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A magia de Teixeira dos Santos

por João Carvalho, em 25.03.10

O ministro das Finanças deve ter andado a aprender magia. Como se sabe, Teixeira dos Santos disse ter-se enganado no défice do ano passado, que ele garantia em plena campanha eleitoral ser o antes previsto e que passou a ser outro muito superior depois das eleições legislativas. Um erro monstruoso que só foi alterado semanas mais tarde, em tempo conveniente para o PS. Agora, ao falar do PEC e de 2013, Teixeira dos Santos declara que não quer apenas aproximar o défice dos três por cento, nem sequer chegar ao objectivo desejável dos três por cento certos. Não. O que o ministro das Finanças declara é que o défice em 2013 será de 2,8 por cento.

É obra. Em curto tempo, comete erros grosseiros; mas, a três anos de distância, é de uma precisão impensável. Se não é alguma bola de cristal que recebeu por conta do IRS de um vidente, então o mágico é ele. O que significa coisa nenhuma, porque já ninguém acredita em mágicos.

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5 comentários

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De Pedro Correia a 25.03.2010 às 23:29

Este ministro das Finanças parece o saudoso Zandinga. Com uma diferença: o Zandinga ainda acertava nas "previsões" quando as fazia após os factos terem ocorrido; Teixeira dos Santos nem quando os factos saltam aos olhos de toda a gente se digna reconhecê-los.
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De João Carvalho a 26.03.2010 às 07:51

Deve estar â beira de um esgotamento, o «primeiro-ministro das Finanças», como hoje disse Medina Carreira por lapso, depois de considerar que já não é José Sócrates quem está à frente do governo, mas sim o ministro das Finanças.
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De Ana Vidal a 26.03.2010 às 11:32

Por lapso? Hummm, não me parece.
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De Luís Reis Figueira a 25.03.2010 às 23:37

Sim, na verdade já ninguém acredita em mágicos, e muito menos naqueles que falam dialectos que só eles próprios entendem, tipo "teixeirasantês", como é o caso...
Eheheh...
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De João Carvalho a 26.03.2010 às 07:47

O 'teixeirasantês' é um idioma dificílimo. Creio que só uma pessoa sabe entendê-la, mas não é garantido que saiba mesmo.

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