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Quando chega o fim do ano, gosto de recapitular as leituras que fui fazendo. E desta vez apetece-me destacar vários blogues da diáspora, que acompanhei sempre com interesse em 2009. A cultura lusófona prolonga-se por qualquer local onde exista gente a pensar, a dialogar e a escrever no nosso idioma, reflectindo realidades locais mas sempre com esta linha identitária que nos é comum. Refiro-me a blogues como o Combustões (do Miguel Castelo-Branco) e o Visto de Bangkok (de Nuno Caldeira da Silva), da Tailândia. E a Rititi (da Rita Barata Silvério) e Esse Bandido (de Samuel Filipe), de Espanha. E o Café Margoso (de João Guedes Branco), de Cabo Verde. E o Bairro do Oriente (do Leocardo) e o Macau Antigo (de João Botas), de Macau. E a Estrada Poeirenta (de António Oliveira) e o Ma-Schamba (de José Pimentel Teixeira), de Moçambique. E o Boas Intenções (da Rita Maria), da Alemanha. E o Tuga em Londres (da Filipa), do Reino Unido. E o Duas ou Três Coisas (de Francisco Seixas da Costa), de França. E a Estação Central (do João Sousa André) e o Crónicas das Horas Perdidas (da Luna), da Holanda. E No Cinzento de Bruxelas (da Pitucha) e o Lote 5, 1º Dto (da Carlota), da Bélgica. E O Livro das Contradisoens, de Timor-Leste. Todos estes blogues, há muito em destaque na nossa barra lateral, são traços de união entre Portugal e diversas parcelas do globo. Que, cada qual à sua maneira, me fazem sentir um pouco mais orgulhoso deste nosso jeito muito peculiar de ser e de estar: a qualquer parte do mundo somos capazes de chamar a nossa casa.
Foto: as montanhas sagradas do Matabian, mane (homem) e feto (mulher) em Timor. Com a devida vénia ao blogue O Livro das Contradisoens.