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Entre os mais comentados

por Pedro Correia, em 01.08.17

Em 21 destaques feitos pelo Sapo em Julho, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesse dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu quinze menções ao longo do mês.

 

Os textos foram estes, por ordem cronológica:

Quero lá saber se é mais fácil para a Ministra ficar ou sair (25 comentários)

Medina Carreira (47 comentários)

Venezuela: repressão e silêncio (34 comentários)

Jorge Coelho (30 comentários)

Duplicidade ética (44 comentários)

General Solnado (36 comentários)

Exemplo prático de mais-valia (42 comentários)

Ludibriar os portugueses (48 comentários)

Não pode valer tudo (80 comentários)

Do fanatismo (48 comentários)

O eucalipto e a luta de classes (68 comentários, o mais comentado do dia)

Os mortos não são números (42 comentários)

As vítimas secretas (20 comentários)

Pensamento da semana (38 comentários)

Tsipras? We don't know him (46 comentários)

 

Com um total de 648 comentários nestes quinze postais, além de 464 gostos no Facebook.

Fica o nosso agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

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Autopromoção

por Helena Sacadura Cabral, em 23.07.17

 

Aqui está, em jeito de promoção, a conversa que o Francisco José Viegas e esta vossa amiga irão ter, se Deus quiser, na próxima quarta-feira, em Nelas. Quem estiver por perto e queira assistir dar-nos-á muito prazer.

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Entre os mais comentados

por Pedro Correia, em 02.07.17

Em 22 destaques feitos pelo Sapo em Junho, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesse dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu onze menções ao longo do mês.

 

Os textos foram estes, por ordem cronológica:

Masoquismo militante (92 comentários)

"Um mar de ruínas" (34 comentários)

Pensamento da semana (22 comentários)

Lamento, mas como português sinto-me envergonhado (81 comentários)

Este país que arde (56 comentários)

O país atávico no país moderno (42 comentários)

O PAN em serviços mínimos (56 comentários)

Vai chamar cobarde a outro (46 comentários)

Que farei quando tudo arde? (50 comentários)

Doze dias depois, sem demissões (86 comentários)

Do tabefe virtual ao drama real (53 comentários)

 

Com um total de 618 comentários nestes postais.

Fica o nosso agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

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Mais de cem mil visualizações

por Pedro Correia, em 01.07.17

Junho chega ao fim com números que comprovam a popularidade do DELITO DE OPINIÃO: mais de cem mil visualizações neste mês. Concretamente, 107.427 visualizações ao longo destes 30 dias - vários deles feriados.

Números que nos dão ainda mais vontade de continuar por cá. E de mantermos a passadeira estendida aos nossos convidados especiais durante o mês que agora começa.

 

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200 visualizações por hora

por Pedro Correia, em 22.06.17

Nos últimos três dias, de segunda a quarta, recebemos no DELITO DE OPINIÃO 8544 visitas e registámos 14.442 visualizações. Números que correspondem a 118 visitas e 200 visualizações por hora.

Agradecemos aos leitores de sempre e aos leitores recentes. Com a promessa de que tudo faremos para continuar a merecer o vosso agrado.

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Entre os mais comentados

por Pedro Correia, em 01.06.17

Em 23 destaques feitos pelo Sapo em Maio, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesse dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu dez menções ao longo do mês.

 

Os textos foram estes, por ordem cronológica:

Grandes animais (76 comentários)

Raciocínios precários (34 comentários)

Jornalismo a sofrer de amnésia (56 comentários)

Os derrotados (54 comentários)

Penso rápido (82) (50 comentários)

Pensamento da semana (36 comentários)

Um general com sorte (44 comentários)

A barbárie é a barbárie: breve reflexões sobre o terrorismo (78 comentários)

Penso rápido (84) (56 comentários)

Desafio aos leitores (68 comentários)

 

Com um total de 552 comentários nestes postais.

Fica o nosso agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

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196 visualizações por hora

por Pedro Correia, em 11.05.17

Nos últimos dois dias, terça e quarta-feira, recebemos aqui no DELITO DE OPINIÃO 5728 visitas e registámos 9432 visualizações. Números que correspondem a 119 visitas e 196 visualizações por hora.

Agradecemos aos leitores de sempre e aos leitores recentes. Com a promessa de que tudo faremos para continuar a merecer o vosso agrado.

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Entre os mais comentados

por Pedro Correia, em 01.05.17

Em 20 destaques feitos pelo Sapo em Abril, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesse dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu quatro menções ao longo do mês.

 

Os textos foram estes, por ordem cronológica:

Da igualdade e da liberdade (70 comentários)

Sempre ao lado dos ditadores (56 comentários)

O trágico destino dos escritores (44 comentários)

Santa Páscoa! (38 comentários)

 

Com um total de 208 comentários nestes postais.

Fica o nosso agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

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291 visualizações por hora

por Pedro Correia, em 11.04.17

Ao longo do dia de ontem, recebemos no DELITO DE OPINIÃO 5093 visitas e 6974 visualizações.

Média: 291 visualizações por hora.

Prossegue a tendência do nosso blogue, neste nono ano de existência, em afirmar-se como um dos mais lidos pelos internautas portugueses. Nos últimos doze meses, recorde-se, registámos 761.180 visitas e 1.175.926 visualizações.

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Entre os mais comentados

por Pedro Correia, em 01.04.17

Em 23 destaques feitos pelo Sapo em Março, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesse dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu quatro menções ao longo do mês.

 

Os textos foram estes, por ordem cronológica:

Lisboa: a derrota anunciada (80 comentários)

Só se estragava uma casa (38 comentários)

Os talibãs e a tentação da carne (76 comentários)

A semente totalitária (46 comentários)

 

Com um total de 240 comentários nestes postais.

Fica o nosso agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

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A Construção do Vazio

por Patrícia Reis, em 24.03.17

Enquanto tu dormes, eu posso ouvir-te com mais precisão. Tem que ver com a tua respiração. O peito, que se enche devagar. Há um sorriso no canto da boca enquanto os sonhos passam na cortina dos teus olhos. Não sei nada de ti, nestes momentos. O que oiço do teu corpo é apenas uma música em surdina, como o restolhar dos pássaros ao fim do dia, escondidos na confusão das folhas. Tu suspiras, o braço pendente na cama branca. Sinto-me próxima da oração, meu Deus, o teu corpo perdido e eu sem salvação.

