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O comentário da semana

por Pedro Correia, em 15.12.18

 

«Quem nunca leu Homero e Platão não sabe sequer ler.»

 

Do nosso leitor André Miguel. A propósito deste meu postal.

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Estátuas dos nossos reis (111)

por Pedro Correia, em 15.12.18

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D. Manuel I (1495-1521)

 

Autor: Vasco Pereira da Conceição

Ano da inauguração: 1970

Localização: Alcochete, Jardim da Avenida D. Manuel I

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Leituras

por Pedro Correia, em 15.12.18

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«Não há nada mais igual do que o mar ou o lume ou uma flor. Ou um pássaro. E a gente não se cansa de os ver ou ouvir. Só é preciso que se esteja disposto para achar diferença nessa igualdade. Posso olhar o mar e não reparar nele, porque já o vi. Mas posso estar horas a olhar e não me cansar da sua monotonia.»

Vergílio Ferreira, Contos (1976)p. 227

Ed. Quetzal, Lisboa, 2018. Colecção Obra Completa de Vergílio Ferreira

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 15.12.18

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Frei Luís de Sousa, de Almeida Garrett

Fixação de texto de Ana Castro Salgado

Teatro

(reedição Guerra & Paz, 2018)

"A presente edição não segue a grafia do novo acordo ortográfico"

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Pensamento da semana

por jpt, em 15.12.18

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As alas mais radicais do movimento feminista vêm somando conquistas. Talvez a maior seja esta aliança (a que preço?) com as indústrias, automóvel e informática: a disseminação dos GPS automóveis é uma insidiosa manobra global de emasculação, devastando habilidades milenares e assim minando primazias ordenadoras.

 

Este pensamento acompanha o DELITO durante toda a semana

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Canções do século XXI (621)

por Pedro Correia, em 15.12.18

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May é fraca, mas coerente. Corbyn nem isso!

por Alexandre Guerra, em 14.12.18

Tony Blair voltou esta Sexta-feira a falar sobre o Brexit numa entrevista à BBC News e num discurso dirigido aos líderes europeus. Fê-lo com clareza e sem floreados: em breve haverá uma maioria no Parlamento britânico que exigirá um “final say referendum” sobre o Brexit. O antigo primeiro-ministro inglês tem feito aquilo que o actual líder do Labour nunca assumiu de forma objectiva e focada, ou seja, empenhar-se na manutenção do Reino Unido na União Europeia. Há umas semanas, Blair já tinha dito na sua intervenção na WebSummit, em Lisboa, que o Brexit era reversível, embora não tivesse, na altura, concretizado de que forma. Agora, deixa bem claro que, perante o descalabro total em que se tornou o processo negocial entre Londres e Bruxelas e o impasse político interno, serão os próprios deputados britânicos a poder desencadear o derradeiro referendo.

 

Efectivamente, o Brexit acabou por se transformar num pântano onde Theresa May e Jeremy Corbyn se foram afundando. A primeira-ministra foi incapaz de corrigir a rota desastrosa traçada pelo seu antecessor David Cameron, enquanto ao líder da oposição tem faltado firmeza e coragem para assumir uma postura história na defesa da manutenção do Reino Unido na União Europeia. Esta atitude algo cínica e cobarde prende-se, em parte, com a ditadura das sondagens e com aquilo que foram os resultados do referendo de 2016. Aliás, basta ver a posição oficial do Labour caso não se desbloqueie o impasse no Parlamento, deixando em aberto todas as opções, seja aquela em que o Brexit segue por diante num modelo intermédio, aquela em que se realizam eleições antecipadas ou aquela em que se realiza um novo referendo. Para o Labour, tudo é possível, mesmo posições antagónicas, sendo incapaz de assumir um caminho único. Há momentos na história das lideranças políticas em que posições dúbias como esta têm custos elevados para os povos. Corbyn tem evitado comprometer-se com uma ideia de esperança para aqueles que vêem no Brexit uma ameaça ao estilo de vida britânico.

 

Após o erro histórico de Cameron, a função do Labour teria sido essa e só essa, independentemente dos eventuais custos eleitorais. A verdade é que Corbyn parece ter ficado refém dos resultados do referendo de 23 de Junho de 2016 e nunca se libertou dessas grilhetas. Este facto impeliu-o para uma política titubeante, com milhares de britânicos a ficarem órfãos de um líder que represente os 48 por cento (provavelmente, agora até serão mais) de eleitores que votarem no “remain”.

 

O sistema britânico defronta-se actualmente com dois líderes fracos, Corby e May, mas por razões diferentes. A primeira-ministra britânica não teve arte para gerir a difícil “herança” de Cameron e deixou-se encurralar, cometendo imensos erros, acabando por colocar-se na posição humilhante de ter que “bater à porta” de Bruxelas para lhe “dar a mão”. Apesar disto, tem que se reconhecer que May foi sempre coerente com o princípio da concretização do Brexit, dando corpo aos resultados do referendo. Porém, a Corbyn nem a coerência se pode reconhecer, tendo sido incapaz de se bater por uma posição clara pela permanência do Reino Unido na União Europeia. Não só não fez isso, como tem seguido uma política difusa e confusa, orientada por um taticismo eleitoral que, muito provavelmente, não lhe dará grandes frutos.

 

De Corbyn – que uma certa ala esquerda quis fazer dele um Bernie Sanders à inglesa – nada de inspirador se ouviu para os muitos britânicos que acreditam nas virtudes de um Reino Unido integrado na União Europeia. Corbyn podia ter respondido aos anseios destas pessoas e deixado uma marca importante na história do Labour, batendo-se por um projecto europeu que continua a ser o farol dos valores e dos princípios para milhões de cidadãos, mas, em vez disso, foi pusilânime e hesitante, optando pelo calculismo eleitoral e nuances políticas mais turvas.

