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Pensamento da semana

por Rui Herbon, em 09.12.17
O tempo não é recuperável; e o espaço tão-pouco. Quando passamos por um lugar, esse sítio já não volta a ser o mesmo. Cada momento morre em si mesmo, desaparece o momento e o seu espaço. O fluir não deixa nada atrás. Só ficam fitas magnéticas acumuladas no nosso cérebro que, ao pôr-se em marcha, umas motivam que surjam as outras, bombardeando-nos com milhões de impressões. Numa fita estão gravadas as sensações, noutra as emoções, noutra os espaços, noutra os tempos… As memórias são como um rio parado, convertido em gelo, e, portanto, escorregadias.

Há uma inquietude que me acompanha desde sempre: a luta entre o que flui e o que permanece; como nos pesa o que levamos sob o braço, e sob o coração – queiramos ou não –, no nosso projecto de futuro.

Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana

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Provocações (16)

por Rui Herbon, em 05.12.17

 

O futuro de Mário Centeno: 

 

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Provocações (15)

por Rui Herbon, em 17.10.17

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- Está lá? É do MAI?

- É sim.

- A ministra ainda está, ou já alguém lhe deu as merecidas férias?

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Se o incêndio estiver perto da sua casa: 

Avise os seus vizinhos. Corte o gás e desligue a corrente eléctrica. Molhe as paredes e os arbustos que rodeiam a sua casa de forma abundante. Se tiver animais solte-os porque eles saberão o que fazer para se salvarem. Esteja pronto para abandonar a sua habitação. Ligue um rádio a pilhas e esteja atento a todas as indicações difundidas. Proceda apenas à evacuação da sua casa quando as autoridades o  recomendarem ou quando a sua vida correr perigo. Obedeça sempre e rapidamente às autoridades.

 

Em caso de evacuação:
Tenha em conta que as autoridades não recomendam que abandone a sua casa se a sua vida não correr perigo. Quando estiver a proceder à evacuação da sua casa ajude os que mais precisam como as crianças, os idosos e os deficientes. Não leve consigo objectos pessoais desnecessários. Depois de abandonar a sua casa não volte atrás até ordem em contrário.

 

Se ficar cercado por um incêndio:
Tente sair na direcção contrária à do vento. Caso tenha de se refugiar, procure uma zona com acesso a água e com pouca vegetação. Enrole-se em roupas molhadas, não esquecendo de cobrir a cabeça. Fique agachado para respirar junto ao chão, evitando inalar fumo. Se possível, coloque um lenço molhado a cobrir o nariz e a boca. Se não conseguir abandonar a área onde está, aguarde o auxílio dos bombeiros.

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Remar contra a barbárie

por Rui Herbon, em 14.10.17

A própria ideia do que é o sucesso deverá ser alterada, e o espaço ocupado pelo trabalho e pelo dinheiro redimensionados, para que não permaneçamos analfabetos de dimensões humanas fundamentais. O termómetro da excelência tem de ser a vida integral e não apenas o trabalho produtivo.

 

José Tolentino Mendonça (Expresso, 14 Outubro 2017)

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A détente com os totalitarismos

por Rui Herbon, em 13.10.17

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Um dos paradoxos do movimento independentista da Catalunha é que nele convivem uma força conservadora, liderada na sombra por Artur Mas, e uma formação revolucionária e anti-sistema, a CUP, que tem imposto o seu roteiro político. Isto sendo o partido menos votado com assento parlamentar: 10 deputados e 336 mil votos. É obra. Mas a questão da independência é um mero instrumento táctico na estratégica de longo prazo de liquidar o sistema. No fundo, o seu grande objectivo é desmontar o que chamam de regime de 1978. Mas quando se invoca liquidar o regime de 1978, o que se pretende é varrer a democracia representativa e liberal, que trouxe o mais longo período de progresso, liberdade, paz social e convivência cívica da história tanto de Espanha como da Catalunha. O independentismo pilotado pelos anti-sistema da CUP não fala da economia social de mercado que foi um dos pilares do Estado de Bem-Estar. Tão-pouco menciona a União Europeia como defesa contra os nossos fantasmas passados e colectivos. E este discurso foi tolerado pelos conservadores Puigdemont e Junqueras porque necessitam dos votos da CUP para ter maioria e levar a cabo o seu processo de independência a qualquer custo.

