A Vida de Saltos Altos, o blogue mais cor-de-rosa do Expresso", recentemente relançado e com uma equipa feminina de luxo. Assim é definido pelo próprio jornal, que anuncia "textos diários que prometem humor e sensibilidade". Só não prometem bom português,  o que é uma pena. Mas suponho que não se pode ter tudo.

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As canções do século (154)

por Pedro Correia, em 03.06.10

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Ligação directa

por Pedro Correia, em 03.06.10

Ao Adeus Lenine.

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Ódio à solta em antena aberta

por Pedro Correia, em 02.06.10

Esta manhã, a Antena 1 abriu os seus microfones à voz do "povo" que fervia de indignação contra Israel. Só escutei alguns minutos, mas foi quanto bastou para ouvir as coisas mais espantosas. Coisas como estas:

 

"Hitler só cometeu um erro na II Guerra Mundial: não ter exterminado apenas os judeus."

"Os judeus são por natureza insociáveis."

"É pena que não haja um país que de um momento para o outro perca a cabeça e extermine Israel."

"A comunidade internacional tem de tomar medidas contra o Estado nazi de Israel."

 

Repito: só escutei alguns minutos. Mas foi o bastante para ter ouvido proclamações carregadas de ódio racial, reles exclamações xenófobas, frases negacionistas pretendendo "desculpabilizar" o nazismo e até instigações abertas ao genocídio. Tudo a pretexto das lamentáveis mortes ocorridas a bordo do navio turco ao largo de Gaza, imputáveis ao Governo e às forças armadas de Israel.

Há quem possa chamar a isto serviço público. Eu não.

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Pub: IPRIS Lusophone Countries Bulletin

por Paulo Gorjão, em 02.06.10

May 2010 -- Table of Contents:
Pedro Seabra, "Brazil and Iran: Praises and disbelief"
Paulo Gorjão, "Squaring the circle in Guinea-Bissau"
Aslak Orre, "President Guebuza's own microcredit program: Development failure and political success"
Diogo Noivo, "Portugal and the Arabian Peninsula"
Dennis Shoesmith, "Bringing the state to the people: Challenges facing local goverment reform in Timor Leste"
Timeline of Events
Reading List

Download: Aqui.

Receber Gratuitamente: Aqui.

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Outras leituras

por Ana Margarida Craveiro, em 02.06.10

O Carlos do Carmo Carapinha escreve aqui um grande texto sobre os fechos de escolas e o centralismo que nos domina.

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Deep shit - 15

por Teresa Ribeiro, em 02.06.10

A má qualidade das leis em Portugal custa 7,5 mil milhões de euros ao país, valor que se aproxima da metade do défice do subsector do Estado – notícia divulgada em Janeiro por uma técnica da Presidência do Conselho de Ministros.

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Uma péssima ideia

por Sérgio de Almeida Correia, em 02.06.10

Não é só no Reino Unido que a crise de ideias grassa entre os criativos. Em Portugal temos tido muitos e variados exemplos. Dos desodorizantes que protegem durante 48 horas, e que são obviamente concebidos para porcos que não tomam banho todos os dias, aos anúncios de telemóveis que, em regra, são hinos à estupidez, passando pelos que são pagos a peso de ouro pela banca com os resultados que estão hoje à vista de todos, temos tido de tudo.

Mas aqueles que hoje aparecem a bater todos os recordes são os da vuvuzela da Galp.

A partida que ontem opôs Portugal aos Camarões mostrou como uma simples corneta pode tornar incómodo assistir a um simples jogo de futebol. Só que o chinfrim não acaba quando a partida termina. Ele prolonga-se noite fora em edifícios habitacionais, dentro e fora, nas suas varandas, e também em cafés e centros comerciais, com os petizes que conseguiram convencer os pais a darem-lhes o dito instrumento, a ensaiarem as habilidades dos seus ídolos.

Uma campanha destas custa seguramente muitos milhares de euros. Duvido que essa seja a melhor forma da Galp promover o apoio à selecção nacional e melhorar a sua imagem. E como já prevejo o calvário que aí vem até ao final do mundial de futebol, o ideal era que os portugueses se fossem todos plantar à porta dos responsáveis da Galp e os azoassem de manhã à noite com as vuvuzelas. Começa a não haver pachorra para a estupidez de algumas empresas e dos seus responsáveis.

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Os fins não justificam os meios

por Pedro Correia, em 02.06.10

 

"Lamento as mortes, mas..." Bem gostaria eu de ver banidas estas adversativas do debate político, seja a propósito de que tema for. Acaba de acontecer como tentativa de atenuar as circunstâncias do desproporcionado ataque israelita a uma embarcação sob bandeira turca ao largo de Gaza que provocou dez mortos. Ainda há pouco assistimos à mesma proliferação de mas a propósito da violência urbana em Atenas que causou três vítimas mortais. Como se o combate à pobreza ou à exclusão desse uma espécie de caução ao homicídio, ainde que involuntário.

