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Ó freguês, vai uma vacina?

por João Carvalho, em 08.10.10

«As pessoas saudáveis com menos de 65 anos vão poder deslocar-se aos centros de saúde para receber o milhão e meio de vacinas contra a gripe A que sobraram da época passada.» É pena que não tenham sobrado coisas mais úteis a tanta gente por este país fora, para dar outra força a esta inesperada campanha de saldos. Mas vale a pena: são vacinas quase novas.

Portugal tinha encomendado seis milhões de vacinas na época passada. Perante o logro, as nossas autoridades disseram ter conseguido cancelar dois milhões. Recebemos, pois, quatro milhões de vacinas. Agora dizem que têm um milhão e meio para distribuir. Quer dizer que chegaram a vacinar 2,5 milhões de portugueses? Cheira-me que é melhor contarem as sobras outra vez.

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A pandemia da blogosfera

por João Carvalho, em 23.04.10

"Portugal tem das mais altas taxas de mortalidade por gripe A". Quem o diz é a subdirectora-geral da Saúde (onde andará o comunicativo e sempre disponível George?), referindo-se aos números contabilizados e divulgados pelo Centro Europeu para a Prevenção e Controlo de Doenças. Um ano depois dos primeiros casos detectados no México, os mesmos números indicam que a gripe A afectou 214 países, que houve 17.798 mortes no mundo, que Portugal registou 121 mortes, que Espanha, França e Itália se ficaram pelas 0,31 a 0,6 mortes por cem habitantes e que Portugal teve 0,91 a 1,2 mortes por cem habitantes.

Com números tão precisos, fica por entender o quadro de variações das mortes por cada cem habitantes, mas isso são minudências. Adiante. Vale a pena dar atenção aos lucros fabulosos à custa da produção de vacinas, do alarme generalizado e da aquisição atabalhoada à sombra das campanhas de vacinação. Porém, a mesma subdirectora diz que "ainda é cedo para saber se estes números traduzem diferenças reais de mortalidade e não diferentes taxas de detecção e notificação" e que "os números são tão pequenos que a comparação se torna estatisticamente difícil".

Avancemos, pois, para outro dado: a Suécia, por exemplo, alcançou uma taxa de vacinação que parece ter rondado os 60 por cento; já em Portugal, referem as nossas autoridades que a cobertura se ficou pelos cinco por cento. O que diz sobre isto a subdirectora da Saúde? Diz, como não podia deixar de ser, que «os governos tiveram capacidade para se organizar», que "é preciso melhorar a comunicação" e que "com os media convencionais (jornais, TV, rádio) até correu bem", mas acrescenta: «Temos muito que aprender.» Porquê? Porque, «onde circularam as notícias mais estranhas sobre as vacinas, foi em blogues anónimos, no YouTube, Facebook, Twitter».

Ó ignomínia! Ainda bem que o DELITO DE OPINIÃO não é um blogue anónimo e não fica abrangido pela ilustre subdirectora, porque a verdade é que nos fartámos de andar aqui a desmascarar os disparates sobre a gripe A que foram sistemática e insistentemente oficializados pelas nossas instituições. É só reler o que temos arquivado no mesmo tag aqui patente. Claro que o DO é muito bem frequentado e por muita gente, mas nunca nos passou pela cabeça influenciar 95 por cento da nossa população. Tudo gente influenciável e pouco amiga de vacinas, pelos vistos.

Sendo assim, preferimos começar a colaborar:

— Senhora subdirectora, se é preciso melhorar a comunicação, deve ser por vir aí outra pandemia parecida, certo? É só dizer-nos, para não pormos a circular notícias estranhas. Já agora, talvez seja melhor encomendar mais vacinas, porque devem andar por aí umas toneladas fora de prazo, não?

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De partida

por João Carvalho, em 11.03.10

 

Independentemente das partidas que o clima tem andado a pregar um pouco por toda a parte, o certo é que a Primavera está à porta. É quanto basta para uma pandemia que se preze fazer as malas e voar para outras bandas.

