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Teias

por Sérgio de Almeida Correia, em 23.06.17

"Segundo o The New York Times, por trás do Grupo HNA, ac[c]ionista da TAP por via do consórcio Atlantic Gateway – e da companhia brasileira Azul – estará Wang Qishan, dire[c]tor do órgão máximo de combate à corrupção na China. O mesmo, aliás, que alegadamente domina a Capital Airlines, segundo denúncia de Guo Wengui, bilionário chinês exilado nos Estados Unidos."

 

O extracto é deste editorial. O artigo do New York Times está aqui.

Convém que em Portugal não falte a luz. É que não se perde nada em ir lendo e acompanhando. Por causa das surpresas.

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Não TAP os olhos

por Rui Rocha, em 06.02.16

Na versão original da privatização da TAP, Neelman era o dono do negócio e Humberto Pedrosa o seu Homem de Palha. Na nova versão, Neelman é o dono do negócio, Humberto Pedrosa é o seu homem de Palha e António Costa, o líder da Geringonça que acaba de assumir 50% do risco de exploração sem nenhuma contrapartida razoável ou poder de decisão, é o Homem de Tralha.

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Em Bruxelas, António Costa garantiu que a TAP voltará para o Estado, ainda que o governo falhe um acordo com os compradores. O tema de saber a quanto poderá ascender a conta de tal decisão, para a empresa e para os contribuintes, não terá sido abordado.

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Falência técnica? O que é isso?

por Sérgio de Almeida Correia, em 05.09.15

Quando é tudo feito à pressa e não há tempo para se avaliar devidamente as credenciais dos concorrentes, é difícil perceber se têm dinheiro para comprar alguma coisa ou se aparecem só para fazer o jeito a tempo das eleições.

De qualquer modo, não há dúvida que vender a TAP a quem está em falência técnica só pode ser visto como um sucesso. E dos grandes. 

Daqui a uns meses voltaremos a falar.

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Quem tão aplaudido foi por bater no ceguinho...

por Sérgio de Almeida Correia, em 18.06.15

"Das duas, uma. Ou se tinha feito há dois anos, sem o consenso do PS; ou se tinha feito agora, com o consenso do PS. Uma das boas ideias do programa socialista é a exigência de maiorias de 2/3 para a aprovação das grandes obras públicas – PSD e CDS deveriam ter feito exactamente o mesmo em relação às grandes privatizações. Privatizar a TAP em cima do joelho foi uma péssima ideia, que levanta suspeitas justas e que não podiam existir." - João Miguel Tavares, Público, 18/06/2015

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Ou, visto de outra forma:

por Rui Rocha, em 12.06.15

A TAP foi vendida por metade da massa que o Sócrates tinha na Suiça.

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Frases de 2015 (16)

por Pedro Correia, em 11.05.15

«Conseguimos infligir um dano de 30 milhões de euros na companhia.»

Helder Santinhos, dirigente do Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil, fazendo o balanço dos dez dias de greve na TAP

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A plataforma é que está a dar

por Sérgio de Almeida Correia, em 16.01.15

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"O sindicalismo moderno venceu. (...) A Tap vale mais depois deste acordo de empresa."

Viva a Tap!

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Da privati... perdão, do... er... processo em curso na TAP

por José António Abreu, em 15.01.15

Deveres do vencedor

Não pode despedir. Fica obrigado a  ouvir os trabalhadores aquando da tomada de decisões. Respeitará todos os direitos adquiridos. Recorrerá ao outsourcing e ao trabalho externo apenas nas situações permitidas pelos trabalhadores. Capitalizará a empresa.

 

Direitos do vencedor

Pelo menos até às eleições legislativas, poderá dizer-se dono da TAP.

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TAP

por José António Abreu, em 18.12.14

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A posição de António Costa apenas demonstra como são dúcteis as suas convicções (vai-se a ver e, nele, é qualidade). O debate em torno da interpretação do texto do memorando seria anedótico se não fosse ridículo. Qualquer discussão tem de começar num ponto assente: a TAP não sobreviverá sem uma injecção de capital (500 milhões de euros, segundo leio). Ainda que as regras europeias o permitissem (e fazem bem em não permitir), estão os portugueses (e não me refiro apenas a uma mão-cheia  de situacionistas bem instalados na vida) disponíveis para pagar o custo da manutenção da empresa na esfera pública? Eu não estou. Como portuense, há anos que a TAP não representa para mim qualquer vantagem em relação a outras companhias, obrigando-me invariavelmente a fazer escala em Lisboa. Mas isto é um pormenor (ninguém me obriga a viver no segundo mundo). Podiam existir razões de fundo para manter a TAP na posse do Estado. Não há. Quase todas as companhias aéreas europeias são maioritária ou totalmente privadas. Nada obsta a que o serviço seja prestado por uma empresa privada (a privada Lufthansa até vai pegar em parte dele nos dias da greve). Pode ser (e é) uma exigência do processo de privatização que a base de operações e alguns serviços sejam mantidos em Lisboa. O que resta são interesses individuais e corporativos. Compreensíveis. Quem, na prática, controla uma empresa com recursos aparentemente ilimitados (os bolsos dos contribuintes) não deseja mudanças. É assim na TAP como o é nas restantes empresas públicas de transportes ou na RTP. E que trabalhadores e sindicatos pareçam recear tanto as decisões de um proprietário que, obviamente, desejará obter lucro mostra apenas que entendem bem quão contrárias a esse objectivo foram inúmeras decisões do passado, nascidas de braços de ferro que se habituaram a vencer. A quilométrica (atendendo à empresa, talvez devesse usar milhas) e absurda lista de exigências que apresentam constitui, aliás, um perfeito exemplo disso mesmo.

