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O «êxito» nacional - rapidinhas

por José António Abreu, em 27.02.17

O crescimento.

Ficou abaixo do que o PS prometera. Ficou abaixo do que, segundo o PS, teria sido com um governo PSD-CDS. Ficou abaixo do que foi em 2015. Ficou acima das previsões mais pessimistas.

 

A dívida.

A resolução do Banif foi precipitada para 2015. A recapitalização da Caixa foi adiada para 2017. Ainda assim, subiu em termos absolutos e talvez em percentagem do PIB.

 

A austeridade.

Foi transferida dos salários para os equipamentos e para o material, dos funcionários públicos para a generalidade dos cidadãos, desapareceu dos noticiários e, por conseguinte, terminou.

 

Os juros.

«Para o infinito e mais além», anunciaria Buzz Lightyear.
 

O investimento.

Foi aplicado em publicidade institucional.

 

A transparência e a ética republicana.

Completamente garantidas pela inviolabilidade das mensagens sms.

 

O PCP e o Bloco.

Desta vez são cúmplices.

 

O presidente.

O indivíduo deslumbrado que tenta parecer um gajo porreiro, emite opinião sobre tudo, inventa factos e distribui facadinhas nas costas. Que melhor representante do país se poderia arranjar?

 

O défice.

Com ou sem o perdão fiscal, o congelamento do investimento, a venda dos F-16, as cativações, a reavaliação de activos, o atraso nos pagamentos a fornecedores?

 

«O défice mais baixo da democracia portuguesa.»

Onde é que já ouvi isto?

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Isto está a animar

por Sérgio de Almeida Correia, em 22.02.17

Divida_Publica_bruta_em_percentagem_do_PIB_entre_1

 

Pois é, contra factos não há argumentos, diz ele. 

Então e a dívida, que Passos Coelho, Gaspar e Maria Luís Albuquerque andaram durante quatro longos anos a fazer que encolhiam, e que António Costa está aflito para conseguir controlar, isso não interessa?

Já nem falo dos 10 mil milhões que entre 2011 e 2014, a Autoridade Tributária, na altura sujeita aos olhinhos da coligação PSD/CDS-PP, deixou sair de Portugal para paraísos fiscais, porque lá virá o tempo em que também mais essa roupa se lavará. Temo é que haja nódoas e odores que já não saiam e que também não possam ser imputadas aos antecessores.

O melhor mesmo, enquanto não sair o segundo volume da nova edição da sebenta do Prof. Cavaco, é aguardar pelas explicações do Prof. Bambo, personalidade de reconhecido mérito junto dos meios judiciais. Ele deverá ser, neste momento, o único capaz de se pronunciar sobre o que está a acontecer, e sobre o que mais irá acontecer aos portugueses, sem correr o risco de lhe serem chamados nomes feios. Por exemplo, como "burlão". 

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2016

por José António Abreu, em 31.12.16

A economia cresceu menos do que em 2015. O crescimento deveu-se não ao previsto aumento do consumo interno mas ao turismo e às exportações. Agora o governo diz que a aposta são o investimento e as exportações. Tudo indica que o crescimento permanecerá anémico.

A dívida pública aumentou. Apesar das medidas do BCE, as taxas de juro subiram, tanto no mercado primário como no secundário.

A operação de recapitalização da Caixa Geral de Depósitos foi adiada para 2017. O processo incluiu uma tentativa governamental para contornar legislação existente. Seria mais grave noutros tempos.

Descontando operações de recapitalização de bancos, o défice público deverá baixar cerca de 0,5% em 2016 (contra uma média superior a 1,3% nos cinco anos anteriores). 0,3% dessa redução ficará a dever-se a um perdão fiscal a que o governo não gosta de chamar perdão fiscal. Além disso, as cativações permanentes subiram e os pagamentos em atraso provavelmente também.

Apesar da construção de hotéis e da abertura de espaços vocacionados para o turismo no centro de Lisboa e do Porto, o investimento caiu. Em percentagem do PIB, o investimento público caiu para níveis da década de 1950. Parece que até os socialistas entendem que é necessário apertar em algum lado. Há uns anos, quem imaginaria que o fizessem aqui?

