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Golos de cerveja

por Pedro Correia, em 17.02.15

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Je suis Super Bock

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:)

por Patrícia Reis, em 16.04.14

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Abreu, Abreu, assim não levas o meu

por Rui Rocha, em 06.04.14

Decorre, com ampla divulgação e direito a referência em espaços noticiosos, a Feira de Viagens Abreu. Prometem-se, durante dois dias, descontos até 60%. Um bom português dificilmente resiste a uma campanha que junta duas coisas a que é especialmente sensível: descontos e viagens. E este vosso servidor não é excepção. Se tivermos em conta que as campanhas promocionais de duração limitada activam no nosso cérebro a noção de escassez e o sentimento de perda identificados por Cialdini, compreende-se o estado de predisposição para investir com que uns milhares largos de portugueses se deslocam às agências da Abreu ou entram no seu site. Eu, pecador me confesso, imaginava-nos já aos 4 membros da família, em finais de Agosto, sibaritas debaixo de um coqueiro, com as calosidades dos pés acariciadas por água tépida e azul-turquesa, apenas interrompendo a fruição da pechincha para fazer selfies com que afagaríamos o nosso ego publicando-os no facebook. Sucede que a divulgação dos preços da campanha faz-se, desde logo, sem que se indique nos suportes informativos disponibilizados (prospectos ou site), qual o preço antes da promoção. Da mesma maneira, não existe qualquer indicação nesses suportes, para cada destino e período, de qual a percentagem de desconto aplicada. Acresce que, nas agências, a única forma de obter informação adicional é esperar largos minutos até se ser atendido por um dos técnicos de viagens. Por último, apesar da escassa informação prestada nos suportes promocionais, fico com a ideia de que a generalidade dos descontos são muitíssimo inferiores a 60% e os preços estão em linha com aquilo que se pode obter normalmente noutras agências ou sites. Fiquei assim, embora não tenha toda a informação por ter perdido a vontade de esperar até ser atendido (peço aos leitores que a tenham que contraponham o que for conveniente) de que estamos perante uma campanha a que na melhor das hipóteses falta transparência e que poderá estar muito próxima de constituir publicidade enganosa. Nestas condições, tanto pior para as calosidades, a Abreu jamais levará o meu.

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Todas têm direito

por Helena Sacadura Cabral, em 03.02.14

 Não há nada mais corrosivo do que o humor. Sobretudo quando é bem aplicado!

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Cinco Advogadas de Lisboa

por Helena Sacadura Cabral, em 19.12.13

Não se fala de outra coisa. E porquê?! Porque se "entende" que a advocacia não pode ser tratada como uma marca de detergentes. Fossem homens e até se diria que a mensagem era original...

Não conheço nenhuma das visadas. São mulheres que decidiram romper com a tradição cinzenta da actividade que exercem. Sendo profissionais competentes e bonitas, ninguém lhes perdoa a exibição. 

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O nada admirável mundo novo

por Ana Vidal, em 01.11.13

Por este andar vamos deixar de poder ver-nos ao vivo, porque será decepção atrás de decepção. A pergunta que se impõe é esta: o que queremos mesmo é uma vida virtual? Se é isso, siga o baile do faz-de-conta.

 

 


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A grande publicidade

por Ana Vidal, em 07.05.13

Estive muitos anos ligada à publicidade. Ainda hoje me empolga uma boa campanha; me irrita uma mensagem mal transmitida, preguiçosa ou batoteira; me apaixona a criatividade de uma grande ideia, o desenvolvimento do conceito e a conquista dos limites para a sua execução. As campanhas que não envolvem directamente produtos - e, sobretudo, as que se referem a causas nobres - são geralmente "la crème de la crème" da publicidade, onde se atinge a excelência criativa sem o ónus dos objectivos comerciais e da intenção consumista. Não há agência que não as adore. É o caso desta campanha para a Fundação ANAR, que cumpre genialmente todos os requisitos e redime, com total propriedade e autoridade, o uso (habitualmente criticável) da mensagem subliminar. Clap, clap, clap.


