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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 22.09.18

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Apologia do Diabo, de J. B. Erhard

Tradução de João Tiago Proença

Ensaio

(edição Antígona, 2018)

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Pensamento da semana

por Bandeira, em 22.09.18

“Save the plane”, leio na t-shirt da empregada de balcão. Um ligeiro movimento das pregas converte a frase num menos ofegante “Save the planet”. Se perguntar “Que avião?” ainda há pouco me parecia pertinente, perguntar agora “Que planeta?” será talvez tolice—um bocadinho como perguntar “Que avião?” a partir do lugar à janela, sobre a asa, que é onde mais gosto de voar.

 

Este pensamento acompanha o DELITO durante toda a semana

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Canções do século XXI (537)

por Pedro Correia, em 22.09.18

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Sem rodeios

por Pedro Correia, em 21.09.18

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Joana Marques Vidal foi afastada por ter incomodado os poderosos.

Ponto final.

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Frases de 2018 (36)

por Pedro Correia, em 21.09.18

«A hipótese da recondução nunca me foi colocada.»

Joana Marques Vidal, procuradora-geral da República, ao ser confrontada esta manhã com a escolha da sua sucessora, Lucília Gago, por consenso entre Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa

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Estátuas dos nossos reis (26)

por Pedro Correia, em 21.09.18

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D. Sancho I (1185-1211)

 

Autor: Desconhecido

Ano da inauguração: 1726, presumivelmente

Localização: Castelo Branco, no Jardim do Paço Episcopal ou de São João Baptista

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Um jornal de referência

por Rui Rocha, em 21.09.18

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 21.09.18

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A Sociedade Contra o Estado, de Pierre Clastres

Tradução de Manuel de Freitas

Investigações de antropologia política

(edição Antígona, 2018)

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Beaux toujours

por jpt, em 21.09.18

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Belles toujours

por Pedro Correia, em 21.09.18

 

Anne Consigny

 

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Canções do século XXI (536)

por Pedro Correia, em 21.09.18

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A não recondução da PGR.

por Luís Menezes Leitão, em 20.09.18

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Nunca achei bem que se fizesse uma questão nacional em torno da recondução da PGR, mas também sempre me pareceu que a solução natural seria a sua recondução, face ao brilhante trabalho que desenvolveu. Comecei a ter dúvidas quando, conhecendo Marcelo, vi a primeira página do Expresso, o que me pareceu ser uma manobra de diversão, o que o desmentido de Marcelo só confirmou. A questão é que a procuradora estava a ter demasiado protagonismo e isso Costa não perdoa e Marcelo muito menos. Ou muito me engano ou a nova PGR vai ter um total "low profile". Como convém ao actual poder político.

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Estátuas dos nossos reis (25)

por Pedro Correia, em 20.09.18

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D. Afonso Henriques (1140-1185)

 

Autor: Ainda não apurado

Ano da inauguração: Ainda por confirmar

Localização: Freguesia de Fragoso, Barcelos, junto à Capela de São João (antiga ermida de São Vicente), numa encosta do Monte de São Gonçalo

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Futuro próximo

por Rui Rocha, em 20.09.18

Em 5 anos, taxistas e motoristas Uber estarão unidos na luta contra os veículos sem condutor.

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 20.09.18

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Pequena História dos Grandes Clássicos da Literatura Portuguesa

Organização, transcrição e extratextos de Victor Correia

(edição Guerra & Paz, 2018)

"A presente edição não segue a grafia do novo acordo ortográfico"

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A expulsão de Ronaldo

por jpt, em 20.09.18

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A expulsão de Cristiano Ronaldo ontem em Valência (nesta ligação vê-se o lance em grande plano, o que as imagens mais comuns não fazem), foi uma decisão totalmente injustificada. Que demonstra perfeitamente o sexismo no mundo do futebol, pois no futebol feminino já vi coisas bem piores do que esta passarem sem castigo. E mostra também o racismo que grassa, tão notório é que a pérfida decisão do árbitro alemão Brych denota o desprezo pelos latinos, vistos como menos-brancos.

Pena que Ronaldo, abatido pelos acontecimentos, não tenha feito a imediata denúncia destas maleitas ideológicas que afectam o desporto-rei.