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Postal de Natal

por Teresa Ribeiro, em 14.12.18

No metro:

- Vais à tua irmã no Natal?

- Não sei, se for é só por causa da miúda.

- Ah, pois, a miúda vai protestar se não fores.

- Mas se for, digo logo que não posso estar muito tempo porque no dia seguinte é dia de trabalho!

- Boa! 

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Já li o livro e vi o filme (248)

por Pedro Correia, em 14.12.18

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O APELO DA SELVA (1903)

Autor: Jack London

Realizador: Richard Gabai (2009)

Um clássico da literatura para todas as idades, insuperável no confronto com qualquer filme. O que não retira interesse a esta película que presta homenagem declarada ao romance - boa para ver na quadra natalícia.

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Estátuas dos nossos reis (110)

por Pedro Correia, em 14.12.18

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D. Manuel I (1495-1521)

 

Autor: Maximiano Alves

Ano da inauguração: 1933

Localização: Lisboa, no Castelo de São Jorge

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 14.12.18

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Para o Casamento, de John Berger

Tradução de Luísa Feijó

Romance

(edição Relógio d'Água, 2018)

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Belles toujours

por Pedro Correia, em 14.12.18

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Kristen Hager

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E uma greve de chico-espertos?

por João Pedro Pimenta, em 14.12.18

Este ano a época natalícia confunde-se com a época grevista. Há dias, um noticiário começou falar das greves em curso e só aos vinte minutos é que mudou de assunto. Havia-as de enfermeiros, estivadores, guardas prisionais, oficiais de justiça, bombeiros, funcionários da RTP, transportes públicos (como não podia deixar de ser), etc, etc, etc. Para além desta vaga grevista toda ao mesmo tempo - depois da aprovação do Orçamento, note-se - reparei que a maior parte era às sextas e segundas-feiras, e nalguns casos em dias de ponte. Caros grevistas, bem sei que esse é um direito que lhes assiste, mesmo que que por vezes abusem dele. Mas logo nesses dias? Isso já ultrapassa largamente a falta de vergonha. Para quando uma greve ao chico-espertismo?

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Canções do século XXI (620)

por Pedro Correia, em 14.12.18

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A Catalunha paga.

por Luís Menezes Leitão, em 13.12.18

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Sempre que vejo esta qualificação de Espanha como um país rico, penso sempre que são os catalães, a quem recusam a independência, a pagar a conta.

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Estátuas dos nossos reis (109)

por Pedro Correia, em 13.12.18

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D. Manuel I (1495-1521)

 

Autor: A. Fernandes Sá

Ano da inauguração: 1895

Localização: Lisboa, inicialmente no pátio interior (Pátio dos Canhões) do Museu Militar, e desde 2003 no Largo do Museu de Artilharia

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Quem não tem cão caça com PAN

por Pedro Correia, em 13.12.18

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O PAN, justamente preocupado com possíveis situações de stress psicológico causadas aos bichinhos pelos ancestrais provérbios populares desde sempre ligados à tradição portuguesa, vem agora recomendar que ponhamos de parte este péssimo hábito e passemos a dizer expressões alternativas, tais como «pegar na flor pelos espinhos» em vez de «pegar no touro pelos cornos».

Não posso estar mais de acordo com esta iniciativa fracturante do partido animalista. Venho, portanto, propor aos leitores do DELITO propostas de provérbios alternativos que não configurem situações de injúria ou difamação dignas de traumatizar os animaizinhos. 

E adianto, desde já, duas alternativas da minha lavra: «Quem não tem cão caça com PAN» e «A PAN dado não se olha o dente».

Façam o favor de deixar aqui as vossas sugestões.

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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 13.12.18

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Portugal Contemporâneo, de J. P. Oliveira Martins

Ensaio político

(reedição Bookbuilders, 2018)

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Canções do século XXI (619)

por Pedro Correia, em 13.12.18

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Assumptos do dia

por Luís Naves, em 12.12.18

Quando comecei a trabalhar em jornais, no final dos anos 80, as redacções estavam a ser informatizadas e nelas conviviam jornalistas diferentes, alguns que tinham aprendido na tarimba, outros que escreviam como deuses, numa mistura social com algum choque de gerações. Lembro-me com saudade de ouvir contar histórias sobre os bons velhos tempos, embora eu, com algum pedantismo juvenil (do qual não me arrependo), julgasse que era na minha época que se faziam os melhores jornais de sempre. Ainda não tinha lido os antigos e sei agora que o meu tempo foi o canto do cisne daquele artesanato. No século XXI, os jornais tornaram-se irrelevantes e estão a morrer lentamente, assassinados pela tecnologia digital, pelo agregadores de notícias, pela perda de leitores e de publicidade, pela falência do modelo económico que os sustentava, pelo facto simples de terem perdido os velhos lobos do mar, ou seja, a memória das redacções. Dentro de trinta anos, dificilmente haverá jornais em papel, à excepção de pequenos projectos seleccionados, publicações de prestígio ou revistas especializadas, e estou a ser optimista. Quando acabarem, os jornais terão durado cerca de trezentos anos, um total de dez gerações de gente que se habituou a ler as notícias numa pequena folha de papel que sujava os dedos e era difícil de dobrar, onde havia também relatos verídicos de acontecimentos distantes, fotografias cheias de grão, entrevistas com gente notável, crónicas sobre os mais diversos assuntos da atualidade. Assuntos, palavra apropriada, que se escrevia assumptos na ortografia anterior à anterior desta nossa época maravilhosa.

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