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Expressões que detesto (54)

por Pedro Correia, em 21.05.10

"DÉFICE ORÇAMENTAL"

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23 comentários

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De João Carvalho a 21.05.2010 às 13:20

Sendo improvável acertar no zero, quando um país não tem "défice orçamental", tem 'superavit'. Portugal não tem um nem outro. Tem um pouco dos dois: tem superdéfice.
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De Sílvia a 21.05.2010 às 14:27

Sempre à altura de um bom comentário.
Gostei. :)
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De umquarentao a 21.05.2010 às 15:16

Introdução:
Não é difícil de perceber, que o verdadeiro objectivo da repressão dos Direitos das mulheres era tratar as mulheres como uns meros 'úteros ambulantes'... para que as sociedades ficassem dotadas duma Vantagem Competitiva Demográfica.
[nota: ver blog 'Origem Tabu Sexo']
A Europa moderna é uma das maiores bandalheiras éticas da História: criticam a repressão dos Direitos das mulheres... e em simultâneo, defendem que se deve aproveitar a 'boa produção' demográfica proveniente de determinados povos [sendo que essa 'boa produção' foi proporcionada precisamente pela repressão dos Direitos das mulheres]... para baixar os custos de renovação demográfica na Europa.
{Renovação Demográfica: significa alcançar uma taxa de natalidade de 2.1 filhos por mulher... e isso implica custos de renovação demográfica: incentivos monetários à natalidade, despesas com a fertilidade dos casais, despesas com a gravidez das mulheres, despesas em Saúde e Educação até à idade adulta, etc}


APELO EM DIVULGAÇÃO NA INTERNET:
Educação Sexual sem Tabus nem Neo-Tabus:
- Úteros Artificias (Uma Investigação Cientifica Prioritária) e prostituição subsidiada.
Ainda há parolos é que acreditam em histórias da carochinha... mas há que ASSUMIR a realidade:
- Nas Sociedades Tradicionalmente Poligâmicas apenas os machos mais fortes é que possuem filhos.
- No entanto, para conseguirem sobreviver, muitas sociedades tiveram necessidade de mobilizar/motivar os machos mais fracos no sentido de eles se interessarem/lutarem pela preservação da sua Identidade. De facto, analisando o Tabú-Sexo (nas Sociedades Tradicionalmente Monogâmicas) chegamos à conclusão de que o verdadeiro objectivo do Tabú-Sexo era proceder à integração social dos machos sexualmente mais fracos; Ver blog 'Origem Tabu Sexo' .

CONCLUINDO:
1º- Cada um é como é, as mulheres são como são, e os machos mais fracos (um exemplo: eu!) devem borrifar-se para o facto de serem rejeitados pelas mulheres: recorrer/pagar a prostitutas é uma actividade normal, não é uma actividade marginal [nota: os machos - das Sociedades Tradicionalmente Monogâmicas - devem ter direito a uma prostituição mais barata (leia-se subsidiada)].
2º- Nas Sociedades Tradicionalmente Poligâmicas é natural que sejam apenas os machos mais fortes a terem filhos, NO ENTANTO, as Sociedades Tradicionalmente Monogâmicas têm de Assumir a sua História!!! Isto é, estas sociedades não podem continuar a tratar os machos sexualmente mais fracos como sendo o caixote do lixo da sociedade!!! Isto é, os machos ( dotados de Boa Saúde ) rejeitados pelas fêmeas devem possuir o legítimo Direito de ter acesso a ÚTEROS ARTIFICIAS...

OBS: Incompetência sexual não significa inutilidade... de facto, os machos mais fracos já mostraram o seu valor: as sociedades tecnologicamente mais evoluídas... são sociedades tradicionalmente monogâmicas!