 

Durante anos os independentistas usaram a rua, pensando que lhes pertencia, até que descobriram que outros também a podiam utilizar, como se viu no passado fim-de-semana. A rua é de todos e pode recolher o descontentamento e as alegrias de milhões de pessoas, mas, pelo menos em democracia, não é na rua que se resolvem os problemas sociais e políticos de uma sociedade, não é na rua que se arbitram os interesses contrapostos dos cidadãos; a política faz-se nas instituições. «Nada é possível sem as pessoas, mas nada pode perdurar sem as instituições», dizia Jean Monet.

 

A independência pode ser legítima se expressar um desejo maioritário, validado nas urnas em condições aceites pelas partes. O que não é tolerável é que seja um pretexto para acabar com o sistema liberal democrático, desde logo suprimindo o primado da lei ou criando leis instrumentais à medida, como tem vindo a ocorrer na Catalunha. Tal como as potências europeias levaram longe demais a détente com Hitler a pretexto da paz, creio que, a pretexto da liberdade, as democracias têm sido demasiado complacentes com as forças totalitárias que saem de baixo das pedras por essa Europa fora. Temo que os resultados possam vir a ser semelhantes.

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Provocações (14)

por Rui Herbon, em 12.10.17

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Há dias Madonna queixava-se no seu Instagram de quão difícil é encontrar casa em Lisboa. Esqueceu-se de falar nos cabeleireiros.

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Provocações (13)

por Rui Herbon, em 11.10.17

Peço encarecidamente perdão aos leitores do Delito por, nesta minha leitura dos resultados autárquicos, não ter reconhecido a rotunda e mais que evidente vitória total do PCTP/MRPP e a derrota dos demais partidos.

 

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O grande discurso de ontem

por Rui Herbon, em 11.10.17

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Provocações (12)

por Rui Herbon, em 10.10.17

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Dúvida existencial: o que dura menos, a independência da Catalunha ou a cópula dos coelhos?

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Provocações (11)

por Rui Herbon, em 10.10.17

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Como é que uns gajos, que nem capazes são de acabar uma igreja, querem ser independentes?

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Sem lei nem roque

por Rui Herbon, em 08.10.17

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Uma das dificuldades para visualizar o que pode ocorrer nas próximas semanas ou meses na Catalunha é a incerteza de uma sociedade em que a lei deixou de ser o árbitro final das decisões públicas. Quando perguntaram a Cícero em que consistia a ordem, respondeu: no facto de o povo obedecer aos governantes e destes obedecerem às leis. O que ocorre neste momento na Catalunha é que se instalou uma legislação paralela num tema tão importante como a lei fundamental do país. O governo rompeu unilateralmente com Espanha por uma via ilegal sem qualquer esperança de vir a ser reconhecido internacionalmente, desde logo pelos vizinhos e principais parceiros comerciais e financeiros, e sem dispor das infra-estruturas básicas que suportam um Estado, como reconhece o próprio Artur Mas. Puigdemont tem sido abundante em improvisação e astúcia, e escasso em inteligência política. 

 

Actuando à margem da lei, o presidente da Generalitat propõe-se proclamar a independência unilateral sem uma maioria social (mesmo acreditando nos resultados anunciados, tão fiáveis quanto os das eleições durante o Estado Novo, 38% do universo dos eleitores num escrutínio manipulado é um fraco começo para um aprendiz de caudilho, isto apesar do recurso dos seus apoiantes a métodos dignos das hostes de Trump) e sem um debate amplo e aberto sobre uma questão tão relevante. Por outro lado, Rajoy tem imposto a legalidade com excesso de zelo, como se o problema não fosse também político e a lei resolvesse tudo. A Europa pôs-se do seu lado, mas indicou-lhe que tem de buscar uma saída negociada.