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Garra, criatividade e dinamismo

por Pedro Correia, em 17.03.17

 

Uma bela homenagem da Sónia Morais Santos à nossa Francisca.

 

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Convite aos autores, comentadores e leitores

por Luís Naves, em 11.03.17

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Aos autores, comentadores e leitores do Delito de Opinião: Estarei na próxima quarta-feira, dia 15, a partir das 18 e 30, na livraria Bertrand Picoas, em Lisboa, para a sessão de apresentação do livro que organizei, 43 anos e 6 Meses de Má Política, edição da Contraponto. Trata-se de uma recolha de mais de 1500 frases do período entre 1973 e 2016; no fundo, estas frases são pequenos vislumbres da política recente do país, com momentos divertidos e outros que fazem pensar. A apresentação estará a cargo de Pedro Correia.

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Intervalo publicitário

por Pedro Correia, em 07.03.17

Depois de Lisboa e Braga, aqui fica o convite para uma nova sessão de apresentação da Política de A a Z, desta vez no Porto. Nesta quinta-feira, às 18.30, na Livraria Bertrand do Shopping Cidade do Porto. Com intervenções de Manuel Monteiro, ex-presidente do CDS-PP, e Pedro Duarte, que foi líder da JSD e dirigiu a campanha presidencial de Marcelo Rebelo de Sousa.

Um convite dirigido aos meus colegas de blogue e a todos os nossos leitores da Invicta.

Gostava muito de vos ver por lá.

 

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Entre os mais comentados

por Pedro Correia, em 01.03.17

Em 20 destaques feitos pelo Sapo em Fevereiro, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesse dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu seis menções ao longo do mês.

 

Os textos foram estes, por ordem cronológica:

Os críticos que odeiam cinema (94 comentários)

Falar claro sobre eutanásia (75 comentários)

O declínio do pensamento (60 comentários)

Outros tempos, outros modos (53 comentários)

Escritores discordam do "acordo" (em actualização) (98 comentários)

As etiquetas partidárias (62 comentários)

 

Com um total de 442 comentários nestes postais.

Fica o nosso agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

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'Política de A a Z'

por Pedro Correia, em 11.02.17

«O livro, que vai da Abstenção ao Zé Povinho - ou seja todos nós -, consegue a façanha de percorrer, sem falhas, todo o jargão político conhecido, sem sequer lhe faltar a célebre “geringonça”, sempre atribuída a Paulo Portas, mas cuja paternidade pertence, de facto, a Vasco Pulido Valente que a criou num momento de particular inspiração.

Eu que li o livro porque sou amiga do Pedro, só posso aconselhar a sua leitura. É que se eu, que sou nula no assunto, aprendi com gosto várias coisas, que prazer não irá ele provocar em quem seja um adicto na matéria?!»

 

Helena Sacadura Cabral, 8 de Fevereiro, no blogue Fio de Prumo

 

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'Política de A a Z'

por Pedro Correia, em 08.02.17

«A apresentação do livro Política de A a Z, de Pedro Correia e Rodrigo Gonçalves, no dia 26, estava cheia de políticos. Um deles dava aliás uma lição: "Uma coisa que se aprende logo em política é a não apontar prazos. Nunca." O autor: Carmona Rodrigues, o ex-presidente da Câmara de Lisboa. A passagem pela política foi curta, mas pelo menos esta regra aprendeu.»

Revista Sábado, 2 de Fevereiro16003092_1262882940421723_6382994296058162320_n[1]

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'Política de A a Z'

por Pedro Correia, em 07.02.17

«A última entrada deste dicionário põe em cena, por assim dizer, o seu destinatário final. Na letra Z, a última do alfabeto e aquela que naturalmente encerra este livro, surge uma única definição, a de Zé Povinho, a personagem de Rafael Bordalo Pinheiro que se tornou "sinónimo do português médio, eternamente desconfiado das promessas dos políticos", como se pode ler aqui. (...) O aspecto mais interessante deste glossário político é o facto de se centrar em particular na política portuguesa, sempre que isso se justifica, com exemplos que nos são próximos. É o caso da entrada dedicada a Orçamento Participativo: "Em Portugal, esta forma de participação política começou em 2002, com processos consultivos, mas rapidamente ganhou carácter deliberativo. Em 2014 havia já 57 autarquias locais com orçamentos participativos." Como escreve no prefácio o professor universitário José Adelino Maltez, "a democracia só consegue ser vivida em plenitude quando os seus mecanismos são devidamente descodificados". Este livro pode ser, por isso, um bom auxiliar para quem quiser entender melhor certos conceitos políticos.»

 

Carlos Vaz Marques, ontem, na rubrica "O Livro do Dia", da TSF

 

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'Política de A a Z'

por Pedro Correia, em 06.02.17

«Na badana de Política de A a Z está uma história que abre o apetite para a sua leitura, a de quando Mario Vargas Llosa entrevista Jorge Luis Borges e lhe pergunta o que é para ele a política. A resposta é directa: "É uma das formas do tédio." Serve esta história para desmentir o escritor argentino, pelo menos a nível literário, pois este guia para compreender o sistema político português provoca tudo menos tédio. Isto porque os autores, Pedro Correia e Rodrigo Gonçalves, fazem uma recolha de verbetes bem ao gosto do leitor. Além do último, cujo "Z" vem mesmo a calhar, o Zé-Povinho; quase no início, temos Abstenção, outro termo que é bem caro aos portugueses. Pelo meio, surgem todos os significados que é necessário conhecer, até mesmo o mais recente: geringonça. Mas não faltam outros bem importantes, explicados de forma séria, às vezes irónica: austeridade, consenso, FMI, jiadismo, maçonaria, oposição, resgate...»

João Céu e Silva, 28 de Janeiro, no Diário de Notícias

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'Política de A a Z'

por Pedro Correia, em 04.02.17

«A política portuguesa, apesar de muitas tentativas em contrário, é suficientemente rica para merecer um dicionário. Porque tem muitos personagens e temas que merecem atenção. É isso mesmo que fazem Pedro Correia e Rodrigo Gonçalves: descodificam palavras e expressões que integram parte do nosso quotidiano político, de Absolutismo a Zé Povinho. É um trabalho muito agradável de ler, pela capacidade de síntese e pelo foco no essencial, num tempo em que a mediatização absoluta faz esquecer o conteúdo do que se diz.»

