Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Olá cá estou eu

por João Villalobos, em 07.01.18

Eis-me de regresso à 'blogocoisa', anos passados. Em busca de um espaço de maior tranquilidade, mais reflexivo e, espero bem, mais construtivo do que o facebook ou o Twitter, aqui entre amigos, conhecidos e desconhecidos. Bati à porta desta casa e ela foi simpaticamente aberta pelo Pedro Correia, companheiro de outras lides e lutas. A ver vamos o que se seguirá e se terão paciência para me ler e aturar. "Conhecerás o futuro quando ele chegar; antes disso, esquece-o", já dizia o sábio Ésquilo. 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Nove anos depois: vir para ficar

por Pedro Correia, em 05.01.18

c880a1f9fca5baad234912b70a9a4e17[1].jpg

 

Nascemos sob o signo do Capricórnio, como ficou sublinhado no momento inicial. Um signo do elemento Terra, com densidade e peso, apreciador da substância e da solidez.

Características que de algum modo conformaram este blogue desde o nascimento. Um blogue que veio para ficar e pegou de imediato: ainda a nossa primeira semana de vida não chegara ao fim e já tínhamos ultrapassado o milhar de leitores. Consulto as mais recentes estatísticas: nos quatro primeiros dias de 2018 superámos as 17 mil visualizações.

 

O que logo muitos prediziam naqueles dias pioneiros de Janeiro de 2009 estava certo: este não era um blogue como então havia tantos outros, de existência efémera e rasto irrelevante. Nem um blogue monolítico, com todos a remar para o mesmo lado.

Este pluralismo está aliás inscrito no nosso estatuto editorial: o DELITO DE OPINIÃO "acredita na diversidade de ideias, sem contemporizar com extremismos de qualquer espécie, e congrega autores oriundos de diferentes formações académicas, múltiplas áreas profissionais e várias zonas do País".

 

Sem delitos de opinião, portanto, este é um blogue onde mais de meia centena de autores já escreveram com regularidade. Um blogue onde quase três centenas de internautas de outros paradeiros vieram escrever, como convidados especiais. Hoje mesmo, com todo o gosto, recebemos mais uma convidada. Que, sendo de fora, não deixa de ser cá de casa.

Porque este foi um blogue que nunca receou a concorrência. Fizemos sempre questão de citar os outros: não passou um só dia sem mencionarmos alguém alheio a nós. Por isso mantemos com orgulho uma profusa lista de endereços de blogues na nossa aba lateral. Por isso criámos desde o início a rubrica Blogue da Semana. Por isso já estabelecemos aqui quase mil ligações directas, recomendando outras leituras, bem diversas da nossa. Por isso nunca perdemos a noção de que o País está muito longe de se circunscrever aos circuitos da capital: cá temos a rubrica De Portugal Inteiro para nos lembrar isso.

Convictos da nossa argumentação mas sabendo escutar os outros. Com ideias fortes mas sem espírito de trincheira. Assumindo opiniões com nome e rosto. Não pedimos licença para pensar como pensamos - e cada um pensa por si - mas mostrando abertura para acolher argumentos alheios. Daí outra rubrica permanente deste blogue: o Comentário da Semana, escolhido à vez por cada autor. Conscientes como estamos de que um projecto como este não faz sentido sem dar voz a quem nos lê.

 

"Primeira escolha da semana em 2009, um blogue novo, um sinal de renovação, ainda que os nomes envolvidos sejam quase todos eles de bloggers bem activos." Palavras do saudoso Pedro Rolo Duarte aos microfones da sua Janela Indiscreta. Foi um dos primeiros a saudar-nos com palavras de boas-vindas, abrindo o caminho a muitos outros. Palavras que nunca esqueceremos. E que nos deram ainda maior incentivo a prosseguir. Sem nunca mutilarmos consoantes: aqui escreve-se sem "acordo ortográfico".

Alguns pioneiros deste clã delituoso ficaram pelo caminho. O João Carvalho e o Joaquim Coutinho Ribeiro, companheiros da primeira hora, já cá não estão: serão sempre lembrados com saudade.

Felizmente outros foram chegando. Esta é hoje, como no primeiro dia, uma tribo irreverente e ruidosa, que nunca se toma demasiado a sério nem perde o sentido de humor. As caixas de comentários do DELITO, sempre muito frequentadas, são igualmente prova disso.

 

1507200652_9szAFaVeSNvwtbPn4Zc[1].jpg

 

Temos um novo desafio pela frente, prestes a concretizar-se: a edição de uma antologia de textos deste blogue. É outra iniciativa só tornada possível pela grande adesão dos nossos leitores. Vocês, que estão desse lado, e que no fundo são como nós: emocionam-se e reflectem, umas vezes alegram-se e outras zangam-se, sabem apreciar tanto um livro como uma bebida ou uma paisagem.

Aqui continuaremos a encontrar-nos - hora a hora, dia a dia, mês a mês. Neste blogue, que é nosso mas também é vosso. No livro, a curto prazo. E na vida, que nunca deve confundir-se com realidades virtuais.

Emitindo opiniões sem delito.

Agora como no primeiro dia, faz hoje nove anos.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Agradecimentos devidos

por Pedro Correia, em 01.01.18

1507200652_9szAFaVeSNvwtbPn4Zc[1].jpg

 

Ao Luís Novaes Tito, à Catarina Duarte, à Gabriela, à Luísa, à Joana Marques, à Cátia Samora, ao Pedro Oliveira, ao António Agostinho, ao Filipe Nunes Vicente, ao Carlos Guimarães Pinto, ao  José da Xã, ao  Octávio dos Santos, ao  David Marinho, ao João Espinho e ao nosso JPT no seu blogue pessoal.

 

A estes e a outros, na blogosfera e nas redes sociais, por ajudarem a promover e a divulgar a antologia DELITO DE OPINIÃO, editada em sistema de crowdfunding - espécie de mecenato em que os futuros leitores contribuem para que a obra se torne realidade.

E vai tornar-se mesmo. Com a ajuda de tão bons amigos e de muitos dos nossos leitores. Alguns dos quais já nos acompanham há nove anos, desde o início desta longa caminhada.