 

Aqueles que confundem os seus desejos com a realidade já vaticinam a queda da monarquia espanhola e do governo de Rajoy, mas neste processo os perdedores certos serão Puigdemont e os catalães, com ou sem declaração de independência. O simples facto dessa possibilidade ter estado perto de ocorrer afastará nos tempos mais próximos investimentos e provocará uma fuga de capitais e de empresas: ninguém quer ficar num estado pária fora da União Europeia e da Zona Euro. Um dos argumentos dos independentistas é que a Catalunha paga para o resto da Espanha, mas em economias dominadas pelos serviços e a finança, a riqueza é muito volátil e, portanto, ilusória: quanto representam em termos de PIB e receitas fiscais os dois principais bancos da Catalunha que transferiram as respectivas sedes? Note-se que Artur Mas, o outro pateta da equação, dizia em 2015 que ninguém acreditasse nos que vaticinavam, face a uma potencial independência, a saída dos grandes bancos da Catalunha.

 

O presidente da Generalitat, com uma mão fraca, apostou tudo no bluff, mas Rajoy, já se viu, paga para ver. A questão agora é se Puigdemont pára a tempo, assinando a sua morte política, até porque o entusiasmo independentista está em queda livre (já houve um princípio de corrida aos bancos e aos supermercados), ou se vai arrastar a Catalunha para uma situação extremamente negativa para a população, tanto do ponto de vista económico como abrindo uma fractura social talvez irreparável, e provocando também um período de instabilidade na economia espanhola e, por arrasto, na nossa, que depende daquela em grau não despiciendo (grosso modo, 20% das exportações de bens e 15% das exportações de serviços).

 

Mas dúvidas houvesse quanto ao lado justo da barricada, basta ver de que lado se unem a extrema direita e a extrema esquerda, de que lado estão aqueles que querem, sem qualquer preocupação com os interesses dos catalães, minar a construção europeia, de que lado enchem a boca com Democracia usando metodologias totalitárias, de que lado se adjectiva qualquer cidadão que exprima qualquer dúvida de fascista mas se evita olhar para o espelho, de que lado se valoriza mais a minoria que sai à rua para se manifestar e votar num referendo de vão de escada do que a maioria que não quer tomar parte num processo anti-democrático. Esse nunca será o meu lado.   

 

A ler: Lembro-me tão bem dos JO de Madrid, de Ferreira Fernandes no DN. 

 

A ver e ouvir: Discurso de Guy Verhofstadt (um político em que votaria com convicção) no Parlamento Europeu, que subscrevo na íntegra.

 

 

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Provocações (10)

por Rui Herbon, em 06.10.17

Depois disto, já estou a ver a campanha de combate aos fogos florestais de 2018:

 

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Provocações (9)

por Rui Herbon, em 06.10.17

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Tendo em conta que o alvo da campanha para sensibilização da população para a vacinação contra a gripe são sobretudo os idosos, e entre estes, provavelmente, os com menos instrução serão os que mais carecerão ser sensibilizados, quem se lembrou de ir buscar a Guerra dos Tronos e um texto em inglês? Melhor: quem foi a besta que autorizou esta campanha? 

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Provocações (8)

por Rui Herbon, em 05.10.17

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Provocação à direita: gostava que me explicassem por que motivo o referendo na Crimeia era ilegal e um golpe, e o da Catalunha legal e um exemplo de democracia?

 

Provocação à esquerda: portanto o Passos Coelho era um energúmeno, por ter leis e orçamentos chumbados pelo Tribunal Constitucional, decisão que acatou, e o Puigdemont, um santo, por ir não só contra a Constituição Espanhola como por desrespeitar as decisões do respectivo tribunal; é isto, não é?