Fernando Sobral, ontem, no Jornal de Negócios 

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'Política de A a Z'

por Pedro Correia, em 03.02.17

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«[Os autores] escrevem sobre Política de A a Z, um dicionário de política portuguesa - termos, conceitos, partidos, movimentos, acontecimentos.»

Francisco Louçã, 27 de Janeiro, na SIC Notícias

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'Política de A a Z'

por Pedro Correia, em 02.02.17

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«Um dicionário para perceber o nosso sistema político, os nossos actores políticos, as nossas instituições políticas. É um livro precioso para pessoas interessadas - e até para jornalistas.»

João Pereira Coutinho, ontem, na CMTV 

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Entre os mais comentados

por Pedro Correia, em 02.02.17

Em 22 destaques feitos pelo Sapo em Janeiro, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesse dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu cinco menções ao longo do mês.

 

Os textos foram estes, por ordem cronológica:

2016 (55 comentários)

Ano de autárquicas (2) (39 comentários)

Falta uma Ordem de Jornalistas (58 comentários)

Saudades antecipadas de Obama (50 comentários)

Dois anos é muito tempo (62 comentários)

 

Com um total de 264 comentários nestes postais.

Fica o nosso agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

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E vão quatro

por Pedro Correia, em 28.01.17

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Vogais e Consoantes Politicamente Incorrectas do Acordo Ortográfico (Guerra & Paz, 2013)

Novo Dicionário da Comunicação (coordenação, Chiado Editora, 2015)

Presidenciáveis (Topbooks, 2015)

Política de A a Z (Contraponto, 2017)

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Imagens da sessão de lançamento

por Pedro Correia, em 27.01.17

Quatro fotografias da sessão de lançamento da Política de A a Z, de que falo em pormenor aqui.

 

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 José Ribeiro e Castro com João Pereira de Faria, do Corte Inglés

 

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 António Carmona Rodrigues, ex-presidente da Câmara de Lisboa

 

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 Francisco Moita Flores

 

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  Feliciano Barreiras Duarte (PSD) e António Galamba (PS)

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'Política de A a Z': sala cheia

por Pedro Correia, em 27.01.17

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Não me lembro, sinceramente, de uma sessão de apresentação de um livro tão concorrida no piso 7 do Corte Inglés, de onde se desfruta um dos panoramas mais belos de Lisboa. Ontem a sala encheu-se na apresentação da Política de A a Z, o dicionário enciclopédico que a editora Contraponto - pertencente ao grupo Bertrand-Círculo - apresenta como "um guia para compreender todos os segredos da política" e considera "altamente recomendado para políticos". Mas também para jornalistas, líderes de opinião, estudantes e cidadãos em geral - permito-me acrescentar, como co-autor desta obra, que tem 333 entradas. De Absolutismo a Zé-Povinho.

Havia deputados, autarcas, escritores, vários jornalistas, muita gente amiga. Tive o gosto de encontrar por lá companheiros de diversas etapas profissionais e quatro colegas de blogue - a Inês Pedrosa, a Teresa Ribeiro, o Diogo Noivo e o Luís Naves. E também leitores do DELITO, que gosto sempre de conhecer nestas ocasiões.

 

Foi igualmente com imenso gosto que vi dois políticos que muito estimo acederem ao meu convite para apresentarem a Política de A a Z: José Ribeiro e Castro, que foi deputado logo na primeira legislatura democrática e presidente do CDS, e António Galamba, ex-secretário nacional do PS, ex-deputado e último governador civil de Lisboa. Dois benfiquistas que merecem o maior respeito do sportinguista que escreve estas linhas. Por pensarem pela própria cabeça e nunca terem hesitado em remar contra a maré dentro dos seus próprios partidos, dando assim genuínas lições de cidadania. Agradeço aqui as palavras lisonjeiras e porventura imerecidas que ontem proferiram, recomendando a leitura deste livro.

O Rodrigo Gonçalves e eu sublinhámos que uma das intenções da obra é colmatar uma lacuna do mercado editorial português num ano em que tanto se falará em política, por cá e lá fora. A propósito da nova administração norte-americana, dos processos eleitorais em França, Holanda e Alemanha, das eleições autárquicas portuguesas e do centenário da Revolução de Outubro na Rússia.

 

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A sessão terminou quase duas horas após as primeiras pessoas terem chegado ao sétimo piso do Corte Inglés. E depois de uma longa sessão de autógrafos, etapa que tanto parece maçar alguns autores mas que protagonizo sempre com muito agrado (este é já o meu quarto livro). Porque me recorda sempre quando estava eu do lado de lá, na fila dos autógrafos, para conseguir a assinatura de alguém que admirava ou estimava.

Hei-de falar disso aqui muito em breve. Para já, fica a minha recomendação para que espreitem esta Política de A a Z. Se me permitem a imodéstia, sou capaz de apostar desde já que vão gostar.

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Intervalo publicitário

por Pedro Correia, em 25.01.17

Aqui fica o convite para a sessão de apresentação deste livro. Amanhã, às 18.30, no Corte Inglés (Lisboa).

Um convite dirigido aos meus colegas de blogue e a todos os nossos leitores.

Gostava de vos ver por lá.

 

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Política de A a Z

por Pedro Correia, em 22.01.17

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Já está nas livrarias o meu mais recente livro: Política de A a Z, em parceria com Rodrigo Gonçalves e com prefácio de José Adelino Maltez.

Um dicionário enciclopédico com 333 entradas que se apresenta como um "guia para compreender o sistema político português" neste ano que será dominado por eleições autárquicas e movimentações de toda a ordem nos tabuleiros partidários.

 

Como aperitivo, transcrevo aqui parte do texto que condensa a obra, impresso na contracapa:

«O que tem o positivismo a ver com a política? O que foi o Gulag? E a ANP? O que é uma distopia? Um conservador pode ser liberal? E as diferenças entre centro, centrão, centralismo e centralismo democrático? Existem, mesmo, barões na política portuguesa? E caciques? Qual a diferença entre comentador e comendador? E entre Estado-nação e Estado de Nações? Leninismo e estalinismo são a mesma coisa? O que é a inflação e porque é que ela também é perigosa? O que é o jiadismo? O MRPP foi importante? E o PRD? E o PREC? E o PIB? Qual a diferença entre liberalismo e neoliberalismo? Ainda há miguelistas na política portuguesa? O que foi o Conselho da Revolução e o que o distingue do Conselho de Estado?

