Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]




14

por Luís Naves, em 23.01.20

A processo de destituição de Donald J. Trump parece ser um caso clássico de erro político, devido ao drama de enredo labiríntico, em linguagem que poucos entendem. No âmago do episódio estão pressões sobre um líder estrangeiro (what else is new?) para alegadas vantagens eleitorais, mas a partidarização das provas foi de tal forma grosseira que metade do país jamais aceitará a condenação. Isto discute-se sem poder tocar no embaraçoso negócio ucraniano de Hunter Biden, filho do candidato presidencial democrata Joe Biden. Fevereiro é decisivo para a escolha dos democratas e a corrida já se resume ao institucional Biden (que terá a Ucrânia para explicar) ou o rebelde Bernie Sanders, cujo movimento populista incomoda as oligarquias. O que nos leva ao essencial. Trump foi à bolha de Davos explicar aos senhores do mundo: vocês fartam-se de fazer dinheiro comigo; podem não gostar de mim, mas estão todos muito mais ricos. Neste processo de destituição, se olharmos para além do folclore, não vemos nenhuma ameaça à ordem liberal ou às instituições da república americana, apenas um partido a dar um tiro no pé e um presidente que prepara a sua reeleição.


35 comentários

Imagem de perfil

De Vorph "Girevoy" Valknut a 23.01.2020 às 13:33

O que é que o filho de Biden tem a ver com a destituição de Trump?

A pergunta é :

Trump usou meios do Estado, ou usou o Estado, para "sacar" aproveitamento político? Se sim, faça como o honrado Nixon

O resto são bolinhas de sabão.
Imagem de perfil

De João Campos a 23.01.2020 às 18:29

Precisamente. Nada que o Biden possa ter feito na Ucrânia absolve Trump.
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 23.01.2020 às 19:58

Ahahaha! só nos dias que correm fosse a Isabel dos Santos em vez do Biden e talvez dissessem que Trump fez muito bem...

Absolve de quê? o que é que o Trump fez que não poderia ter feito?

Ser um candidato como Biden a vangloriar-se que correu com o procurador Ucraniano que estava a investigar a corrupção da empresa Ucraniana em que filho foi contratado não dá imunidade. Dá é suspeita que permite Trump fazer o que fez.



lucklucky



Sem imagem de perfil

De jo a 24.01.2020 às 17:52

Se considerarmos que a ajuda militar americana tem alguma utilidade, então ela serve para auxiliar um aliado que está em guerra. Na guerra morrem pessoas o que não é um pormenor.

Está a dizer que acha perfeitamente natural que se interfira num conflito militar para incomodar um rival político. Ou seja que as vidas dos ucranianos valem tão pouco que estão sujeitos à discricionariedade de um presidente americano que se julga rei absoluto.

A menos que pense que quem tem o poder tem razão por inerência, faça o que fizer-
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 25.01.2020 às 08:40

O que está em causa aqui é a destruição da Republica nos EUA pela Esquerda

É uma mudança sísmica transformar o o Impeachment algo usado em casos extremos e específicos num voto normal de discordância.
A partir daqui, deste comportamento da Esquerda sempre que um Presidente não tiver o Congresso corre o risco de sofrer impeachment.

Espantosamente no New York Times:

"Receiving a “political benefit” does not transform an otherwise legal action (like requesting an investigation) into an abuse of power."

"The way things look, President Trump will almost certainly not be removed from office. The precedents set by the articles of impeachment, however, will endure far longer. And regrettably, the House of Representatives has transformed presidential impeachment from a constitutional parachute — an emergency measure to save the Republic in free-fall — into a parliamentary vote of “no confidence.”

The House seeks to expel Mr. Trump because he acted “for his personal political benefit rather than for a legitimate policy purpose.” Mr. Trump’s lawyers responded, “elected officials almost always consider the effect that their conduct might have on the next election.” The president’s lawyers are right. And that behavior does not amount to an abuse of power.
https://www.nytimes.com/2020/01/23/opinion/trump-impeachment-defense.html

PS: não se arme em inocente como se o Presidente dos EUA e o Governo Ucrâniano estivessem completamente alinhados.

lucklucky
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 23.01.2020 às 14:12

Trump é o que é.
Mas, muito cedo, me apercebi de que muito do que ele não é é fruto da manipulação quase global por parte desta Europa moribunda, que se deixou asfixiar por uma mentalidade cor de rosa, sem história e sem prinçípios, muito na onda dos obamas, que já nem a maioria dos americanos suporta.