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Notas sobre as autárquicas

por Rui Herbon, em 02.10.17

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O Partido Socialista consegue um resultado histórico e domina nas grandes cidades do país, para além de ser a força política com uma distribuição territorial mais homogénea. No entanto, este resultado é bem capaz de alterar a macieza que os partidos à sua esquerda têm mostrado até agora, que, a dois anos das legislativas, estarão já a ver uma maioria absoluta do PS como altamente provável, o que não lhes interessa de todo. Acredito que tanto a nível parlamentar como a nível de agitação sindical as coisas para o PS se tornarão mais complicadas.

 

Por oposição, o Partido Social Democrata sofre uma hecatombe eleitoral. Para além da conjuntura nacional desfavorável, a total displicência na escolha de candidatos, de alianças, de apresentar campanhas dignas desse nome, levaram a este mais que expectável resultado. A humilhação em Lisboa devia ser de per se suficiente para que Pedro Passos Coelho se demitisse. Mas também é possível supor que quanto pior o resultado do partido mais hipóteses PPC tem de continuar como secretário-geral, já que nos partidos de poder (PSD e PS) nenhum líder resiste muito tempo na oposição. E, tendo em conta estes resultados e a conjuntura, é esse o provável destino do líder do PSD, seja Passos ou outro qualquer.

 

O Bloco de Esquerda tem um resultado ligeiramente acima do suficiente. Se por um lado sobe, por outro continua a ser praticamente irrelevante a nível autárquico, tirando um ou outro mandato de vereador nas grandes cidades. Mas parece que o único caminho é para cima e isso será mais uma preocupação para a CDU.

 

O CDS-PP é o outro vencedor da noite. Toda a estratégia fez sentido e teve resultados: além da brilhante prestação de Cristas em Lisboa (arriscou e colheu, legitimando a sua liderança), pode também reclamar a vitória no Porto ao apoiar Rui Moreira. Mais nenhum partido consegue a dobradinha. Pela primeira vez se vislumbra a possibilidade de o CDS deixar de ser o parente pobre da direita portuguesa.

 

A Coligação Democrática Unitária, como é seu timbre, vê sempre os resultados como positivos, mas o número de câmaras perdidas, tanto para PS como para "independentes" saídos das hostes, e em alguns casos em bastiões comunistas (destaque para Almada), só é amortecido pelo facto de os focos estarem na derrocada do PSD. Mas uma coisa é o que se diz e outra o que se faz, e certamente o comité central extrairá outras conclusões e haverá um endurecimento na relação política e sindical com o governo PS.

 

Sobre as candidaturas independentes, convirá não esquecer que muito poucas o são de facto; na maior parte dos casos tratam-se de movimentos originados por desavenças dentro dos partidos. Há duas que, contudo, merecem destaque. Rui Moreira, no Porto, não soube ser magnânimo, e se por um lado desancou o PS, por outro fez ataques pessoais a dirigentes do PSD. É feio bater em quem já está no chão. Reagiu como um qualquer político de carreira com maus fígados. Ao ouvi-lo, não por acaso, veio-me à ideia o pior Cavaco. Já em Oeiras, como infelizmente se esperava, ganhou Isaltino Morais. Um dos concelhos com melhor nível de vida e de instrução escolheu ser liderado por um delinquente, condenado por crimes relacionados com a sua anterior gestão do município. A única coisa positiva desse resultado é provar a distribuição homogénea da estupidez dos eleitores. Há uns anos a elite política e jornalística da capital desdenhava da parolada que reelegia Avelinos Ferreira Torres, Valentins Loureiro e Narcisos Miranda (os dois últimos ontem derrotados nos municípios onde se notabilizaram). Hoje podemos falar dos parolos de Oeiras. 

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Provocações (7)

por Rui Herbon, em 30.09.17

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E de repente descobres que o ministro das finanças de Angola tem nome de actor pornográfico: Archer Mangueira. Quem será o do Brasil? O Kid Bengala?

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Provocações (6)

por Rui Herbon, em 28.09.17

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Marcelo Rebelo de Sousa perpetuando estereótipos de género: calção e ainda por cima azul. O Delito sabe, de fonte fidedigna, que Rita Ferro Rodrigues se prepara para oferecer ao presidente um biquini pequenino às bolinhas amarelas.