É a estas e a muitas outras questões relacionadas com o dia-a-dia da política que este livro responde - sempre com clareza, distanciamento, inteligência e às vezes ironia. Fundamental.»

 

O livro, que resultou de seis meses de escrita intensa, tem o selo Contraponto - nova chancela editorial do grupo Bertrand-Círculo de Leitores, já responsável pelo lançamento de Vida e Morte dos Nossos Bancos, de Helena Garrido.

A sessão de apresentação decorrerá a partir das 18.30 da próxima quinta-feira, no último piso do Corte Inglês, em Lisboa. Espero ver por lá muitos dos leitores deste blogue, vários dos quais acompanham os meus textos desde o aparecimento do DELITO DE OPINIÃO, em Janeiro de 2009.

 

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 Esta manhã na Livraria Bertrand da Avenida de Roma, Lisboa

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Política de A a Z

por Pedro Correia, em 20.01.17

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A partir de hoje chega às livrarias o meu mais recente livro: Política de A a Z, em parceria com Rodrigo Gonçalves e com prefácio de José Adelino Maltez.

Um dicionário enciclopédico com 333 entradas que se apresenta como um "guia para compreender o sistema político português" neste ano que será dominado por eleições autárquicas e movimentações de toda a ordem nos tabuleiros partidários.

 

Como aperitivo, transcrevo aqui parte do texto que condensa a obra, impresso na contracapa:

«O que tem o positivismo a ver com a política? O que foi o Gulag? E a ANP? O que é uma distopia? Um conservador pode ser liberal? E as diferenças entre centro, centrão, centralismo e centralismo democrático? Existem, mesmo, barões na política portuguesa? E caciques? Qual a diferença entre comentador e comendador? E entre Estado-nação e Estado de Nações? Leninismo e estalinismo são a mesma coisa? O que é a inflação e porque é que ela também é perigosa? O que é o jiadismo? O MRPP foi importante? E o PRD? E o PREC? E o PIB? Qual a diferença entre liberalismo e neoliberalismo? Ainda há miguelistas na política portuguesa? O que foi o Conselho da Revolução e o que o distingue do Conselho de Estado?

É a estas e a muitas outras questões relacionadas com o dia-a-dia da política que este livro responde - sempre com clareza, distanciamento, inteligência e às vezes ironia. Fundamental.»

 

O livro, que resultou de seis meses de escrita intensa, tem o selo Contraponto - nova chancela editorial do grupo Bertrand-Círculo de Leitores, já responsável pelo lançamento de Vida e Morte dos Nossos Bancos, de Helena Garrido.

A sessão de apresentação decorrerá a partir das 18.30 da próxima quinta-feira, no último piso do Corte Inglês, em Lisboa. Espero ver por lá muitos dos leitores deste blogue, vários dos quais acompanham os meus textos desde o aparecimento do DELITO DE OPINIÃO, em Janeiro de 2009.

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DELITO: oito anos de vida

por Pedro Correia, em 05.01.17

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O DELITO DE OPINIÃO nasceu a 5 de Janeiro de 2009. Faz hoje oito anos. Assumindo-se como "um blogue apostado na reflexão e na análise dos mais diversos temas relacionados com a actualidade, sem receio de exprimir convicções claras e fortes, nem de confrontar opiniões numa sociedade onde se regista um défice permanente de debate".

 

Continuamos como no primeiro dia: uma equipa plural, irreverente, solidária, robustecida por laços de cumplicidade que transcendem convicções ideológicas e opiniões políticas.

Continuamos atentos ao que se passa em Portugal e no estrangeiro. E atentos também aos nossos colegas: não passou um só dia sem citarmos outros títulos da blogosfera em rubricas permanentes como o Blogue da Semana ou a Ligação Directa (esta já com 933 entradas, cada uma alusiva a um blogue diferente).

Aqui trazemos também todos os dias - sem falhar, há quase quatro anos - uma sugestão literária. E trouxemos ainda 223 convidados especiais, numa iniciativa inédita que se prolongou por mais de um ano: cada um escreveu sobre o que quis, sem condicionamentos de qualquer espécie. Como se fossem qualquer de nós.

 

Alguns que formam hoje esta equipa tão heterogénea e diversificada chegaram como comentadores e não tardaram a integrar o elenco de autores, confirmando a nossa perspectiva inicial de que um blogue é uma espécie de edifício em permanente construção. Este carácter de perpétua infinitude, longe de ser um sintoma de fragilidade, é um sinal de robustez.

Porque um projecto destes só vale a pena se for assim: uma forma de criar elos com outros, pensem como nós ou pensem de modo diferente.

Elo - essa palavra tão portuguesa e simultaneamente tão universal. Três letras capazes de abraçar o mundo.

 

O nosso gosto de comunicar mantém-se incólume, a vontade de prosseguir é maior que nunca.

Creio falar em nome de todos os meus colegas ao fazer um balanço dos oito anos entretanto decorridos com esta frase singela e sincera: valeu a pena.

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Entre os mais comentados

por Pedro Correia, em 01.01.17

Em 22 destaques feitos pelo Sapo em Dezembro, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesse dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu dez menções ao longo do mês.

 

Os textos foram estes, por ordem cronológica:

Dizer muito em duas palavras (46 comentários)

Bloco, Cuba e "laços de sangue" (48 comentários)

Os iluminados (22 comentários)

O cerco (100 comentários)

Pacheco e a "excepção" comunista (66 comentários)

Upstairs, downstairs (48 comentários)

Alepo, cidade-mártir (54 comentários)

Oposição criativa é isto (32 comentários)

Reflexão do dia (30 comentários)

O asfixiante mundo das boas intenções e a tendência para legislar sobre tudo o que mexe (51 comentários)

 

Com um total de 497 comentários nestes postais.

Fica o nosso agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

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1 milhão e 366 mil visualizações

por Pedro Correia, em 31.12.16

Encerramos o ano com 886.111 visitas e 1.366.058 visualizações. Prontos a começar mais um, nesta extensa caminhada que teve início em Janeiro de 2009. Uns vieram, outros partiram, mas o núcleo central permanece.

Aqui, no DELITO DE OPINIÃO, onde o único delito é não ter opinião alguma.

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Entre os mais comentados

por Pedro Correia, em 01.12.16

Em 22 destaques feitos pelo Sapo em Novembro, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesse dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu sete menções ao longo do mês.