A morte de um único ser humano em caso algum pode constituir um pormenor de somenos, inteiramente descartável à medida de conveniências ideológicas ou considerações de facto. “Neste momento, lançam-se bombas sobre os eléctricos em Argel. A minha mãe poderá ir num desses eléctricos. Se isso é a justiça, prefiro a minha mãe.” Palavras de Albert Camus, proferidas em 1957, quando as bombas da Frente de Libertação Nacional, que se opunha ao domínio colonial francês, semeavam o terror na Argélia. A luta anticolonial era justa? Só até ao ponto em que não fazia derramar o sangue de inocentes.

As palavras de Camus valeram-lhe inúmeras críticas. Mas o autor d' A Peste tinha razão: os fins não justificam os meios, a violência não é revolucionária, o assassínio é intolerável seja sob que pretexto for e revista as formas que revestir, a "sociedade nova" com que muitos sonham não pode ser erguida sob um amontoado de cadáveres. Para ser ainda mais directo: nenhum desígnio político justifica a perda de uma vida humana. Na Grécia ou em Gaza.

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Os caminhos do marketing

por Sérgio de Almeida Correia, em 02.06.10

A revista da British Airways publicou um anúncio que é bem revelador da falta de sensibilidade de muitos dos especialistas actuais em marketing e publicidade. Para promover as suas viagens e o programa "frequent flyer", a BA decidiu inserir um cartão de embarque, vulgo "boarding pass", em nome, imagine-se, de Osama Bin Laden. Algures nas montanhas do Afeganistão ou do Iémen, este "frequent flyer" deve estar a gozar com o número. Não sei quem foi o "génio" de tão brilhante ideia, mas que é de um profundo mau gosto, lá isso é. 

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Giros e talentosos (32)

por Leonor Barros, em 02.06.10
David Duchovny

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Passado presente (memória)

por João Carvalho, em 02.06.10

 

Peugeot 204 Cabriolet (França, anos 60/70)*

 

* — O João Severino com a família e o seu 204 C, em 1973.

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A pescadinha de rabo na boca

por João Carvalho, em 02.06.10

Era quase inevitável. O Pedro Correia já aqui se referiu a isso e muito bem, mas faltavam os partidos para marcar a agenda política. Nos tempos difíceis que correm, adivinhava-se que não iam demorar a aparecer aqueles que defendem a redução do número de deputados — e apareceram. O tema é velho e cíclico, mas qualquer discussão séria foi sempre sucessivamente adiada. Agora, em período de dramática austeridade, com visível falta de exemplos nas áreas políticas e de cortes decididos nos orçamentos institucionais, perante medidas que começaram hoje a espremer ainda mais uma fatia cada vez maior da população já seriamente afectada por este atoleiro nacional, o tema tinha de regressar. Em vão.

Ainda não é desta que o assunto segue em frente. Logo se levantaram várias opiniões contrárias. Uns, por exemplo, contrapõem que estas coisas não devem ser tratadas a quente, que não devem discutir-se e ser concluídas numa situação específica, mas antes ser abordadas em diferente época que não prejudique o debate e sem que sirvam precipitadamente apenas um dado momento. Acho isto curioso, porque se não se fala quando parece ser preciso falar-se, o certo é que os anos têm rolado sem que se falasse quando não havia urgência próxima. É a pescadinha de rabo na boca: não se discute porque a necessidade é má conselheira, mas também não se discute noutras ocasiões porque não vem a propósito.

O que mais me custa a engolir, contudo, não é bem esse motivo estafado. O que realmente mais me custa é haver quem argumente que reduzir o número de deputados durante uma legislatura tende a amputar a representação parlamentar e a perverter a proporcionalidade pluripartidária. Esta é a posição, por exemplo, dos socialistas, que andam a manifestar-se repentinamente preocupados com aquilo que entendem ser o risco de haver muitos círculos eleitorais que poderiam perder a sua representação na Assembleia da República. E foi isto sem-tirar-nem-pôr que o líder da bancada socialista teve para declarar publicamente sobre o assunto.

Ora, se não se altera a meio das legislaturas e se não se altera com a proximidade de eleições parlamentares, não há dúvida: altera-se é nunca. Mas a coisa acaba até por ser uma triste ironia. Então não se dispensam deputados por haver zonas do país que deixariam de estar representadas? Desde quando é que os deputados, em número escandalosamente significativo, são representantes de zonas que os elegeram e que mal conhecem ou onde nunca puseram os pés?

Se é assim, vou ali e já volto. Aproveitem para meter as mãozinhas nos restos de consciência que possam ter, senhores, e lembrem-se disto: a argumentação deve ser, antes de mais, inteligente. Inteligência devia também ser, por sinal, condição indispensável para se estar no Parlamento.

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As canções do século (153)

por Pedro Correia, em 02.06.10

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Ligação directa

por Pedro Correia, em 02.06.10

Ao Suction with Valchek.

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