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'Política de A a Z'

por Pedro Correia, em 15.03.17

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 Manuel Monteiro e Pedro Duarte com os autores do livro na sessão de apresentação do Porto (9 de Março)

 

Manuel Monteiro, ex-presidente do CDS:

«Este é um livro extraordinário, tanto na perspectiva da informação como da formação. É um trabalho muito relevante, que ajuda a fomentar o gosto pela política. Gostar de política é sinal de uma sociedade culta.»

 

Pedro Duarte, ex-líder da JSD e ex-director da campanha presidencial de Marcelo Rebelo de Sousa:

«É um livro extraordinariamente actual e uma ferramenta útil e relevante para quem queira informar-se e formar-se sobre política. Uma obra densa mas de leitura muito acessível.»

 

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'Política de A a Z'

por Pedro Correia, em 14.03.17

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«Fizemos aqui serviço público. E agora, ainda a tempo de fazer algumas sugestões de leitura. De Pedro Correia e Rodrigo Gonçalves, Política de A a Z - um guia para compreender o sistema político português, da editora Contraponto.»

José Gomes Ferreira, no programa Negócios da Semana

(SIC Notícias, 8 de Março)

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Intervalo publicitário

por Pedro Correia, em 07.03.17

Depois de Lisboa e Braga, aqui fica o convite para uma nova sessão de apresentação da Política de A a Z, desta vez no Porto. Nesta quinta-feira, às 18.30, na Livraria Bertrand do Shopping Cidade do Porto. Com intervenções de Manuel Monteiro, ex-presidente do CDS-PP, e Pedro Duarte, que foi líder da JSD e dirigiu a campanha presidencial de Marcelo Rebelo de Sousa.

Um convite dirigido aos meus colegas de blogue e a todos os nossos leitores da Invicta.

Gostava muito de vos ver por lá.

 

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'Política de A a Z'

por Pedro Correia, em 02.03.17

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«Este dicionário político tem qualidade, rigor, profundidade e é um contributo inestimável para a transmissão de conhecimentos e o enriquecimento democrático. Passa a ser um livro indispensável para os decisores políticos.»

 

Luís Marques Mendes, na apresentação em Braga do livro Política de A a Z 

(25 de Fevereiro)

 

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Sala cheia também em Braga

por Pedro Correia, em 25.02.17

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 Marques Mendes esta tarde, durante a apresentação do livro

 

Mais de cem pessoas acorreram esta tarde à Livraria Bertrand no Shopping Liberdade, em Braga, para a sessão de apresentação da Política de A a Zrepetindo o êxito ocorrido em Lisboa, a 26 de Janeiro.

Diversas figuras da política local - não apenas a nível da cidade mas do distrito - compareceram neste evento, que contou com a apresentação de Luís Marques Mendes, conselheiro de Estado e ex-presidente do PSD, e Nuno Almeida Barreto, membro da Comissão Política Distrital do PS.

Marcaram presença, por exemplo, o deputado socialista Joaquim Barreto, líder do PS-Braga, e o ex-deputado Ricardo Gonçalves, actual membro da Comissão Nacional do PS. Tive o prazer de reencontrar também, entre amigos e conhecidos, duas grandes figuras da blogosfera: o nosso Rui Rocha e José Meireles Graça, do imprescindível Gremlin Literário.

Darei destaque autónomo, noutro texto, às simpáticas e generosas palavras de Marques Mendes nesta sessão de promoção da obra, que assino em parceria com Rodrigo Gonçalves. Política de A a Z é um dicionário enciclopédico com 333 entradas - de Absolutismo a Zé Povinho - que pretende encurtar distâncias entre eleitores e eleitos, descodificando e descomplicando o jargão político. "Esta obra é um acto de cidadania", sublinhou Nuno Barreto.

O livro - divulgado pela editora Contraponto como "um guia para compreender todos os segredos da política" - pretende colmatar uma lacuna do mercado editorial português num ano em que muito se falará em política, por cá e lá fora. A propósito da nova administração norte-americana, dos processos eleitorais em França, Holanda e Alemanha, das eleições autárquicas portuguesas e do centenário da Revolução de Outubro na Rússia.