 

Os textos foram estes, por ordem cronológica:

Quando a tolice se torna lei (48 comentários)

Não basta querer para acontecer (70 comentários)

O melhor cliente é o que ainda não chegou (49 comentários)

Lisboa: o caos nos transportes (actualizado) (73 comentários)

Já não há cavalheiros (66 comentários)

O principal legado de Castro (56 comentários)

Um país que mata os seus heróis (56 comentários)

 

Com um total de 418 comentários nestes postais.

Fica o nosso agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

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Do princípio ao fim (balanço)

por Pedro Correia, em 26.11.16

Outra série colectiva do DELITO DE OPINIÃO chegou ao fim, é tempo de fazer um balanço - tal como já sucedera aqui, por exemplo - para se lembrar o que escrevemos.

Desta vez chamou-se Do princípio ao fim e destacou os inícios e finais de livros (romances, contos, ensaios, banda desenhada) que por qualquer motivo mais nos impressionaram.

 

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 Kafka

 

Foram estes:

A Metamorfose, de Franz Kafka. Escolha minha.

Sputnik, Meu Amor, de Haruki Murakami. Escolha da Helena Sacadura Cabral.

Calvin & Hobbes, de Bill Watterson. Escolha do João Campos.

A Casa de Astérion, de Jorge Luis Borges. Escolha do Rui Herbon.

O Crime do Padre Amaro, de Eça de Queirós. Escolha do Luís Naves.

Desde Portugal, de Miguel de Unamuno. Escolha do Diogo Noivo.

O Processo, de Franz Kafka. Escolha do Luís Meneses Leitão.

Herrumbrosas Lanzas, de Juan Benet. Escolha do José Navarro de Andrade.

The Long Goodbye, de Raymond Chandler. Escolha do José Navarro de Andrade.

Crónica de uma Morte Anunciada, de Gabriel García Márquez. Escolha da Francisca Prieto.

Pela Estrada Fora, de Jack Kerouac. Escolha minha.

A Estrada, de Don DeLillo. Escolha do José António Abreu.

A Fera na Selva, de Henry James. Escolha da Patrícia Reis.

Pedro Páramo, de Juan Rulfo. Escolha do Rui Herbon.

A República dos Sonhos, de Nélida Piñon. Escolha da Inês Pedrosa.

Numa Casca de Noz, de Ian McEwan. Escolha do José António Abreu.

Finnegans Wake, de James Joyce. Escolha do Bandeira.

Lolita, de Vladimir Nabokov. Escolha da Teresa Ribeiro.

A Balada do Café Triste, de Carson McCullers. Escolha da Ana Lima.

A Short History of Nearly Everything, de Bill Bryson. Escolha do João André.

How to... Make Love Like a Porn Star, de Jenna Jameson e Neil Strauss. Escolha do Alexandre Guerra.

O Estrangeiro, de Albert Camus. Escolha da Isabel Mouzinho.

O Principezinho, de Saint-Exupéry. Escolha da Joana Nave.

Alegria Breve, de Vergílio Ferreira. Escolha minha.

O Retrato de Ricardina [e outras], de Camilo Castelo Branco. Escolha do Luís Naves.

The End of the Affair, de Graham Greene. Escolha do Adolfo Mesquita Nunes.

Os Maias, de Eça de Queirós. Escolha minha.

O Falcão de Malta, de Dashiel Hammett. Escolha do José António Abreu.

 

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 Hammett

 

Vinte e oito textos, publicados ao longo de seis semanas - entre 23 de Setembro e 4 de Novembro.

Lembro a lista para memória futura. E para que sirva de incentivo suplementar à procura de qualquer destas obras, que possam ter suscitado a curiosidade dos nossos leitores.

Espero que tenham gostado da série. Outras vão seguir-se.

 

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Fica o convite...

por Alexandre Guerra, em 10.11.16

Convite A Política e  o Homem Pós-Humano.jpg

Fica aqui o convite aos meus companheiros de blogue e aos leitores do Delito. 

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Entre os mais comentados

por Pedro Correia, em 01.11.16

Em 21 destaques feitos pelo Sapo em Outubro, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesse dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu cinco menções ao longo do mês.

 

Os textos foram estes, por ordem cronológica:

Fat tax (23 comentários)

Mérito de Guterres, naturalmente (56 comentários)

À espera do Nobel da Literatura (104 comentários)

Bob Nobel Dylan (88 comentários)

Quem os viu e quem os vê (1) (66 comentários)

 

Com um total de 317 comentários nestes postais.

Fica o nosso agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

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Entre os mais comentados

por Pedro Correia, em 01.10.16

Em 22 destaques feitos pelo Sapo em Setembro, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesse dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu sete menções ao longo do mês.

 

Os textos foram estes, por ordem cronológica:

A minha é maior que a vossa (42 comentários)

Só lá faltou o Barbas (62 comentários)

O amadorismo dos profissionais (42 comentários)

Que "justiça fiscal" há nisto? (44 comentários)

Do princípio ao fim (1) (66 comentários)

As raparigas do Bloco começam a maçar (38 comentários)

Um tiro de pólvora seca (48 comentários)

 

Com um total de 340 comentários nestes postais.

Fica o nosso agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

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Auto promoção

por Helena Sacadura Cabral, em 26.09.16

 


 


Sairá para as livrarias, no próximo dia 4 de Outubro, o meu primeiro livro de Memórias. O subtítulo de "uma vida consentida" tem um duplo significado. Foi a vida que eu consenti e foi, também, creio hoje, uma vida com sentido.

Explico na introdução o que me levou a escrever sobre mim e sobre uma parte importante da minha existência. É que, afinal, foi ela que permitiu que eu me transformasse na mulher que sou hoje e que, com alguma ousadia, confesso, está bem próxima daquela que eu gostaria de ser.

Foram estes anos que determinaram que se operasse em mim uma verdadeira revolução relativamente à mulher que fui há três décadas. São memórias muito vivas das tristezas e alegrias por que passei e das razões que me fizeram escolher o meu caminho, depois de um divórcio que, tendo-me deixado devastada, acabou por ser determinante para a minha percepção daquilo que eu não queria jamais ser.