João de Brito
Imagem de perfil

De Vorph "Girevoy" Valknut a 23.01.2020 às 18:47

Claro, manipulação global... perante factos concretos há sempre estas desculpas idiotas. Se os outros fizeram fica tudo desculpado. Chiça....
Sem imagem de perfil

De Vento a 23.01.2020 às 21:09

Você tem toda a razão, João de Brito. O mesmo ocorre com o macho Bolsonaro; e quiseram fazer o mesmo com o macho Putin.
No caso de Trump, o homem até usa gravata vermelha para chamar bem a atenção.
Ninguém pode dizer que passa despercebido. O homem não alinha em polémicas de rosa e azul: é mesmo o vermelho!

Os e as feministas à la carte, generalistas sexuais, abortistas e etc. e tal procuram sarna para Trump, e depois ficam a coçar-se.

Há uns quadrantes que ficam com pele de galinha só de ouvir a palavra macho.
Sem imagem de perfil

De Luís Lavoura a 23.01.2020 às 14:47

o embaraçoso negócio ucraniano de Hunter Biden

Em que consistiu exatamente esse negócio?

Já o ouvi mencionado montes de vezes, mas não sei em que ele consistiu.
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 23.01.2020 às 20:06

Parece que foi, damos um lugar ao teu filho para termos acesso directo ao teu poder.

lucklucky
Sem imagem de perfil

De Vento a 23.01.2020 às 16:31

Uma oposição feminista à la carte, abortista, generalista sexual e nada machista, está a transformar um verdadeiro macho, Trump, num ícone que ficará na memória dos USA como ficou a família Kennedy. Kennedy também era um verdadeiro macho.
Os machos continuarão a ser história. O resto é novela. Felizmente que na América, tal como em Portugal, são mais as mulheres que as feministas. Óóóó miúdas má lindas, não percais o glamour!
Sem imagem de perfil

De Luís Lavoura a 23.01.2020 às 16:45

Kennedy também era um verdadeiro macho.

Sim, mas Kennedy era muito mais novo. É fácil ser-se um verdadeiro macho quando se é novo. Já para um idoso como Trump, ser um verdadeiro macho é um pau!
Sem imagem de perfil

De Vento a 23.01.2020 às 20:06

Luís, meu caro, você, assim, não tem salvação. Macho que o é, é até morrer. Isto não tem nada que ver com a idade.
Imagem de perfil

De Isabel Paulos a 23.01.2020 às 17:10

Uma mulher que não seja feminista, nem abortista, nem generalista sexual (seja lá o que isso signifique) mas tenha dois neurónios em vez de vento no cérebro, só pode achar anedótico ou gagá uma afirmação que enaltece Trump como ícone de masculinidade. Mais, se for uma mulher de bom gosto, a verdadeira sensação que terá ao lembrar-se dessa coisa (que está e estará à frente dos destinos do mundo por uns bons anos), é asco.

(desculpem o desvio ao post, mas há coisas que bolem com a sensibilidade.)
Sem imagem de perfil

De Vento a 23.01.2020 às 20:04

Uma mulher com neurónios nunca se dá ao trabalho de mostrar que tem: simplesmente age, tal como os machos.
Trump é um verdadeiro macho; e a(o)s feministas à la carte, do tipo Hillary, andam banza(o)das.
Nada como uma boa ventania para arejar.
Imagem de perfil

De Isabel Paulos a 24.01.2020 às 21:05

Só em absoluto estado de necessidade alguém se auto pronuncia como macho. Quem é não precisa de o anunciar.
Já a inteligência da mulher (ou do homem), bem sei que seria muito conveniente, porém não tem precisão de ser discreta ou apagada.

