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Outras leituras

por Ana Margarida Craveiro, em 02.06.10

O Carlos do Carmo Carapinha escreve aqui um grande texto sobre os fechos de escolas e o centralismo que nos domina.

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5 comentários

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De Pedro Correia a 02.06.2010 às 15:28

Faça o Governo o que fizer, contará sempre com o silêncio reverente e cúmplice do Presidente da República.
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De João Carvalho a 02.06.2010 às 16:28

Fechem-se as escolas, feche-se o interior, feche-se o país.
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De lili a 02.06.2010 às 20:32

E o último a sair que feche a luz.
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De José Manuel Faria a 02.06.2010 às 18:11

http://5dias.net/2010/06/02/uma-escola-exemplar-no-fim-da-linha/

Caso Concreto: Contra o encerramento da escola da Boa Fé (Évora) – Uma escola modelar do ensino público de qualidade em meio rural.
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De Sérgio de Almeida Correia a 02.06.2010 às 19:10

Cara Ana Margarida,

Eu ia fazer um comentário ao texto do link , mas o Pedro, de certa forma, já o fez por mim.

Há aspectos dos quais discordo, com alguns concordo, e há outros que confesso não compreender nestas reformas que tão depressa avançam como recuam.

Os argumentos são discutíveis. Todos eles.

O centralismo pode ser uma coisa abominável - eu agora vivo a Sul, nem sempre foi assim, e não são poucas as vezes que não penso mal do centralismo, em especial quando vou para os lados de Loulé ou para outras autarquias e as vejo subservientes aos interesses de algumas empresas e escritórios de Lisboa com filial no Algarve, ignorando ostensivamente os interesses locais e das gentes que supostamente representam em troca de um penacho e de um salamaleque - mas até hoje, confesso, foram poucas as coisas bem feitas que vi sair dos entes locais sem os habituais fumos. Sublinho esta última frase.

A gente olha para o Porto Capital Europeia, para a Casa da Música (as derrapagens, o tempo que levou, não a obra ou o projecto), para o Metro do Porto, só para dar estes 3 exemplos, e o que se vê? Dá vontade de perguntar que culpa tem o centralismo nos "espatifanços" locais, nas guerras de sacristia?

Sou hoje um defensor da regionalização (nada de confusões com os Mendes Bota que por aí andam a apregoá-la) e por isso mesmo penso que sou insuspeito para dizer que o mal não está no centralismo.

Ele reside na falta de horizontes, de preparação, na incapacidade para ver mais longe e para ser capaz de reformar sem desmantelar.

E é preciso pensar nas coisas sem o complexo ideológico, com abertura de vistas, sem palas nem provincianismos serôdios.

E isto aplica-se tanto à direita como à esquerda.

O actual PR é, por isso mesmo, um bom exemplo.

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