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Pague-se

por João Carvalho, em 21.04.10

«Parlamento vai pagar viagens de Inês de Medeiros a Paris». A Paris e de Paris, suponho. Mais ajudas de custo.

Mas não é preciso entrar em pormenores, porque estou em condições de dizer que a Assembleia da República não vai pagar nada disso. Nós é que vamos.


18 comentários

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De zeparafuso a 21.04.2010 às 11:52

Claro que tem razão, João! Mas.......deputada pelo circulo de Lisboa, vivendo em Paris...... a culpa é nossa. Sendo a culpa nossa, teremos que ser nós a pagar as ajudas de custo, as idas e vindas ao lar e mais que fosse. Nós até gostamos disto ( pelo menos é o que parece). " Lá vamos, cantando e rindo, levados, levados sim, pela voz..........da Assembleia da Republica "
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De João Carvalho a 22.04.2010 às 08:56

A culpa é muitas vezes nossa enquanto eleitores.
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De zeparafuso a 21.04.2010 às 11:57

PS, de post scriptum (?) o outro é de fugir "Lá vamos, cantando e rindo, Levados, levados sim....". Os nossos irmãos (?) Brasileiros diriam M'engana , qu'eu gosto"
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De João Carvalho a 22.04.2010 às 08:57

Já não enganam ninguém, Zé.
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De cr a 21.04.2010 às 12:25

João, esta senhora foi democraticamente eleita, o problema aqui é aceitar candidatas que residam fora do país.
Por exemplo, uma empresa privada que está estabelecida em Vila nova de Gaia e contrate uma pessoa que reside em Lisboa, vai pagar-lhe essa deslocação se for esse o entendimento entre ambos.
Um deputado é contratado para trabalhar para todos nós em Lisboa e se vive em Paris, sugiro que seja o PS a pagar as viagens das deslocações, pois ela foi proposta por este partido.
Eu não concordo com pagamentos dessas deslocações, ainda entendo dentro do próprio pais, mas não aceito fora, Portugal não é uma empresa privada. Ou é?
Bolas, mas será que não temos gente competente que viva aqui?
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De João Carvalho a 22.04.2010 às 08:59

Ter gente competente, temos, CR. Mas foge da vida pública como o diabo da cruz.
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De Sílvia a 21.04.2010 às 12:31

Do ponto de vista legal acredito na bondade e adequação do parecer agora emitido, e que tudo indica será seguido pelo Sr. Presidente da Assembleia da República, face ao quadro legal em vigor (que exige alterações...) - a lei não obriga a que o deputado resida em território português e o regimento da Assembleia da República não prevê a situação em apreço.
A questão sempre se colocará de qualquer forma a um outro nível e tanto na esfera da sra. deputada como na do partido que representa: a prossecução do interesse público inerente às funções em apreço imporia que o PS "recomendasse" aos seus deputados um contacto mais próximo com a realidade portuguesa, e consequentemente a residência em Portugal; por outro lado, a aceitação do exercício de tais funções pela sra. deputada deveria ser facto suficiente para a alteração da sua residência para Portugal.
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De cr a 21.04.2010 às 12:49

Bem dito Silvía.
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De Amêijoa Fresca a 21.04.2010 às 12:35

Beati monoculi in terra caecorum...

O estado de falência
e de feliz deleitação
revelam a indolência
de tamanha aberração!

O problema é evidente
por muito que queiram esconder,
neste regime decadente
tão difícil de se entender.
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De João Carvalho a 22.04.2010 às 09:00

É curioso como falência rima com decadência. Com indecência também.
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De Leonor Barros a 21.04.2010 às 12:50

É claro que vamos ser nós a pagar, João. O que eu acho é que as regras deviam ser estabelecidas logo de início e acabar com estes insultos a quem vive de ordenados mínimos e outros que não sendo mínimos impossibilitam uma vida digna. De Paris a Lisboa em executiva não é um luxo, é um abuso. Caca de país, é o que é.
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De João Carvalho a 22.04.2010 às 09:01

Caca de país? É pena, mas o retrato parece-me bom.
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De 100anos a 21.04.2010 às 15:44

Este é um sinal claro da degenerescência do regime político português - creio que normalmente estas barbaridades só sucedem em períodos de fim de regime.
Entrámos em período de gótico flamejante.
Havemos de chegar à Reforma.
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De Ana Vidal a 21.04.2010 às 19:15

Eu acho que já estamos no mais puro rococó, 100 anos. Passou a Reforma por nós e nem demos por ela...
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De José Sejeiro a 21.04.2010 às 17:35

Valham-nos os Eyjafjallajokull's, sempre poupamos algumas viagens.
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De João Carvalho a 22.04.2010 às 09:02

E, contudo, conseguimos somar prejuízos até quando não viajamos...
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De Pedro Correia a 22.04.2010 às 01:07

Sorte a nossa, a senhora deputada eleita por Lisboa não residir em Ulan Bator.
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De João Carvalho a 22.04.2010 às 09:03

Mas parece que vai viver para a Bolívia, para não ficar careca.

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