Toda a informação aqui

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Vermelho

por João Campos, em 07.03.13

A imprensa portuguesa online aderiu quase em massa a uma campanha publicitária da Vodafone e cobriu hoje os seus portais de vermelho. No caso do Expresso, do Correio da Manhã e do Diário Económico, apenas as partes exteriores dos respectivos sites aparecem a vermelho - mas o Jornal de Notícias, o Diário de Notícias e o Público foram mais longe e decidiram "pintar" as suas páginas principais de vermelho, colocando o texto a preto ou a branco - o que é irrelevante, pois em ambos os casos é praticamente ilegível e quase doloroso para a vista (para além de ser pavoroso de um ponto de vista estético). Que os meios de comunicação portugueses precisem de receitas publicitárias como de pão para a boca não duvido (e esta campanha não terá sido barata), mas não me parece boa política comprometerem a visibilidade dos seus conteúdos noticiosos - que, para todos os efeitos, são aquilo que os leitores procuram. Depois admirem-se. 

 

(não coloco hiperligações por não querer induzir ataques epilépticos aos estimados leitores do Delito)

 

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Contributo da yorn para a gerontofobia

por Teresa Ribeiro, em 07.03.13

Se o mau gosto fosse lixo tóxico, a yorn estaria agora em dificuldades.

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Os engraçadinhos do Montepio

por Rui Rocha, em 27.02.13

O Montepio colocou na(s) rádio(s) um anúncio (parece que agora se diz spot publicitário e não posso deixar de pensar que é um estranho mundo este em que a simplicidade definidora de uma palavra tem de ser substituída pela combinação de dois vocábulos de línguas diferentes) em que promove um produto financeiro, oferecendo em complemento um seguro de saúde. Depois de não sei quantas horas de pesquisa, concepção, debate e aprovação, os criativos da agência e os responsáveis da instituição chegaram pelo visto à conclusão que, para o efeito, nada melhor do que uma narrativa (fica sempre bem esta da narrativa) em que perante um pai preocupado, uma mãe vai sucessivamente dizendo que não há problema por o Pedrinho estar a descer as escadas a correr, por a Ritinha estar a subir a uma árvore, ou por andarem ambos a brincar no meio das urtigas. Como pai, gostaria de dizer ao Montepio que jamais subscreveria um produto promovido a partir de uma mensagem com estas características. Os autores da coisa ou pretendem subliminarmente provocar-me medo, coisa que recuso, ou estão na pândega com questões de segurança relacionadas com os meus filhos (é neles que penso quando ouço o anúncio) e isso parece-me de extremo mau gosto. Ou, vai-se a ver, são só parvos (hipótese para a qual me inclino). Em qualquer caso, creio que teria muito maior probabilidade de sucesso um anúncio que brincasse, sei lá, com a segurança dos depósitos dos clientes do Montepio.

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Crowfunding é no BES

por Rui Rocha, em 07.01.13

 

Um dos meus passatempos  favoritos é visitar  o site do BES. Call me nuts, mas gosto de me manter informado sobre o modo como a famíla investe o dinheiro que o Estado me vai extorquindo para pagar as PPP e outras cavalarias do género. Ontem, reparei no banner ali mais acima. Primeiro, deixei-me levar pelo entusiasmo. Cá está, pensei. O BES está no bom caminho: apropria-se dos nossos impostos mas utiliza-o de forma meritória para dinamizar redes de financiamento de pequenas iniciativas e negócios. Só depois reparei que o que está em causa não é Crowdfunding, mas Crowfunding. Não se trata, portanto, de promover o empreendedorismo, mas de coisa bem diferente. Ou me engano muito, ou o que se pretende é projectar a imagem de Ricardo Salgado e do próprio banco, recorrendo à simbologia do corvo. Se virmos bem, faz todo o sentido. Sobretudo se pensarmos que este representante da Ordem dos Passeriformes possui ampla distribuição geográfica (isto é, está em todo o lado, tal como o próprio espírito santo), manifesta preferência por pequenos invertebrados e apresenta hábitos necrófagos.

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O Natal é brutal (publicidade do Continente).