Autoria e outros dados (tags, etc)

divisao-mapa-de-portugal.jpg

O Pedro Correia reconvidou-me para blogar no Delito ... Avisei os amigos. Que me deixasse de bloguices, "acaba mas é o que estás a fazer", uma empreitada infindável, que me faz Penélope todas as noites. E dias. Não perceberão a coisa. Um tipo participa num sítio assim: está aqui, nesta imagem. Ao quase lado catalunham. E aqui diz-se isto desse catalonismo. E também isto, o seu invés. Digam que é auto-elogio (colectivo), que é mesmo. Pois como se pode resistir ao apelo de uma casa assim?

Autoria e outros dados (tags, etc)

Agradecimentos devidos

por Pedro Correia, em 19.12.17

1507200652_9szAFaVeSNvwtbPn4Zc[1].jpg

 

Ao Luís Novaes Tito, à Catarina Duarte, à Gabriela, à Luísa, à Joana Marques, à Cátia Samora, ao Pedro Oliveira, ao António Agostinho, ao Filipe Nunes Vicente, ao Carlos Guimarães Pinto, ao  José da Xã, ao  Octávio dos Santos, ao  David Marinho e ao nosso JPT no seu blogue pessoal.

 

A estes e a outros, na blogosfera e nas redes sociais, por ajudarem a promover e a divulgar a antologia DELITO DE OPINIÃO, editada em sistema de crowdfunding - espécie de mecenato em que os futuros leitores contribuem para que a obra se torne realidade.

E vai tornar-se mesmo. Com a ajuda destes nossos amigos e de muitos dos nossos leitores. Alguns dos quais já nos acompanham desde o início, há quase nove anos.

Autoria e outros dados (tags, etc)

DELITO de blogue a livro

por Pedro Correia, em 16.12.17

1507200652_9szAFaVeSNvwtbPn4Zc[1].jpg

 

 

«O DELITO DE OPINIÃO, um espaço que já se transformou numa referência da blogosfera portuguesa.»
Francisco Seixas da Costa, blogue Duas ou Três Coisas
(Agosto 2010)
 
«Dois anos de DELITO DE OPINIÃO, e é bem feito.»
Francisco José Viegas, blogue A Origem das Espécies
(Janeiro 2011)
 
«A melhor reportagem sobre os momentosos acontecimentos da escadaria do Parlamento, encontrei-a ontem num blogue, o DELITO DE OPINIÃO.»
Ferreira Fernandes, Diário de Notícias
(Novembro 2012)

 

Conforme já tinha anunciado, vamos reunir numa colectânea alguns dos melhores textos publicados no DELITO, por escolha exclusiva dos autores que entenderam participar neste projecto. Esta obra surge em resposta a vários apelos de leitores, que queriam passar a ler-nos também em livro. E assinala a entrada, para muito em breve, do décimo ano de existência do nosso blogue.

O sistema que adoptámos para tornar possível esta antologia, que terá cerca de 260 páginas e chancela editorial da Bookbuilders, é o da subscrição. Ou crowdfunding, como agora se diz em "português técnico". Isto implica a existência de um número prévio de leitores inscritos, fazendo reserva de exemplares, para que a obra entre no mercado.

Esperamos um número mínimo de 160 subscritores, que passam a figurar como "apoiantes do DELITO" nesta iniciativa que a partir de agora deixa de ser só nossa e se torna também vossa.

No momento em que escrevo estas linhas, aproximamo-nos dos cem aderentes. Mas queremos que apareçam mais, daí o apelo que faço àqueles que ainda não se inscreveram: podem fazê-lo a todo o momento na loja virtual da Bookbuilders, especificando quantos exemplares pretendem, através de três modalidades de pagamento. Assim garantem o acesso a esta nossa primeira colectânea. E abrem o caminho a que outras apareçam.

Falo por mim e pelos meus colegas aqui representados: todos esperamos que gostem tanto de nos ler em livro como já demonstraram gostar de nos ler em blogue.

Autoria e outros dados (tags, etc)

REGRAS DA CASA

por Inês Pedrosa, em 04.12.17

Cansada de perder o meu precioso tempo a responder a comentários de "Anónimos", detestando a prática da peroração sob camuflagem, seja essa opinião positiva ou negativa, informo que, de hoje em diante, não publicarei qualquer comentário anónimo aos meus posts. A democracia é linda, sobretudo porque não usa burka.  

Autoria e outros dados (tags, etc)

Até já

por José Maria Gui Pimentel, em 04.12.17

Foram seis anos e meio de escrita neste espaço, com períodos de maior e - como este mais recente - menor actividade. Mas tudo tem um fim e é chegada a altura de criar espaço na badana dos Autores ali à direita (->).

 

Agradeço aos colegas de tribuna e, sobretudo, a quem, desse lado, foi lendo e comentando os meus posts.

 

Ao leitor, na impossibilidade de o(a) ter desse lado daqui em diante, convido-o(a) ouvir o Quarenta e Cinco Graus, um podcast em que converso, descontraidamente, com convidados de várias áreas, que conhecem e pensam temas relevantes.

 

QCG.png

 

 O Quarenta e Cinco Graus é um podcast para os curiosos, "irrequietos mentais" que procuram saber mais e conhecer o Mundo. Não há temas à partida desinteressantes ou demasiado vulgares, mas evita-se, sempre que possível, a 'espuma dos dias'. Conversa-se sobre política e políticas, Portugal e o Mundo, o passado e o futuro, economia e gestão, o ser humano e a sociedade, ciência e cultura.

 

Ouçam aqui:

 

E visitem a página de Facebook:

https://www.facebook.com/quarentaecincograus/

 

Até já!

 

José Maria Pimentel

Autoria e outros dados (tags, etc)

Entre os mais comentados

por Pedro Correia, em 02.12.17

Em 22 destaques feitos pelo Sapo em Novembro, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesse dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu 13 menções ao longo do mês.

 

Os textos foram estes, por ordem cronológica:

Portugal, Espanha e a Catalunha (36 comentários)

Portugal precisa de um verdadeiro Partido Verde  (118 comentários, o mais comentado do dia)

"Presos políticos" portugueses segundo o conceito de Puigdemont (40 comentários, terceiro mais comentado do dia)

Palavras para recordar (29) (46 comentários)

Os órfãos de Estaline no PCP (62 comentários, segundo mais comentado do dia)

Os novos pelourinhos em papel (36 comentários)

Leninismo: um vírus totalitário (54 comentários)

Convidado: AUGUSTO MOITA DE DEUS (35 comentários)

Cem anos de mentiras (54 comentários)

Um homicídio "por engano" (76 comentários)

Mas a candidatura de Lisboa era assim tão espectacular? (36 comentários)

Tão perto e já tão longe (44 comentários)

Lá no bairro (33 comentários)

 

Com um total de 670 comentários nestes treze postais.

