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As melhores praias portuguesas (105)

por Pedro Correia, em 28.09.16

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Cordoama (Vila do Bispo)

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Do princípio ao fim (6)

por Diogo Noivo, em 28.09.16

“A raíz del regicidio del 1 de febrero, última escena trágica de la historia de Portugal, que es, siglos hace, un continuado naufragio, pudieron algunos creer que iba a cambiar el rumbo de su vida pública. No los que lo conocen. Aquel acto, tal vez justiciero, en todo caso fatal, fue de una justicia, de una fatalidad anárquicas.”

Miguel de Unamuno, “Desde Portugal”, Julho de 1908

Ensaio reunido no livro Por tierras de Portugal y de España (Alianza Editorial, 2014)

 

PorTierrasdePortugalyEspana.jpg

Miguel de Unamuno, filósofo espanhol, um dos mais importantes da Geração de 98, viveu apaixonado por Portugal. Não era uma paixão cega, acrítica. A admiração e o fascínio iam quase sempre de mão dada com a exasperação.

Insuspeito de simpatias com a monarquia, Unamuno foi prudente – se não desconfiado – com o advento da república portuguesa. Muito poderia ser escrito a este respeito. Aqui, registo apenas a solidez e a seriedade intelectual de alguém que, não gostando da monarquia, recusou entregar-se nos braços do republicanismo português. Para este autor, a política, que se quer séria e importante, não se coaduna com lógicas de barricada. Em Miguel de Unamuno, a paixão por Portugal foi o motor de um espírito crítico sem concessões, de uma cidadania activa e comprometida vinda de alguém que, não sendo português, foi mais exigente com a pátria do que muitos dos seus contemporâneos lusos.

No ensaio “Desde Portugal”, cujo primeiro parágrafo aqui cito, após deambular pelas páginas de Oliveira Martins, Eça de Queiroz, Alexandre Herculano, entre outros, conclui que o pessimismo endémico dos portugueses resulta da apatia, “una apatia que produce a veces arranques de furia”. Normalmente mal direccionados, claro. Pouco terá mudado em Portugal.

Mais adiante, Unamuno arremete contra a pseudociência progressista e “pedante” das classes médias dirigentes, deslumbradas com trivialidades vindas do estrangeiro. Isto é, se fosse ressuscitado e voltasse a Portugal, Miguel de Unamuno não estranharia, por exemplo, as certezas dos economistas que fazem carreira no PS, no Bloco de Esquerda e na direita que gostava de ser liberal.

No parágrafo que abre este texto, o intelectual espanhol vê o regicídio como um acto de uma justiça e fatalidade anárquicas. No final do ensaio, Unamuno remata o assunto atestando que em Portugal, como na Galiza, pode “florecer el anarquismo, pero no el sentimiento de liberdad. Y la anarquia es la servidumbre”. Volvidos mais de cem anos, tudo está na mesma.

Abreviando bastante, uma das principais conclusões a retirar da leitura de “Desde Portugal” no início deste século XXI é que o país é dono de uma coerência estóica. A pele rija do carácter nacional é imune à passagem do tempo e, sobretudo, à aprendizagem que advém da experiência. É verdade que muito mudou. A alfabetização é quase total, a tecnologia superou a barreira da imaginação, a esperança média de vida aumenta. Mas o país é o mesmo. Sem tirar nem pôr.

Enfim, e honrando o propósito desta série que agora fazemos no DELITO, está tudo no primeiro parágrafo do ensaio: a paixão sofredora por Portugal; o espírito crítico; o acontecimento que serve de mote para perscrutar o carácter nacional; o fado imutável do naufrágio histórico.

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As melhores praias portuguesas (104)

por Pedro Correia, em 27.09.16

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Salgados (Albufeira)

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As melhores praias portuguesas (103)

por Pedro Correia, em 26.09.16

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Abano (Cascais)

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As melhores praias portuguesas (102)

por Pedro Correia, em 25.09.16

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Memória (Matosinhos)

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As melhores praias portuguesas (101)

por Pedro Correia, em 24.09.16

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Cabana do Pescador (Caparica, Almada)

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As melhores praias portuguesas (100)

por Pedro Correia, em 23.09.16

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Bordeira-Carrapateira (Aljezur)

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As melhores praias portuguesas (99)

por Pedro Correia, em 22.09.16

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Carcavelos (Cascais)

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As melhores praias portuguesas (98)

por Pedro Correia, em 21.09.16

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Santa Bárbara (São Miguel, Açores)

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As melhores praias portuguesas (97)

por Pedro Correia, em 20.09.16

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São Lourenço (Mafra)

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As melhores praias portuguesas (96)

por Pedro Correia, em 19.09.16

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Praia d' El Rey (Óbidos)

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O mundo ao contrário

por João André, em 19.09.16

Só uma perspectiva rápida ao conceito de «ir buscar dinheiro a quem o está a acumular» e fazendo a ressalva inicial (que vai ser ignorada) que estou contra isso: um dos países que os liberais da nossa praça mais admiram, a Holanda já o faz.