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Um outing no Muppet Show

por jpt, em 20.09.18

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Vai para aí um arraial feliz, na notícia que dois bonecos Marretas saíram do armário. E logo os mais estupores percorrem a galeria de personagens BD e animação, declarando risonhos "outings" na galeria dos heróis - o pacto de leitura que estes letrados cometem mostra-os bem limitados,  até descendentes daquele tão fora de moda "neo-realismo", não há volta a dar, é o triste fado.

Após 1989, com o final do genocidismo, a esquerda europeia gringou-se e nisso virou identitarista. A sacra aliança operários-camponeses virou mulheres-homossexuais, os livros de Marx foram para as arrecadações e Foucault passou a "ficar bem" na decoração de interiores.

Agora mesmo, com todas estas saudações festivas ao casal de fantoches, ocorre-me - na enevoada memória, pois não vejo um episódio dos Marretas há 40 anos - que a única personagem feminina ("pessoa do género feminino e da comunidade branca", como a descreveria um antropólogo se escrevendo no Público) era a vaca da porca Piggy, uma megera, desleal ninfomaníaca, egocêntrica, obesa desafinada e que, pior do que tudo, azucrinava a cabeça do seu pobre e sofrido namorado ("pessoa do género masculino e da comunidade verde, como o descreveria um antropólogo se escrevendo no Público). Um "must" em termos de estereótipos sexistas ...

Camaradas feministas estamos à espera de quê? Agora que todos louvam a pertinência dos fantoches Marretas não exercerão a vossa crítica ideológica, não apontarão a série como uma vil manobra anti-pessoasdogénerofeminino? Ou a aliança de classe, perdão, de identidades sobreleva-se, a bem da unidade do Partido, coisa do centralismo democrático? E ficar-se-ão no elogio ao casalinho fantoche?

 

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Canções do século XXI (535)

por Pedro Correia, em 20.09.18

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Já li o livro e vi o filme (242)

por Pedro Correia, em 19.09.18

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     A INSÍGNIA VERMELHA DA CORAGEM (1895)

Autor: Stephen Crane

Realizador: John Huston (1951)

Huston mostra-nos a guerra (neste caso, a Guerra da Secessão norte-americana) como se fosse um filme negro. Com rostos dos combatentes em grande plano - rostos onde vemos cansaço, angústia, medo. Notável adaptação cinematográfica, hoje raras vezes vista, da excelente novela homónima de Crane.

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Estátuas dos nossos reis (24)

por Pedro Correia, em 19.09.18

               4 - D. Afonso Henriques Escultura em granito Conve CR124_Rehabilitacion_Pousada_del_Monasterio_Santa_

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 D. Afonso Henriques (1140-1185)

 

Autor: Desconhecido

Ano da inauguração: Incerto, presumivelmente no século XVII

Localização: Amares, na fachada do antigo Convento de Santa Maria do Bouro, actual pousada

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 19.09.18

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O Sobrevivente, de Álvaro Faria

Romance

(edição Bookbuilders, 2018)

"O autor não segue o novo Acordo Ortográfico"

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Um país de opereta.

por Luís Menezes Leitão, em 19.09.18

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Eu julgava que neste país existiam leis que puniam os bloqueios de estrada e a ocupação da via pública, impedindo a normal circulação do trânsito. Afinal parece que em Portugal é possível fazer uma manifestação a utilizar carros indevidamente estacionados para cortar a via pública nas principais cidades do país, causando o caos no seu funcionamento e prejudicando centenas de milhares de pessoas. E as autoridades, em lugar de cumprirem a lei, até se dispõem a colaborar nesse objectivo, cortando elas mesmas o trânsito e reservando as vias para o estacionamento dos manifestantes. Digam lá se isto não é um país de opereta.

