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Provocações (15)

por Rui Herbon, em 17.10.17

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- Está lá? É do MAI?

- É sim.

- A ministra ainda está, ou já alguém lhe deu as merecidas de férias?

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Se o incêndio estiver perto da sua casa: 

Avise os seus vizinhos. Corte o gás e desligue a corrente eléctrica. Molhe as paredes e os arbustos que rodeiam a sua casa de forma abundante. Se tiver animais solte-os porque eles saberão o que fazer para se salvarem. Esteja pronto para abandonar a sua habitação. Ligue um rádio a pilhas e esteja atento a todas as indicações difundidas. Proceda apenas à evacuação da sua casa quando as autoridades o  recomendarem ou quando a sua vida correr perigo. Obedeça sempre e rapidamente às autoridades.

 

Em caso de evacuação:
Tenha em conta que as autoridades não recomendam que abandone a sua casa se a sua vida não correr perigo. Quando estiver a proceder à evacuação da sua casa ajude os que mais precisam como as crianças, os idosos e os deficientes. Não leve consigo objectos pessoais desnecessários. Depois de abandonar a sua casa não volte atrás até ordem em contrário.

 

Se ficar cercado por um incêndio:
Tente sair na direcção contrária à do vento. Caso tenha de se refugiar, procure uma zona com acesso a água e com pouca vegetação. Enrole-se em roupas molhadas, não esquecendo de cobrir a cabeça. Fique agachado para respirar junto ao chão, evitando inalar fumo. Se possível, coloque um lenço molhado a cobrir o nariz e a boca. Se não conseguir abandonar a área onde está, aguarde o auxílio dos bombeiros.

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Remar contra a barbárie

por Rui Herbon, em 14.10.17

A própria ideia do que é o sucesso deverá ser alterada, e o espaço ocupado pelo trabalho e pelo dinheiro redimensionados, para que não permaneçamos analfabetos de dimensões humanas fundamentais. O termómetro da excelência tem de ser a vida integral e não apenas o trabalho produtivo.

 

José Tolentino Mendonça (Expresso, 14 Outubro 2017)

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A détente com os totalitarismos

por Rui Herbon, em 13.10.17

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Um dos paradoxos do movimento independentista da Catalunha é que nele convivem uma força conservadora, liderada na sombra por Artur Mas, e uma formação revolucionária e anti-sistema, a CUP, que tem imposto o seu roteiro político. Isto sendo o partido menos votado com assento parlamentar: 10 deputados e 336 mil votos. É obra. Mas a questão da independência é um mero instrumento táctico na estratégica de longo prazo de liquidar o sistema. No fundo, o seu grande objectivo é desmontar o que chamam de regime de 1978. Mas quando se invoca liquidar o regime de 1978, o que se pretende é varrer a democracia representativa e liberal, que trouxe o mais longo período de progresso, liberdade, paz social e convivência cívica da história tanto de Espanha como da Catalunha. O independentismo pilotado pelos anti-sistema da CUP não fala da economia social de mercado que foi um dos pilares do Estado de Bem-Estar. Tão-pouco menciona a União Europeia como defesa contra os nossos fantasmas passados e colectivos. E este discurso foi tolerado pelos conservadores Puigdemont e Junqueras porque necessitam dos votos da CUP para ter maioria e levar a cabo o seu processo de independência a qualquer custo.

 

Durante anos os independentistas usaram a rua, pensando que lhes pertencia, até que descobriram que outros também a podiam utilizar, como se viu no passado fim-de-semana. A rua é de todos e pode recolher o descontentamento e as alegrias de milhões de pessoas, mas, pelo menos em democracia, não é na rua que se resolvem os problemas sociais e políticos de uma sociedade, não é na rua que se arbitram os interesses contrapostos dos cidadãos; a política faz-se nas instituições. «Nada é possível sem as pessoas, mas nada pode perdurar sem as instituições», dizia Jean Monet.