A taxa de desemprego desceu. É uma boa notícia. Provavelmente teria descido mais com mais investimento. De preferência, privado.

Os impostos indirectos aumentaram. Em 2017 continuarão a aumentar.

Os «lesados» do BES vão ser salvos pelos contribuintes. Com um pouco de boa vontade, a Cornucópia também.

O sistema de Educação conseguiu bons resultados a nível internacional. A análise ainda não abrangeu as mudanças introduzidas pelo actual governo.

Na Concertação Social, o governo conseguiu um acordo para aumentar o salário mínimo. Logo a seguir, um ministro comparou os parceiros sociais a gado. Estes nem mugiram.

Marcelo viajou, falou e tirou selfies, viajou, falou e tirou selfies, viajou, falou e tirou selfies, viajou, falou e tirou selfies, viajou, falou e tirou selfies. Considerando que tomou posse apenas no início de Março, em 2017 deverá conseguir viajar, falar e tirar selfies ainda mais. Poderá ter problemas em manter taxas de crescimento significativas a partir de 2018.

A «geringonça» aguentou-se. Parabéns a António Costa. Bloco e PCP estão mais domados do que CDS alguma vez esteve. Como se viu no caso da TSU, até os termos dos «acordos de entendimento» já podem ser violados.

 

Mas, globalmente, parece que os portugueses andam satisfeitos. Óptimo. Sempre apreciámos o status quo. E, no fundo, estamos habituados à mediania.

Bom 2017.

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As melhores praias portuguesas (150)

por Pedro Correia, em 13.11.16

Almoxarife.jpg

 

Almoxarife (Faial, Açores)

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As melhores praias portuguesas (149)

por Pedro Correia, em 12.11.16

Três Irmãos (Alvor, Portimão).jpg

 

Três Irmãos (Alvor, Portimão)

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As melhores praias portuguesas (148)

por Pedro Correia, em 11.11.16

Castelejo, Vila do Bispo.jpg

 

Castelejo (Vila do Bispo)

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As melhores praias portuguesas (147)

por Pedro Correia, em 10.11.16

Malhada do Baraço, Lagoa.jpg

 

Malhada do Baraço (Lagoa)

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As melhores praias portuguesas (146)

por Pedro Correia, em 08.11.16

Barra, Ílhavo.jpg

 

Barra (Ílhavo)

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As melhores praias portuguesas (145)

por Pedro Correia, em 07.11.16

Porto Dinheiro.jpg

 

Porto Dinheiro (Lourinhã)

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As melhores praias portuguesas (144)

por Pedro Correia, em 06.11.16

afife,VC.jpg

 

Afife (Viana do Castelo)

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As melhores praias portuguesas (143)

por Pedro Correia, em 05.11.16

Ribeira-do-cavalo-2[1].jpg

 

Ribeira do Cavalo (Sesimbra)

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As melhores praias portuguesas (142)

por Pedro Correia, em 04.11.16

Quinta do Lago Loulé.jpg

 

Quinta do Lago (Loulé)

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As melhores praias portuguesas (141)

por Pedro Correia, em 03.11.16

Riviera, Praia da Vitória, Terceira.jpg

 

Riviera (Praia da Vitória, Terceira)

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As melhores praias portuguesas (140)

por Pedro Correia, em 02.11.16

Miramar, Gaia.jpg

 

Miramar (Gaia)

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As melhores praias portuguesas (139)

por Pedro Correia, em 01.11.16

Paredes da Vitória, Alcobaça.jpg

 

Paredes da Vitória (Alcobaça)

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As melhores praias portuguesas (138)

por Pedro Correia, em 31.10.16

baía s. lourenço, st maria.jpg

 

São Lourenço (Santa Maria, Açores)

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As melhores praias portuguesas (137)

por Pedro Correia, em 30.10.16

costa-nova, ílhavo.jpg

 

Costa Nova (Ílhavo)

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As melhores praias portuguesas (136)

por Pedro Correia, em 29.10.16

Vieira Leiria MG.jpg

 

Vieira (Leiria)

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As melhores praias portuguesas (135)

por Pedro Correia, em 28.10.16

Torreira, murtosa.jpg

 