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Canções do século XXI (534)

por Pedro Correia, em 19.09.18

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(Postal daqui)

 

O meu amigo João Xavier acaba de publicar estas suas fotografias, de um prédio novo na centralíssima avenida Eduardo Mondlane, em Maputo. Não valerá a pena dizer muito, são mais do que explícitas da era que se vive, em Moçambique na África global. Ao vê-las foi-me imediata a recordação da célebre foto do Ricardo Rangel, tornada ícone da denúncia do racismo colonial (esse que tantos de nós, portugueses, estuporadamente continuamos a negar):

 

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Ao olhar estas novas imagens, não surpreendentes pela realidade que gritam, que essa é óbvia, mas sim pela desfaçatez que demonstram, estanco naquela tão bela expressão moçambicana, o “estou a chorar”.  Como é isto possível?, como decorreu o processo nacional para que se aceitem as aleivosias desta nova interacção de XXI?

Quando nós, portugueses ou europeus em geral, resmungamos com as modalidades, absolutamente predatórias da articulação chinesa com África, e com Moçambique em particular, a reacção local é imediata, aventando que isso é fruto da “nostalgia colonial”, dos tempos em que “nós” mandávamos. Mas é tão óbvio que não é isso. É certo que as relações entre Moçambique (e África) e a Europa (ou o “mundo pan-europeu”, como Wallerstein muito bem especificou) não têm sido absolutamente virtuosas, nem isentas de mecanismos de apropriação, nem decorrem simétricas. Mas é notório que, muito pelos processos de independência africanos mas não só, se geraram nas sociedades “pan-europeias” constatações e conflitualidades, preocupações ecológicas, derivas desenvolvimentistas, ideologias democratizadoras (sistematizadas na “condicionalidade política” que vigorou de facto durante breve período de tempo), e até uma feroz auto-crítica societal quanto às relações com o dantes chamado “Terceiro Mundo”, etc.

Este é um processo histórico, com corolários culturais e ideológicos, que a China desconheceu. E a abordagem que a sociedade chinesa, seu poder e suas empresas, tão articulados, faz a África é tipo “tábua rasa”. Com os preconceitos gritados (e não sussurrados como os de outros), com o descuido da issolidariedade óbvia, numa vertigem de apropriação de desrespeito. E nisto seria interessante perceber, o que exigiria um conhecimento profundo da sociedade chinesa actual, que estratos socioculturais chineses se envolvem na relação com África, e Moçambique, tanto na própria China como nos fluxos de migração sazonal (ou mesmo de assentamento).

E tudo isto é aceite. A troco de quê? De umas pontes, de umas estradas (tudo isso que virá a ser pago, entenda-se, e caro …)? Honestamente esta cena de tamanho profundo racismo, que mais audível (e assim visível) seria se percebendo mandarim, expressa neste apartar de “apartamentos” no centro da capital da cidade, é o grau zero da soberania. Convoca-me a dor d’alma, e nisso a demagogia, assumida: como é que no país de Mabote, de Machel, de Magaia, de Marcelino, de Mondlane, é permitida a situação que a isto conduziu?

(Ok, desabafo feito, podem vir apupar-me de “xi-colono”, saudoso do tempo em que “eu” é que mandava).

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Estátuas dos nossos reis (23)

por Pedro Correia, em 18.09.18

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D. Afonso Henriques (1140-1185)

 

Autor: António Mendanha

Ano da inauguração: 2018

Localização: Casa do Minho no Rio de Janeiro

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De blogue em blogue

por Pedro Correia, em 18.09.18

Vale a pena ler o que se vai escrevendo pela blogosfera que resiste em dissolver-se nessa nebulosa informe das "redes sociais".

Seguem-se alguns exemplos.

 

Eugénia de Vasconcellos: «De cada vez que uma mulher grita discriminação de género como Pedro gritava lobo sem que lobo houvesse até que lobo houve e ninguém acreditou, presta um deserviço à mulher.» (Cabeça de Cão)

Maria João Caetano: «Ainda somos tantas vezes mulheres caladas, escondidas, envergonhadas.» (A Gata Christie)

Manuel Vilarinho Pires: «São as dúvidas dos lúcidos, e não as certezas dos idiotas, que fazem avançar o mundo.» (Gremlin Literário)

Carlos Natálio: «Quem não aprecia um bom sorriso sádico, desde que no conforto de seu lar? Atire a primeira pedra, vá.» (Ordet)

João Tiago Gaspar: «A vilanagem dá trabalho. Ele há vilões profissionais – cruéis, metódicos e implacáveis – e depois há vilões amadores.» (Malomil)