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Provocações (5)

por Rui Herbon, em 26.09.17

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Marcelo Rebelo de Sousa que, como se sabe, é insone e ubíquo, prepara candidatura à câmara municipal de Luanda.

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Provocações (4)

por Rui Herbon, em 25.09.17

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De uma entrevista da Adília Lopes, que pode ser lida na íntegra aqui.

 

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Provocações (3)

por Rui Herbon, em 19.09.17

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Na sexta-feira a agência de notação de risco de crédito Standard & Poor's elevou a classificação da dívida pública portuguesa de especulativa para investimento. Significa isto que vê como remota a possibilidade da República não conseguir pagar o que deve. É curioso notar como alguns dos que vêm agora destacar os méritos exclusivos da Geringonça neste resultado (eu vejo méritos tanto deste governo como do anterior), há poucos anos juravam a pés juntos ser a dívida pública insustentável sem uma reestruturação que certas sumidades garantiam ter de rondar os 50%.

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Provocações (2)

por Rui Herbon, em 15.09.17

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Partindo do pressuposto de que a abstenção não é também ela uma forma de manifestação política legítima, pressuposto que não subscrevo, e que deve ser combatida, o governo em vez de trabalhar numa forma mais eficiente de contabilizar os eleitores de facto ou de partir para o voto electrónico, considera que o importante é impedir a realização de jogos de futebol em dia de eleições. Se a medida não se traduzir numa redução expressiva da abstenção, sugiro que numa segunda fase se passe ao encerramento de supermercados e centros comerciais. Se mesmo assim o resultado não for o pretendido, acho que a interdição de praias, pelo menos em dias de sol, é capaz de ser uma ideia. In extremis, encerrem-se restaurantes e cafés. Creio no entanto que seria muito mais eficaz distribuírem talões de desconto em combustíveis nas mesas de voto.

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Provocações (1)

por Rui Herbon, em 14.09.17

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Fernando Medina diz que só percebeu a ligação da proprietária que lhe vendeu o duplex na Avenida Luís Bívar à construtora Teixeira Duarte após as notícias vindas a público esta semana. Percebe-se. Bem vistas as coisas, em Portugal há mais Teixeiras Duartes do que Silvas. Em número semelhante só Medinas. Por isso estou em crer que a própria Isabel Teixeira Duarte também só agora percebeu que o comprador do seu apartamento é o presidente da câmara municipal de Lisboa.

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Pensamento da semana

por Rui Herbon, em 10.06.17

As palavras não se gastam, mas uma pessoa gasta-se em palavras.

 

Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana

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RH Music Box (425)

por Rui Herbon, em 31.03.17

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Autor: The Knife

 

Álbum: Tomorrow In A Year (2010)

 

Em escuta: Colouring Of Pigeons

 

 

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RH Music Box (424)

por Rui Herbon, em 30.03.17

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Autor: Philippe Nicaud

 

Álbum: Erotico... Nicaud (1970)

 

Em escuta: Séparation

 

 

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RH Music Box (423)

por Rui Herbon, em 29.03.17

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Autor: Pearls Before Swine

 

Álbum: One Nation Underground (1967)

 

Em escuta: Morning Song

 

 

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RH Music Box (422)

por Rui Herbon, em 28.03.17

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Autor: The Band

 

Álbum: Music From The Big Pink (1968)

 

Em escuta: The Weight

 

 

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RH Music Box (421)

por Rui Herbon, em 27.03.17

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Autor: Filho Da Mãe + Ricardo Martins

 

Álbum: Tormenta (2016)

 

Em escuta: A Tia Dela

 

 

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RH Music Box (420)

por Rui Herbon, em 26.03.17

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Autor: Nick Drake

 

Álbum: Five Leaves Left (1969)

 

Em escuta: Three Hours

 

 

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RH Music Box (419)

por Rui Herbon, em 25.03.17

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Autor: Terry Callier

 

Álbum: Occasional Rain (1972)

 

Em escuta: Golden Circle

 

 