 

Na Holanda, o Estado taxa as poupanças dos seus contribuintes privados. Na declaração de impostos, feita online através do sistema de DigiD. Quando a declaração é preenchida online, os montantes existentes em todas as contas na Holanda já estão previamente preenchidos e apenas é necessário confirmá-los.

 

Em relação a taxar as poupanças, o valor a taxar é o montante total que existe nas diversas contas acima de um determinado patamar (que anda por volta dos 21.000 €). Abaixo desse valor o valor não é taxável. Acima dele, o montante extra é passível de ser taxado (por exemplo, quem tenha 25.000 € pagaria imposto sobre 4.000 €). O imposto parte do princípio que o valor tem um retorno anual de 4% e esse retorno fictício é taxável a 30%. Ou seja, se o retorno for inferior (e habitualmente é-o em contas poupança simples), o contribuinte pode pagar mais do que recebe de juros. Aliás, sei por experiência própria que é possível receber de juros apenas uns 30-40% do valor a pagar.

 

Este caso é apenas aplicável aos montantes em investimentos financeiros e, no caso do imobiliário, apenas a segundas habitações. Também se aplica a valores a partir dos 21.000 € (ou o dobro no caso de casais), valor que parece elevado. No entanto, se um indivíduo (ou casal) da classe média não quiser (ou tiver oportunidade) de comprar casa, é relativamente simples atingir tais níveis de poupanças na Holanda.

 

O caso português é diferente, claro está, mas quando alguma direita aponta o dedo a alguma esquerda em questões de sigilo bancário ou de taxar as contas bancárias, talvez fosse bom colocar os olhos num país que, em certos aspectos, foi mais longe no seu socialismo que se poderia esperar. E depois é elogiado pelo seu liberalismo.

 

Conclusão: não gosto de taxas às poupanças (outra coisa é taxar os juros ou retornos de investimento) e considero-o um ataque ao direito de cada um em fazer o que quiser com o dinheiro que ganhou e sobre o qual já pagou impostos. Por outro lado, é irónico ver que alguma esquerda portuguesa parece estar com vontade de seguir as melhores práticas de países ditos "liberais". É o mundo ao contrário.

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As melhores praias portuguesas (95)

por Pedro Correia, em 18.09.16

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Amado (Aljezur)

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As melhores praias portuguesas (94)

por Pedro Correia, em 17.09.16

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Barreta (Ilha Deserta, Faro)

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As melhores praias portuguesas (93)

por Pedro Correia, em 16.09.16

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Aivados (Milfontes, Odemira)

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A verdadeira espiral recessiva

por José António Abreu, em 16.09.16

Mas quem decide o que é um “pobre” ou um “rico”? É o poder político que decide o que somos. Amanhã, um apartamento de 150 mil euros na Amadora pode bem tornar-se, para fins fiscais, um “palacete de luxo”. Basta as finanças precisarem. E talvez precisem. A propriedade nas grandes fortunas é complexa. Os maiores investidores imobiliários vão retrair-se. Não é por isso improvável que o fisco, para arranjar receita, ainda tenha de descer mais uns degraus na escala patrimonial. Nesta roleta russa fiscal, a pistola está apontada à cabeça de todos.

O governo vive para a meta do défice, de que depende o financiamento europeu. Se o Estado gasta mais e a economia não gera mais receita, há que recorrer à “justiça fiscal”. Mas quanto mais impostos o governo aumenta, menos a economia cresce, e mais impostos precisa de aumentar. É assim a espiral recessiva por via fiscal. E o que vai acontecer à classe média, com esta carga tributária, quando o petróleo se tornar mais caro e os juros subirem? Sob este regime fiscal, Portugal pode estar a caminhar para uma despromoção social maciça, sem paralelo na nossa história. Noutros países, a classes médias podem estar a morrer; aqui, vão ser assassinadas.

Rui Ramos, no Observador.

 

A verdadeira espiral recessiva ocorre quando os sectores menos produtivos de uma sociedade são privilegiados em detrimento dos sectores produtivos, conduzindo os segundos a uma asfixia que faz cair investimento e receitas fiscais. É em grande medida por isto que, durante a governação PSD/CDS, a espiral recessiva (tantas vezes anunciada) nunca chegou a acontecer: por entre a voracidade fiscal que também caracterizou esse governo, houve uma mensagem coerente, que levou à retoma do investimento, e uma aposta clara - teimosa, até - nos sectores capazes de fazer entrar dinheiro no país. Hoje, o discurso varia consoante o momento e o local, e a aposta é na protecção (em parte ilusória, certamente temporária) dos sectores menos produtivos, à custa do crescimento económico. Se o BCE continuar a ajudar, Portugal poderá manter taxas de crescimento ligeiramente positivas durante alguns anos. Mas as sementes da recessão estão a ser plantadas com um entusiasmo suicidário.