Fica o nosso agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

Autoria e outros dados (tags, etc)

DELITO de blogue a livro

por Pedro Correia, em 21.11.17

1507200652_9szAFaVeSNvwtbPn4Zc[1].jpg

 

Quase a entrar no décimo ano de publicação ininterrupta, o DELITO DE OPINIÃO passa enfim de blogue a livro. Está pronta a nossa primeira antologia de textos escolhidos pelos autores que entenderam participar nesta colectânea, com estilos e temas muito diferentes - afinal aquilo que fez e faz a identidade muito própria deste blogue, que resiste de boa saúde ao "fim da blogosfera" que alguns se apressaram a decretar urbi et orbi num anúncio que nós por cá desmentimos todos os dias.

Como a nossa série dos  blogonautas convidados bem demonstra: noventa já passaram por cá desde Março e vários outros estão a chegar.

Como as estatísticas deste blogue confirmam: ultrapassámos já um milhão de visualizações desde o início do ano ainda em curso.

 

O sistema que adoptámos para este livro, com 260 páginas e chancela editorial da Bookbuilders, é o da subscrição. Ou crowdfunding, como agora se diz em "português técnico". Isto implica a existência de um número prévio de leitores inscritos, fazendo reserva de exemplares, para que a obra entre no mercado.

Esperamos um número mínimo de 160 subscritores, que passam a figurar como "apoiantes do DELITO" nesta iniciativa que a partir de agora deixa de ser só nossa e se torna também vossa.

Contamos portanto com a vossa adesão para muito em breve passarem a ler-nos também em livro. O complemento natural ao blogue.

 

Prometo ir dando mais novidades sobre esta iniciativa. Entretanto podem desde já aderir, enquanto leitores "delituosos", na loja virtual da Bookbuilders. Para garantir o acesso a esta nossa primeira antologia. E abrir o caminho a que apareçam outras. Esperando que gostem tanto de nos ler em livro como já demonstraram gostar de nos ler em blogue.

 

 

ADENDA: neste momento há seis projectos em votação: qualquer deles pode ir por diante. O vosso apoio é fundamental para que o nosso avance. O mecanismo de apoio é simples: basta seguir o link e depois a página da Bookbuilders encarrega-se de explicar os passos necessários. Que tiver alguma dúvida, entre em contacto connosco.

Autoria e outros dados (tags, etc)

181 visualizações por hora

por Pedro Correia, em 08.11.17

Nos últimos dez dias, registámos aqui no DELITO 43.454 visualizações. Média: 4.345 por dia. Cerca de 181 visualizações por hora.

O nosso agradecimento aos leitores que continuam a preferir-nos. Tudo faremos para continuarmos a merecer a vossa atenção.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Entre os mais comentados

por Pedro Correia, em 31.10.17

Em 22 destaques feitos pelo Sapo em Outubro, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesse dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu 19 menções ao longo do mês.

Incluindo cinco textos no pódio: três primeiros lugares, cinco segundos lugares, dois terceiros.

 

Os textos foram estes, por ordem cronológica:

Hoje é aquele dia em que o Papá Estado nos impõe a lei da rolha (40 comentários)

Fim da linha  (40 comentários)

Turismo eleitoral na Catalunha (36 comentários)

Catalunha: estado de coisas (46 comentários, o mais comentado do dia)

Pensamento da semana (38 comentários)

Pacheco, Sá Carneiro e o PSD (26 comentários)

O que disse Mario Vargas Llosa (100 comentários, o mais comentado do dia)

Catalunha: os dois separatismos (34 comentários)

Fuga em massa (64 comentários, o mais comentado do dia)

A détente com os totalitarismos (37 comentários)

Insensibilidade e mau gosto (46 comentários)

Cento e três (30 comentários)

Nunca é de mais lembrar (38 comentários)

Pensamento da semana (47 comentários)

Marcelo (36 comentários)

"Fogo amigo" contra Ronaldo (58 comentários)

Abriu a época de tiro ao Marcelo (48 comentários)

Dois tabefes da mãe, D. Teresa, e um ralhete da tia, D. Urraca (40 comentários)

Contra o "racismo identitário" (32 comentários)

 

Com um total de 836 comentários nestes dezanove postais, além de 466 gostos no Facebook.

Fica o nosso agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Cinco mil visualizações por dia

por Pedro Correia, em 19.10.17

 

Nos últimos dez dias, aqui no DELITO recebemos 23.907 visitas e registámos 49.832 visualizações.

Em termos médios, quase cinco mil visualizações diárias.

Números que confirmam a vitalidade deste blogue, quase a entrar no décimo ano de existência.

Um blogue que não é só nosso: também é vosso.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Portugal Visto pela CIA

por Luís Naves, em 10.10.17

Para quem quiser saber um pouco mais sobre o meu livro Portugal visto pela CIA, pode ler uma pequena entrevista no blogue Novos Livros. Agradeço a atenção a Nunes Carneiro, editor desta revista literária.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Seguir em frente

por Pedro Correia, em 08.10.17

Ao longo dos últimos dez dias, o DELITO DE OPINIÃO registou 35.105 visualizações. Média superior a 3.500 visualizações diárias - sinal do inequívoco interesse que as opiniões expressas neste blogue continuam a suscitar.

Para continuar? Claro que sim.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Entre os mais comentados

por Pedro Correia, em 01.10.17

Em 21 destaques feitos pelo Sapo em Setembro, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesse dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu 14 menções ao longo do mês.

Incluindo cinco textos no pódio: dois primeiros lugares, três segundos lugares, um terceiro lugar.

