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Nos 200 anos de Chopin (I)

por Pedro Correia, em 01.03.10

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20 comentários

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De João Carvalho a 01.03.2010 às 09:03

Eu também gosto muito dos violinos de Chopin...
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De Luís Lavoura a 01.03.2010 às 10:26

O Pedro poderia ter a gentileza de colocar neste blogue um linque para aquele no qual escrevo, o Speakers' Corner.
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De João Carvalho a 01.03.2010 às 10:54

Quites. Está retribuído.
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De Pedro Correia a 01.03.2010 às 12:13

Ainda ha 2 dias, como deve ter reparado, fizemos aqui uma ligaçao directa ao seu blogue.
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De Ana Vidal a 01.03.2010 às 11:04

Ou a relatividade das coisas: a melhor arte por uma lata de feijões. Esta cena vale o filme.
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De Pedro Correia a 01.03.2010 às 12:14

Uma das mais comoventes cenas de sempre do cinema. Adorei o filme de Polanski - e esta cena em particular.
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De Chloé a 01.03.2010 às 14:23

O filme é um espanto. E Chopin, irrepetível. Nenhum alemão ou austríaco jamais poderiam compor assim, com tamanho sentido belo da tristeza.
(Desde que conheci a Polónia e os polacos, gosto de dizer que somos parecidos em muita coisa, e somos mesmo).
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De Ana Vidal a 01.03.2010 às 15:19

O que mais admiro nos polacos é a coragem e o estoicismo que têm demonstrado sempre ao longo da História. Têm a fibra dos sobreviventes. E não reconheço essas qualidades como as que possam definir-nos, Chloé. Claro que, comparados com eles, temos sido muito poupados ao martírio para poder demonstrá-las...
Mas acho que percebo o que quer dizer: no sentido do belo - sempre associado à nostalgia e à tristeza - somos de facto parecidos.
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De João Carvalho a 01.03.2010 às 15:38

Acho que é isso que a Chloé quer dizer. Porque a verdade é que, ao contrário dos polacos, nunca fomos mártires das nações poderosas (com excepção de Espanha, mas com certa brandura durante os dois primeiros Filipes).
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De Chloé a 01.03.2010 às 19:45

De facto eu falava numa pincelada geral e não nas provações dos jugos (agora sim..) a que foram sujeitos. Também não quero reclamar particular conhecimento deste povo, mas o que é certo é que percorri boa parte da Polónia e convivi com bastantes polacos. Até temos em comum o mar e as canções sobre a perda e os que não voltam. Ninguém se lembraria logo do mar quando pensa na Polónia, não é? Mas esta coincidência foi-me apontada por uns polacos em Swinoujscie , na região de Wolin , que inacreditavelmente sabiam bastante sobre Portugal e o fado.
São um povo discreto e introvertido, hospitaleiro, sem grande culto do ego e muito espiritual (ou, se preferirem, muito sentimental).
Cultivam a poesia ( assisti a um número de declamações num bar nocturno, imagine-se, não percebíamos nada da língua mas ninguém piou, porque só o tom chegava).
Também são uns bons copofónicos , Nasdrovia é o brinde...
Como viajei em trabalho, posso afinçar finalmente que nessa matéria é que não são parecidos com o cromo português. Pontuais, organizados e cumpridores - suspeito que foi a herança da escola soviética que os entortou :-)
Volto portanto à minha: Chopin era um polaco total, e eu só percebi isso depois de lá ter estado.
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De Ana Vidal a 01.03.2010 às 23:30

Nesse caso, Chloé, tem muito mais conhecimento de causa do que eu, que conheço muito pouco da Polónia e não tive esse convívio tão prolongado e directo. Mas concordo com as afinidades que aponta entre os dois povos: discretos, introvertidos e hospitaleiros. Nessas (e na "copofonia"...) revejo-nos, de facto.
:-)
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De Pedro Correia a 02.03.2010 às 00:00

Também gosto muito da Polónia, dos polacos e da cultura polaca. Senti uma comoção imensa ao visitar o local de Varsóvia, junto à Cidade Velha, onde existiu o gueto judeu. Senti uma emoção indescritível ao conhecer Auschwitz, onde se viveu o inferno na terra. Adorei conhecer Gdansk - a antiga Dantzig, à beira-Báltico, onde se respira história. Adorei conhecer Cracóvia, uma das mais belas cidades da Europa.

E adorei este filme do Polanski.
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De Chloé a 02.03.2010 às 03:12

Também estive no gueto judeu. É uma emoção muito especial, apetece fazer uma vénia imaginária em sinal de respeito profundo. Visitei igrejas até dizer chega (eles adoram mostrá-las). E achei os antiquários ou velharias uma tentação.
Enfim, da Polónia só trouxe uma única mágoa: a comida. Nunca vi quem tanto gostasse de oferecer arenque cru, sopa de peixe e iguarias de aspecto e aroma duvidoso, que sujeitavam a duras provas os sagrados princípios de boa educação dos comensais :)
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De Pedro Correia a 03.03.2010 às 01:08

Mal me lembro do que lá comi, o que deve significar que nada achei de especial. Mas senti emoções muito fortes na Polónia, nomeadamente ao visitar os antigos estaleiros Leinine, em Gdansk, onde começou a queda do comunismo em 1980, com a revolta da classe operária (Marx tinha razão) liderada por Walesa.
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De ariel a 01.03.2010 às 20:31

Excelente escolha para esta dupla homenagem, a Chopin e a Szpilman . O filme de Polanski é belissimo.
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De Pedro Correia a 02.03.2010 às 00:02

Obrigado, Ariel. Também achei belíssimo o filme do Polanski, que me tocou profundamente: jamais esquecerei a cena que trago aqui. Creio ser uma das melhores formas de assinalarmos hoje o bicentenário de Chopin, um compositor de que sempre gostei (e um virtuoso do piano).
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De Teresa Ribeiro a 01.03.2010 às 23:49

Cena inesquecível.
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De Pedro Correia a 02.03.2010 às 00:02

Comovente, Teresa. Comovente como poucas.
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De Pedro Coimbra a 02.03.2010 às 02:08

Outro que vai "passar"no meu blogue brevemente Pedro.
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De Pedro Correia a 03.03.2010 às 01:08

Óptimo, Pedro.

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