Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]




Da propaganda à realidade

por Pedro Correia, em 03.02.09

"Este investimento é uma prova de confiança em Portugal, na nossa economia e, em particular, na capacidade e competência dos portugueses", afirmou José Sócrates, presente na apresentação do novo projecto da Qimonda, que, destacou, é hoje o maior exportador nacional, com um volume anual de vendas de 1,4 mil milhões de euros. O ministro da Economia, Manuel Pinho, lembrou ainda que a nova unidade produtiva - que Vila do Conde "ganhou" a Dresden (Alemanha) -, exportará mais 300 milhões."
Maio de 2008

"A multinacional alemã Qimonda apresentou um processo de insolvência junto do tribunal de Munique."

Janeiro de 2009

Autoria e outros dados (tags, etc)


11 comentários

Sem imagem de perfil

De Anónimo a 03.02.2009 às 13:01

Qual foi afinal o resultado do Rio Ave - Dresden?
Imagem de perfil

De RUIM a 03.02.2009 às 13:23

algo me diz que o rio ave foi goleado
Imagem de perfil

De André Couto a 03.02.2009 às 13:02

Não percebi o teu post. A culpa é do Sócrates?
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 03.02.2009 às 13:07

Não. É do Pinho.
Imagem de perfil

De Pedro Correia a 03.02.2009 às 13:13

É sobre a distância enorme que existe tantas vezes, demasiadas vezes, entre a propaganda e a realidade. À força de consumirmos tanta propaganda, chegamos a confundi-la com a realidade.
Sem imagem de perfil

De Margarida Pereira a 03.02.2009 às 14:03

Para clarificação inicial: não gosto especialmente desta equipa governamental, não simpatizo com o líder dela e subscrevo quase todas as críticas que por aí se lêem sobre as ideias e a prática delas (aka 'acção') do 'nosso governo'.
No entanto, há que permitir-se um distanciamento e uma análise desapaixonadas e justas de certos acontecimentos.
Há um ano as circunstâncias eram outras e o enquadramento do sucedido distinto do que hoje se verifica. A realidade é volátil e o que foi acontecendo desde que se ouviu 'subprime' pela primeira vez apanhou todos desprevenidos. Todos. E não se pretenda que se fossem outros o cenário seria distinto. Não seria.
É certo que a propaganda impera como manobra distractiva, mas toda a gente distingue o trigo do joio, mesmo, ou sobretudo, os ignorantes das graças e fleumas dos salões.
Há um esforço por conter o caos, por manter um rumo (mesmo que dele discordemos), por fazer o melhor (ainda que confinado às suas limitações).
A realidade é suficientemente dura e enfática para que, não poucas vezes, ainda a caustiquemos com ácidos ferozes.
Apontar erros, sim. Indicar alternativas, o ideal.
Sermos sempre (ou só) verrinosos, não sei que bem traga, que acrescente, que sane.
Dir-se-á que ' de boas intenções está o inferno cheio'. Concordo.
Mas há alturas, antes das revoluções, das revelações, das efectivas e profundas tomadas de posição, que só resta conter danos.
Não há milagres, neste campo.
E, no limite, somos todos só humanos.
Sem imagem de perfil

De Viagens Lacoste a 03.02.2009 às 14:09

É como algumas Barragens a construir no Norte do país, penso que já foram apresentadas 3 ou 4 vezes mas parece que a construção se iniciará apenas em 2010.
Sem imagem de perfil

De Tiago Loureiro a 03.02.2009 às 14:14

2010? Então é contar ainda com mais umas 2 ou 3 apresentações... :)

[o-espelho-magico.blogspot.com (http://o-espelho-magico.blogspot.com/)]
Sem imagem de perfil

De Anti a 03.02.2009 às 14:51

Deixo um sugestão para um trabalho jornalístico:

1- Averiguar quanto custou no total ao erário público as cerimónias de propaganda "powerpoint" ao longo deste mandato.

2- De todas as cerimónias "powerpoint", averiguar quantas foram repetidas em nova acção de propaganda.

3- Na sequência das cerimónias "powerpoint" quais aquelas que arrancaram efectivamente no terreno?

4- Quem mais lucrou com a organização das cerimónias "powerpoint"?

Poderíamos ir mais longe, mas estas questões talvez já fossem suficientes para desmontar a voragem propagandística deste governo.
Sem imagem de perfil

De Amêijoa Fresca a 03.02.2009 às 15:51

A repetição destas notícias
na comunicação social,
reproduz situações propícias
para o descalabro empresarial.

Serão milhares de trabalhadores
com uma profissão destroçada,
a força dos empregadores
parece bastante amordaçada.
Sem imagem de perfil

De Al Jarreta a 03.02.2009 às 16:53

Será impressão minha ou o caso Freeport já iniciou a segunda e provavelmente definitiva caminhada para o esquecimento, seguindo o exemplo de tantos outros escândalos?

Comentar post



O nosso livro





Links

Blogue da Semana

  •  
  • Afinidades

  •  
  • Lá fora cá dentro

  •  
  • Mais ligações

  •  
  • Informações úteis


    Arquivo

    1. 2018
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    14. 2017
    15. J
    16. F
    17. M
    18. A
    19. M
    20. J
    21. J
    22. A
    23. S
    24. O
    25. N
    26. D
    27. 2016
    28. J
    29. F
    30. M
    31. A
    32. M
    33. J
    34. J
    35. A
    36. S
    37. O
    38. N
    39. D
    40. 2015
    41. J
    42. F
    43. M
    44. A
    45. M
    46. J
    47. J
    48. A
    49. S
    50. O
    51. N
    52. D
    53. 2014
    54. J
    55. F
    56. M
    57. A
    58. M
    59. J
    60. J
    61. A
    62. S
    63. O
    64. N
    65. D
    66. 2013
    67. J
    68. F
    69. M
    70. A
    71. M
    72. J
    73. J
    74. A
    75. S
    76. O
    77. N
    78. D
    79. 2012
    80. J
    81. F
    82. M
    83. A
    84. M
    85. J
    86. J
    87. A
    88. S
    89. O
    90. N
    91. D
    92. 2011
    93. J
    94. F
    95. M
    96. A
    97. M
    98. J
    99. J
    100. A
    101. S
    102. O
    103. N
    104. D
    105. 2010
    106. J
    107. F
    108. M
    109. A
    110. M
    111. J
    112. J
    113. A
    114. S
    115. O
    116. N
    117. D
    118. 2009
    119. J
    120. F
    121. M
    122. A
    123. M
    124. J
    125. J
    126. A
    127. S
    128. O
    129. N
    130. D