 

Os textos foram estes, por ordem cronológica:

Do jornalismo ao jornalixo (74 comentários)

Outros quatro a ler no metro (38 comentários)

Nos 95 anos de Adriano Moreira (42 comentários)

Os novos censores andam aí (3) (74 comentários)

A pior maneira de perder (28 comentários)

Frases de 2017 (40) (26 comentários)

Votos, bola e puxões de orelhas (52 comentários)

Blogue da semana (34 comentários)

Brincar às independências (64 comentários)

Catalunha: o desafio separatista (132 comentários, o mais comentado do dia)

Uma geometria muito variável (46 comentários)

Pensamento da semana (22 comentários)

O historiador e o pára-quedista (56 comentários)

Catalunha: matéria de facto (68 comentários, o mais comentado do dia)

 

Com um total de 756 comentários nestes catorze postais.

Fica o nosso agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

Autoria e outros dados (tags, etc)

1 milhão e 200 mil visualizações

por Pedro Correia, em 01.09.17

No início de um novo mês, é tempo de fazer um breve balanço. Neste último ano, entre 31 de Agosto de 2016 e 31 de Agosto de 2017, o DELITO DE OPINIÃO registou quase um milhão e duzentas mil visualizações. Em média, cerca de três mil por dia.

Números que confirmam a popularidade deste blogue no seu nono ano de existência. Com a matriz de sempre, alicerçado nos três eixos que nos servem de carta de apresentação: "Política, cultura, quotidiano". E também como testemunho vivo da passagem do tempo, documentado no nosso vasto arquivo, sempre à disposição de quem nos visita. Ao contrário de outros, nós não apagamos textos. Podemos orgulhar-nos disso também.

Sempre em função dos nossos leitores, sem os quais não valeria a pena estarmos cá.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Entre os mais comentados

por Pedro Correia, em 01.09.17

Em 23 destaques feitos pelo Sapo em Agosto, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesse dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu 13 menções ao longo do mês.

 

Os textos foram estes, por ordem cronológica:

A morte saiu à rua (32 comentários)

Pornográfico (72 comentários)

Imperativos morais (26 comentários)

Fazer justiça e fazer política (30 comentários)

A esquerda submissa e ajoelhada (52 comentários, o mais comentado do dia)

Pensamento da semana (33 comentários)

Até não restar nada para queimar (56 comentários)

A missão do jornalismo (36 comentários)

Dois meses sempre a arder (30 comentários)

Fogos são terrorismo ambiental (54 comentários)

Flagrantes do país real (28 comentários)

Ponham-se a pau, Eça e Camões (74 comentários)

Do jornalismo ao jornalixo (74 comentários)

 

Com um total de 592 comentários nestes treze postais, além de 403 gostos no Facebook.

Fica o nosso agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Entre os mais comentados

por Pedro Correia, em 01.08.17

Em 21 destaques feitos pelo Sapo em Julho, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesse dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu quinze menções ao longo do mês.

 

Os textos foram estes, por ordem cronológica:

Quero lá saber se é mais fácil para a Ministra ficar ou sair (25 comentários)

Medina Carreira (47 comentários)

Venezuela: repressão e silêncio (34 comentários)

Jorge Coelho (30 comentários)

Duplicidade ética (44 comentários)

General Solnado (36 comentários)

Exemplo prático de mais-valia (42 comentários)

Ludibriar os portugueses (48 comentários)

Não pode valer tudo (80 comentários)

Do fanatismo (48 comentários)

O eucalipto e a luta de classes (68 comentários, o mais comentado do dia)

Os mortos não são números (42 comentários)

As vítimas secretas (20 comentários)

Pensamento da semana (38 comentários)

Tsipras? We don't know him (46 comentários)

 

Com um total de 648 comentários nestes quinze postais, além de 464 gostos no Facebook.

Fica o nosso agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Autopromoção

por Helena Sacadura Cabral, em 23.07.17

 

Aqui está, em jeito de promoção, a conversa que o Francisco José Viegas e esta vossa amiga irão ter, se Deus quiser, na próxima quarta-feira, em Nelas. Quem estiver por perto e queira assistir dar-nos-á muito prazer.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Entre os mais comentados

por Pedro Correia, em 02.07.17

Em 22 destaques feitos pelo Sapo em Junho, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesse dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu onze menções ao longo do mês.

 

Os textos foram estes, por ordem cronológica:

Masoquismo militante (92 comentários)

"Um mar de ruínas" (34 comentários)

Pensamento da semana (22 comentários)

Lamento, mas como português sinto-me envergonhado (81 comentários)

Este país que arde (56 comentários)

O país atávico no país moderno (42 comentários)

O PAN em serviços mínimos (56 comentários)

Vai chamar cobarde a outro (46 comentários)

Que farei quando tudo arde? (50 comentários)

Doze dias depois, sem demissões (86 comentários)

Do tabefe virtual ao drama real (53 comentários)

 

Com um total de 618 comentários nestes postais.

Fica o nosso agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Mais de cem mil visualizações

por Pedro Correia, em 01.07.17

Junho chega ao fim com números que comprovam a popularidade do DELITO DE OPINIÃO: mais de cem mil visualizações neste mês. Concretamente, 107.427 visualizações ao longo destes 30 dias - vários deles feriados.

Números que nos dão ainda mais vontade de continuar por cá. E de mantermos a passadeira estendida aos nossos convidados especiais durante o mês que agora começa.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

200 visualizações por hora

por Pedro Correia, em 22.06.17

Nos últimos três dias, de segunda a quarta, recebemos no DELITO DE OPINIÃO 8544 visitas e registámos 14.442 visualizações. Números que correspondem a 118 visitas e 200 visualizações por hora.

Agradecemos aos leitores de sempre e aos leitores recentes. Com a promessa de que tudo faremos para continuar a merecer o vosso agrado.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Entre os mais comentados

por Pedro Correia, em 01.06.17

Em 23 destaques feitos pelo Sapo em Maio, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesse dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu dez menções ao longo do mês.

 

Os textos foram estes, por ordem cronológica:

Grandes animais (76 comentários)

Raciocínios precários (34 comentários)

Jornalismo a sofrer de amnésia (56 comentários)

Os derrotados (54 comentários)

Penso rápido (82) (50 comentários)

Pensamento da semana (36 comentários)

Um general com sorte (44 comentários)

A barbárie é a barbárie: breve reflexões sobre o terrorismo (78 comentários)

Penso rápido (84) (56 comentários)

Desafio aos leitores (68 comentários)

 

Com um total de 552 comentários nestes postais.