 

A independência pode ser legítima se expressar um desejo maioritário, validado nas urnas em condições aceites pelas partes. O que não é tolerável é que seja um pretexto para acabar com o sistema liberal democrático, desde logo suprimindo o primado da lei ou criando leis instrumentais à medida, como tem vindo a ocorrer na Catalunha. Tal como as potências europeias levaram longe demais a détente com Hitler a pretexto da paz, creio que, a pretexto da liberdade, as democracias têm sido demasiado complacentes com as forças totalitárias que saem de baixo das pedras por essa Europa fora. Temo que os resultados possam vir a ser semelhantes.

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Provocações (14)

por Rui Herbon, em 12.10.17

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Há dias Madonna queixava-se no seu Instagram de quão difícil é encontrar casa em Lisboa. Esqueceu-se de falar nos cabeleireiros.

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Provocações (13)

por Rui Herbon, em 11.10.17

Peço encarecidamente perdão aos leitores do Delito por, nesta minha leitura dos resultados autárquicos, não ter reconhecido a rotunda e mais que evidente vitória total do PCTP/MRPP e a derrota dos demais partidos.

 

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O grande discurso de ontem

por Rui Herbon, em 11.10.17

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Provocações (12)

por Rui Herbon, em 10.10.17

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Dúvida existencial: o que dura menos, a independência da Catalunha ou a cópula dos coelhos?

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Provocações (11)

por Rui Herbon, em 10.10.17

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Como é que uns gajos, que nem capazes são de acabar uma igreja, querem ser independentes?

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Sem lei nem roque

por Rui Herbon, em 08.10.17

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Uma das dificuldades para visualizar o que pode ocorrer nas próximas semanas ou meses na Catalunha é a incerteza de uma sociedade em que a lei deixou de ser o árbitro final das decisões públicas. Quando perguntaram a Cícero em que consistia a ordem, respondeu: no facto de o povo obedecer aos governantes e destes obedecerem às leis. O que ocorre neste momento na Catalunha é que se instalou uma legislação paralela num tema tão importante como a lei fundamental do país. O governo rompeu unilateralmente com Espanha por uma via ilegal sem qualquer esperança de vir a ser reconhecido internacionalmente, desde logo pelos vizinhos e principais parceiros comerciais e financeiros, e sem dispor das infra-estruturas básicas que suportam um Estado, como reconhece o próprio Artur Mas. Puigdemont tem sido abundante em improvisação e astúcia, e escasso em inteligência política. 

 

Actuando à margem da lei, o presidente da Generalitat propõe-se proclamar a independência unilateral sem uma maioria social (mesmo acreditando nos resultados anunciados, tão fiáveis quanto os das eleições durante o Estado Novo, 38% do universo dos eleitores num escrutínio manipulado é um fraco começo para um aprendiz de caudilho, isto apesar do recurso dos seus apoiantes a métodos dignos das hostes de Trump) e sem um debate amplo e aberto sobre uma questão tão relevante. Por outro lado, Rajoy tem imposto a legalidade com excesso de zelo, como se o problema não fosse também político e a lei resolvesse tudo. A Europa pôs-se do seu lado, mas indicou-lhe que tem de buscar uma saída negociada.

 

Aqueles que confundem os seus desejos com a realidade já vaticinam a queda da monarquia espanhola e do governo de Rajoy, mas neste processo os perdedores certos serão Puigdemont e os catalães, com ou sem declaração de independência. O simples facto dessa possibilidade ter estado perto de ocorrer afastará nos tempos mais próximos investimentos e provocará uma fuga de capitais e de empresas: ninguém quer ficar num estado pária fora da União Europeia e da Zona Euro. Um dos argumentos dos independentistas é que a Catalunha paga para o resto da Espanha, mas em economias dominadas pelos serviços e a finança, a riqueza é muito volátil e, portanto, ilusória: quanto representam em termos de PIB e receitas fiscais os dois principais bancos da Catalunha que transferiram as respectivas sedes? Note-se que Artur Mas, o outro pateta da equação, dizia em 2015 que ninguém acreditasse nos que vaticinavam, face a uma potencial independência, a saída dos grandes bancos da Catalunha.