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A Galp deve ter razão

por Rui Rocha, em 24.11.12

A DECO publicou um estudo em que conclui que os combustíveis premium como o G Force e o H Energy são iguaizinhos aos de marca branca. A GALP, entretanto, ripostou dizendo que os combustíveis são iguais à saída da refinaria mas são diferentes na bomba. Não sou especialista, mas inclino-me para dar razão à GALP. Na verdade, abasteço sempre em postos de marca branca e posso garantir que nunca me aconteceu nada assim:

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Passado presente (especial)

por Ana Vidal, em 18.11.12

 

Refrigera os sãos e cura os doentes. Nada menos. Era o tempo em que ainda podia anunciar-se um produto com estas extraordinárias promessas de paraíso, sem risco de processo em tribunal por publicidade enganosa. Ainda não havia a Deco, as comissões vigilantes, a concorrência feroz que hoje não deixa nenhuma marca pôr pé em ramo verde. Era o tempo em que os números de telefone tinham só três algarismos. A melhor, a mais pura e a mais barata das águas de mesa. A única? A verdade é que dura até hoje e continua de boa saúde. Se não a curar os doentes, pelo menos a refrigerar os sãos.

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Austeridade extrema

por Ana Vidal, em 17.09.12


Está explicado o despedimento de tantos professores do ensino secundário. O novo modelo de professor para época de austeridade é este: de tanga e acumulando disciplinas. Esta professora, por exemplo, dá aulas em simultâneo de Geografia, História, Biologia Marinha e Educação Sexual.

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A pólvora

por Ana Vidal, em 09.09.12


O António Sala está muito preocupado com a crise mundial. Cada vez vê o mundo em maiores dificuldades financeiras, diz ele, e a falta de poder de compra deixa-o angustiado. Mas não desesperem, amigos, ele tem a solução milagrosa para todos estes males. Poupar ao máximo? Trabalhar mais por menos dinheiro, à espera de melhores dias? Esquecer sonhos e projectos por uns anos? Assaltar bancos? Nada disso. A solução é simples: investir em barras de ouro. Nunca falha. Temos todos de agradecer-lhe esta ideia luminosa. Sem ele, como iríamos saber o que fazer aos rios de dinheiro que todos temos a mais?

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Só à cabeçada

por Rui Rocha, em 25.05.12
A Amnistia Internacional divulgou ontem o seu 50º relatório anual. Aí se declara que a violência doméstica continua a ser um problema grave em Portugal. De acordo com o relatório, entre Janeiro e Agosto de 2011, a PSP e a GNR receberam 14.508 queixas de violência doméstica. Por seu lado, a UMAR tinha registado até Novembro de 2011 23 mortes e 39 tentativas de homícidio como resultado de violência doméstica. Tal como refere Vítor Nogueira, Presidente da AI, os números visíveis são extremamente preocupantes, mas constituem apenas a ponta de um icebergue de medo, dor e desespero.  Os autores e protagonistas do anúncio de promoção da plataforma Vai Bater entendem que esta é uma situação que pode ser levada na brincadeira. O humor que dizem estar presente no spot é, convenhamos, de morte. E, tal como os próprios reconhecem, não recorrem ao dito (se existisse) para denunciar a situação das vítimas ou para lhes prestar solidariedade. Trata-se, apenas e só, de pedirem emprestado o sofrimento para passar uma imagem perturbante que lhes assegure notoriedade. Perante tais desígnios, confesso que tudo o que lamento é que não partam a cabeça:

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Tragédias

por Ana Vidal, em 09.05.12

 

Parece incrível, mas a publicidade já foi assim. Mulheres penitentes, maridos magnânimos. Tragédias domésticas de proporções bíblicas, e... a salvação numa cerveja.

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Isto, sim, é um bonito apelo ao consumo

por José António Abreu, em 04.05.12
 

Gostas muuiiiiito da tua mãe? Então diz-lhe com um presente no Dia da Mãe!

E o coraçãozinho a transformar-se numa carteira. Lindo. Só um mau filho poderá resistir.

