De ariel a 30.09.2009 às 12:23
Aqui está um mistério que só há pouco foi revelado, a orelha de Van Gogh teria sido cortada acidentalmente numa discussão com o seu adorado amigo Paul Gaugin , em 1889. As relações ambíguas , de amor e ódio dão nisto.
Pois. Quando menos se espera vai um pavilhão auricular para o maneta.
(eu escrevi 'pavilhão auricular'? Detesto esta expressão)
De mdsol a 30.09.2009 às 14:12
E um pavilhão auricular remedeia a circunstância que dá o nome ao maneta?
:)))
Esqueci-me da nomenclatura politicamente correcta. 'deficiente braçal' serve?
De mdsol a 30.09.2009 às 15:33
Ahahahah Boa!
Em alternativa permita-me que avente (gostou do verbo?):
Ser humano com um déficit acentuado de membros superiores...
Um pavilhão auricular ir para o maneta, ainda vá que não vá. O problema é o seguinte: como conseguirá o maneta segurá-lo?
De javali a 30.09.2009 às 15:48
Ainda que auricular seja a atirar para o esquisito, continua a ser bem melhor do que Rosa Mota.
De mdsol a 30.09.2009 às 16:23
Como assim?
De mdsol a 30.09.2009 às 15:52
Essa é uma questão magna João Carvalho.
:)))
De Maria a 30.09.2009 às 15:23
A expressão " ir para o maneta", vem de longe... .Talvez seja interessante recordá-la e para isso vou servir-me de excertos de um texto/trabalho - do jovem arqueólogo - Carlos Leitão Carreiro escrito aqui:
http:/ recuemos.blogspot.com /2005/12/foi-tudo-pr-maneta.html
“ (…) “Ir para o Maneta” é uma expressão que sobrevive ainda com considerável vitalidade por diversas zonas do país. Seja por acidente, por roubo ou falta de atenção, quando algo se perde irremediavelmente, lá vem o dito: “Foi tudo pró maneta (…) Na primeira invasão francesa em Portugal, ordenada por Napoleão e comandada pelo seu general Andoche Junot . Foi nesse mesmo ano de 1807 que, acompanhando Junot , um outro homem entra em Portugal com o intuito de fazer prevalecer a força do imperador francês, esse homem era Louis-Henri Loison . General francês de apenas 36 anos, contava já uma extensa e bem-sucedida carreira militar, ao comando das legiões napoleónicas (…) que se servindo na frente de guerra da actual Bélgica. Aí, Loison lidera o grupo que leva a cabo a pilhagem da riquíssima e célebre abadia de Orval . Chega a general em 1799, quando, muitas pilhagens depois, é enviado para a Suíça às ordens do General Massena.•
Em inícios de 1806, uma tarde de caça não lhe corre de feição e Loison perde o braço esquerdo, em consequência de ferimentos. A mutilação não lhe permitirá permanecer ao comando da sua divisão, nas campanhas em curso na Suíça, acabando por cumprir lugares secundários nas operações de guerra. Será então que, em fins de 1807 e já ao comando de nova divisão, Loison tem a rota traçada rumo a Portugal. Ordenado o avanço das tropas napoleónicas sobre a Península Ibérica, a divisão de Loison integra a força militar de Junot e, a 30 de Dezembro, ambos chegam a Lisboa.
Começa aqui um percurso de má memória que, naquela expressão popular, imortalizaria a inimizade que o povo português consagrou a este general de França. (…)
Assumindo o cargo de chefe da “polícia política” francesa em Lisboa, Loison espalha o terror entre as populações lisboetas e arredores. (…) Daí que, ainda hoje, “vá tudo pró Maneta”, na gíria nacional está claro.”
Tenho consciência que fugi ao tema, derivei, meti a cabeça na areia... Ninguém é perfeito:))
Pois, Maria. Mas hoje não se pode falar em manetas. Nem em cegos (invisuais), nem em surdos (deficientes auditivos). Ainda somos multados por isso.
De mdsol a 30.09.2009 às 16:01
Já agora nada de dizer canhoto. Esquerdino ainda se tolera. Mas sinistrómano é que é.
:))))
De Maria a 30.09.2009 às 18:19
Sinistrómano?! Boa mdsol " é melhor a emenda que o soneto" e tem tudo a ver ....:))
De Maria a 30.09.2009 às 16:12
Eu sei, Pedro, foi um pretexto para lembrar a nossa história:))
Pedro, sabia que os cegos não gostam que lhes chamem invisuais? E aos deficientes, politicamente correcto é dizer-se "portadores de deficiência", e estes nomes, até já podem estar desactualizados, agora, a situação dos denominados, na sua grande maioria, infelizmente, é que não muda.
De mdsol a 30.09.2009 às 16:25
João:
Será que o Van Gogh, nesse estado, ouvia o carteiro a tocar à porta? Mesmo que ele tocasse duas vezes?
:)))
Diz-se que o carteiro ele não ouvia. Mas ouvia o comboio, que apitava sempre três vezes.
De mdsol a 30.09.2009 às 16:34
Apita três vezes sim, mas só pode apitar se passar. Por vezes é preciso ouvir o carteiro para não se ficar a ver passar o TGV!
Bea!
:))))))
Bem visto. Ou bem ouvido.
Bea!
De mdsol a 30.09.2009 às 18:49
Agora sou eu que não vejo nada.
Balhamedeus!
:))
De Luís Reis Figueira a 01.10.2009 às 00:48
Sejamos económicos, que a crise assim no-lo pede: bem ouvisto, é que é.
De Ana Mestre a 30.09.2009 às 19:33
E o senhor mudava de cor dos olhos também...num quadro tem olhos azuis e no outro olhos verdes...:)
Era das lentes de contacto. Já lhe chegava ouvir mal, mas um pintor ver mal é que não.
De mdsol a 30.09.2009 às 22:08
Ainda bem que já havia lentes de contacto. Sem pavilhão auricular seria complicado segurar a armação de uns óculos
:))))))))
Tem acompanhado as notícias?
As notícias? Tenho. Acabo de confirmar que não é fácil segurar a armação de óculos sem pavilhão multius... perdão... auricular.
De mdsol a 01.10.2009 às 09:50
Ohhhhhhhhh
Não é disso que se trata.
E eu não sei?
Notícias há muitas. Chegam por muitos lados. Até pelo correio.
Balhamedeus!
Bea para si também! Está a ver?
:))))))))))))))))))