 

O presidente da Generalitat, com uma mão fraca, apostou tudo no bluff, mas Rajoy, já se viu, paga para ver. A questão agora é se Puigdemont pára a tempo, assinando a sua morte política, até porque o entusiasmo independentista está em queda livre (já houve um princípio de corrida aos bancos e aos supermercados), ou se vai arrastar a Catalunha para uma situação extremamente negativa para a população, tanto do ponto de vista económico como abrindo uma fractura social talvez irreparável, e provocando também um período de instabilidade na economia espanhola e, por arrasto, na nossa, que depende daquela em grau não despiciendo (grosso modo, 20% das exportações de bens e 15% das exportações de serviços).

 

Mas dúvidas houvesse quanto ao lado justo da barricada, basta ver de que lado se unem a extrema direita e a extrema esquerda, de que lado estão aqueles que querem, sem qualquer preocupação com os interesses dos catalães, minar a construção europeia, de que lado enchem a boca com Democracia usando metodologias totalitárias, de que lado se adjectiva qualquer cidadão que exprima qualquer dúvida de fascista mas se evita olhar para o espelho, de que lado se valoriza mais a minoria que sai à rua para se manifestar e votar num referendo de vão de escada do que a maioria que não quer tomar parte num processo anti-democrático. Esse nunca será o meu lado.   

 

A ler: Lembro-me tão bem dos JO de Madrid, de Ferreira Fernandes no DN. 

 

A ver e ouvir: Discurso de Guy Verhofstadt (um político em que votaria com convicção) no Parlamento Europeu, que subscrevo na íntegra.

 

 

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Provocações (10)

por Rui Herbon, em 06.10.17

Depois disto, já estou a ver a campanha de combate aos fogos florestais de 2018:

 

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Provocações (9)

por Rui Herbon, em 06.10.17

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Tendo em conta que o alvo da campanha para sensibilização da população para a vacinação contra a gripe são sobretudo os idosos, e entre estes, provavelmente, os com menos instrução serão os que mais carecerão ser sensibilizados, quem se lembrou de ir buscar a Guerra dos Tronos e um texto em inglês? Melhor: quem foi a besta que autorizou esta campanha? 

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Provocações (8)

por Rui Herbon, em 05.10.17

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Provocação à direita: gostava que me explicassem por que motivo o referendo na Crimeia era ilegal e um golpe, e o da Catalunha legal e um exemplo de democracia?

 

Provocação à esquerda: portanto o Passos Coelho era um energúmeno, por ter leis e orçamentos chumbados pelo Tribunal Constitucional, decisão que acatou, e o Puigdemont, um santo, por ir não só contra a Constituição Espanhola como por desrespeitar as decisões do respectivo tribunal; é isto, não é?

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Notas sobre as autárquicas

por Rui Herbon, em 02.10.17

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O Partido Socialista consegue um resultado histórico e domina nas grandes cidades do país, para além de ser a força política com uma distribuição territorial mais homogénea. No entanto, este resultado é bem capaz de alterar a macieza que os partidos à sua esquerda têm mostrado até agora, que, a dois anos das legislativas, estarão já a ver uma maioria absoluta do PS como altamente provável, o que não lhes interessa de todo. Acredito que tanto a nível parlamentar como a nível de agitação sindical as coisas para o PS se tornarão mais complicadas.

 

Por oposição, o Partido Social Democrata sofre uma hecatombe eleitoral. Para além da conjuntura nacional desfavorável, a total displicência na escolha de candidatos, de alianças, de apresentar campanhas dignas desse nome, levaram a este mais que expectável resultado. A humilhação em Lisboa devia ser de per se suficiente para que Pedro Passos Coelho se demitisse. Mas também é possível supor que quanto pior o resultado do partido mais hipóteses PPC tem de continuar como secretário-geral, já que nos partidos de poder (PSD e PS) nenhum líder resiste muito tempo na oposição. E, tendo em conta estes resultados e a conjuntura, é esse o provável destino do líder do PSD, seja Passos ou outro qualquer.