Mas isto são perspectivas, claro. Cada um exibe o quer e o julga mais valorizá-lo. Há até quem precise de plumas e lantejoulas para afirmar a sua sexualidade. Para mim está tudo ao mesmo nível.
Imagem de perfil

De Isabel Paulos a 24.01.2020 às 21:31

Errata: 'mais valorizar'
Sem imagem de perfil

De Vento a 25.01.2020 às 00:09

Aceita-se a errata. Já mostrou o que tem, fiquei na dúvida se pretende mesmo referir-se a inteligência ou neurónios, como no primeiro comentário. É que estes perdem-se a partir dos 30.
O macho Trump mostra a gravata vermelha. É comprida, tão grande quanto a língua. O homem não tem papas na língua e continua hirto e firme na função de presidente. Vai continuar. Precisamos machos a governar as nações e a falar como convém. Acabaram-se as hillarys.

A época das feminices acabou. Em Portugal, de vez em quando, aflora-se o tema. Não estranha: o país é miserável e procuram entreter a população faminta com coisitas que julgam encher barriga.

Felizmente em Portugal são mais as mulheres que as feministas.
Imagem de perfil

De Isabel Paulos a 25.01.2020 às 20:51

Só três achegas:
- o facto dos neurónios não se expandirem a partir dos 30, não significa que não se renovem;
- vejo que venera o Trump e em matérias de fé a discussão é impossível;
- talvez as Marias lusas o levem a repensar a desconsideraçâo por mulheres que não se revêem na sua mundividência.
Sem imagem de perfil

De Vento a 25.01.2020 às 21:20

Os neurónios não só se renovam como também se perdem.

Eu não venero o Trump, defendo o Trump, um macho, tal como Bolsonaro e Putin, sem papas na língua e inteligente a dar com pau. Tão inteligente que percebe, como foi o caso da Coreia e do Irão, a diferença entre mostrar o peito (eu disse o peito por respeito a si, Isabel) e avançar com o poderio que nada resolveria. Portanto, um homem que é capaz de devolver soberania a uma nação que a tinha perdido para interesses particulares (lembro que na última crise, após o assassinato do General, as empresas que subiram na Bolsa foram as petrolíferas e as ligadas ao armamento), especialmente para o enredado Club Bilderberg, só pode ser defendido e apoiado.
Em Portugal, temos fífias.

Por último, as Marias Lusas adoram-me. Porque elas sabem que eu distingo uma mulher de uma feminista. A minha mundividência é isso mesmo: mundividente; e ainda ninguém teve necessidade de repensar ou equacionar tudo quanto se deixa claro.
Um Viva os machos nacionais!
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 24.01.2020 às 01:04

Errado.Trump parece ser o mais feminista dos presidentes ....grab them by the p..... foi reconhecer o prazer sexual da mulher.

Claro que não tem nada que ver com o Marxo-feminismo que anda por ai e por aqui.

lucklucky

Imagem de perfil

De Isabel Paulos a 24.01.2020 às 21:20

Saia lá da teia de aranha marxista que envolve quase todos os comentários. Isso asfixiante, homem.
E tenha atenção, não surjam apologistas do kick in the balls... sabe que amor com amor se paga e às vezes "love hurts"
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 25.01.2020 às 08:50

Ah violência, como era esperar.

lucklucky
Imagem de perfil

De Vorph "Girevoy" Valknut a 23.01.2020 às 20:48

Segundo um documentário que assisti, entre o ir e vir Kennedy levava 5 minutos
Sem imagem de perfil

De Vento a 24.01.2020 às 23:53

Era a gestão de tempo do Presidente. O Homem tinha muitas e mais o trabalho da nação. Não está mal para quem tem tão altas tarefas. Há quem não as tenha, e não vem nem se vai.

Já agora, Vorph, procurou informar-se se foi durante a crise dos mísseis de Cuba? Fui um período tenso e atarefado.
Sem imagem de perfil

De Luís Lavoura a 23.01.2020 às 16:49

Trump foi à bolha de Davos explicar aos senhores do mundo: vocês fartam-se de fazer dinheiro comigo; podem não gostar de mim, mas estão todos muito mais ricos.