Fica o nosso agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

Autoria e outros dados (tags, etc)

196 visualizações por hora

por Pedro Correia, em 11.05.17

Nos últimos dois dias, terça e quarta-feira, recebemos aqui no DELITO DE OPINIÃO 5728 visitas e registámos 9432 visualizações. Números que correspondem a 119 visitas e 196 visualizações por hora.

Agradecemos aos leitores de sempre e aos leitores recentes. Com a promessa de que tudo faremos para continuar a merecer o vosso agrado.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Entre os mais comentados

por Pedro Correia, em 01.05.17

Em 20 destaques feitos pelo Sapo em Abril, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesse dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu quatro menções ao longo do mês.

 

Os textos foram estes, por ordem cronológica:

Da igualdade e da liberdade (70 comentários)

Sempre ao lado dos ditadores (56 comentários)

O trágico destino dos escritores (44 comentários)

Santa Páscoa! (38 comentários)

 

Com um total de 208 comentários nestes postais.

Fica o nosso agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

Autoria e outros dados (tags, etc)

291 visualizações por hora

por Pedro Correia, em 11.04.17

Ao longo do dia de ontem, recebemos no DELITO DE OPINIÃO 5093 visitas e 6974 visualizações.

Média: 291 visualizações por hora.

Prossegue a tendência do nosso blogue, neste nono ano de existência, em afirmar-se como um dos mais lidos pelos internautas portugueses. Nos últimos doze meses, recorde-se, registámos 761.180 visitas e 1.175.926 visualizações.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Entre os mais comentados

por Pedro Correia, em 01.04.17

Em 23 destaques feitos pelo Sapo em Março, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesse dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu quatro menções ao longo do mês.

 

Os textos foram estes, por ordem cronológica:

Lisboa: a derrota anunciada (80 comentários)

Só se estragava uma casa (38 comentários)

Os talibãs e a tentação da carne (76 comentários)

A semente totalitária (46 comentários)

 

Com um total de 240 comentários nestes postais.

Fica o nosso agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

Autoria e outros dados (tags, etc)

A Construção do Vazio

por Patrícia Reis, em 24.03.17

Enquanto tu dormes, eu posso ouvir-te com mais precisão. Tem que ver com a tua respiração. O peito, que se enche devagar. Há um sorriso no canto da boca enquanto os sonhos passam na cortina dos teus olhos. Não sei nada de ti, nestes momentos. O que oiço do teu corpo é apenas uma música em surdina, como o restolhar dos pássaros ao fim do dia, escondidos na confusão das folhas. Tu suspiras, o braço pendente na cama branca. Sinto-me próxima da oração, meu Deus, o teu corpo perdido e eu sem salvação.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Garra, criatividade e dinamismo

por Pedro Correia, em 17.03.17

 

Uma bela homenagem da Sónia Morais Santos à nossa Francisca.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Convite aos autores, comentadores e leitores

por Luís Naves, em 11.03.17

CONVITE_43 Anos e 6 Meses d e Má Política_Lu

 

Aos autores, comentadores e leitores do Delito de Opinião: Estarei na próxima quarta-feira, dia 15, a partir das 18 e 30, na livraria Bertrand Picoas, em Lisboa, para a sessão de apresentação do livro que organizei, 43 anos e 6 Meses de Má Política, edição da Contraponto. Trata-se de uma recolha de mais de 1500 frases do período entre 1973 e 2016; no fundo, estas frases são pequenos vislumbres da política recente do país, com momentos divertidos e outros que fazem pensar. A apresentação estará a cargo de Pedro Correia.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Intervalo publicitário

por Pedro Correia, em 07.03.17

Depois de Lisboa e Braga, aqui fica o convite para uma nova sessão de apresentação da Política de A a Z, desta vez no Porto. Nesta quinta-feira, às 18.30, na Livraria Bertrand do Shopping Cidade do Porto. Com intervenções de Manuel Monteiro, ex-presidente do CDS-PP, e Pedro Duarte, que foi líder da JSD e dirigiu a campanha presidencial de Marcelo Rebelo de Sousa.

Um convite dirigido aos meus colegas de blogue e a todos os nossos leitores da Invicta.

Gostava muito de vos ver por lá.

 

CONVITE_Política de A a Z_PORTO.JPG

Autoria e outros dados (tags, etc)

Entre os mais comentados

por Pedro Correia, em 01.03.17

Em 20 destaques feitos pelo Sapo em Fevereiro, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesse dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu seis menções ao longo do mês.

 

Os textos foram estes, por ordem cronológica:

Os críticos que odeiam cinema (94 comentários)

Falar claro sobre eutanásia (75 comentários)

O declínio do pensamento (60 comentários)

Outros tempos, outros modos (53 comentários)

Escritores discordam do "acordo" (em actualização) (98 comentários)

As etiquetas partidárias (62 comentários)

 

Com um total de 442 comentários nestes postais.

Fica o nosso agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

Autoria e outros dados (tags, etc)

'Política de A a Z'

por Pedro Correia, em 11.02.17

«O livro, que vai da Abstenção ao Zé Povinho - ou seja todos nós -, consegue a façanha de percorrer, sem falhas, todo o jargão político conhecido, sem sequer lhe faltar a célebre “geringonça”, sempre atribuída a Paulo Portas, mas cuja paternidade pertence, de facto, a Vasco Pulido Valente que a criou num momento de particular inspiração.

Eu que li o livro porque sou amiga do Pedro, só posso aconselhar a sua leitura. É que se eu, que sou nula no assunto, aprendi com gosto várias coisas, que prazer não irá ele provocar em quem seja um adicto na matéria?!»

 

Helena Sacadura Cabral, 8 de Fevereiro, no blogue Fio de Prumo

 

16003092_1262882940421723_6382994296058162320_n[1]

Autoria e outros dados (tags, etc)

'Política de A a Z'

por Pedro Correia, em 08.02.17

«A apresentação do livro Política de A a Z, de Pedro Correia e Rodrigo Gonçalves, no dia 26, estava cheia de políticos. Um deles dava aliás uma lição: "Uma coisa que se aprende logo em política é a não apontar prazos. Nunca." O autor: Carmona Rodrigues, o ex-presidente da Câmara de Lisboa. A passagem pela política foi curta, mas pelo menos esta regra aprendeu.»