Quando o Miguel morreu pensei muito na catarse que então poderia ter sido escrevê-lo. Não o fiz, porque não era essa a minha intenção. Quatro anos passados sobre o seu desaparecimento e com o meu outro filho já fora da política, senti que talvez fosse chegada a altura de dar a conhecer aos que me são próximos - filho, netos, irmãos e amigos - o meu olhar, o meu sentir sobre o valor que atribuo àqueles anos. É que, muito possivelmente, qualquer deles, ao ver-me agora, dificilmente admitiria a mudança radical pela qual passei.

Se este livro permitir que uma pessoa compreenda e acredite que sobre os destroços de uma vida que apenas se consentiu se pode construir uma outra, essa sim, consentida e com sentido, eu já me sinto gratificada. 

Não sei se escreverei um outro sobre o que vivi quando já era dona de mim própria. Acredito que talvez venha a fazê-lo, porque os anos que se seguiram tiveram momentos de uma enorme e inesperada felicidade. Será, no fundo, contar a história de uma mulher cuja verdadeira vida se descobre e inicia pelos quarenta anos. E essa história é, felizmente, completamente diferente da que acabo de escrever. Na forma e no conteúdo. Enfim, na vida vivida.

É que, até àquela idade, limitei-me a aprender a viver e a escolher, com algum sacrifício próprio, o que me parecia ser melhor para aqueles que me rodeavam. A partir dela o processo altera-se, e eu escolho não só ditar a minha própria vida como procurar, acima de tudo, ser feliz.  Não tenho de que me queixar porque os anos que desde então vivi superaram em muito os anteriores e, sobretudo os que, por via deles, me poderiam estar naturalmente destinados...

Nota: o livro já se encontra em pré-venda.

Na Wook: 


Na Bertrand: 


Na Fnac:


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Para vós, com várias vozes

por Pedro Correia, em 16.09.16

Nos últimos dez dias, ainda com muita gente de férias, o DELITO DE OPINIÃO registou 29.508 visitas44.721 visualizações.

Fica o registo. E a vontade de continuar aqui. A escrever, com várias vozes, para todos vós.

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Publicidade descarada

por José Navarro de Andrade, em 15.09.16

APOLOGIA DO JAZZ

É já no Sábado, das 10h às 13H
na Livraria Férin, à Rua Nova do Almada.

É para convencer quem acha que o jazz é para velhos e sempre a mesma coisa - arrisca?

É para quem gostava de gostar, mas ainda tem dúvidas em relação ao jazz. 

É para quem já gosta e quer saber um bocadinho mais. 

É para quem já gosta e sabe e quer passar uma manhã de jazz.

Ouvir a música e as histórias mirabolantes de Louis Armstrong, Duke Ellington, Charlie Parker, Miles Davis, John Coltrane e Wynton Marsalis.

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Entre os mais comentados

por Pedro Correia, em 01.09.16

Em 23 destaques feitos pelo Sapo em Agosto, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesse dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu cinco menções ao longo do mês.

 

Os textos foram estes, por ordem cronológica:

Mau jornalismo, bom jornalismo (38 comentários)

Dívida e crescimento económico em tempos de "geringonça" (21 comentários)

O chocante silêncio do PAN (74 comentários)

"Quase ninguém sabe como se chama o Presidente de Portugal" (56 comentários)

Injúria póstuma a Graça Moura (78 comentários)

 

Com um total de 267 comentários nestes postais.

Fica o nosso agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

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Mais de cem mil visualizações

por Pedro Correia, em 10.08.16

Mesmo com muita gente em gozo de férias, mesmo com a actualidade política a meio gás, não podemos dizer que estamos em época baixa no DELITO DE OPINIÃO. Nos últimos 30 dias, recebemos aqui 71.720 visitas e registámos 106.060 visualizações.

Um abraço reconhecido a todos quantos continuam a passar por cá.

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5630 visualizações diárias

por Pedro Correia, em 07.07.16

Nos últimos dez dias, o DELITO DE OPINIÃO recebeu 40.120 visitas e registou 56.306 visualizações. Aqui fica o agradecimento aos leitores que continuam a preferir-nos.

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Fora de série (balanço)

por Pedro Correia, em 21.06.16

Durante cinco semanas mantivemos aqui uma série colectiva de textos - mais uma, a juntar a várias outras publicadas no DELITO - intitulada Fora de Série. Precisamente sobre as séries, mais remotas ou mais recentes, que nos marcaram enquanto telespectadores.

Fica a recapitulação, em jeito de balanço:

 

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Competiu-me dar o pontapé de saída, a 15 de Maio. Escrevendo sobre ALL IN THE FAMILY / UMA FAMÍLIA ÀS DIREITAS.

 

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Seguiu-se o Luís Naves, a 16 de Maio. Com ESPAÇO 1999, um clássico televisivo de ficção científica.

 

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A primeira menina - e terceira autora - a chegar-se à frente foi a Marta Spínola, que escreveu a 17 de Maio. Sobre HILL STREET BLUES / A BALADA DE HILL STREET.

 

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A 18 de Maio, a Patrícia Reis trouxe-nos aqui outra série de boa memória: WE'LL MEET AGAIN.

 

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Também inesquecível é a série escolhida a 19 de Maio pelo Sérgio de Almeida Correia, número cinco deste lote: LA PIOVRA / O POLVO.

 

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A ficção científica regressou a 20 de Maio, desta vez pela pena do Luís Menezes Leitão, autor de um texto sobre STAR TREK / O CAMINHO DAS ESTRELAS.

 

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21 de Maio entrava em cena o João André, escrevendo sobre BLACKADDER.

 

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PIPI DAS MEIAS ALTAS, conhecida produção sueca, foi a série escolhida pela Isabel Mouzinho num texto aqui publicado a 22 de Maio.

 

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Originalidade: a mesma série - LES GALAPIATS / OS PEQUENOS VAGABUNDOS - mereceu dois textos, com pontos de vista muito diferentes, assinados pelo José Navarro de Andrade23 de Maio e pela Ana Vidal a 24 de Maio.

 

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O Diogo Noivo entrou em cena a 25 de Maio, com um texto sobre X FILES / FICHEIROS SECRETOS. Série que tem andado por aí outra vez, para satisfação de muitos nostálgicos...

 

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26 de Maio o Rui Rocha lembrou-nos LING CHUNG, um herói do Oriente.

 

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Veio então o João Campos, partilhando connosco a 27 de Maio as recordações que guarda de SLEDGE HAMMER!