Isto não é bem assim. As políticas do governo Trump, com a utilização de sanções muito agressivas (centradas na finança e já não no comércio) contra empresas e países, têm causado sérias perturbações e instabilidade ao mundo dos negócios. O governo Trump tem sido altamente iliberal, ao impedir (ainda por cima de forma instável, caprichosa e imprevisível) a concretização de diversos negócios.
Imagem de perfil

De Vorph "Girevoy" Valknut a 23.01.2020 às 18:49

Um presidente que advogue taxas aduaneiras, mais não sei o quê, ad hoc, não é liberal. É mercantilista
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 24.01.2020 às 01:05

"Um presidente que advogue taxas aduaneiras, mais não sei o quê, ad hoc, não é liberal. É mercantilista "

É verdade.

lucklucky
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 24.01.2020 às 01:06

Vorph o Luís Lavoura disse iliberal.


Mas lembremo-nos que ninguém chama iliberal nem mercantilista à União Europeia cheia de taxas aduaneiras.

lucklucky
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 24.01.2020 às 01:11

https://danieljmitchell.wordpress.com/2019/12/24/trumps-record-on-spending-gets-worse-every-year/

"a giant spending package — 2,313 pages long — that was…negotiated in secret, spends $1.4 trillion, and is chock full of member projects and special-interest giveaways. …more than $4,200 for every man, woman, and child in America. …This package includes $25 million for the “operation, maintenance, and security” of the Kennedy Center in Washington, D.C. It includes a $7.25 million increase in funding for the National Endowment for the Arts, the largest increase in a decade. …It includes more than $1 billion in new foreign-aid funding without any discussion about what we’re getting for this funding. …This bill spends $1.4 trillion, with no cuts or reforms. …How many more trillions of dollars do we need to spend before we wake up to the danger…? We need to reform the way Washington works, and we need to do it now."


lucklucky
Sem imagem de perfil

De Luís Lavoura a 24.01.2020 às 09:19

Exatamente, mercantilista é o que Trump é.
E o liberalismo, como se sabe, surgiu, historicamente, em reação e oposição ao mercantilismo.
Sem imagem de perfil

De Vento a 25.01.2020 às 00:21

Se o que Trump está a fazer é mercantilismo, então, está no caminho certo. Pois a economia e o emprego cresce.
Mas não é mercantilismo só o que ele faz, ele regula tendo em conta a produção própria e as necessidades.

A UE começou por enviar uns patacos para Portugal e outros países poderem desmantelar a sua produção, subsidiando para nada fazer, em vários sectores. Depois deram dinheiro para a banca emprestar ao pessoal.
Depois de tudo isto feito, isto é, de criar populações dependentes da produção de meia dúzia de países (Alemanha, França e Inglaterra em particular), que beneficiou a sua produção e sistema financeiro, vieram dizer que a malta gastava muito e endividava-se ainda mais, e continuaram a desmantelar o que de próprio restava nessas nações.

Pretendiam acessos rápidos e construíram-se estradas para outros colocarem rapidamente os produtos em Portugal, depois as estradas viraram parceiras e desincentiva-se o uso do automóvel em favor de outros meios de transporte que funcionam mal.

E o meu caro Lavoura diz que isto é liberalismo e não mercantilismo.
Perfil Facebook

De Antonio Vaz a 23.01.2020 às 20:53

Acho que o autor deste “post” está a necessitar de um aconselhamento urgente por parte do “patrão” deste blogue: a táctica a seguir, nos textos aqui colocados com o habitual sabor a politicamente incorrecto, não devem passar por ser afirmativos mas sim apenas sugestivos, recorrendo a uma tal de suposta ironia onde qualquer comentário crítico possa ser zumbado como idiota… não é que ele até levou a peito a mera brincadeira (ou “provocação”, como já lhe vi chamar!)
Afirmações como «No âmago do episódio estão pressões sobre um líder estrangeiro (what else is new?) para alegadas vantagens eleitorais» (onde ele tenta manobrar o tal “what else is new?” das, de facto corriqueiras, «pressões sobre um (qualquer) líder estrangeiro» a essa novidade das «pressões sobre um líder estrangeiro (…) para alegadas vantagens eleitorais») ou «Isto discute-se sem poder tocar no embaraçoso negócio ucraniano de Hunter Biden, filho do candidato presidencial democrata Joe Biden» (este sim, um verdeiro argumento que deveria ser considerado embaraçoso por(que) ele: 1. tenta “pinta”r uma mais do que evidente chantagem para a montagem de uma encenação de uma pseudo-investigação, num simples “what else is new?” e 2. afirma, contra toda a evidência da realidade dos factos, que até houve um «embaraçoso negócio ucraniano de Hunter Biden». Mas supondo que ele até existiu, isso apenas nos leva ao 3. que raio de república os Republicanos até pretendem apoiar/criar, onde os pais devem passar a ser considerados “culpados” dos crimes cometidos pelos seus filhos?), apenas demonstram que o seu autor ainda não captou as técnicas de propaganda dos mestres deste blogue: nada de afirmações, apenas sugestões que possam ser consideradas como meras inocentes “brincadeiras”… “ironias”!
Claro, lá tinha de vir a habitual lengalenga de que afinal, o Mundo apenas tem a ganhar com a sua presidência: «Trump foi à bolha de Davos explicar aos senhores do mundo: vocês fartam-se de fazer dinheiro comigo; podem não gostar de mim, mas estão todos muito mais ricos.» Isto é, tirando ele, os restantes «senhores do mundo» não passam de passarocos que sobrevoam o Mundo sem o perceberem… o lucro é a salvação da Humanidade! Fodam-se todas as mulheres africanas que são mais pobres do que os 22 mais ricos do mundo: e lá diria(m) o “patrão” do blogue e os seus inestimáveis intérpretes… essa é apenas uma ironia do Mundo!
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 24.01.2020 às 00:55