Torreira (Murtosa)

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As melhores praias portuguesas (134)

por Pedro Correia, em 27.10.16

Valmitão, Lourinhã.jpg

 

Valmitão (Lourinhã)

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As melhores praias portuguesas (133)

por Pedro Correia, em 26.10.16

Porto de mós, lagos.jpg

 

Porto de Mós (Lagos)

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As melhores praias portuguesas (132)

por Pedro Correia, em 25.10.16

praia Formosa, santa maria.jpg

 

Formosa (Santa Maria, Açores)

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As melhores praias portuguesas (131)

por Pedro Correia, em 24.10.16

Ali babá mafra.jpg

 

Ali Babá (Mafra)

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As melhores praias portuguesas (130)

por Pedro Correia, em 23.10.16

Coelhos.jpg

 

Coelhos (Arrábida, Setúbal)

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As melhores praias portuguesas (129)

por Pedro Correia, em 22.10.16

Ribeira-d-Ilhas-Ericeira[1].jpg

 

Ribeira d' Ilhas (Ericeira)

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As melhores praias portuguesas (128)

por Pedro Correia, em 21.10.16

Poço da Cruz Mira.jpg

 

Poço da Cruz (Mira)

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As melhores praias portuguesas (127)

por Pedro Correia, em 20.10.16

Rio Cortiço, Óbidos.jpg

 

Rio Cortiço (Óbidos)

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As melhores praias portuguesas (126)

por Pedro Correia, em 19.10.16

moinho-baixo, meco.jpg

 

Moinho de Baixo (Meco, Sesimbra)

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As melhores praias portuguesas (125)

por Pedro Correia, em 18.10.16

Formosa Funchal.jpg

 

Formosa (Funchal)

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Gestão de um falhanço

por José António Abreu, em 17.10.16

A estratégia do governo para a economia falhou rotundamente. É o próprio governo a reconhecê-lo, no orçamento para 2017, ao abandonar a via do consumo interno (prevê-se que o consumo privado aumente 1,5% e que o consumo público caia 1,2%) pela das exportações (previsão de aumento de 4,2%). Ou seja: Costa e o PS tomaram o poder após uma derrota eleitoral para, um ano decorrido, começarem a admitir a validade das opções do governo PSD-CDS. Infelizmente para o país, esta correcção de rota significa pouco: muitas medidas, já implementadas ou a implementar, servem de lastro a uma estratégia coerente e com um mínimo de hipóteses de sucesso. Não estamos somente perante um ano desperdiçado (um ano crucial, com o BCE a ajudar na frente da dívida pública) mas também perante a destruição de um ambiente favorável, que este governo nunca conseguirá recuperar - até porque, de forma a agradar às clientelas e aos parceiros da «geringonça», continua a introduzir medidas erradas e a evitar reformas necessárias. Na prática, o PS encontra-se entalado entre, por um lado, as pressões de Bruxelas, dos mercados (seria este orçamento igual se não fosse necessário convencer a DBRS?) e do BCE (onde se desespera ao ver a forma como vários governos aproveitaram a política monetária para adiar reformas) e, por outro, as pressões do PCP, do Bloco e das promessas irrealistas que Costa fez em 2015, com suporte técnico de Centeno, Galamba, Trigo Pereira, etc.

Mas a situação do Partido Comunista e do Bloco de Esquerda é ainda mais difícil. Todos sabemos por que motivo o PCP aceitou integrar a «geringonça»: não podia autorizar a cedência a privados da gestão dos serviços públicos de transportes, pois isso representaria abdicar de toda a sua capacidade reivindicativa. Quanto ao Bloco, acossado pelo Livre, viu uma oportunidade para retirar PSD e CDS do governo e amarrar o PS às suas políticas. Há um ano, PCP e Bloco ainda conseguiram impor medidas relevantes a António Costa. Hoje, essa capacidade desvaneceu-se. Sendo o ónus de derrubar o governo demasiado pesado, aceitam tudo o que Costa está disponível para lhes dar. Neste orçamento, ele permitiu-se deixá-los a papaguear e a gesticular enquanto ia até à China; no regresso, como faria a qualquer arrumador de veículos, deu-lhes os trocos que tinha no bolso. Catarina e Jerónimo passarão semanas a queixar-se de que não estamos perante um orçamento de esquerda, mas aprová-lo-ão. E, não obstante a sobrevivência da sobretaxa de IRS e a inexistência de aumentos salariais na função pública, a CGTP permanecerá fora das ruas. «Assim se vê a força do PC», o velho slogan comunista, é hoje uma punchline.

