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Como combater a exclusão.

por Luís M. Jorge, em 09.12.09

José António Saraiva, ainda jovem e garboso, quando comandava

os destinos do semanário Expresso.

 

 

Aqui, o pobre homem aguarda que o recebam no Centro de Reinserção Social

da sua área de residência.

 

José Antonio Saraiva foi convocado para um tête-à-tête na cave do Centro de Reinserção Social da Cartuxa em companhia de uma pessoa idónea, de preferência adulta. A coordenadora da equipa queria saber o que pensava ele do segredo de justiça, da violação desse segredo, da relação entre os jornalistas e as suas fontes e dos limites da liberdade de imprensa, entre outros assuntos cabeludos.

 

Em causa está o julgamento de vinte jornalistas por violação do segredo de justiça no processo Casa Pia. As aventuras do director do Sol são relatadas aqui, na página 78. O ministro Alberto Martins mantém por enquanto o silêncio fecundo e a pose de estadista.


9 comentários

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De Luís Lavoura a 09.12.2009 às 11:27

Vejo que, depois de José Manuel Fernandes e Manuela Moura Guedes, entretanto falecidos em combate, António José Saraiva é o novo jornalista-herói do PSD.
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De Luís M. Jorge a 09.12.2009 às 11:38

Do PSD não sei, porque não frequento tertúlias futebolisticas. O meu post apenas pergunta o que leva um instituto de reinserção social de um país democrático a interrogar os arguidos de um processo sobre violação do segredo de justiça. Mas se calhar isso não tem qualquer importância.
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De João Carvalho a 09.12.2009 às 11:59

Luís Lavoura, «falecidos em combate» parece-me uma ideia infeliz, mesmo como metáfora. Eu teria optado por "tombados".
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De Ana Cleto a 09.12.2009 às 14:12

Caro Lavoura, quando é que, antes de escrever (aqui e em mais 4602 caixas de comentários de blogues alheios), V. pára um bocadinho para pensar?
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De Pedro Correia a 09.12.2009 às 12:37

Ena, tantos jornalistas em tribunal. Os blogues que defendem a 'dignidade do Estado' e a condenação de jornalistas por 'violação do segredo de justiça', enquanto aplaudem o ataque do Governo aos órgãos judiciais no caso Face Oculta, devem estar a festejar.
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De Paulo Quintela a 09.12.2009 às 13:34

Coitado do JAS. Um VIP que descobre finalmente o país real. Não se vislumbra é o paradeiro da investigação em jornalismo, então os competentes profissionais do 4º poder ainda não tinham conhecimento desta realidade pela qual passam tantos e tantos portugueses, desses que não têm lugar nas revistas do coração e do 'social'?
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De António P. Castro a 09.12.2009 às 14:05

Li o artigo na passada sexta-feira e fiquei entre a incredulidade e o espanto.
De qualquer modo, não percebo como é que o JAS respondeu à estranha convocatória. Por mim, teria simplesmente confiado a solução do caso ao meu advogado.
Mas serve de exemplo para outros ingénuos.
E reflecte, sem margem para dúvidas, o clima de intimidação que o socretinismo está a criar no país (e, especialmente, nos agentes da comunicação social). Não denunciou JAS, aqui há dias, tentativas socretinas para impedir que o seu jornal publicasse determinadas notícias sobre o caso Freeport?
Felizmente, há quem recuse "habituar-se" a isto.

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De João Carvalho a 09.12.2009 às 23:02

Nada melhor do que um editorial bem arquitectado.
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De Ana Vidal a 10.12.2009 às 01:22

Luís, a avaliar pela segunda fotografia do teu post, vejo que o "pobre homem" ainda tentou, já em desespero, uma mudança de sexo andes da capitulação final à sopa dos pobres...

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