OBS 2: Hoje em dia, por um lado, muitas mulheres vão à procura de machos de maior competência sexual, nomeadamente, machos oriundos de sociedades tradicionalmente Poligâmicas: nestas sociedades apenas os machos mais fortes é que possuem filhos, logo, seleccionam e apuram a qualidade dos machos.
Por outro lado, hoje em dia muitos machos das sociedades tradicionalmente Monogâmicas vão à procura de fêmeas Economicamente Fragilizadas [mais dóceis] oriundas de outras sociedades...
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De João Carvalho a 21.05.2010 às 15:30

Neste blogue não se GRITA porque isso dá-me cabo dos tímpanos dos olhos.
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De zeparafuso a 21.05.2010 às 23:23

João, João, de quando em vez tem que usar uns óculos com hastes maiores para proteger os tímpanos da vista. Por vezes sabe bem o grito. Alivia.
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De M.Deus a 21.05.2010 às 15:34

Eis uma descrição muito bem elaborada daquilo que é o Défice.......mental!
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De zeparafuso a 21.05.2010 às 14:15

Não admira Pedro, veja só: O nosso orçamentógolo ou orçador , não conseguiu orçamentar, o orçamento para apresentar aos orçamentistas, que aprovam ou não o orçamento do estado, porque a orçamentologia , foi mal orçamentada.
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De Sílvia a 21.05.2010 às 15:46

Discurso bem orçamentado. Sem défice. Ehehe...
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De zeparafuso a 21.05.2010 às 23:16

Défice associo a deficiência, insuficiência ou ausência de funcionamento de um órgão , imperfeito, inacabável, definhador , permanente e isso não quero. Sobretudo se a ausência de funcionamento de um órgão , esse órgão for a cabeça. Já pareço um primeiro camarário a falar. ( funcionamento de um órgão , se esse órgão ). É contagiante. Orçamentólogo , deficientólogo , com defiçólogo . Não me soólogo .
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De Sílvia a 21.05.2010 às 23:41

Concordo consigo, veementemente.

:)
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De Luís Reis Figueira a 21.05.2010 às 14:33

Pedro, posso sugerir-lhe mais uma para a colecção?
Então aí vai: "Imenso avanço civilizacional".
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De João Carvalho a 21.05.2010 às 15:30

Parece-me que já ouvi isso em qualquer lado...
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De Sílvia a 21.05.2010 às 17:14

Pulula em Portugal. Ouve-se e sente-se...
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De Dina a 21.05.2010 às 14:34

Terá a ver com deficiência? se tem sido detectado antes das 10 semanas, teria dado em aborto, quem sabe! E pronto, agora já não era detestado por ninguém!
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De M.Deus a 21.05.2010 às 16:06

Veja lá se me ajuda; Há uma expressão que nunca consegui perceber:"não fazer nada". O que é que isto quererá dizer? É que fazer nada, é nao fazer, e não fazer nada, será fazer?
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De João Carvalho a 21.05.2010 às 16:26

Vou pòr o assunto em cima da mesa...
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De M.Deus a 21.05.2010 às 16:31

"Em cima da mesa"??
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De João Carvalho a 21.05.2010 às 16:52

Liga bem com "não fazer nada"...
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De Pedro Correia a 22.05.2010 às 00:23

Há outra expressão, muito redundante, com que também sempre embirrei: "já agora".
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De Daniel João Santos a 21.05.2010 às 23:33

se fosse só uma expressão indolor até quem nem era mau.
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De Pedro Correia a 22.05.2010 às 00:24

Pois. E aqui para nós, Daniel: também detesto a expressão Bloco Central. A expressão e não só.
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De José Sejeiro a 22.05.2010 às 11:23

Eu o que mais detesto é o meu deficit Por mais que planei não consigo que chegue para além do jornal e das três bicas diárias. É que às vezes apetece-me uma quarta e aqui no "Ritz" não servem café, dizem que faz mal ao coração dos velhos.
Obs. Não queiram ser velhos. Somos mais reprimidos pelos bem intencionados do que em crianças pelos pais.

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