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As melhores praias portuguesas (92)

por Pedro Correia, em 15.09.16

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Portinho da Arrábida (Setúbal)

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As melhores praias portuguesas (91)

por Pedro Correia, em 14.09.16

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Martinhal (Vila do Bispo)

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As melhores praias portuguesas (90)

por Pedro Correia, em 13.09.16

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Porto Novo (Torres Vedras)

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As melhores praias portuguesas (89)

por Pedro Correia, em 12.09.16

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Três Castelos (Portimão)

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As melhores praias portuguesas (88)

por Pedro Correia, em 11.09.16

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Ilha da Fuseta (Olhão)

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As melhores praias portuguesas (87)

por Pedro Correia, em 10.09.16

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Aberta Nova (Grândola)

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As melhores praias portuguesas (86)

por Pedro Correia, em 09.09.16

Carvalhal, Odemira.jpg

 

Carvalhal (Odemira)

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As melhores praias portuguesas (85)

por Pedro Correia, em 08.09.16

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Canto Marinho (Carreço, Viana do Castelo)

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As melhores praias portuguesas (84)

por Pedro Correia, em 07.09.16

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Dona Ana (Lagos)

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As melhores praias portuguesas (83)

por Pedro Correia, em 06.09.16

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Mira 

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As melhores praias portuguesas (82)

por Pedro Correia, em 05.09.16

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Ribeira Quente (São Miguel, Açores)

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As melhores praias portuguesas (81)

por Pedro Correia, em 04.09.16

Zavial.jpg

 

Zavial (Vila do Bispo)

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As melhores praias portuguesas (80)

por Pedro Correia, em 03.09.16

Aguda, sintra.jpg

 

Aguda (Sintra)

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As melhores praias portuguesas (79)

por Pedro Correia, em 02.09.16

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Barril (Tavira)

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As melhores praias portuguesas (78)

por Pedro Correia, em 01.09.16

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Praia Grande (Porto Covo, Sines)

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As melhores praias portuguesas (77)

por Pedro Correia, em 31.08.16

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Salgado (Nazaré)

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As melhores praias portuguesas (76)

por Pedro Correia, em 30.08.16

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Camilo (Lagos)

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As melhores praias portuguesas (75)

por Pedro Correia, em 29.08.16

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Santa Cruz (Torres Vedras)

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As melhores praias portuguesas (74)

por Pedro Correia, em 28.08.16

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Pedrógão (Leiria)

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As melhores praias portuguesas (73)

por Pedro Correia, em 27.08.16

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Galé (Grândola)

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As melhores praias portuguesas (72)

por Pedro Correia, em 26.08.16

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Salema (Vila do Bispo)

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As melhores praias portuguesas (71)

por Pedro Correia, em 25.08.16

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São Julião (Mafra)

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As melhores praias portuguesas (70)

por Pedro Correia, em 24.08.16

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Bom Sucesso (Óbidos)

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As melhores praias portuguesas (69)

por Pedro Correia, em 23.08.16

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Malhão (Milfontes, Odemira)

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As melhores praias portuguesas (68)

por Pedro Correia, em 22.08.16

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Ursa (Sintra)

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As melhores praias portuguesas (67)

por Pedro Correia, em 21.08.16

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Ilha de Tavira

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As melhores praias portuguesas (66)

por Pedro Correia, em 20.08.16

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Almagreira (Peniche)

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As melhores praias portuguesas (65)

por Pedro Correia, em 19.08.16

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Melides (Grândola)

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As melhores praias portuguesas (64)

por Pedro Correia, em 18.08.16

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Praia Grande (Pêra, Silves)

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As melhores praias portuguesas (63)

por Pedro Correia, em 17.08.16

Praia-do-Burgau-Algarve[1].jpg

 

Burgau (Vila do Bispo)

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As melhores praias portuguesas (62)

por Pedro Correia, em 16.08.16

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Brejo Largo (Odemira)

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As melhores praias portuguesas (61)

por Pedro Correia, em 15.08.16

PraiaDasMacas[1].jpg

 

Praia das Maçãs (Sintra)

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As melhores praias portuguesas (60)

por Pedro Correia, em 14.08.16

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Amoreira (Aljezur)

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As melhores praias portuguesas (59)

por Pedro Correia, em 13.08.16

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Fábrica (Cacela, Vila Real de Santo António)

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