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Quem tão aplaudido foi por bater no ceguinho...

por Sérgio de Almeida Correia, em 18.06.15

"Das duas, uma. Ou se tinha feito há dois anos, sem o consenso do PS; ou se tinha feito agora, com o consenso do PS. Uma das boas ideias do programa socialista é a exigência de maiorias de 2/3 para a aprovação das grandes obras públicas – PSD e CDS deveriam ter feito exactamente o mesmo em relação às grandes privatizações. Privatizar a TAP em cima do joelho foi uma péssima ideia, que levanta suspeitas justas e que não podiam existir." - João Miguel Tavares, Público, 18/06/2015

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Trivialidades

por Sérgio de Almeida Correia, em 19.04.15

"O pai do secretário de Estado da Energia, Artur Trindade, é consultor da EDP desde 2013, confirmou à Lusa fonte oficial da elé[c]trica, na sequência de uma denúncia feita pelo empresário Manuel Champalimaud.

Confrontado com esta informação, o governante recusou fazer comentários, enquanto o pai remeteu esclarecimentos para mais tarde."

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Da falta de decência

por João André, em 27.03.14

«O problema é as pessoas estarem a consumir medicamentos a mais»

via José Simões.

 

Tempos houve quando o nosso primeiro-primeiro era o actual avisador-prefaciador e o país era mal gerido mas havia dinheiro a fundo perdido vindo dos confres europeus que acabou nos bolsos da Mercedes e BMW e afins e das construtoras europeias, tempos houve dizia eu em que um ministro (ou secretário de estado, perdoem-me a idade) disse uma piadita acerca de doentes de hemodiálise, uma piada que foi de mau gosto mas que toda a gente sabia ser uma piada e foi despedido. Nesses tempos em que já éramos mal governados (ou desgovernados) e já andávamos enganados pela propaganda europeia chegada pela agência de S. Bento da altura a gastar acima das nossas possibilidades, ainda havia uma aparência de decência que os membros do governo tinham que respeitar e ai de quem não o fizesse.

 

Hoje, com o cantador mentiroso a primeiro-segundo e o primeiro-vice-primeiro irrevogável no governo, temos os tipos vindos dos seguros de saúde com o objectivo de desmantelar tornar mais eficiente o serviço nacional de saúde a mandar bojardas para o ar e a dispararem conversas do tipo de andar a viver acima das suas possibilidades o que no caso dos medicamentos só pode querer dizer andar a viver e ponto final. Em tempos passados e nem assim há tanto tempo esta criatura teria sido despachada para de onde veio e provavelmente a seguir viria outra igualzinha nos objectivos e pensamento (heheh, piada) mas com mais decência fingir que se preocupava com as aparências. Assim sabemos de forma clara que sua excelência o ministro da saúde privada tem como úbico pbjectivo tratar-nos da saúde mas com a expressão a ser usada no seu sentido puramente figurativo e nunca literal porque para tratar da saúde no sentido liberal já existe a médis.

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Não seria melhor perguntarem antes ao Arnaut?

por Sérgio de Almeida Correia, em 15.01.14

Como bem assinala o i na sua capa de hoje, enquanto a oposição "reage suavemente" (eu diria antes "pelo seguro") à venda da Caixa Seguros à Fosun, a Standard & Poor´s, na linha do que considerara uma outra agência, classifica a transacção promovida pelo Governo como sendo de "risco". Estando em causa cerca de mil milhões de euros, face à resposta pouco transparente do secretário de Estado das Finanças, espero que as garantias estejam à altura do negócio e que se a "coisa" der para o torto as consultoras a quem Manuel Rodrigues recorreu, que certamente terão sido pagas para isso, sejam chamadas à responsabilidade. E que se não o forem, em razão de qualquer cláusula escondida, quero que ninguém se esqueça dos nomes de quem propôs e de quem autorizou o negócio. Estamos todos fartos de ser endrominados por "BPNs", "BPPs", "PPPs" e quejandos.

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Desmantelar para depois privatizar continuando sempre a ganhar

por Sérgio de Almeida Correia, em 12.12.13

Acredito piamente que um dia aparecerá alguém, como num sonho, para me explicar por que razão empresas rentáveis e que sempre prestaram um bom serviço aos cidadãos acabam desmanteladas em nome de um processo de privatização, prestando um péssimo serviço em balcões inapropriados de tabacarias que nem sequer selos têm para vender e que pedem aos utentes para voltarem mais tarde, contratando, despedindo e "recontratando" o mesmo pessoal a prazo, e cujas acções acabam nas mãos de quem assessora os que decidem, enriquecendo com a desregulação dos mercados, lucrando com a especulação e com os processos de privatização dos subservientes mainatos do poder económico-financeiro que fizeram carreira nas empresas públicas e no próprio Estado.

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Por correio postal

por Ana Lima, em 08.05.13

A primeira tarefa dos assessores jurídicos no "processo de privatização em curso" nos CTT será, certamente, acompanhar a desafiante tarefa de notificar cidadãos eleitores cuja situação eleitoral venha a ser alterada com a aprovação do novo mapa das freguesias.  Depois da generalização do uso dos meios electrónicos, nunca uma operação desta envergadura tinha sido posta em marcha. A comissão de trabalhadores alertou já para a necessidade de providenciar bebidas frescas. É que parece que vai ser preciso lamber muito selo...

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Pergunta de algibeira

por Ana Vidal, em 25.08.12

É impressão minha ou o ministro com pasta Aguiar Branco desautorizou completamente o ministro sem pasta António Borges?

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Viv'á luta popular!

por João Carvalho, em 02.02.12

 

EDP Popular da China e REN Popular da China, a mesma luta!

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A EDP afinal vai para os chineses.

por Luís Menezes Leitão, em 23.12.11

 

Confesso que não me consigo congratular com o facto de uma grande empresa estratégica como a EDP ir parar às mãos dos chineses, quando havia candidatos europeus e brasileiros. Diga-se o que se disser, isso só significa a confirmação da decadência da Europa, o que, como disse Passos Coelho, é preocupante. E demonstra também que o Brasil não constitui ainda uma alternativa suficientemente forte onde Portugal possa ir buscar apoio nos tempos mais próximos. Assim a EDP no futuro vai falar chinês. A China assume-se como a grande potência do séc. XXI, podendo comprar todas as empresas estratégicas que existem nos diversos continentes e assim assumir uma posição dominante à escala mundial. Como se refere neste vídeo, tudo isto é consequência da política de despesismo irresponsável em que o Ocidente se envolveu. Porque, ao contrário dos ocidentais, os chineses não gastam irresponsavelmente. Os chineses trabalham. É por isso que neste momento se tornam donos de tudo o que os ocidentais possuiam.

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