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Continuação do País

por João Carvalho, em 13.02.09

Portugal em recessão. «(...) As dificuldades que esta situação representa são dificuldades que continuam. Os sinais neste início de 2009 continuam a ser sinais de que a economia portuguesa continua a sofrer (...)» Esta eloquente explicação é do ministro das Finanças e da continuidade.

As palavras de Teixeira dos Santos permitem tirar outra conclusão: o primeiro-ministro que temos é um primeiro-ministro que continua e as medidas deste governo continuam a ser as medidas de um governo que continua a ser um governo continuado.

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6 comentários

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De Amêijoa Fresca a 13.02.2009 às 19:42

I Acto

As bandeiras de perplexidades
são coloridas e numerosas,
à superfície restam ambiguidades
nestas águas inundadas de rosas.

O mexilhão endividado,
e com o desemprego a aumentar,
vê o rendimento mirrado
e o laço da corda a apertar!

II Acto

A recessão é brutal
com estes números a comprovar,
o desastre governamental
é mau demais para acreditar!

O meu primo mexilhão
não acredita nestes “socialistas”,
pois, vendem um mundo de ilusão
com políticas irrealistas!

Epílogo

O descalabro é tremendo
com a economia a definhar,
neste (des)Governo sem remendo
não podemos confiar.

O mexilhão está mesmo lixado
com o tamanho da derrocada,
ficará mais desgraçado
com esta política cor rosada!
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De ACCB a 13.02.2009 às 20:12

Continuemos pois.............
As dificuldades que esta situação representa são dificuldades que continuam a ser dificuldades cada vez mais difceis de superar e continuamente continuadas.

Os sinais neste início de 2009 continuam a ser sinais e continuarão a ser sinais de que é sinal que há sinais de que a economia portuguesa continua a sofrer e a sofrer e a sofrer...(...)»

Apetrecharam a CRISE com pulhas Duracel!!
Digo, UPS! Pilhas duracel!
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De Daniel Santos a 13.02.2009 às 23:21

Aguarda-se por uma votação que o interrompa.
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De mike a 13.02.2009 às 23:24

Há umas décadas atrás a economia estava mais saudável... isto não diz o Sócrates.
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De Ana Vidal a 14.02.2009 às 09:47

Agora virou moda desejar às pessoas "Continuação", à laia de despedida. É uma palavra sem sentido, dita assim sozinha, que não percebo muito bem. Continuação de quê? Do que se estava a fazer? Do que se espera da vida? De outra coisa qualquer? Gostava de saber porque pegam estas modas idiotas.
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De João Carvalho a 14.02.2009 às 18:32

Tal e qual, Ana. O linguajar está, hoje mais do que nunca, carregado de modas completamente descabidas. Boa parte delas surge por via dos políticos e parece ter um significado muito curioso: palavras escusadas, redundâncias, ideias repetidas como se fossem duas, adjectivos e advérbios com imensas sílabas a substituir os adequados e já existentes, etc., creio serem modos básicos de ocupar tempos de antena e mais nada.

A culpa dos tratos de polé de que sofre a nossa língua tem nome, como dizia em tempos um prestigiado Prof. de Letras: o excesso de tempo de antena dado aos dirigentes desportivos e o excesso de tempo de antena dado aos políticos. Realmente, um dos primeiros neologismos lamentáveis de que me lembro surgiu na política logo em 1974: 'desestabilização'! Foi por via dos políticos ou dos militares armados em políticos.

Subscrevo o que disse atrás: dirigentes desportivos e políticos têm contribuído para este deplorável cenário asneirento que a Educação (o ensino e respectivos programas) tem agravado. E isto é coisa que não devíamos desculpar. Ou 'desculpabilizar'...

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