 

O Bloco de Esquerda tem um resultado ligeiramente acima do suficiente. Se por um lado sobe, por outro continua a ser praticamente irrelevante a nível autárquico, tirando um ou outro mandato de vereador nas grandes cidades. Mas parece que o único caminho é para cima e isso será mais uma preocupação para a CDU.

 

O CDS-PP é o outro vencedor da noite. Toda a estratégia fez sentido e teve resultados: além da brilhante prestação de Cristas em Lisboa (arriscou e colheu, legitimando a sua liderança), pode também reclamar a vitória no Porto ao apoiar Rui Moreira. Mais nenhum partido consegue a dobradinha. Pela primeira vez se vislumbra a possibilidade de o CDS deixar de ser o parente pobre da direita portuguesa.

 

A Coligação Democrática Unitária, como é seu timbre, vê sempre os resultados como positivos, mas o número de câmaras perdidas, tanto para PS como para "independentes" saídos das hostes, e em alguns casos em bastiões comunistas (destaque para Almada), só é amortecido pelo facto de os focos estarem na derrocada do PSD. Mas uma coisa é o que se diz e outra o que se faz, e certamente o comité central extrairá outras conclusões e haverá um endurecimento na relação política e sindical com o governo PS.

 

Sobre as candidaturas independentes, convirá não esquecer que muito poucas o são de facto; na maior parte dos casos tratam-se de movimentos originados por desavenças dentro dos partidos. Há duas que, contudo, merecem destaque. Rui Moreira, no Porto, não soube ser magnânimo, e se por um lado desancou o PS, por outro fez ataques pessoais a dirigentes do PSD. É feio bater em quem já está no chão. Reagiu como um qualquer político de carreira com maus fígados. Ao ouvi-lo, não por acaso, veio-me à ideia o pior Cavaco. Já em Oeiras, como infelizmente se esperava, ganhou Isaltino Morais. Um dos concelhos com melhor nível de vida e de instrução escolheu ser liderado por um delinquente, condenado por crimes relacionados com a sua anterior gestão do município. A única coisa positiva desse resultado é provar a distribuição homogénea da estupidez dos eleitores. Há uns anos a elite política e jornalística da capital desdenhava da parolada que reelegia Avelinos Ferreira Torres, Valentins Loureiro e Narcisos Miranda (os dois últimos ontem derrotados nos municípios onde se notabilizaram). Hoje podemos falar dos parolos de Oeiras. 

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Provocações (7)

por Rui Herbon, em 30.09.17

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E de repente descobres que o ministro das finanças de Angola tem nome de actor pornográfico: Archer Mangueira. Quem será o do Brasil? O Kid Bengala?

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Provocações (6)

por Rui Herbon, em 28.09.17

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Marcelo Rebelo de Sousa perpetuando estereótipos de género: calção e ainda por cima azul. O Delito sabe, de fonte fidedigna, que Rita Ferro Rodrigues se prepara para oferecer ao presidente um biquini pequenino às bolinhas amarelas.

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Provocações (5)

por Rui Herbon, em 26.09.17

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Marcelo Rebelo de Sousa que, como se sabe, é insone e ubíquo, prepara candidatura à câmara municipal de Luanda.

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Provocações (4)

por Rui Herbon, em 25.09.17

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De uma entrevista da Adília Lopes, que pode ser lida na íntegra aqui.