A próxima sessão de apresentação está prevista para o Porto, a 9 de Março.

 

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 Exemplares da 'Política de A a Z', na Bertrand de Braga

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Braga, amanhã, às 17 horas

por Pedro Correia, em 24.02.17

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Intervalo publicitário

por Pedro Correia, em 22.02.17

Como o País não é só Lisboa, longe disso, aqui fica o convite para uma nova sessão de apresentação da Política de A a Z, desta vez em Braga. No próximo sábado, às 17 horas, na Livraria Bertrand do Shopping Liberdade Street Fashion. Com intervenções de Luís Marques Mendes e Nuno Barreto.

Um convite dirigido aos meus colegas de blogue e a todos os nossos leitores da capital minhota.

Gostava muito de vos ver por lá.

 

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 Livraria Bertrand, Campo Pequeno (Lisboa), 11 de Fevereiro

 

Depois do sucesso registado em Lisboa, a Política de A a Z terá a próxima sessão de lançamento já no próximo dia 25, a partir das 17 horas, em Braga. Na Livraria Bertrand do Shopping Liberdade. Com apresentação de Luís Marques Mendes e Nuno Barreto.

Esta obra, que assino em parceria com Rodrigo Gonçalves, já foi pretexto para entrevistas na TVI 24, SIC Notícias, Lusa, Antena 1, Antena 3, M80, Rádio Amália, Rádio Cidade de Tomar, Rádio Voz da Golegã, Rádio de Vila de Rei e revista Novos Livros, além de ter justificado referências no Diário de Notícias, Jornal de Negócios, TSF, CMTV e revista Sábado.

Em breve darei aqui nota mais detalhada sobre os ecos que já mereceu este livro, entretanto destacado por Francisco Louçã, João Pereira Coutinho, Helena Sacadura Cabral, Carlos Vaz MarquesJoão Céu e Silva e Fernando Sobral.

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'Política de A a Z'

por Pedro Correia, em 12.02.17

«A principal ideia [subjacente à elaboração deste livro] é tornar a política não apenas mais acessível mas também mais aliciante – desde logo por ser útil. E deixar bem claro que nenhuma escolha fundamental das nossas vidas é possível sem ela. Ao enquadrá-la no tempo e no espaço, com a ajuda de pequenas histórias que contribuem para a compreensão de cada conceito, pretendemos que os leitores percebam que as opções políticas não são irrelevantes e podem até alterar o destino humano. Se aplaudimos um governante com instintos bélicos, por exemplo, no limite estaremos a favorecer uma declaração de guerra. Para optar em consciência, devemos conhecer as ideias em confronto. E quanto mais em pormenor as conhecermos mais perceberemos que nem todos os sistemas políticos são iguais, como alguns sustentam. É preferível viver em democracia do que em ditadura, é incomparavelmente melhor ser cidadão num Estado de Direito do que ser súbdito de um tirano. Entre a Noruega e a Coreia do Norte, por exemplo, quem optaria por viver neste último país?»

 

«Com raras excepções, os ismos associados a personalidades são datados e circunstanciais: funcionam sobretudo para consumo jornalístico de curto prazo. Esta é uma obra que não se circunscreve a uma lógica jornalística, prefere ter uma visão mais ampla. Daí a inclusão de verbetes associados a personalidades históricas, embora diferentes dos que são mencionados na pergunta. Do nosso Sebastianismo, que perdura há mais de quatro séculos, ao Estalinismo ou ao Maoísmo, mais contemporâneos e de muito mais fresca (e trágica) memória.»

 

Declarações minhas à revista literária digital Novos Livros (10 de Fevereiro)

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'Política de A a Z'

por Pedro Correia, em 11.02.17

«O livro, que vai da Abstenção ao Zé Povinho - ou seja todos nós -, consegue a façanha de percorrer, sem falhas, todo o jargão político conhecido, sem sequer lhe faltar a célebre “geringonça”, sempre atribuída a Paulo Portas, mas cuja paternidade pertence, de facto, a Vasco Pulido Valente que a criou num momento de particular inspiração.