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RH Music Box (418)

por Rui Herbon, em 24.03.17

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Autor: Ikebe Shakedown

 

Álbum: Stone By Stone (2014)

 

Em escuta: By Hook Or By Crook

 

 

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RH Music Box (417)

por Rui Herbon, em 23.03.17

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Autor: Boris Gardiner

 

Álbum: Every Nigger Is A Star (1973)

 

Em escuta: Every Nigger Is A Star

 

 

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RH Music Box (416)

por Rui Herbon, em 22.03.17

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Autor: Temptations

 

Álbum: Puzzle People (1969)

 

Em escuta: Message From A Black Man

 

 

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RH Music Box (415)

por Rui Herbon, em 21.03.17

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Autor: Bruno Pernadas

 

Álbum: How Can We Be Joyful In A World Full Of Knowledge (2014)

 

Em escuta: Ahhhhh

 

 

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RH Music Box (414)

por Rui Herbon, em 20.03.17

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Autor: Carlos Dafé

 

Álbum: Pra Que Vou Recordar (1977)

 

Em escuta: O Metrô

 

 

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RH Music Box (413)

por Rui Herbon, em 19.03.17

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Autor: Tamba Trio

 

Álbum: Tempo (1964)

 

Em escuta: Berimbau

 

 

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RH Music Box (412)

por Rui Herbon, em 18.03.17

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Autor: Ava Rocha

 

Álbum: Ava Patrya Yndia Yracema (2015)

 

Em escuta: Boca Do Céu

 

 

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RH Music Box (411)

por Rui Herbon, em 17.03.17

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Autor: Juana Molina

 

Álbum: Un Dia (2008)

 

Em escuta: Los Hongos De Marosa

 

 

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RH Music Box (410)

por Rui Herbon, em 16.03.17

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Autor: Sun Ra

 

Álbum: Out There A Minute (1989)

 

Em escuta: Lights Of A Satellite

 

 

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RH Music Box (409)

por Rui Herbon, em 15.03.17

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Autor: Mulatu Astatke

 

Álbum: Mulatu Of Ethiopia (1972)

 

Em escuta: Munayé

 

 

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RH Music Box (408)

por Rui Herbon, em 14.03.17

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Autor: Medeiros / Lucas

 

Álbum: Terra Do Corpo (2016)

 

Em escuta: Corpo Vazio [com Selma Uamusse]

 

 

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RH Music Box (407)

por Rui Herbon, em 13.03.17

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Autor: Temptations

 

Álbum: Cloud 9 (1969)

 

Em escuta: I Heard It Through The Grapevine

 

 

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RH Music Box (406)

por Rui Herbon, em 12.03.17

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Autor: Mbongwana Star

 

Álbum: From Kinshasa (2015)

 

Em escuta: Malukayi [com Konono Nº 1]

 

 

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RH Music Box (405)

por Rui Herbon, em 11.03.17

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Autor: Kevin Morby

 

Álbum: Singing Saw (2016)

 

Em escuta: Singing Saw

 

 

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RH Music Box (404)

por Rui Herbon, em 10.03.17

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Autor: Ken Nordine

 

Álbum: A Transparent Mask (2001)

 

Em escuta: A Thousand Bingbangs

 

 

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RH Music Box (403)

por Rui Herbon, em 09.03.17

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Autor: Tamba Trio

 

Álbum: Avanço (1963)

 

Em escuta: Só Danço Samba

 

 

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RH Music Box (402)

por Rui Herbon, em 08.03.17

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Autor: Juana Molina + Alejandro Franov

 

Álbum: A oo B (2003)

 

Em escuta: Rio Primero

 

 

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RH Music Box (401)

por Rui Herbon, em 07.03.17

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Autor: Jiro Inagaki & His Soul Media

 

Álbum: Head Rock (2007)

 

Em escuta: High Jack

 

 

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RH Music Box (400)

por Rui Herbon, em 06.03.17

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Autor: Sun Ra

 

Álbum: A Fireside Chat With Lucifer (1982)

 

Em escuta: Makeup

 

 

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