Revista Sábado, 2 de Fevereiro16003092_1262882940421723_6382994296058162320_n[1]

Autoria e outros dados (tags, etc)

'Política de A a Z'

por Pedro Correia, em 07.02.17

«A última entrada deste dicionário põe em cena, por assim dizer, o seu destinatário final. Na letra Z, a última do alfabeto e aquela que naturalmente encerra este livro, surge uma única definição, a de Zé Povinho, a personagem de Rafael Bordalo Pinheiro que se tornou "sinónimo do português médio, eternamente desconfiado das promessas dos políticos", como se pode ler aqui. (...) O aspecto mais interessante deste glossário político é o facto de se centrar em particular na política portuguesa, sempre que isso se justifica, com exemplos que nos são próximos. É o caso da entrada dedicada a Orçamento Participativo: "Em Portugal, esta forma de participação política começou em 2002, com processos consultivos, mas rapidamente ganhou carácter deliberativo. Em 2014 havia já 57 autarquias locais com orçamentos participativos." Como escreve no prefácio o professor universitário José Adelino Maltez, "a democracia só consegue ser vivida em plenitude quando os seus mecanismos são devidamente descodificados". Este livro pode ser, por isso, um bom auxiliar para quem quiser entender melhor certos conceitos políticos.»

 

Carlos Vaz Marques, ontem, na rubrica "O Livro do Dia", da TSF

 

16003092_1262882940421723_6382994296058162320_n[1]

Autoria e outros dados (tags, etc)

'Política de A a Z'

por Pedro Correia, em 06.02.17

«Na badana de Política de A a Z está uma história que abre o apetite para a sua leitura, a de quando Mario Vargas Llosa entrevista Jorge Luis Borges e lhe pergunta o que é para ele a política. A resposta é directa: "É uma das formas do tédio." Serve esta história para desmentir o escritor argentino, pelo menos a nível literário, pois este guia para compreender o sistema político português provoca tudo menos tédio. Isto porque os autores, Pedro Correia e Rodrigo Gonçalves, fazem uma recolha de verbetes bem ao gosto do leitor. Além do último, cujo "Z" vem mesmo a calhar, o Zé-Povinho; quase no início, temos Abstenção, outro termo que é bem caro aos portugueses. Pelo meio, surgem todos os significados que é necessário conhecer, até mesmo o mais recente: geringonça. Mas não faltam outros bem importantes, explicados de forma séria, às vezes irónica: austeridade, consenso, FMI, jiadismo, maçonaria, oposição, resgate...»

João Céu e Silva, 28 de Janeiro, no Diário de Notícias

16003092_1262882940421723_6382994296058162320_n[1]

Autoria e outros dados (tags, etc)

'Política de A a Z'

por Pedro Correia, em 04.02.17

«A política portuguesa, apesar de muitas tentativas em contrário, é suficientemente rica para merecer um dicionário. Porque tem muitos personagens e temas que merecem atenção. É isso mesmo que fazem Pedro Correia e Rodrigo Gonçalves: descodificam palavras e expressões que integram parte do nosso quotidiano político, de Absolutismo a Zé Povinho. É um trabalho muito agradável de ler, pela capacidade de síntese e pelo foco no essencial, num tempo em que a mediatização absoluta faz esquecer o conteúdo do que se diz.»

Fernando Sobral, ontem, no Jornal de Negócios 

16003092_1262882940421723_6382994296058162320_n[1]

Autoria e outros dados (tags, etc)

'Política de A a Z'

por Pedro Correia, em 03.02.17

2017-02-02 23.16.46.jpg

2017-02-02 23.13.49.jpg

 

«[Os autores] escrevem sobre Política de A a Z, um dicionário de política portuguesa - termos, conceitos, partidos, movimentos, acontecimentos.»

Francisco Louçã, 27 de Janeiro, na SIC Notícias

Autoria e outros dados (tags, etc)

'Política de A a Z'

por Pedro Correia, em 02.02.17

2017-02-02 01.11.13.jpg

2017-02-02 01.09.41.jpg

 

«Um dicionário para perceber o nosso sistema político, os nossos actores políticos, as nossas instituições políticas. É um livro precioso para pessoas interessadas - e até para jornalistas.»

João Pereira Coutinho, ontem, na CMTV 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Entre os mais comentados

por Pedro Correia, em 02.02.17

Em 22 destaques feitos pelo Sapo em Janeiro, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesse dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu cinco menções ao longo do mês.

 

Os textos foram estes, por ordem cronológica:

2016 (55 comentários)

Ano de autárquicas (2) (39 comentários)

Falta uma Ordem de Jornalistas (58 comentários)

Saudades antecipadas de Obama (50 comentários)

Dois anos é muito tempo (62 comentários)

 

Com um total de 264 comentários nestes postais.

Fica o nosso agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

Autoria e outros dados (tags, etc)

E vão quatro

por Pedro Correia, em 28.01.17

2017-01-28 12.20.56.jpg

 

Vogais e Consoantes Politicamente Incorrectas do Acordo Ortográfico (Guerra & Paz, 2013)

Novo Dicionário da Comunicação (coordenação, Chiado Editora, 2015)

Presidenciáveis (Topbooks, 2015)

Política de A a Z (Contraponto, 2017)

Autoria e outros dados (tags, etc)

Imagens da sessão de lançamento

por Pedro Correia, em 27.01.17

Quatro fotografias da sessão de lançamento da Política de A a Z, de que falo em pormenor aqui.

 

4 (1).jpg

 José Ribeiro e Castro com João Pereira de Faria, do Corte Inglés

 

4 (2).jpg

 António Carmona Rodrigues, ex-presidente da Câmara de Lisboa

 

2 (1).jpg

 Francisco Moita Flores

 

2 (2).jpg

  Feliciano Barreiras Duarte (PSD) e António Galamba (PS)

Autoria e outros dados (tags, etc)

'Política de A a Z': sala cheia

por Pedro Correia, em 27.01.17

Pol+¡tica da A a Z [3].JPG

Pol+¡tica da A a Z [9].JPG

 

Não me lembro, sinceramente, de uma sessão de apresentação de um livro tão concorrida no piso 7 do Corte Inglés, de onde se desfruta um dos panoramas mais belos de Lisboa. Ontem a sala encheu-se na apresentação da Política de A a Z, o dicionário enciclopédico que a editora Contraponto - pertencente ao grupo Bertrand-Círculo - apresenta como "um guia para compreender todos os segredos da política" e considera "altamente recomendado para políticos". Mas também para jornalistas, líderes de opinião, estudantes e cidadãos em geral - permito-me acrescentar, como co-autor desta obra, que tem 333 entradas. De Absolutismo a Zé-Povinho.