 

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BONANZA, clássico dos clássicos, não podia faltar: passou por cá a 28 de Maio. Pela pena do Fernando Sousa.

 

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E OS SOPRANOS chegaram a 29 de Maio. Com a Teresa Ribeiro a lembrá-los cá no blogue.

 

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Foi então o momento de lembrar a série espanhola VERÃO AZUL, que marcou toda uma geração. Com texto da Francisca Prieto, publicado a 30 de Maio.

 

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Chegou depois DUARTE & COMPANHIA, pela mão do Alexandre Guerra. Um quase-clássico português, aqui lembrado a 31 de Maio.

 

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E quem não se lembra de MacGYVER? Também ele passou pelo DELITO, a 1 de Junho, recordado pela Ana Lima.

 

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Uma das mais hilariantes séries de sempre marcou igualmente presença cá no blogue: FAWLTY TOWERS, de que nos falou o José António Abreu a 2 de Junho.

 

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ERA UMA VEZ O ESPAÇO, série de animação, foi lembrada aqui a 3 de Junho pelo Adolfo Mesquita Nunes.

 

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Outra série de animação, NARANJITO / FUTEBOL EM ACÇÃO, mereceu destaque a 4 de Junho, num texto do António Manuel Venda.

 

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Chegou então o célebre SEINFELD, de que nos falou o José Maria Gui Pimentel a 11 de Junho.

 

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E a série encerrou a 19 de Junho com um texto da Ana Cláudia Vicente. Sobre SIX FEET UNDER / SETE PALMOS DE TERRA.

 

Vinte e três textos no total.

Espero que tenham gostado.

Não tardaremos a lançar nova série colectiva cá no blogue. Prometo dar notícias muito em breve.

 

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É um gosto receber-vos aqui

por Pedro Correia, em 20.06.16

Nos últimos 20 dias, mesmo com alguns feriados e muito futebol de permeio, o DELITO DE OPINIÃO registou 64.316 visitas e 87.146 visualizações. Continuamos a gostar muito de vos receber por cá.

 

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Sem a loucura o que é o homem?

por Pedro Correia, em 19.05.16

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Por vezes alguns dos aspectos mais secundários de um quadro são os que o tornam mais significativo. Acontece isso no célebre O Grito, de Edvard Munch (1893), peça essencial da iconografia do nosso tempo. Vi pela primeira vez esta tela densa e misteriosa ainda criança, reproduzida num selo norueguês que me fascinou. Norge, lia-se nesse selo branco e azul, como atestado de proveniência. Mirei-o e remirei-o incessantemente, sem nada saber da arte de Munch nem da sua existência atribulada. Fascinou-me ao primeiro olhar: jamais vira – jamais vi – os abismos da mente humana captados de forma tão verosímil pelos caprichos de um pincel lançado numa espécie de liturgia do expressonismo. Há vida neste quadro. Vida transtornada, transfigurada, trepassada por uma dilacerante angústia existencial, indescritível por palavras.
Só vendo se percebe.

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De há cem anos para cá, multiplicaram-se as teorias sobre a origem deste ‘grito’ tão singular. Houve quem mencionasse a hipótese de um ataque de pânico que o artista transportaria para a sua tela, falou-se em ansiedade e neurose. Houve até quem arriscasse que tudo se terá devido às frequentes libações alcoólicas de Munch. Não faltaram as teses psicanalíticas, aludindo à sucessão de dramas na infância do pintor, que ficou órfão de mãe muito cedo e viu a irmã mais velha desaparecer de forma trágica.
Filho de médico, o artista noruguês (1863-1944) habituou-se a acompanhar o pai, em criança, a diversas visitas domiciliárias que lhe causariam um permanente assombro perante os abismos da doença e o rasto inevitável da morte.
É o próprio Munch que nos ajuda a desvendar o que terá ocorrido naquele fim de tarde de 1892 numa rua de Cristiânia [a actual Oslo]: “Caminhava com dois amigos. O sol, vermelho-sangue, descia no horizonte – e senti-me invadido por um sopro de tristeza. Parei, num cansaço de morte. Sobre o fiorde negro-azulado e a cidade caíam línguas de fogo. Os meus amigos prosseguiram – eu fiquei, tremendo de medo. Senti um grito infinito através da natureza. Senti como se conseguisse de facto escutar esse grito.”
Não tardou a fazer um esboço daquele que viria a tornar-se um dos quadros mais célebres de todos os tempos, cheio de linhas irregulares e convulsivas: terra, água e céu parecem atingidas pela mesma vaga demencial de sangue e fogo. A paleta de Munch é única. E a sua visão sombria da existência também. No rosto da figura principal – de algum modo um símbolo do mundo contemporâneo – estampa-se a “imagem primária do medo”, como acentuou o britânico Iain Zaczek, autor da obra The Collins Big Book of Art and Masterworks.

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Regresso ao princípio para acentuar um daqueles pormenores que fazem toda a diferença nos melhores quadros: as duas figuras de cartola que caminham impávidas na direcção oposta à da personagem principal. Elas – e só elas – nos elucidam de que tudo quanto ali vemos se passa apenas na mente perturbada do autor, estabelecendo um evidente contraste entre o que este imagina por sugestão de um pôr-de-sol e a realidade objectiva daquele plácido fim de tarde na capital norueguesa.
“Só podia ter sido pintado por um louco”, escreveu Munch, a lápis, numa das cópias deste quadro que lhe deu projecção universal. Um seu contemporâneo português, Fernando Pessoa, bem poderia responder-lhe nestes versos antológicos, adaptáveis a todas as estações da vida: “Sem a loucura o que é o homem / Mais que a besta sadia, / Cadáver adiado que procria?”

 

Outro quadro: Auto-Retrato com Cigarro, de Munch (1895). Tal como O Grito, pertence à colecção do Museu Munch, em Oslo.

 

Texto reeditado, assinalando a sua inclusão em Encontros, manual de Português do 11º ano da Porto Editora, elaborado pelas professoras Noémia Jorge, Cecília Aguiar e Inês Ribeiros, com revisão científica de Maria Antónia Coutinho - certificado para o ano lectivo 2016/17. Nas páginas 296-297, incluindo reprodução (não integral) do texto, questionário e ficha de leitura. Com menção expressa ao DELITO DE OPINIÃO, que agradeço.