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Segure o seu porco

por João Carvalho, em 02.03.10

 

Já viu algum porco a voar? Por acaso, eu já: é tipo super-porco, mas sem muda de roupa numa cabina telefónica. Fique a saber que é por causa do frio que faz lá pelas alturas que, quando eles aterram, trazem a gripe suína, que é descendente da gripe das aves voadoras.

Quem tiver porcos lá na terra é melhor que os mantenha com uma corrente metálica presa a uma perna e uma bola de ferro na outra ponta, tipo Irmãos Metralha, não venha por aí outra epidemia porcina que leve a Organização Mundial de Saúde a confundir vírus com entrecosto.

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É só fazer as contas: 6-2=4

por João Carvalho, em 03.02.10

Portugal cancelou dois milhões de vacinas contra a gripe A, isto é, um terço do total encomendado, como os restantes países têm estado a fazer. Nada que não tivéssemos previsto, a golpada da OMS.

O que não está previsto, tanto quanto se sabe, é onde inventar quatro milhões de portugueses para vacinar, ou dois milhões de portugueses interessados numa dose dupla.

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Escândalo descoberto

por João Carvalho, em 25.01.10

Jim Shore Pig on Cart

O presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa encara a gripe A como um dos maiores escândalos médicos do século e aponta o dedo à OMS. Nada que não tivéssemos adivinhado há muito (aqui, aqui e não só). É natural que certos comentadores, na altura, se tenham mostrado muito indignados: até a inteligência de Bruxelas demorou a perceber.

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Com o coração destroçado

por Pedro Correia, em 15.12.09

 

Passar uns dias enfiado em casa devido a uma gripe gera destas coisas: às tantas apetece folhear uma daquelas revistas que ficaram abandonadas a um canto qualquer da sala, semanas a fio, por absoluta falta de interesse. Entre duas séries de espirros, pego numa dessas revistas 'cor-de-rosa', como agora se diz, que são oferecidas como brinde de certos jornais.

O que encontro? A total devassa da intimidade de alguns 'famosos', por vezes com a conivência dos ditos cujos ou das respectivas famílias.

 

Fico a saber, por exemplo, que um escritor famoso "já não se preocupa em esconder a relação" que mantém com certa senhora: "o casal" foi visto em centros comerciais, "onde não passou despercebido". Que uma conhecida jornalista da televisão "passou não há muito tempo por um processo de divórcio" e hoje garante que "a prioridade é a sua filha", após "alguns rumores que lhe atribuíram vários romances com colegas de profissão". Que a jovem actriz A está "sem namorado desde que terminou a sua relação" com o fulano B, "ainda sofre com a ruptura e diz mesmo que não tem vontade de voltar a apaixonar-se". Que a mãe dessa menina confidencia que desde a referida "ruptura" a filha "só teve um relacionamento muito curto" com o beltrano C, "após o qual se apercebeu que continuava a gostar" de B. Entretanto, sem perder tempo, B "já foi surpreendido com uma companhia feminina no Algarve". Vem com nome completo: só falta número de bilhete de identidade e de número de contribuinte. "Os dois mantiveram encontros secretos num hotel, em Lisboa, mas mais uma vez o relacionamento acabou por não ser assumido", acrescenta a folha de couve, com requintes detectivescos.

Que mais se aprende folheando esta revista de grande tiragem? Que a sicrana D "tem fechado os olhos" a numerosos pretendentes, incluindo o empresário E, "que já namorou com a jornalista F, da estação de televisão X, e com a relações públicas G". E que quatro 'celebridades' da nossa praça "lutam contra o excesso de peso seja pela idade, problemas hormonais ou gravidez": uma delas "assume ter ganho oito quilos em meio ano", sem assumir no entanto que isto se deva a problemas hormonais e muito menos à idade.

