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Um mês depois.

por Luís Menezes Leitão, em 17.07.17

Passou um mês sobre a tragédia de Pedrógão Grande e três semanas sobre o roubo de Tancos. O Primeiro Ministro já regressou de férias, os Ministros continuam alegremente nos seus cargos e o Presidente a fazer o discurso contemporizador do costume. Entretanto, o país voltou a arder e o exército a cobrir-se de ridículo. Isto manifestamente não vai acabar bem.

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De Vento a 20.07.2017 às 11:14

WW, o caminho faz-se caminhando. Já todos sabemos que as causas são múltiplas. Porém o que é importante é que se vá removendo por etapas o que está mal.
E o que está mal também reside no que refere, a questão partidária. Quero com isto dizer que o actual cenário político teve 2 virtudes: Remover a anterior ligação, pois já se sabia que com ela não se andaria, e permitir que quer o PCP quer o BE "sujassem" as mãos.
O PS de Costa tem estado a ajudar na agenda política do BE e do PCP, e por sua vez estes dão a mão a Costa para permitir-lhe algum show off na Assembleia.
Qualquer dos partidos desta troika, PS-PCP-BE, já deu provas que não governa para a nação, mas para clientes. E deu provas de submissão na questão relacionado com o assalto ou roubo ou desvio do armamento em Tancos.
Quando um governo não é capaz de uma atitude consentânea com uma determinada situação só dá provas que o que pretende é andar a passear a ameijoa.
A questão da renegociação da dívida é uma das questões primárias para o desenvolvimento do bem-estar social e económico da Nação. E esta Nação também são os cerca de 3 MILHÕES de pobres que referi em anterior comentário. Se uma generosa fatia desta tarte entrasse no mercado, imagine o pulo qualitativo que a economia sofreria.

A Falência Moral, para além dessa que refere, também se nota nos actos legislativos: aborto, adopção de crianças por parte de uniões sem amadurecimento das consequências e salvaguarda do desenvolvimento dos petits, eutanásia, pílulas do dia seguinte e etc. e tal
Pretendo também acrescentar que quando as verdadeiras estruturas de uma nação, a família, são abaladas por um ataque sistemático a sociedade não recupera.

Concluindo, somente a renegociação da dívida não resolverá o problema da nação e do mundo. É necessária uma lavagem existencial com detergente cáustico para remover as placas duras que têm vindo a ser instaladas nos cérebros.
Mas agora é preciso começar a remover a troika que nos governa. Esta não soube aproveitar uma excelente oportunidade para mudar de paradigma. Pelo contrário, revelou que é dentro do paradigma que prefere viver e de forma taralhouca.
O PR deve andar a ganhar fôlego, mas também não está a convencer.

Em suma, não podemos parar. O caminho é feito de contínua mudança. Venha Seguro. Bom fim-de-semana.

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