Cristina Nobre Soares: «Nada tenho contra as imagens, muito pelo contrário, mas talvez tivéssemos a ganhar alguma coisa com a maior lentidão das palavras.» (Em Linha Recta)

M.ª Rosário Pedreira: «Os Fios, romance de estreia de Sandra Catarino, lindo e imperdível, combina a crueza do meio rural com um lirismo inesperado que torna esta narrativa mágica e poderosamente empática.» (Horas Extraordinárias)

F. Penim Redondo: «Se a história da humanidade fosse o equivalente de 100 anos, esta fase em que estamos corresponderia aos últimos dez segundos.» (Dote Come)

Paulo Prudêncio: «A quarta revolução industrial em curso, e a generalização do uso das tecnologias, afirma uma certeza: são as pessoas que vão fazer a diferença.» (Correntes)

João Sousa: «Descobri agora, enquanto espero que o catamarã saia de Lisboa, não ser a última pessoa em Portugal a usar um telemóvel com Windows Phone.» (Ainda Há Bilhetes)

Alexandra G.: «E tu, já foste verificar se estás, finalmente, a salvo da universidade?» (Imprecisões)

 

 

ADENDA: Aproveito este quadro de honra para três singelas linhas de elegia pela morte prematura de um dos meus blogues favoritos: o inesquecível Escrever é Triste, de que me despeço, leitor antes movido e agora comovido.

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 18.09.18

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Sabe o que Anda a Comer?, de Susete Estrela

Culinária

(edição Arena, 2018)

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Canções do século XXI (533)

por Pedro Correia, em 18.09.18

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Reciprocidade.

por Luís Menezes Leitão, em 17.09.18

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Eu, se estivesse no lugar do João Lourenço, depois dos calções de banho de Marcelo na praia da Ilha e das jeans de António Costa em revista às tropas, trataria a viagem de Estado a Portugal exactamente da mesma maneira. Optaria por isso por surgir em todas as ocasiões solenes com uma roupa leve e desportiva. O único senão desta estratégia é que Novembro em Portugal costuma ser muito frio.

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Pasta medicinal Couto

por jpt, em 17.09.18

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Costa chega a Angola - depois de anos de relações difíceis entre Estado. Nestes propósitos ... Nem valerá a pena dizer muito, é um político português ...

Talvez apenas adiantar que fico à espera do tom sobranceiro dos "funcionários orgânicos" que tudo deste Costa saúdam. E que a isto explicarão. Rastejando, claro. Como lhes é habitual.

 

 

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Filosofia de parede

por Pedro Correia, em 17.09.18

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Lisboa, Estrada de Benfica

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Estátuas dos nossos reis (22)

por Pedro Correia, em 17.09.18

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D. Afonso Henriques (1140-1185)

 

Autor: António Duarte

Ano da inauguração: 1991

Localização: Caldas da Rainha, no Atelier-Museu António Duarte

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 17.09.18

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Miguel Strogoff, de Jules Verne

Tradução de Pedro Vidoeira

Romance

(reedição E-primatur, 2018)

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O blogue da semana

por João Pedro Pimenta, em 17.09.18

 

De Trás-os-Montes para o Mundo, Rui Ângelo Araújo exibe desde há uns anos as suas reflexões sobre cultura, literatura, política e muitas outras matérias. "Linkado" amiúde nesta casa, já era tempo de fazer parte da nossa escolha semanal. Os Canhões de Navarone é o blogue da semana.

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Frases de 2018 (35)

por Pedro Correia, em 17.09.18

«Ser de esquerda não é a mesma coisa que ser franciscano.»

Ricardo Araújo Pereira, em entrevista ao Observador

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Canções do século XXI (532)

por Pedro Correia, em 17.09.18

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Fotografias tiradas por aí (426)

por José António Abreu, em 16.09.18

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Porto, 2018. 