Eu que li o livro porque sou amiga do Pedro, só posso aconselhar a sua leitura. É que se eu, que sou nula no assunto, aprendi com gosto várias coisas, que prazer não irá ele provocar em quem seja um adicto na matéria?!»

 

Helena Sacadura Cabral, 8 de Fevereiro, no blogue Fio de Prumo

 

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'Política de A a Z'

por Pedro Correia, em 08.02.17

«A apresentação do livro Política de A a Z, de Pedro Correia e Rodrigo Gonçalves, no dia 26, estava cheia de políticos. Um deles dava aliás uma lição: "Uma coisa que se aprende logo em política é a não apontar prazos. Nunca." O autor: Carmona Rodrigues, o ex-presidente da Câmara de Lisboa. A passagem pela política foi curta, mas pelo menos esta regra aprendeu.»

Revista Sábado, 2 de Fevereiro16003092_1262882940421723_6382994296058162320_n[1]

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'Política de A a Z'

por Pedro Correia, em 07.02.17

«A última entrada deste dicionário põe em cena, por assim dizer, o seu destinatário final. Na letra Z, a última do alfabeto e aquela que naturalmente encerra este livro, surge uma única definição, a de Zé Povinho, a personagem de Rafael Bordalo Pinheiro que se tornou "sinónimo do português médio, eternamente desconfiado das promessas dos políticos", como se pode ler aqui. (...) O aspecto mais interessante deste glossário político é o facto de se centrar em particular na política portuguesa, sempre que isso se justifica, com exemplos que nos são próximos. É o caso da entrada dedicada a Orçamento Participativo: "Em Portugal, esta forma de participação política começou em 2002, com processos consultivos, mas rapidamente ganhou carácter deliberativo. Em 2014 havia já 57 autarquias locais com orçamentos participativos." Como escreve no prefácio o professor universitário José Adelino Maltez, "a democracia só consegue ser vivida em plenitude quando os seus mecanismos são devidamente descodificados". Este livro pode ser, por isso, um bom auxiliar para quem quiser entender melhor certos conceitos políticos.»

 

Carlos Vaz Marques, ontem, na rubrica "O Livro do Dia", da TSF

 

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'Política de A a Z'

por Pedro Correia, em 06.02.17

«Na badana de Política de A a Z está uma história que abre o apetite para a sua leitura, a de quando Mario Vargas Llosa entrevista Jorge Luis Borges e lhe pergunta o que é para ele a política. A resposta é directa: "É uma das formas do tédio." Serve esta história para desmentir o escritor argentino, pelo menos a nível literário, pois este guia para compreender o sistema político português provoca tudo menos tédio. Isto porque os autores, Pedro Correia e Rodrigo Gonçalves, fazem uma recolha de verbetes bem ao gosto do leitor. Além do último, cujo "Z" vem mesmo a calhar, o Zé-Povinho; quase no início, temos Abstenção, outro termo que é bem caro aos portugueses. Pelo meio, surgem todos os significados que é necessário conhecer, até mesmo o mais recente: geringonça. Mas não faltam outros bem importantes, explicados de forma séria, às vezes irónica: austeridade, consenso, FMI, jiadismo, maçonaria, oposição, resgate...»

João Céu e Silva, 28 de Janeiro, no Diário de Notícias

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'Política de A a Z'

por Pedro Correia, em 04.02.17

«A política portuguesa, apesar de muitas tentativas em contrário, é suficientemente rica para merecer um dicionário. Porque tem muitos personagens e temas que merecem atenção. É isso mesmo que fazem Pedro Correia e Rodrigo Gonçalves: descodificam palavras e expressões que integram parte do nosso quotidiano político, de Absolutismo a Zé Povinho. É um trabalho muito agradável de ler, pela capacidade de síntese e pelo foco no essencial, num tempo em que a mediatização absoluta faz esquecer o conteúdo do que se diz.»

Fernando Sobral, ontem, no Jornal de Negócios 

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'Política de A a Z'

por Pedro Correia, em 03.02.17

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«[Os autores] escrevem sobre Política de A a Z, um dicionário de política portuguesa - termos, conceitos, partidos, movimentos, acontecimentos.»