Havia deputados, autarcas, escritores, vários jornalistas, muita gente amiga. Tive o gosto de encontrar por lá companheiros de diversas etapas profissionais e quatro colegas de blogue - a Inês Pedrosa, a Teresa Ribeiro, o Diogo Noivo e o Luís Naves. E também leitores do DELITO, que gosto sempre de conhecer nestas ocasiões.

 

Foi igualmente com imenso gosto que vi dois políticos que muito estimo acederem ao meu convite para apresentarem a Política de A a Z: José Ribeiro e Castro, que foi deputado logo na primeira legislatura democrática e presidente do CDS, e António Galamba, ex-secretário nacional do PS, ex-deputado e último governador civil de Lisboa. Dois benfiquistas que merecem o maior respeito do sportinguista que escreve estas linhas. Por pensarem pela própria cabeça e nunca terem hesitado em remar contra a maré dentro dos seus próprios partidos, dando assim genuínas lições de cidadania. Agradeço aqui as palavras lisonjeiras e porventura imerecidas que ontem proferiram, recomendando a leitura deste livro.

O Rodrigo Gonçalves e eu sublinhámos que uma das intenções da obra é colmatar uma lacuna do mercado editorial português num ano em que tanto se falará em política, por cá e lá fora. A propósito da nova administração norte-americana, dos processos eleitorais em França, Holanda e Alemanha, das eleições autárquicas portuguesas e do centenário da Revolução de Outubro na Rússia.

 

Pol+¡tica da A a Z [7].JPG

 

A sessão terminou quase duas horas após as primeiras pessoas terem chegado ao sétimo piso do Corte Inglés. E depois de uma longa sessão de autógrafos, etapa que tanto parece maçar alguns autores mas que protagonizo sempre com muito agrado (este é já o meu quarto livro). Porque me recorda sempre quando estava eu do lado de lá, na fila dos autógrafos, para conseguir a assinatura de alguém que admirava ou estimava.

Hei-de falar disso aqui muito em breve. Para já, fica a minha recomendação para que espreitem esta Política de A a Z. Se me permitem a imodéstia, sou capaz de apostar desde já que vão gostar.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Intervalo publicitário

por Pedro Correia, em 25.01.17

Aqui fica o convite para a sessão de apresentação deste livro. Amanhã, às 18.30, no Corte Inglés (Lisboa).

Um convite dirigido aos meus colegas de blogue e a todos os nossos leitores.

Gostava de vos ver por lá.

 

CONVITE_Política de A a Z.JPG

Autoria e outros dados (tags, etc)

Política de A a Z

por Pedro Correia, em 22.01.17

unnamed.jpg

 

Já está nas livrarias o meu mais recente livro: Política de A a Z, em parceria com Rodrigo Gonçalves e com prefácio de José Adelino Maltez.

Um dicionário enciclopédico com 333 entradas que se apresenta como um "guia para compreender o sistema político português" neste ano que será dominado por eleições autárquicas e movimentações de toda a ordem nos tabuleiros partidários.

 

Como aperitivo, transcrevo aqui parte do texto que condensa a obra, impresso na contracapa:

«O que tem o positivismo a ver com a política? O que foi o Gulag? E a ANP? O que é uma distopia? Um conservador pode ser liberal? E as diferenças entre centro, centrão, centralismo e centralismo democrático? Existem, mesmo, barões na política portuguesa? E caciques? Qual a diferença entre comentador e comendador? E entre Estado-nação e Estado de Nações? Leninismo e estalinismo são a mesma coisa? O que é a inflação e porque é que ela também é perigosa? O que é o jiadismo? O MRPP foi importante? E o PRD? E o PREC? E o PIB? Qual a diferença entre liberalismo e neoliberalismo? Ainda há miguelistas na política portuguesa? O que foi o Conselho da Revolução e o que o distingue do Conselho de Estado?

É a estas e a muitas outras questões relacionadas com o dia-a-dia da política que este livro responde - sempre com clareza, distanciamento, inteligência e às vezes ironia. Fundamental.»

 

O livro, que resultou de seis meses de escrita intensa, tem o selo Contraponto - nova chancela editorial do grupo Bertrand-Círculo de Leitores, já responsável pelo lançamento de Vida e Morte dos Nossos Bancos, de Helena Garrido.

A sessão de apresentação decorrerá a partir das 18.30 da próxima quinta-feira, no último piso do Corte Inglês, em Lisboa. Espero ver por lá muitos dos leitores deste blogue, vários dos quais acompanham os meus textos desde o aparecimento do DELITO DE OPINIÃO, em Janeiro de 2009.

 

2017-01-22 12.45.42.jpg

 Esta manhã na Livraria Bertrand da Avenida de Roma, Lisboa

Autoria e outros dados (tags, etc)

Política de A a Z

por Pedro Correia, em 20.01.17

unnamed.jpg

 

A partir de hoje chega às livrarias o meu mais recente livro: Política de A a Z, em parceria com Rodrigo Gonçalves e com prefácio de José Adelino Maltez.

Um dicionário enciclopédico com 333 entradas que se apresenta como um "guia para compreender o sistema político português" neste ano que será dominado por eleições autárquicas e movimentações de toda a ordem nos tabuleiros partidários.

 

Como aperitivo, transcrevo aqui parte do texto que condensa a obra, impresso na contracapa:

«O que tem o positivismo a ver com a política? O que foi o Gulag? E a ANP? O que é uma distopia? Um conservador pode ser liberal? E as diferenças entre centro, centrão, centralismo e centralismo democrático? Existem, mesmo, barões na política portuguesa? E caciques? Qual a diferença entre comentador e comendador? E entre Estado-nação e Estado de Nações? Leninismo e estalinismo são a mesma coisa? O que é a inflação e porque é que ela também é perigosa? O que é o jiadismo? O MRPP foi importante? E o PRD? E o PREC? E o PIB? Qual a diferença entre liberalismo e neoliberalismo? Ainda há miguelistas na política portuguesa? O que foi o Conselho da Revolução e o que o distingue do Conselho de Estado?