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Acta de um jantar sem azar numa Sexta-feira,13

por Alexandre Guerra, em 14.05.16

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A noite era de sexta-feira,13, mas nem por isso houve qualquer azar ou mau olhado sobre a mesa do restaurante Dieci, Campo Pequeno, onde estavam sentados os onze "delitantes" que responderam ao desafio do Pedro Correia para mais um jantar do Delito de Opinião. Para quase todos os presentes foi o reencontro, mas para mim e para o Diogo Noivo foi a estreia nestes momentos de convívio na qualidade de "caloiros" deste blogue (citando as simpáticas palavras do Pedro). Confesso que ainda tentei negociar a incumbência que me foi dada para fazer a acta deste jantar, mas parece que não fui suficientemente persuasivo para que o Diogo, o outro caloiro, assumisse esta tarefa que, certamente, a faria com mais elegância e interesse do que eu.

 

Sendo assim, cá estou eu a dar uma nota sobre o que se passou e falou ontem ao longo do jantar, que começou por volta das 20 (confesso que cheguei atrasado e a Joana Nave apareceu um pouco depois) e se prolongou até às 23h30. E começo por fazer um apontamento mais pessoal, já que foi um prazer enorme rever o Fernando Sousa, que não via desde 2001/02, altura em que estagiei na grande secção de Internacional do Público (que saudades desse jornalismo) e onde ele era o "expert" em América Latina. E, naturalmente, que me dá sempre gosto rever o Pedro e o Luís Naves, que já conheço há alguns anos de outras andanças e com quem vou estando de tempos a tempos. Quanto aos outros ilustres à mesa, os seus nomes já me eram familiares há muito, mas só ontem tive o prazer de os conhecer pessoalmente e em boa hora isso aconteceu. Aliás, para mim, essa é uma das grandes virtudes destes jantares, porque além de reforçarem conhecimentos e amizades, servem para associar um nome a uma cara. Isso faz toda a diferença quando se está num blogue colectivo como o Delito de Opinião.

 

Simpatia e inteligência, duas palavras que me vieram de imediato à cabeça para caracterizar este grupo, no seio do qual a diversidade de opiniões, de tendências, de ideologias, de opiniões e de idades só podia resultar numa "ementa" variada, mas toda altamente recomendável. O jantar de ontem reflectiu na perfeição aquilo que é o Delito de Opinião, com as conversas e os temas a serem lançados para cima de mesa, às vezes sem ligação aparente, mas debatidos com argumentos válidos e inteligentes e, sobretudo, sempre com respeito pelas outras opiniões, mesmo quando divergentes ou até mesmo contrárias. Exemplo disso, foi a conversa animada sobre a complexa relação entre o Ocidente e o Islão e sobre os fenómenos extremistas nas nossas sociedades, com todos a esgrimirem as suas opiniões, tendo o Diogo, o Luís Menezes Leitão, a Ana Vidal, o Pedro e o Luís Naves estado particularmente activos nessa interessante discussão. Eu próprio dei o meu modesto contributo. Nem todos estávamos de acordo, mas a riqueza de um blogue como o Delito é mesma essa. Ao contrário de outros blogues colectivos, o Delito não é um monolito intelectual nem ideológico. 

 

E por falar em ideológico, muito se falou de Salazar e dos militares, de Franco e da Catalunha, de Hitler e da lógica das massas, com as contribuições particularmente sabedoras do Diogo (um homem da Ciência Política) e do Luís Menezes Leitão (com obra de grande envergadura sobre algumas destas matérias). Como não podia deixar de ser, o tema Trump não passou ao lado e o Luís Naves, que há anos se debruça sobre estas matérias, tentou explicar a sua interessante teoria sobre Donald Trump e a forma de como alguma parte do eleitorado está a ser levada numa espécie de "paranóia" e "realidade alternativa". Estranhamente (ou nem tanto), falou-se muito pouco de política nacional (ainda bem). 

 

Não pense o leitor destas linhas que naquela mesa os temas discutidos ficaram circunscritos a estas matérias de grande profunidade intelectual académica e científica. Longe disso. Muito se falou de cinema. O Pedro estava empenhado em saber a nossa opinião sobre qual o melhor filme português de sempre. Um tema que gerou muito entusiasmo, mas que parece ter gerado algum consenso: "O Pai Tirano". Chegámos também à conclusão que os clássicos do cinema português tinham uma qualidade nos diálogos sem paralelo no que se faz hoje em dia. E precisamente sobre a actualidade, falou-se muito de cinema internacional, turco, espanhol, italiano... mas nada americano. Dos Estados Unidos, hoje em dia, o que vale a pena ver são as séries. Todos reconhecemos isso. Ao falarmos no House of Cards, fiquei a saber através do Luís Menezes Leitão e do Diogo que a versão original é inglesa e que vale mesmo a pena ver. Irei seguir essa recomendação. Mas as velhinhas séries da nossa infância ou juventude também não foram esquecidas e até houve mesmo quem falasse no Verão Azul (sim, aquela série espanhola do Chanquete e do Piraña).

 

Conversa animada e cheia de boa disposição, que era também aquilo que eu via estampado nos rostos do João Campos, da Joana, do José Navarro de Andrade e da Teresa Ribeiro, mas que estavam um pouco mais distantes de mim, já que eu estava numa das extermidades da mesa. Reconheço que este apontamento está um pouco incompleto, porque me foi difícil captar as conversas do outro lado e, por isso, deixo aqui o desafio para que esta "acta" possa ser melhorada, porque será com muito gosto que lerei o testemunho de outros "delitantes" sobre o jantar de ontem.   

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Duzentos e cinquenta mil

por Pedro Correia, em 26.04.16

Vale a pena registar o número: acabamos de ultrapassar a marca dos 250 mil comentários já publicados no DELITO DE OPINIÃO. Fazem parte integrante do património deste blogue. Que é dos seus autores mas também é dos seus leitores.

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Quatro mil visualizações diárias

por Pedro Correia, em 16.04.16

Nos últimos dez dias o DELITO DE OPINIÃO recebeu 27.779 visitas e 40.686 visualizações. Continuamos a gostar de vos ver por cá.

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É um gosto receber-vos por cá

por Pedro Correia, em 06.04.16

Nos últimos 20 dias, mesmo com as férias da Páscoa de permeio, o DELITO DE OPINIÃO registou 41.389 visitas e 61.262 visualizações. Continuamos a gostar muito de vos receber por cá.

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