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Uma vergonha

por Pedro Correia, em 29.10.17

Serei só eu a indignar-me pelo facto de apenas metade dos deputados se encontrarem no hemiciclo quando teve início a sessão parlamentar dedicada ao debate do relatório da comissão técnica independente sobre a tragédia de Pedrógão Grande?

Isto revela quais são afinal as prioridades de suas excelências, os supostos representantes da nação. Confirma o fosso crescente entre eleitores e eleitos em Portugal. E serve para demonstrar, por evidente contraste, que não é por acaso que o Presidente da República se destaca hoje - e a larga distância dos demais - como o político com maior popularidade em Portugal.

Não poupemos nas palavras: a ausência dos deputados num debate tão relevante como este - acompanhado por 30 representantes das famílias das vítimas nas galerias da Assembleia da República - é uma vergonha.

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21 comentários

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De Tiro ao Alvo a 29.10.2017 às 10:34

Consideraria serviço público a publicação dos nomes dos faltosos. Aos responsáveis pelo funcionamento da Assembleia da República, caberia divulgar as justificações apresentadas. Escrutinar é preciso.
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De jerry khan a 29.10.2017 às 10:56

os citadinos estão-se cagando no sector rural
não dá votos e cheira mal

estão mais preocupados com a presença dos animais de companhia nos restaurantes
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De Anónimo a 30.10.2017 às 10:26

Não tenho a menor dúvida.
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De am a 29.10.2017 às 10:57

Os restantes faltosos estavam na prevenção e limpeza das florestas...
Não seja má lingua... Eu,vi lágrimas nos olhos da Apolónia e o Panico a tratar d´'uma ovelha....
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De flor a 29.10.2017 às 11:04

asco, não tenho outra palavra.
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De Rão Arques a 29.10.2017 às 11:08

DEPUTADOS DA NAÇÃO NÃO PODEM CONTINUAR A SER ESCOLHIDOS PELAS DIREÇÕES PARTIDÁRIAS.
AO PERMITIR-MOS TÃO CAPCIOSA ADULTERAÇÃO A TUDO SE PERMITEM COM BENÇÃOS DE SANTOS PECADORES EM PULPITO..
1,2,3…44, ANTES e ALÉM
A parte mais cómica começou muito antes, mas não deixa de ser marcante o momento em que um país deixa subir ao segundo cargo da república um gajo que se está cag@ndo para ela.
Tão fácil como ter um presidente pirralho que não sai do recreio da primária a brincar às escondidas.
Não bebe um leite qualquer mas engole mesmo engasgado o mais turvo e falsificado governo.
Antes, agora como depois, presente envenenado de longa duração. Quando cheirou que também estava a arder veio à rua refrescar o penteado, protagonizando ensaio tão hipócrita que faria corar de vergonha o mais seco dos eucaliptos.
Armadilhados estamos por dois especialistas credenciados, o do choque e o chocado.
Resta a duvida se serão gémeos inseparáveis (mal colados), ou se mais que inimigos são (bem colados) irmãos manhosos.
Melhor dito, dois presentes envenenados.
Com gente que Costa escolheu e apadrinhou, pertencente ao seu bornal de fieis incondicionais.
O pastor continua a não ser responsabilizado por um rebanho que andou a obedecer ao seu assobiar.
Martelo demolidor à obra quando o que faz falta é a remoção de escombros de abafada implosão.
Em sonâmbulo levanta e deita até houve um largo momento em que Marcelo se deu ao desplante de mandar calar os críticos madrugadores.
Marcelo ainda não reparou?
Ou será que a exemplo da tragédia dos incêndios só vai acordar quando já toda a gente viu?
Isto é um assalto Sr. Presidente, em vez de mãos ao ar murro na mesa.
"Voluntários não são amadores", alguém disse com todas as letras. o que pode ser entendido como recado a todos os profissionais incompetentes da politica.
Os que tem andado a regar o lamaçal são pelo menos tão culpados.
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De V. a 29.10.2017 às 11:40

Sou cada vez menos adepto do parlamentarismo (que é dominado pela aldrabice política de esquerda sobre uns pacóvios ruralóides que se dizem liberais) e cada vez mais adepto da representação directa. Já que temos de viver num buraco sem graça republicano, ao menos que fosse um regime presidencialista para que as catarinas martins e as filhas do assaltante tivessem apenas a fatia que lhes cabe do alto dos seus 5% de votos.
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De Anónimo a 29.10.2017 às 18:46

Concordo consigo. Se um tipo for assaltante (sobretudo se o fizer contra alguma ditadura) ele deve ir para a cadeia bem como irmãos, filhos e netos. E cônjuge, claro. Nem interessa muito se foi contra uma ditadura, o que interessa é que todos do mesmo sangue sejam presos.
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De V. a 29.10.2017 às 20:03

Não exageremos. Isso de limpar a família até à quinta geração é à moda dos agarenos e dos sovietes.
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De Anónimo a 29.10.2017 às 22:37

Então vá lá, fiquemos pela primeira geração como você preconiza.
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De V. a 30.10.2017 às 09:44

Hipoteticamente, se o primeiro for parar à pildra e pagar a sua dívida à sociedade nem é preciso defenestrar a prole. Mesmo que sejam de esquerda.
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De Vlad, o Emborcador a 29.10.2017 às 11:48

https://www.google.pt/amp/s/www.publico.pt/2017/05/25/sociedade/noticia/arquivado-caso-do-jovem-que-morreu-com-aneurisma-em-s-jose-1773467/amp

Outro caso, tantos casos :

Arquivada investigação à morte de David, que morreu à espera de cirurgia
David Duarte tinha 29 anos. Deu entrada no hospital numa sexta-feira com uma ruptura de aneurisma, mas por falta de equipa a cirurgia foi adiada até segunda-feira. Morreu na madrugada anterior.

O então bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, explicou que não foi violada a legis artis, insistindo que o problema foi outro: “não havia condições logísticas para no Centro Hospitalar de Lisboa Central [Hospital de S. José] poderem intervencionar o doente mais cedo e a sua situação clínica não permitia a sua transferência para outro hospital”. O antigo bastonário acusa a tutela, por se tratar de um problema de organização.

Pergunto :

O que aconteceu ao então ministro da saúde? Dimitiu-se?
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De Anónimo a 29.10.2017 às 19:45

Se não se demitiu deveria tê-lo feito. Eu sou daqueles que acham que não há nada como uma boa demissão para resolver todos os problemas. Aderi à Teoria do Senhor Pedro Correia.
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De Pedro Correia a 29.10.2017 às 19:51

Ainda bem que mudou de ideias. Já vi que se arrependeu de ter defendido a incompetente ministra da Administração Interna até ao fim.
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De Inocencio a 29.10.2017 às 12:15

Foi pena o PR não ter aparecido a dar umas beijocas e a tirar umas "selfies"!!

As próximas eleições vão decidir-se pelo número de "likes". Esqueçam os programas, as politicas, as economia/finanças, percam a memória, mas contem os "likes" e já agora os abraços e uma ou outra lágrima.

A tomada de posição por um dos candidatos á liderança do PPD/PSD também não conta....
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De Anónimo a 29.10.2017 às 13:23

mau de mais...
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De Cristina M. a 29.10.2017 às 20:05

uns miseráveis. sem exceção. e estou de acordo com o Tiro.
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De Anónimo a 30.10.2017 às 18:31

Qual Tiro, o Tiro Liro?

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