É a estas e a muitas outras questões relacionadas com o dia-a-dia da política que este livro responde - sempre com clareza, distanciamento, inteligência e às vezes ironia. Fundamental.»

 

O livro, que resultou de seis meses de escrita intensa, tem o selo Contraponto - nova chancela editorial do grupo Bertrand-Círculo de Leitores, já responsável pelo lançamento de Vida e Morte dos Nossos Bancos, de Helena Garrido.

A sessão de apresentação decorrerá a partir das 18.30 da próxima quinta-feira, no último piso do Corte Inglês, em Lisboa. Espero ver por lá muitos dos leitores deste blogue, vários dos quais acompanham os meus textos desde o aparecimento do DELITO DE OPINIÃO, em Janeiro de 2009.

Autoria e outros dados (tags, etc)

DELITO: oito anos de vida

por Pedro Correia, em 05.01.17

numerootto[1].jpg

 

O DELITO DE OPINIÃO nasceu a 5 de Janeiro de 2009. Faz hoje oito anos. Assumindo-se como "um blogue apostado na reflexão e na análise dos mais diversos temas relacionados com a actualidade, sem receio de exprimir convicções claras e fortes, nem de confrontar opiniões numa sociedade onde se regista um défice permanente de debate".

 

Continuamos como no primeiro dia: uma equipa plural, irreverente, solidária, robustecida por laços de cumplicidade que transcendem convicções ideológicas e opiniões políticas.

Continuamos atentos ao que se passa em Portugal e no estrangeiro. E atentos também aos nossos colegas: não passou um só dia sem citarmos outros títulos da blogosfera em rubricas permanentes como o Blogue da Semana ou a Ligação Directa (esta já com 933 entradas, cada uma alusiva a um blogue diferente).

Aqui trazemos também todos os dias - sem falhar, há quase quatro anos - uma sugestão literária. E trouxemos ainda 223 convidados especiais, numa iniciativa inédita que se prolongou por mais de um ano: cada um escreveu sobre o que quis, sem condicionamentos de qualquer espécie. Como se fossem qualquer de nós.

 

Alguns que formam hoje esta equipa tão heterogénea e diversificada chegaram como comentadores e não tardaram a integrar o elenco de autores, confirmando a nossa perspectiva inicial de que um blogue é uma espécie de edifício em permanente construção. Este carácter de perpétua infinitude, longe de ser um sintoma de fragilidade, é um sinal de robustez.

Porque um projecto destes só vale a pena se for assim: uma forma de criar elos com outros, pensem como nós ou pensem de modo diferente.

Elo - essa palavra tão portuguesa e simultaneamente tão universal. Três letras capazes de abraçar o mundo.

 

O nosso gosto de comunicar mantém-se incólume, a vontade de prosseguir é maior que nunca.

Creio falar em nome de todos os meus colegas ao fazer um balanço dos oito anos entretanto decorridos com esta frase singela e sincera: valeu a pena.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Entre os mais comentados

por Pedro Correia, em 01.01.17

Em 22 destaques feitos pelo Sapo em Dezembro, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesse dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu dez menções ao longo do mês.

 

Os textos foram estes, por ordem cronológica:

Dizer muito em duas palavras (46 comentários)

Bloco, Cuba e "laços de sangue" (48 comentários)

Os iluminados (22 comentários)

O cerco (100 comentários)

Pacheco e a "excepção" comunista (66 comentários)

Upstairs, downstairs (48 comentários)

Alepo, cidade-mártir (54 comentários)

Oposição criativa é isto (32 comentários)

Reflexão do dia (30 comentários)

O asfixiante mundo das boas intenções e a tendência para legislar sobre tudo o que mexe (51 comentários)

 

Com um total de 497 comentários nestes postais.

Fica o nosso agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

Autoria e outros dados (tags, etc)

1 milhão e 366 mil visualizações

por Pedro Correia, em 31.12.16

Encerramos o ano com 886.111 visitas e 1.366.058 visualizações. Prontos a começar mais um, nesta extensa caminhada que teve início em Janeiro de 2009. Uns vieram, outros partiram, mas o núcleo central permanece.

Aqui, no DELITO DE OPINIÃO, onde o único delito é não ter opinião alguma.

Autoria e outros dados (tags, etc)


O nosso livro


Apoie este livro.



Links

Blogue da Semana

  •  
  • Afinidades

  •  
  • Lá fora cá dentro

  •  
  • Mais ligações

  •  
  • Informações úteis


    Arquivo

    1. 2018
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    14. 2017
    15. J
    16. F
    17. M
    18. A
    19. M
    20. J
    21. J
    22. A
    23. S
    24. O
    25. N
    26. D
    27. 2016
    28. J
    29. F
    30. M
    31. A
    32. M
    33. J
    34. J
    35. A
    36. S
    37. O
    38. N
    39. D
    40. 2015
    41. J
    42. F
    43. M
    44. A
    45. M
    46. J
    47. J
    48. A
    49. S
    50. O
    51. N
    52. D
    53. 2014
    54. J
    55. F
    56. M
    57. A
    58. M
    59. J
    60. J
    61. A
    62. S
    63. O
    64. N
    65. D
    66. 2013
    67. J
    68. F
    69. M
    70. A
    71. M
    72. J
    73. J
    74. A
    75. S
    76. O
    77. N
    78. D
    79. 2012
    80. J
    81. F
    82. M
    83. A
    84. M
    85. J
    86. J
    87. A
    88. S
    89. O
    90. N
    91. D
    92. 2011
    93. J
    94. F
    95. M
    96. A
    97. M
    98. J
    99. J
    100. A
    101. S
    102. O
    103. N
    104. D
    105. 2010
    106. J
    107. F
    108. M
    109. A
    110. M
    111. J
    112. J
    113. A
    114. S
    115. O
    116. N
    117. D
    118. 2009
    119. J
    120. F
    121. M
    122. A
    123. M
    124. J
    125. J
    126. A
    127. S
    128. O
    129. N
    130. D