 

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Provocações (3)

por Rui Herbon, em 19.09.17

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Na sexta-feira a agência de notação de risco de crédito Standard & Poor's elevou a classificação da dívida pública portuguesa de especulativa para investimento. Significa isto que vê como remota a possibilidade da República não conseguir pagar o que deve. É curioso notar como alguns dos que vêm agora destacar os méritos exclusivos da Geringonça neste resultado (eu vejo méritos tanto deste governo como do anterior), há poucos anos juravam a pés juntos ser a dívida pública insustentável sem uma reestruturação que certas sumidades garantiam ter de rondar os 50%.

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Provocações (2)

por Rui Herbon, em 15.09.17

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Partindo do pressuposto de que a abstenção não é também ela uma forma de manifestação política legítima, pressuposto que não subscrevo, e que deve ser combatida, o governo em vez de trabalhar numa forma mais eficiente de contabilizar os eleitores de facto ou de partir para o voto electrónico, considera que o importante é impedir a realização de jogos de futebol em dia de eleições. Se a medida não se traduzir numa redução expressiva da abstenção, sugiro que numa segunda fase se passe ao encerramento de supermercados e centros comerciais. Se mesmo assim o resultado não for o pretendido, acho que a interdição de praias, pelo menos em dias de sol, é capaz de ser uma ideia. In extremis, encerrem-se restaurantes e cafés. Creio no entanto que seria muito mais eficaz distribuírem talões de desconto em combustíveis nas mesas de voto.

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Provocações (1)

por Rui Herbon, em 14.09.17

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Fernando Medina diz que só percebeu a ligação da proprietária que lhe vendeu o duplex na Avenida Luís Bívar à construtora Teixeira Duarte após as notícias vindas a público esta semana. Percebe-se. Bem vistas as coisas, em Portugal há mais Teixeiras Duartes do que Silvas. Em número semelhante só Medinas. Por isso estou em crer que a própria Isabel Teixeira Duarte também só agora percebeu que o comprador do seu apartamento é o presidente da câmara municipal de Lisboa.

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Pensamento da semana

por Rui Herbon, em 10.06.17

As palavras não se gastam, mas uma pessoa gasta-se em palavras.

 

Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana

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RH Music Box (425)

por Rui Herbon, em 31.03.17

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Autor: The Knife

 

Álbum: Tomorrow In A Year (2010)

 

Em escuta: Colouring Of Pigeons

 

 

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RH Music Box (424)

por Rui Herbon, em 30.03.17

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Autor: Philippe Nicaud

 

Álbum: Erotico... Nicaud (1970)

 

Em escuta: Séparation

 

 

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RH Music Box (423)

por Rui Herbon, em 29.03.17

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Autor: Pearls Before Swine

 

Álbum: One Nation Underground (1967)

 

Em escuta: Morning Song

 

 

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RH Music Box (422)

por Rui Herbon, em 28.03.17

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Autor: The Band

 

Álbum: Music From The Big Pink (1968)

 

Em escuta: The Weight

 

 

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RH Music Box (421)

por Rui Herbon, em 27.03.17

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Autor: Filho Da Mãe + Ricardo Martins

 

Álbum: Tormenta (2016)

 

Em escuta: A Tia Dela

 

 

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RH Music Box (420)

por Rui Herbon, em 26.03.17

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Autor: Nick Drake

 

Álbum: Five Leaves Left (1969)

 

Em escuta: Three Hours

 

 

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RH Music Box (419)

por Rui Herbon, em 25.03.17

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Autor: Terry Callier

 

Álbum: Occasional Rain (1972)

 

Em escuta: Golden Circle

 

 

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RH Music Box (418)

por Rui Herbon, em 24.03.17

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Autor: Ikebe Shakedown

 

Álbum: Stone By Stone (2014)

 

Em escuta: By Hook Or By Crook

 

 

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RH Music Box (417)

por Rui Herbon, em 23.03.17

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Autor: Boris Gardiner

 

Álbum: Every Nigger Is A Star (1973)

 

Em escuta: Every Nigger Is A Star

 

 

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RH Music Box (416)

por Rui Herbon, em 22.03.17

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Autor: Temptations

 

