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Inglês técnico

por João Carvalho, em 28.07.10

Freepór? Ah, pois, o Freepór. Não deixaria a noite chegar sem fazer um comunicado sobre o Freepór, claro. O dia tivera uma agenda apertada com o seu ponto alto em Sines, no seu seapór e no futuro Harbor Freight Transpór. Tivera de falar na alta velocidade, mas sem se referir ao novo airpór. A seguir, dispensaria o motorista para dar uma volta no seu carro de spór. Depois de jantar, iria calhar bem um cálice de Pór wine doce. Onde é que se produz? Será em Pór-au-Prince? Ou em Davenpór? Não interessava. Esperava-o uma noite bem dormida. Queria levantar-se cedo, chamar o transpór oficial e ir fazer uma corridinha junto ao cais, lá para as bandas do Taguspór. Se o dia fosse mais calmo, aproveitaria para rever aquele velho compêndio de inglês técnico.

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18 comentários

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De ariel a 28.07.2010 às 10:40

O homem esteve aqui quase, quase na minha praia? olhe que não se deu por ele, não vi ninguém sobressaltado, o dia decorreu dolente e quente sempre dentro de água que o calor apertava...
:)))
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De João Carvalho a 28.07.2010 às 10:57

Foi por isso mesmo que não o viu: ele não vai à água, para não ir ao fundo...
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De fernando antolin a 28.07.2010 às 12:52

O discurso (?) em Sines foi uma coisa que por aí "apanhei" e em que o senhor fala de como gosta de portos, da atmosfera dos portos ,etc, fazendo lembrar o saudoso Almirante Tomaz ?? É penoso...
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De João Carvalho a 28.07.2010 às 13:27

Um verdadeiro homem do mar. Mas foi em Sines que fez a declaração mais importante:
http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/2003412.html
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De João Sousa a 28.07.2010 às 13:27

No final da década de 60, Harold Holt, primeiro-ministro da Austrália, foi nadar no mar e nunca mais ninguém o viu. Simplesmente desapareceu.

A diferença é que Holt teve uma carreira longa e digna antes do sucedido. Já Sócrates, numa praia, equivaleria a uma mancha de poluição.
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De zeparafuso a 28.07.2010 às 13:35

Com tantos " pór ", qualquer dia o homem engana-se e ainda diz " pôrrá " enganei-me. Será difícil falar português? Não me admira que cada vez se fale pior, com tantas escolas a fecharem......minha rica 4ª classe, onde não era preciso falar " Ingliche " nem " françoá " .
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De João Carvalho a 28.07.2010 às 16:36

Acabaram com a 4.ª classe...
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De Asdrubal a 28.07.2010 às 17:27

Deve ser dito que "Port-au-Prince" é de origem francesa e que o "t" de "Port" na verdade fica omisso na pronúncia, como muitas outras palavras em Francês. Portanto, não faz qualquer sentido no seu texto.
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De João Carvalho a 28.07.2010 às 17:37

Ó Asdrubal, se V. acha que «deve ser dito», fica dito por si.
Porém, acontece que o au depois de Port implica a ligação das duas palavras com a leitura do t de Port.
Portanto, não faz qualquer sentido o seu comentário.
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De zeparafuso a 28.07.2010 às 19:07

Elementar ! Meu caro Watson. Ou Poirrot ?
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De Virgínia a 29.07.2010 às 10:11

Ai este nosso Pór...tugal!
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De Asdrubal a 29.07.2010 às 17:32

Levou a mal o que escrevi, teimou e, atrevo-me a dizer-lhe, caiu no ridículo. Como não me leva a sério tive de recorrer a fontes que para si serão, assim espero, mais credíveis...

http://www.bbc.co.uk/blogs/magazinemonitor/2010/01/how_to_say_haiti_and_portaupri.shtml


http://www.forvo.com/word/port-au-prince/


Espero que isto não o leve a pensar que não aprecio o que escreve.

Eh Eh!
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De João Carvalho a 29.07.2010 às 17:58

Acontece que eu sou mais virado ao francês parisiense, meu caro Asdrubal. Mas ficamos quites: V. atrevido, eu teimoso. Teimoso e ridículo, não é?

Para a próxima não ocupe tanto espaço escusamente, ok? É que a gente não ganha para tanta área nas caixas de comentários.
Eheh...
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De Asdrubal a 29.07.2010 às 18:04

Não, não é! Ter-me-ei excedido no palavreado e no tom, admito. O meu acto de contrição.

Respeitosos cumprimentos.

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De João Carvalho a 30.07.2010 às 12:39

Um abraço, Asdrubal, e vá aparecendo.

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