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Estátuas dos nossos reis (21)

por Pedro Correia, em 16.09.18

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 D. Afonso Henriques (1140-1185)

 

Autor: António da Costa

Ano da inauguração: 1938

Localização: Luanda, no Museu Nacional de História Militar de Angola, instalado na antiga Fortaleza de São Miguel. Antes da independência (fotos antigas), em 1975, esteve colocada sobre um pedestal no Largo D. Afonso Henriques, actual Avenida do 1.º Congresso do MPLA

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 16.09.18

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  Big Mal & Companhia, de Gonçalo Pereira Rosa

História da época do Sporting 1981-1982

(edição Planeta, 2018)

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A estratégia do PSD.

por Luís Menezes Leitão, em 16.09.18

Primeiro eram "fake news", depois foi alguém que deu com a língua nos dentes. Mas isso é acessório perante o principal. O principal é a Direcção achar que é normalíssimo o PSD andar de mão dada com o Bloco, avalizando uma proposta deste completamente absurda e que tinha sido arrasada por todos os outros partidos. Para logo a seguir assistir-se a ser a proposta do PSD a ser arrasada por todos os outros partidos, incluindo o próprio Bloco, que pelos vistos nem foi capaz de lhe agradecer o favor… Pode a Direcção achar que pôr o PSD a fazer um discurso ideológico de extrema esquerda contra os especuladores e o grande capital é uma jogada política genial. Eu digo que isto é jogar à roleta russa com uma metralhadora pesada. Vamos ver quem tem razão.

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Pensamento da semana

por Alexandre Guerra, em 16.09.18

Na ressaca de um dos períodos mais esquizofrénicos da nossa imprensa e da história do clubismo em Portugal, lembrei-me do que me disse alguém que em tempos já foi presidente de um dos "três grandes". À luz daquilo que é mentalidade (ou falta dela) instalada na generalidade dos adeptos portugueses de futebol, por melhor gestor que um líder desportivo seja, por melhores resultados financeiros que obtenha ou por melhor estratégia que implemente ao nível da formação e das ditas modalidades amadoras, se a bola teimar em não entrar na baliza do adversário, mais cedo ou mais tarde, a massa associativa perde a paciência e vai colocar em causa o seu trabalho. Daí, a clássica promessa fácil dos títulos imediatos para alimentar as hostes, mesmo que isso em nada contribua para a estabilidade e sustentabilidade a longo prazo de um projecto. Infelizmente, em várias áreas da nossa sociedade portuguesa costuma ser assim, privilegia-se o amanhã e descura-se o médio e longo prazo. 

 

Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana

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Canções do século (531)

por Pedro Correia, em 16.09.18

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"Ter terra" é isto

por Pedro Correia, em 15.09.18

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Volto a Castelo Branco, cinco anos depois. Está um Verão dos antigos: 32 graus neste meio de Setembro. Calha bem: venho em busca de raízes neste regresso esporádico a um dos lugares que transporto nos genes. Terra onde viveram os meus avós (e cuja casa, nas traseiras do Liceu, ficou praticamente destruída pelo tornado de 1954), onde nasceu uma das minhas tias, onde a minha mãe fez o ensino secundário. Viemos com ela em 2013, sabendo todos - ela, melhor que ninguém, com os dotes de presciência que sempre evidenciou - que era uma viagem única. Por ser a última.

Talvez por isso, absorveu-a intensamente. Levámo-la lá acima, ao castelo. Em tantos anos, nunca tinha visitado tal paragem, de onde se disfruta um panorama incomparável: «No meu tempo, nenhuma rapariga vinha aqui, nem sequer acompanhada.»

É um mundo diferente daquele onde ela ia de burro, dar aulas a garotos da aldeia, no Rosmaninhal. A cidade expandiu-se imenso, em todas as direcções. Das ameias do castelo, já mal distingo o quartel onde o meu avô foi comandante antes de rumar à última comissão em África: é um ponto quase remoto, diluído na malha urbana. 

 

O hotel na colina, onde me hospedei pela primeira vez em 2006, continua a proporcionar-nos uma visão deslumbrante das vastas planícies em redor - tendo agora a novidade de alojar turistas de diversas nacionalidades. A cidade exibe enfim um terminal rodoviário que não a envergonha, colado à estação ferroviária. Mas o centro parece-me mais despovoado: nunca consegui entender a "intervenção" do chamado Programa Polis, que o desfigurou por completo. Coincidência ou não, o Praça Velha - outrora o meu restaurante favorito aqui na terra - fechou as portas, na emblemática Praça Luís de Camões: outra excelência gastronómica que elimino da minha lista.