Álbum: Puzzle People (1969)

 

Em escuta: Message From A Black Man

 

 

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RH Music Box (415)

por Rui Herbon, em 21.03.17

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Autor: Bruno Pernadas

 

Álbum: How Can We Be Joyful In A World Full Of Knowledge (2014)

 

Em escuta: Ahhhhh

 

 

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RH Music Box (414)

por Rui Herbon, em 20.03.17

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Autor: Carlos Dafé

 

Álbum: Pra Que Vou Recordar (1977)

 

Em escuta: O Metrô

 

 

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RH Music Box (413)

por Rui Herbon, em 19.03.17

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Autor: Tamba Trio

 

Álbum: Tempo (1964)

 

Em escuta: Berimbau

 

 

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RH Music Box (412)

por Rui Herbon, em 18.03.17

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Autor: Ava Rocha

 

Álbum: Ava Patrya Yndia Yracema (2015)

 

Em escuta: Boca Do Céu

 

 

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RH Music Box (411)

por Rui Herbon, em 17.03.17

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Autor: Juana Molina

 

Álbum: Un Dia (2008)

 

Em escuta: Los Hongos De Marosa

 

 

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RH Music Box (410)

por Rui Herbon, em 16.03.17

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Autor: Sun Ra

 

Álbum: Out There A Minute (1989)

 

Em escuta: Lights Of A Satellite

 

 

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RH Music Box (409)

por Rui Herbon, em 15.03.17

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Autor: Mulatu Astatke

 

Álbum: Mulatu Of Ethiopia (1972)

 

Em escuta: Munayé

 

 

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RH Music Box (408)

por Rui Herbon, em 14.03.17

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Autor: Medeiros / Lucas

 

Álbum: Terra Do Corpo (2016)

 

Em escuta: Corpo Vazio [com Selma Uamusse]

 

 

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RH Music Box (407)

por Rui Herbon, em 13.03.17

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Autor: Temptations

 

Álbum: Cloud 9 (1969)

 

Em escuta: I Heard It Through The Grapevine

 

 

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RH Music Box (406)

por Rui Herbon, em 12.03.17

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Autor: Mbongwana Star

 

Álbum: From Kinshasa (2015)

 

Em escuta: Malukayi [com Konono Nº 1]

 

 

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RH Music Box (405)

por Rui Herbon, em 11.03.17

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Autor: Kevin Morby

 

Álbum: Singing Saw (2016)

 

Em escuta: Singing Saw

 

 

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RH Music Box (404)

por Rui Herbon, em 10.03.17

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Autor: Ken Nordine

 

Álbum: A Transparent Mask (2001)

 

Em escuta: A Thousand Bingbangs

 

 

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RH Music Box (403)

por Rui Herbon, em 09.03.17

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Autor: Tamba Trio

 

Álbum: Avanço (1963)

 

Em escuta: Só Danço Samba

 

 

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RH Music Box (402)

por Rui Herbon, em 08.03.17

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Autor: Juana Molina + Alejandro Franov

 

Álbum: A oo B (2003)

 

Em escuta: Rio Primero

 

 

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RH Music Box (401)

por Rui Herbon, em 07.03.17

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Autor: Jiro Inagaki & His Soul Media

 

Álbum: Head Rock (2007)

 

Em escuta: High Jack

 

 

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RH Music Box (400)

por Rui Herbon, em 06.03.17

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Autor: Sun Ra

 

Álbum: A Fireside Chat With Lucifer (1982)

 

Em escuta: Makeup

 

 

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RH Music Box (399)

por Rui Herbon, em 05.03.17

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Autor: Janko Nilovic

 

Álbum: Soul Impressions (1975)

 

Em escuta: Black Swan Lake

 

 

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RH Music Box (398)

por Rui Herbon, em 04.03.17

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Autor: GOD

 

Álbum: Possession (1992)

 

Em escuta: Pretty

 

 

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