Francisco Louçã, 27 de Janeiro, na SIC Notícias

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'Política de A a Z'

por Pedro Correia, em 02.02.17

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«Um dicionário para perceber o nosso sistema político, os nossos actores políticos, as nossas instituições políticas. É um livro precioso para pessoas interessadas - e até para jornalistas.»

João Pereira Coutinho, ontem, na CMTV 

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Imagens da sessão de lançamento

por Pedro Correia, em 27.01.17

Quatro fotografias da sessão de lançamento da Política de A a Z, de que falo em pormenor aqui.

 

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 José Ribeiro e Castro com João Pereira de Faria, do Corte Inglés

 

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 António Carmona Rodrigues, ex-presidente da Câmara de Lisboa

 

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 Francisco Moita Flores

 

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  Feliciano Barreiras Duarte (PSD) e António Galamba (PS)

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'Política de A a Z': sala cheia

por Pedro Correia, em 27.01.17

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Não me lembro, sinceramente, de uma sessão de apresentação de um livro tão concorrida no piso 7 do Corte Inglés, de onde se desfruta um dos panoramas mais belos de Lisboa. Ontem a sala encheu-se na apresentação da Política de A a Z, o dicionário enciclopédico que a editora Contraponto - pertencente ao grupo Bertrand-Círculo - apresenta como "um guia para compreender todos os segredos da política" e considera "altamente recomendado para políticos". Mas também para jornalistas, líderes de opinião, estudantes e cidadãos em geral - permito-me acrescentar, como co-autor desta obra, que tem 333 entradas. De Absolutismo a Zé-Povinho.

Havia deputados, autarcas, escritores, vários jornalistas, muita gente amiga. Tive o gosto de encontrar por lá companheiros de diversas etapas profissionais e quatro colegas de blogue - a Inês Pedrosa, a Teresa Ribeiro, o Diogo Noivo e o Luís Naves. E também leitores do DELITO, que gosto sempre de conhecer nestas ocasiões.

 

Foi igualmente com imenso gosto que vi dois políticos que muito estimo acederem ao meu convite para apresentarem a Política de A a Z: José Ribeiro e Castro, que foi deputado logo na primeira legislatura democrática e presidente do CDS, e António Galamba, ex-secretário nacional do PS, ex-deputado e último governador civil de Lisboa. Dois benfiquistas que merecem o maior respeito do sportinguista que escreve estas linhas. Por pensarem pela própria cabeça e nunca terem hesitado em remar contra a maré dentro dos seus próprios partidos, dando assim genuínas lições de cidadania. Agradeço aqui as palavras lisonjeiras e porventura imerecidas que ontem proferiram, recomendando a leitura deste livro.

O Rodrigo Gonçalves e eu sublinhámos que uma das intenções da obra é colmatar uma lacuna do mercado editorial português num ano em que tanto se falará em política, por cá e lá fora. A propósito da nova administração norte-americana, dos processos eleitorais em França, Holanda e Alemanha, das eleições autárquicas portuguesas e do centenário da Revolução de Outubro na Rússia.

 

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A sessão terminou quase duas horas após as primeiras pessoas terem chegado ao sétimo piso do Corte Inglés. E depois de uma longa sessão de autógrafos, etapa que tanto parece maçar alguns autores mas que protagonizo sempre com muito agrado (este é já o meu quarto livro). Porque me recorda sempre quando estava eu do lado de lá, na fila dos autógrafos, para conseguir a assinatura de alguém que admirava ou estimava.

Hei-de falar disso aqui muito em breve. Para já, fica a minha recomendação para que espreitem esta Política de A a Z. Se me permitem a imodéstia, sou capaz de apostar desde já que vão gostar.

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Intervalo publicitário

por Pedro Correia, em 25.01.17

Aqui fica o convite para a sessão de apresentação deste livro. Amanhã, às 18.30, no Corte Inglés (Lisboa).

Um convite dirigido aos meus colegas de blogue e a todos os nossos leitores.

Gostava de vos ver por lá.