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Publicidade nr qualquer coisa

por Patrícia Reis, em 26.04.12

 

Grande anúncio, homenagem às mães, totalmente omissão de marcas até ao genérico final. Música de Einaudi. Uma ideia que dignifica a vida dos atletas profissionais e da sua claque pessoal. Muito bom.

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Publicidade 9.

por Patrícia Reis, em 21.04.12

 

Os anos 70 foram anos estranhos (nasci eu!), mas este anúncio deixava-nos colocados ao ecrã. O facto de ser feito desta forma, tão próxima de um universo infantil, é maravilhoso. E a voz off é mesmo uma assinatura de época.

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Num anúncio radiofónico do Montepio, o robot R2D2 (o mais baixote do duo d'A Guerra das Estrelas) subscreve um depósito a prazo a quatro anos. Em resposta a uma série de apitos e estalidos, a pretensa funcionária do Montepio diz algo do género: «Não, senhor Ar-Tu-Di-Tu, não são anos-luz. São anos terrestres.» Deixando de lado o pormenor do ano-luz ser uma unidade espacial (ou seja, usada para medir espaços no Espaço), poderá alguém explicar-me qual a diferença de tempo entre um ano terrestre e um ano-luz?

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Publicidade extra (para a Helena com sotaque!)

por Patrícia Reis, em 20.02.12

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É só o intervalo do jogo

por José Navarro de Andrade, em 06.02.12

 

No Superbowl do ano passado a Chrysler apresentou o melhor anúncio de sempre, com Eminem a fazer o elogio e glória da deprimida cidade de Detroit.

No intervalo do Superbowl 2012, a noite passada, a Chrysler voltou a mostrar outro melhor anúncio de sempre.

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Imagem do Papa Bento XVI retirada de campanha

por Cláudia Köver, em 17.11.11

Percebo a revolta contra o uso  comercial da imagem do Papa. É coerente e uma atitude que já se esperava do Vaticano. Agora, chamar-lhe ofensiva. Porquê?

Não é uma campanha que pretenda gozar a igreja, a fé e os crentes. É uma campanha que tem como base uma mensagem de paz e muitas roupas coloridas. Quem nos dera a nós que as imagens propostas pela Benetton fossem reais.

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Correspondência de Natal

por Teresa Ribeiro, em 01.11.11

 

A Cartier escreveu-me. Mandou-me num encarte de luxo, com o retrato de uma mulher tão linda como eu gostava de ser, um baiser volé. Diz que é "um perfume de paixão, com uma esteira desconcertante". A mim o que me desconcertou foi o contraste entre o que gastaram no mailing e a forretice na oferta do produto. Não dá sequer para experimentar na pele. Reduz-se a uma lágrima cativa no cartão por um adesivo. É como se a Cartier me dissesse: "Querida, se a sua ideia é só aproveitar uma borla, esqueça".

Em legenda, a marca esclarece que Baiser Volé se trata da "expressão original de uma flor majestosa e inalcançável, o lírio". O lírio? Logo a flor bíblica que simboliza a simplicidade?

Na hora de produzir estas vacuidades, os publicitários, não duvido, sofrem muito à procura de palavras. Para tocar nas cordas frívolas das potenciais consumidoras da nova fragrância da Cartier, eles acrescentam que o lírio em causa "é extraordinário", porque "fresco, floral e empoado", ou seja, indicado para quem queira parecer extraordinariamente fresca, floral e empoada. Os termos quase se contradizem. Os oxímoros são um lugar comum neste género de textos, que se destinam a vender coisas praticamente impossíveis.

Não tenho dúvidas, o Baiser Volé vai vender-se neste Natal. As mulheres adoram coisas praticamente impossíveis, aliás é isso que explica o sucesso da indústria cosmética. Quanto a mim, passo. É que ando sem t€mpo para isto.

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Esperteza saloia

por Teresa Ribeiro, em 25.09.11

Faz-se campanha na televisão do grupo, põe-se o público a salivar - de facto, aquela colecção de filmes do Clint Eastwood a preço de saldo é uma tentação - e depois nas bancas nem vê-los. Shame on you, Mr. Balsas. Sei que está a precisar desesperadamente de incrementar os seus negócios, mas isto não se faz.

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