Se, nos finais de 2015, ainda existia alguma margem para a dúvida, agora tal já não acontece. O orçamento para 2017 demonstra à saciedade que o governo de Portugal se encontra integralmente assente em interesses pessoais e partidários de curto prazo. Convicções genuínas e visão de futuro não existem ou são irrelevantes. Enquanto isto, o país aguarda, afundando-se devagar. Algo que os portugueses, atávicos no seu complexo de inferioridade mas também no medo em relação a toda e qualquer mudança comportando risco, parecem achar bem.

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As melhores praias portuguesas (124)

por Pedro Correia, em 17.10.16

são bernardino, peniche.jpg

 

São Bernardino (Peniche)

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As melhores praias portuguesas (123)

por Pedro Correia, em 16.10.16

Barrinha7[1].JPG

 

Barrinha (Faro)

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As melhores praias portuguesas (122)

por Pedro Correia, em 15.10.16

Vale dos Homens, aljezur.jpg

 

Vale dos Homens (Aljezur)

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As melhores praias portuguesas (121)

por Pedro Correia, em 14.10.16

Rodanho, viana.jpg

 

Rodanho (Viana do Castelo)

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As melhores praias portuguesas (120)

por Pedro Correia, em 13.10.16

Rainha.jpg

 

Rainha (Caparica, Almada)

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As melhores praias portuguesas (119)

por Pedro Correia, em 12.10.16

paimogo, lourinhã.jpg

 

Paimogo (Lourinhã)

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As melhores praias portuguesas (118)

por Pedro Correia, em 11.10.16

Falca, alcobaça,.jpg

 

Falca (Alcobaça)

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As melhores praias portuguesas (117)

por Pedro Correia, em 10.10.16

amália odemira.jpg

 

Amália (Odemira)

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As melhores praias portuguesas (116)

por Pedro Correia, em 09.10.16

Tonel sagres.jpg

 

Tonel (Sagres, Vila do Bispo)

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As melhores praias portuguesas (115)

por Pedro Correia, em 08.10.16

Sesimbra.jpg

 

Sesimbra

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As melhores praias portuguesas (114)

por Pedro Correia, em 07.10.16

arda VC.jpg

  

Arda (Viana do Castelo)

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As melhores praias portuguesas (113)

por Pedro Correia, em 06.10.16

Areão, Vagos.jpg

 

Areão (Vagos)

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As melhores praias portuguesas (112)

por Pedro Correia, em 05.10.16

vale furado alcobaça.jpg

 

Vale Furado (Alcobaça)

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Cinco de Outubro

por Sérgio de Almeida Correia, em 05.10.16

19951940_lEizc[1].jpg

 

De volta a Portugal e aos portugueses. E não consta que haja alguém nas ruas a manifestar-se contra.

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As melhores praias portuguesas (111)

por Pedro Correia, em 04.10.16

Ponta ruiva vila do bispo.jpg

 

Ponta Ruiva (Vila do Bispo)

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As melhores praias portuguesas (110)

por Pedro Correia, em 03.10.16

MtGordo-VRSA.jpg

 

Monte Gordo (Vila Real de Santo António)

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As melhores praias portuguesas (109)

por Pedro Correia, em 02.10.16

Galapos arrábida.jpg

 

Galapos (Setúbal)

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As melhores praias portuguesas (108)

por Pedro Correia, em 01.10.16

Forno, Vila do Conde.jpg

 

Forno (Vila do Conde)

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As melhores praias portuguesas (107)

por Pedro Correia, em 30.09.16

Benagil, Lagoa.jpg

 

Benagil (Lagoa)

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As melhores praias portuguesas (106)

por Pedro Correia, em 29.09.16

machado odemira.jpg

 

Machado (Odemira)

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