 

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Política de A a Z

por Pedro Correia, em 22.01.17

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Já está nas livrarias o meu mais recente livro: Política de A a Z, em parceria com Rodrigo Gonçalves e com prefácio de José Adelino Maltez.

Um dicionário enciclopédico com 333 entradas que se apresenta como um "guia para compreender o sistema político português" neste ano que será dominado por eleições autárquicas e movimentações de toda a ordem nos tabuleiros partidários.

 

Como aperitivo, transcrevo aqui parte do texto que condensa a obra, impresso na contracapa:

«O que tem o positivismo a ver com a política? O que foi o Gulag? E a ANP? O que é uma distopia? Um conservador pode ser liberal? E as diferenças entre centro, centrão, centralismo e centralismo democrático? Existem, mesmo, barões na política portuguesa? E caciques? Qual a diferença entre comentador e comendador? E entre Estado-nação e Estado de Nações? Leninismo e estalinismo são a mesma coisa? O que é a inflação e porque é que ela também é perigosa? O que é o jiadismo? O MRPP foi importante? E o PRD? E o PREC? E o PIB? Qual a diferença entre liberalismo e neoliberalismo? Ainda há miguelistas na política portuguesa? O que foi o Conselho da Revolução e o que o distingue do Conselho de Estado?

É a estas e a muitas outras questões relacionadas com o dia-a-dia da política que este livro responde - sempre com clareza, distanciamento, inteligência e às vezes ironia. Fundamental.»

 

O livro, que resultou de seis meses de escrita intensa, tem o selo Contraponto - nova chancela editorial do grupo Bertrand-Círculo de Leitores, já responsável pelo lançamento de Vida e Morte dos Nossos Bancos, de Helena Garrido.

A sessão de apresentação decorrerá a partir das 18.30 da próxima quinta-feira, no último piso do Corte Inglês, em Lisboa. Espero ver por lá muitos dos leitores deste blogue, vários dos quais acompanham os meus textos desde o aparecimento do DELITO DE OPINIÃO, em Janeiro de 2009.

 

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 Esta manhã na Livraria Bertrand da Avenida de Roma, Lisboa

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Política de A a Z

por Pedro Correia, em 20.01.17

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A partir de hoje chega às livrarias o meu mais recente livro: Política de A a Z, em parceria com Rodrigo Gonçalves e com prefácio de José Adelino Maltez.

Um dicionário enciclopédico com 333 entradas que se apresenta como um "guia para compreender o sistema político português" neste ano que será dominado por eleições autárquicas e movimentações de toda a ordem nos tabuleiros partidários.

 

Como aperitivo, transcrevo aqui parte do texto que condensa a obra, impresso na contracapa:

«O que tem o positivismo a ver com a política? O que foi o Gulag? E a ANP? O que é uma distopia? Um conservador pode ser liberal? E as diferenças entre centro, centrão, centralismo e centralismo democrático? Existem, mesmo, barões na política portuguesa? E caciques? Qual a diferença entre comentador e comendador? E entre Estado-nação e Estado de Nações? Leninismo e estalinismo são a mesma coisa? O que é a inflação e porque é que ela também é perigosa? O que é o jiadismo? O MRPP foi importante? E o PRD? E o PREC? E o PIB? Qual a diferença entre liberalismo e neoliberalismo? Ainda há miguelistas na política portuguesa? O que foi o Conselho da Revolução e o que o distingue do Conselho de Estado?

É a estas e a muitas outras questões relacionadas com o dia-a-dia da política que este livro responde - sempre com clareza, distanciamento, inteligência e às vezes ironia. Fundamental.»

 

O livro, que resultou de seis meses de escrita intensa, tem o selo Contraponto - nova chancela editorial do grupo Bertrand-Círculo de Leitores, já responsável pelo lançamento de Vida e Morte dos Nossos Bancos, de Helena Garrido.

A sessão de apresentação decorrerá a partir das 18.30 da próxima quinta-feira, no último piso do Corte Inglês, em Lisboa. Espero ver por lá muitos dos leitores deste blogue, vários dos quais acompanham os meus textos desde o aparecimento do DELITO DE OPINIÃO, em Janeiro de 2009.

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