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por Pedro Correia, em 16.02.09

 

Sofia Loureiro dos Santos: "Há algo que julgo ser muito importante o PS e Sócrates clarificarem antes das eleições legislativas: qual a política de alianças que defendem após as eleições, caso não tenham maioria absoluta. É que disso também pode depender a votação no PS. Para mim é indispensável que o PS afirme e cumpra que não fará alianças com o PSD e com o CDS/PP."

 

Joana Carvalho Dias: "Malhar nos ricos moralizando a sociedade e a política: oh prazer dos prazeres, sublime desígnio político, que o diga o Presidente Chávez inspirador e amigo dos nossos governantes: puxando à inveja, chafurdemos todos pois no caldo medíocre do igualitarismo, enalteçamos os sentimentos básicos das justiças populares e das vozes moralizadoras. Depois da ressaca da festança, pagaremos todos caro por tais desvarios. Todos?"

 

Rui Pena Pires: "O discurso moral contra o capitalismo com base no qualificativo de “ganância” remete para memórias pouco progressistas. Remete, em primeiro lugar, para a memória profundamente anti-moderna dos tempos em que o enriquecimento pelo trabalho no comércio ou nas “indústrias” era considerado fruto da “ganância”, enquanto o enriquecimento pelo saque e pela pilhagem era louvado como nobre. Remete, em segundo lugar, para a memória das derivas totalitárias que mancharam o século XX."

 

Tomás Vasques: "Os venezuelanos têm o leite racionalizado, mas receberam diariamente no telemóvel mensagens de voz gravadas com Hugo Chávez – ele próprio - a apelar ao voto no SIM, no referendo de hoje. A operadora telefónica é uma empresa nacionalizada, como é bom de ver. Independentemente do resultado do referendo, destinado a perpetuar constitucionalmente Chávez no poder, tenho uma certeza – e eu costumo ter poucas certezas: se o Não contasse com metade dos meios de propaganda dos chavistas e se, o que não era aconselhava, utilizasse os meios repressivos, a chantagem e a intimidação que o «socialismo do século XXI» usou durante a campanha eleitoral, ganhava com mais de 80%."

 

Filipe Nunes Vicente: "Os projectos fundamentalistas da esquerda revolucionária precisam tanto da cultura democrática como um cão precisa de pulgas. O culto da personalidade é uma necessidade porque falta à esquerda revolucionária o sedimento que os fundamentalismos religiosos têm de sobra: a religião."

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