Mas gostei de saber que foi recuperado o Cine-Teatro Avenida, após décadas de abandono, e que o Jardim do Paço mantém o viço de sempre. Incluo-o, sem favor, entre os dez mais belos de Portugal.

Venho em visita demasiado apressada, não chego a contactar o meu ex-professor Manuel Costa Alves, que tanto me marcou nas suas aulas de Geografia, nem os filhos dum quase-irmão do meu pai, que na minha infância sempre tratei como primos.

 

À porta da Sé, gente toda aperaltada neste sábado estival: é um casamento. Miro os noivos com um sorriso largo: foi aqui mesmo que os meus pais casaram, conheço este local de dezenas de fotografias dos álbuns de família.

Reparo numa árvore ampla, de folhas largas e escuras, ignoro como se chama. Alguém me esclarece: é um abacateiro. Símbolo de novidade por estas bandas. 

Velho e novo, tudo se conjuga. Nas vilas como nas vidas. Miro a cidade cá de cima, do hotel, e logo me vêm à memória aquelas estrofes da cantiga de Arlindo de Carvalho que aprendi na infância mais remota: «E quem nasceu lá, em Castelo Branco, / não é feliz noutra terra.»

"Ter terra" é isto. Esta necessidade de um cíclico banho lustral capaz de nos lavar por dentro, em resposta a um apelo que soa no mais fundo de nós.

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Estátuas dos nossos reis (20)

por Pedro Correia, em 15.09.18

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D. Afonso Henriques (1140-1185)

 

Autor: Jorge Pé-Curto

Ano da inauguração: 2007

Localização: Parque Luso, no Alto do Moinho, Corroios, concelho do Seixal

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 15.09.18

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 A Filha da Profecia, de Juliet Marillier

Tradução de Alice Miranda

Romance

(edição Planeta, 2018)

 

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Canções do século XXI (530)

por Pedro Correia, em 15.09.18

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Ferro e fogo no Brasil

por João Pedro Pimenta, em 14.09.18
 
No último 7 de Setembro o Brasil comemorou mais um aniversário. Dificilmente poderia ser mais atribulado. Poucos dias antes tinha ardido o seu Museu Nacional, a memória de duzentos anos de acervos e colecções de paleontologia, etnologia, geologia, etc, espalhados pelo velho Palácio de S. Cristóvão, a morada da família real portuguesa aquando da sua prolongada estadia no Rio. Naquele edifício moraram seis monarcas ou futuros monarcas (entre os quais uma futura Rainha de Portugal e um futuro Imperador do Brasil, que aliás eram irmãos), e ali se delineou o futuro de Portugal e a independência da gigantesca colónia, entretanto promovida a Reino. O estado de degradação e negligência do edifício e do seu conteúdo, divulgado após o desastre, chocam pelo terceiro-mundismo da coisa. Sabe-se que já se tinha assinado um acordo que libertaria fundos para obras de fundo, o que só avoluma a tragédia do caso: afinal os meios existiram, mas a salvação chegou tarde demais. O caso, como seria de esperar, despoletou acusações e discussões políticas de todo o tipo, incluindo manifestações frente à carcaça fumegante do edifício, com bandeira empunhada e tudo, acusando os actuais poderes instituídos. A verdade é que o último chefe de estado brasileiro a visitar o Museu e a casa dos seus longínquos antecessores reais e imperiais fora Juscelino Kubischek de Oliveira - esse mesmo, J.K, o construtor de Brasília. Desde então mais nenhum tinha visitado, oficialmente, ao que se sabe, aquelas salas. Nem seque Fernando Henrique Cardoso, um reconhecido intelectual. É uma triste metáfora do desinteresse a que os dirigentes do Brasil votaram a memória histórica e a cultura do país, e por sua vez, o incêndio é ele mesmo uma metáfora e uma lição do momento que vive o país.
 
