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Nobel da Paz

por Jorge Assunção, em 09.10.09

Vai para Barack Obama. Parece-me óbvio que o Comité Nobel não quer premiar o mérito de Obama na promoção da paz, mas antes fazer política pura e dura, tentando condicionar a actuação do presidente norte-americano no futuro.

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14 comentários

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De Sérgio de Almeida Correia a 09.10.2009 às 10:54

Jorge,

Há décadas que o Comité Nobel faz política pura e dura.
Não vejo qual a admiração, embora a escolha até me pareça aceitável.
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De Jorge Assunção a 09.10.2009 às 11:15

Sérgio,

da minha parte, não há admiração nenhuma. :)
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De João Carvalho a 09.10.2009 às 11:11

A política «pura e dura» de distinguir quase por antecipação e incentivo não é necessariamente errada, Jorge. Nem totalmente infundada, se for esse o caso: os sinais de desanuviamente no plano internacional, por si só e nos tempos que correm, já servem de justificação.
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De Alexandra Carreira a 09.10.2009 às 11:19

Acho que distinguir por antecipação e incentivo não justifica o prémio, principalmente, porque neste caso específico é especialmente arriscado. Muito se espera deste presidente e, apesar de os sinais de desanuviamento, como diz, serem óbvios, na realidade, Barack Obama ainda não conseguiu quase nada de concreto nem de extraordinário.
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De João Carvalho a 09.10.2009 às 11:29

Como deve ter percebido, o meu comentário é reservado (através dos "ses"). Posso acrescentar outro: "se" não houver melhor e mais óbvio, parece-me aceitável.
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De Alexandra Carreira a 09.10.2009 às 11:34

Claro, estava apenas a juntar uma "achega"! Custa-me a acreditar que não haja melhor e mais óbvio, alguém que tenha provas dadas na luta pela paz. E se for este o caso, é grave, muito grave. Temo que este prémio não seja mais do que o reflexo do "efeito Obama". A esperança e o incentivo são muito importantes, mas acho que é demasiado cedo.
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De João Carvalho a 09.10.2009 às 12:01

Também tendo a concordar consigo.
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De Jorge Assunção a 09.10.2009 às 11:31

"distinguir quase por antecipação e incentivo não é necessariamente errada"

Parece-me que implica alguma dose de adivinhação e, julgo, não é esse o papel de um prémio. Quanto ao desanuviamento no plano internacional, como referes, existem 'sinais', mas nada de muito concreto e a situação está longe de ser estável. Veremos como é que ele lida com o Irão e o Afeganistão. Mas relembro só que, tendo em conta a forma e a justificação para este prémio, também George W. Bush poderia ter tido direito ao mesmo no ínicio do seu mandato, depois veio o 11 de Setembro e foi o que sabemos...
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De João Carvalho a 09.10.2009 às 11:33

Sim. Daí a reserva com que opinei. Mas continua sem me ocorrer melhor e mais óbvio.
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De Jorge Assunção a 09.10.2009 às 11:50

João, devias ter apostado dinheiro na vitória de Obama, é que nenhuma casa de apostas colocava-o entre os favoritos. :)

Sinceramente, preferia a atribuição do prémio a alguém como Hu Jia. Mas consta que já o ano passado não ganhou porque convinha não incomodar a China.
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De João Carvalho a 09.10.2009 às 12:31

É possível que tenhas tanta razão como eu ter perdido a aposta. Na verdade, nunca me teria lembrado do Obama antes: o meu "prognóstico" data do final do jogo...
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De Carlos Barbosa de Oliveira a 09.10.2009 às 12:13

Penso que foi uma escolha um bocadinho precipitada. A ver vamos, nos próximos tempos.
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De Ana Vidal a 09.10.2009 às 20:11

Eu gostei da escolha e acho-a justa, ainda que talvez prematura. Penso que o Nobel da Paz não tem de ser só por obra feita, pode ser também pelo efeito benéfico de uma personalidade sobre o colectivo. E, quanto a isso, penso que não exagero se disser que Obama foi um restaurador da esperança num mundo descrente e encrespado. E a esperança colectiva induz à paz e à boa vontade, não à guerra.

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