Não há hipótese de perceber o que são e o que se passa, politicamente, nos EUA sem nunca lá ter vivido.
Não há qualquer semelhança entre o jogo político naquele País e o circo político neste bairro pobre de uma dita União Europeia.
Opiniões formadas, sobre a política nos EUA e o respectivo PR Trump, a partir das anedóticas TVs portuguêsas -com os seus em geral cabotinos editores e comentadores- é suicídio cultural.
Haverá 2 ou 3 excepções, felizmente, mas não chega contra a avalanche de tanta prosápia simplista em tom esquerdista.
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 24.01.2020 às 11:54

O polaco tinha razão : todo o bicho careta, "urbi et orbe", deveria poder votar na eleição do Presidente dos Estados Unidos ( já está datado e, tanto quanto se saiba, o Imperador Chinês não vai a votos...).


JSP

Comentar post



O nosso livro



Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.




Links

Blogue da Semana

  •  
  • Afinidades

  •  
  • Lá fora cá dentro

  •  
  • Mais ligações

  •  
  • Informações úteis


    Arquivo

    1. 2020
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    14. 2019
    15. J
    16. F
    17. M
    18. A
    19. M
    20. J
    21. J
    22. A
    23. S
    24. O
    25. N
    26. D
    27. 2018
    28. J
    29. F
    30. M
    31. A
    32. M
    33. J
    34. J
    35. A
    36. S
    37. O
    38. N
    39. D
    40. 2017
    41. J
    42. F
    43. M
    44. A
    45. M
    46. J
    47. J
    48. A
    49. S
    50. O
    51. N
    52. D
    53. 2016
    54. J
    55. F
    56. M
    57. A
    58. M
    59. J
    60. J
    61. A
    62. S
    63. O
    64. N
    65. D
    66. 2015
    67. J
    68. F
    69. M
    70. A
    71. M
    72. J
    73. J
    74. A
    75. S
    76. O
    77. N
    78. D
    79. 2014
    80. J
    81. F
    82. M
    83. A
    84. M
    85. J
    86. J
    87. A
    88. S
    89. O
    90. N
    91. D
    92. 2013
    93. J
    94. F
    95. M
    96. A
    97. M
    98. J
    99. J
    100. A
    101. S
    102. O
    103. N
    104. D
    105. 2012
    106. J
    107. F
    108. M
    109. A
    110. M
    111. J
    112. J
    113. A
    114. S
    115. O
    116. N
    117. D
    118. 2011
    119. J
    120. F
    121. M
    122. A
    123. M
    124. J
    125. J
    126. A
    127. S
    128. O
    129. N
    130. D
    131. 2010
    132. J
    133. F
    134. M
    135. A
    136. M
    137. J
    138. J
    139. A
    140. S
    141. O
    142. N
    143. D
    144. 2009
    145. J
    146. F
    147. M
    148. A
    149. M
    150. J
    151. J
    152. A
    153. S
    154. O
    155. N
    156. D