 
Poucos dias depois, o candidato Jair Bolsonaro, à frente nas sondagens para a primeira volta das presidenciais de Outubro, é esfaqueado por durante um comício em Minas Gerais, ao que parece por um desequilibrado que já militara no PSOL (o equivalente ao Bloco no Brasil). À primeira vista parece quase uma ironia eleitoral, já que Bolsonaro não se cansa de apelar à violência contra os seus adversários e é um saudosista da ditadura militar. É daquelas figuras que se pode apelidar de "fascista" sem provocar grandes reclamações, além de  ter demonstrado nos debates televisivos que não dá muito mais do que aquele discurso básico. Pessoas que elogiam Marine LePen dizem cobras e lagartos dele. Só que o Brasil já não é uma ditadura e o candidato teve a devida autorização para se apresentar a eleições. O normal seria poder andar pela rua sem receio de sofrer atentados. Se eventualmente apela ao ódio, isso é responsabilidade das autoridades competentes, eleitorais, policiais ou outras, não de pobres  diabos armados.
 
 
Não se sabe se o atentado terá o efeito "Marinha Grande", mas é bem possível que tenha acrescentado mais uns votos ao militar. De qualquer maneira, é mais um capítulo do ódio que percorre a política e a sociedade brasileira. Vale a pena lembrar que este ano já tivemos tiros dirigidos à caravana de Lula (tal como aconteceu com Bolsonaro, não faltaram as teorias de "fingimento") e o assassínio da vereadora Marielle Franco, no Rio. E ainda os episódios da prisão de Lula, da sua politização e dos desgaste que isso provocou ao PT e aos seus apoiantes. Só mesmo no último minuto é que o partido que durante anos governou o Brasil confirmou o ex-prefeito de S. Paulo e ex-ministro Fernando Haddad como candidato presidencial. Ao menos os "petistas" livram-se de ver o seu candidato acusado de ser "analfabeto" (esta parcela será mais facilmente preenchida por Bolsonaro). No meio deste carrossel de intriga, ódio, e violência que mina o Brasil, temos ainda dois candidatos minimamente decentes, que se chegarem à segunda volta terão a eleição quase garantida. São eles os repetentes Ciro Gomes (que tem aquele pequeno defeito dos políticos brasileiros de ter feito parte de não sei quantos partidos, parando agora no clássico PDT, fundado por Leonel Brizolla) e a ecologista evangélica Marina Silva. Junte-se-lhes Geraldo Alckmin, político experiente mas também algo desgastado, pelo PSDB, e apoiado pela direita clássica, Henrique Meirelles, até agora ministro das finanças de Michel Temer e primeiro candidato do hegemónico MDB desde ha mais de vinte anos, e mais os habituais candidatos de partidos minoritários, formações de esquerda radical ou evangélicos lunáticos. A eleição da primeira volta promete. A da segunda está para se ver. Uma coisa é certa: o vencedor já não irá a tempo de visitar o Museu Nacional do Brasil. JK foi mesmo o último. Se alguma coisa se tentar fazer ali, será um pastiche entre as paredes do velho Palácio de S. Cristóvão. A maior missão será impedir que o Brasil, para mais encurralado entre uma Argentina entre grave crise económica e o êxodo de venezuelanos fugidos à tirania de Maduro, pegue fogo.
 

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 Última edição da revista Beituki, páginas 10 e 11, com conselhos matrimoniais

 

 

Sempre preocupada com o bem-estar do lar, a revista feminina Beituki ("A Tua Casa"), editada pela al-Qaeda, sugere às mulheres 17 maneiras de evitar o divórcio. É díficil escolher dois exemplos no meio de tantas pérolas, mas optei por estes:   

 

- Não invejar as restantes esposas;

- Se não engravidar por culpa do marido, aceite a situação e console-o.

 

Sim, há secção de correio sentimental. E não, não é piada.

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Estátuas dos nossos reis (19)

por Pedro Correia, em 14.09.18

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D. Afonso Henriques (1140-1185)

 

Autor: João de Sousa Araújo

Ano da inauguração: 1993

Localização: Torres Novas, Rua Alexandre Herculano

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 14.09.18

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 Uma Certa Forma de Vida, de Helena Sacadura Cabral

Reflexões

(edição Clube do Autor, 4.ª ed, 2018)

"Por vontade expressa da autora, a presente edição não segue a grafia do novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa"

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