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A pergunta que se impõe à TAP

por Pedro Correia, em 25.06.11

Mas por que motivo "é prática corrente" (garante o Jornal de Negócios) os membros do Governo - primeiro-ministro, ministro e secretários de Estado - "serem dispensados do pagamento de bilhete nas deslocações oficiais em que utilizam os serviços da companhia aérea portuguesa"?

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Mais excepções à crise

por João Carvalho, em 26.01.11

«Os vencimentos de 14 mil funcionários da TAP foram processados por inteiro, ignorando ordens das Finanças.» É uma questão de princípio que se conserva, em benefício dos mais elevados valores nacionais: não há regra sem excepção.

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Os prémios que a crise produz

por João Carvalho, em 07.04.10

Não há dúvida de que o sortudo presidente da EDP está a ser um mau exemplo: os pilotos da TAP arrecadam mais oito milhões de euros, quatro milhões de aumento salarial e mais quatro milhões em prémios de produtividade. Portugal é um país que produz pouco, mas é evidente que produz prémios de produtividade como nenhum outro.

António Mexia diz que o seu chorudo prémio é devido por a EDP ter ultrapassado os objectivos traçados. E os pilotos? Puseram-se a voar por rotas que a TAP não tem e aterraram em destinos onde a TAP não vai?

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Crise? (2)

por João Carvalho, em 01.03.10

Talvez a TAP não acate o congelamento de salários  determinado pelo governo para este ano. Contudo, promete poupar nos voos.

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Crise?

por João Carvalho, em 28.02.10

O governo decidiu estender o congelamento de salários às empresas públicas, mas a TAP e a CGD podem ser excepções. Claro. Que culpa têm a TAP e a Caixa de o país estar como está? Os portugueses que paguem a crise. Mas só os que são menos iguais do que os outros.

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Mistérios na TAP

por João Carvalho, em 13.01.10

Só faltava mais esta: a «TAP perdeu 3,4 por cento dos passageiros em 2009». Ora, se nenhum avião da TAP abriu as portas em pleno voo e se, ainda por cima, não só anda a perder passageiros como também anda a perder cada vez mais dinheiro, não parece ser tempo de começar a investigar tantos mistérios? Para já, o melhor é não guardar o dinheiro nos aviões que forem voar e não transportar mais passageiros desamarrados ou, ao menos, levar sempre um detective na tripulação.

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TAP: evolução na continuidade

por João Carvalho, em 31.08.09

Que a TAP apresenta uma "situação financeira crítica" nada tem de novo, para lá da actualização dos números sobre o desastre do costume: no primeiro semestre deste ano, o grupo apresentava 247,2 milhões de euros negativos. Só que isto é bem mais do que os 171,7 milhões de euros negativos com que fechou 2008.

 

Ora, se esta é a sina da TAP que andamos todos a pagar, escusava de ser nossa sina ter de aturar aquilo a que, pelos vistos, ninguém hoje resiste: a terminologia dos exercícios literários desajustados que passaram a ser moda, só para dizer coisas que antigamente eram simples e formais. No caso, por exemplo, o relatório do semestre passado da Parpública (accionista única do Grupo TAP) diz que a situação crítica se mantém por causa do «resultado negativo apurado no semestre». M. de La Palisse cairia derrotado se lesse estes impagáveis nacos de prosa que passaram a ser norma entre nós.

 

Do mesmo relatório ressaltam coisas assim, vejam só:

– o segmento das "actividades aeronáuticas" «continua a ter um peso relativo extremamente expressivo no âmbito do Grupo» (pudera!);

– «neste segmento o capital próprio, que já era negativo no final de 2008, apresenta ainda uma redução de aproximadamente 77 milhões de euros, integralmente explicada pela evolução do Grupo TAP» (evolução!);

– «este prejuízo, embora bastante significativo, representa menos de metade do registado em igual período do ano anterior e está em linha com o orçamentado» (parabéns!);

– «há assim uma evolução positiva a qual se deve essencialmente aos resultados do negócio do transporte aéreo» (é a chamada evolução positiva dos resultados negativos do negócio que me cheira ser a vocação da TAP!).

 

Poupo-vos outras pérolas do mesmo quilate. E peço desculpa pelo desafio à vossa paciência, mas foi só para registar mais este ensaio literário que vem ajudar a arrumar na gaveta da História o tempo em que as coisas simples eram relatadas com simplicidade.

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A greve compensa

por Jorge Assunção, em 29.08.09

Esta empresa dá prejuízo atrás de prejuízo. A TAP que, por lei, não pode controlar a empresa, na prática, controla-a. Há muito que a companhia aérea nacional procura um investidor privado que queira comprar a Groundforce (como já referi, a legislação a isso obriga). Contudo, dificilmente alguém estará interessado numa empresa que em 2008 apresentou um prejuízo de cerca de 36 milhões de euros. Uma reestruturação da mesma é necessária. Os sindicatos, em nada aproveitando o facto de estarmos próximos de eleições, forçam a adopção de um acordo que dificulta qualquer reestruturação, pedindo a acção do governo para salvar postos de trabalho na empresa. O governo, através da TAP, cede à pressão dos sindicatos. Nem tão cedo aparecerá um privado interessado na empresa. Nem tão cedo a empresa deixará de apresentar prejuízo. Para um privado o prejuízo constante não é opção. Em empresas controladas pelo Estado é. Todos sabemos quem é que paga. Para o contribuinte não há quem o salve. Neste país, o direito à greve, legítimo e justo, está totalmente desvirtuado, aproveitando sobretudo a quem procura extrair rendas junto do contribuinte.

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