 

Parei aí, mas havia muito mais matéria do género na referida revista de bisbilhotices, igual a tantas outras que por aí circulam. São publicações que  prestam culto a "famosos" que ninguém conhece, ignoram o significado do termo "intimidade", adoram escrever o verbo "assumir", imaginam um "casal" em cada par que vislumbram ao virar da esquina, acreditam que uma pessoa se realiza essencialmente pela "relação" que estabelece seja com quem for, e não concebem que uma jovem possa viver sem ser "com o coração destroçado" após ter terminado o namoro, forjado ou real, que essas mesmas publicações garantiam ser "eterno" semanas antes. Recentemente houve mesmo uma revista que dava determinado "casal" por separado quando páginas antes, na mesma edição, assegurava que "irradiavam felicidade".

Com o coração destroçado fiquei eu ao saber de tudo isto. E só me apetece é espirrar. Felizmente não sou 'famoso': ainda me tiravam uma fotografia a assoar-me, o que não é das coisas mais bonitas de se ver. 

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Nada como um espirro dos antigos

por João Carvalho, em 28.10.09

As autoridades de Saúde norte-americanas – ao que dizem – rejeitaram a vacina anti-gripe A que Portugal encomendou e está a aplicar. A Alemanha parece que está a fazer o mesmo que os EUA.

No hemisfério Sul, onde já é Primavera, a gripe A não teve maiores efeitos do que as gripes sazonais comuns. A OMS, porém, insiste na ideia de pandemia e corre por aí o aviso de que a gripe A pode afectar um-terço da população europeia. Talvez algo como a ainda recente "gripe das aves", que ia varrer um-quarto da população mundial?

Em Portugal, as nossas autoridades de Saúde andam a esclarecer que quaisquer eventuais efeitos provocados pela vacina são sempre preferíveis à gripe A, sem que esclareçam de facto que efeitos podem ser esses.

♦ ♦ ♦

Tal como há uns meses se adivinhava, a pior epidemia é a da informação e contra-informação em torno de tudo isto, é a da "guerra" entre os laboratórios multinacionais, é a da primazia das grandes distribuidoras farmacêuticas, é a dos interesses obscuros envolvidos. Isto, sim: é epidemia e gera alarme.

Há necessariamente muita coisa escondida por baixo do que vem à superfície. Nada melhor do que darmos um belo espirro dos antigos, colectivo e com a boca destapada, para ver sair da toca quem se esconde.

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O homem que espirrou

por João Carvalho, em 08.10.09

O Ministério da Saúde tem andado a promover cuidados para prevenir o surto de gripe A, designadamente, através de sketches televisivos. Um deles é curioso. Vê-se um balcão de atendimento com uma pessoa a ser recebida, atrás da qual se alonga uma fila de espera. A terceira pessoa que aguarda vez na fila é um homem e acontecem então três coisas simultaneamente: o homem levanta um braço e protege a boca com a mão para espirrar, a pessoa atendida deixa o balcão e chega a vez da pessoa seguinte, aquela que está à frente do homem que espirrou.

Acontece depois o seguinte: o homem que espirrou fica em segundo lugar e é o próximo a ser atendido, mas deixa a fila e abandona o local. Vai lavar as mãos e essas coisas todas que se sabe. Que é o mais natural. Está-se mesmo a ver que o homem que espirrou e que aguarda vez há vá-lá-saber-se-quanto-tempo desiste da fila para ir lavar as mãos quando está finalmente prestes a ser atendido...

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A sobrevivência dos mais fortes

por Paulo Gorjão, em 08.10.09

Não é a primeira vez que, perante o risco potencial de uma epidemia, são elaboradas listas prioritárias para vacinamento. A mais recente abrange 5% da população. Neste caso o tema nem tem merecido grande atenção da população -- até porque as pessoas não interiorizaram a situação como sendo especialmente grave -- mas parece-me que seria útil uma reflexão mais aprofundada.

Explico-me. Juro que me faz um pouco de confusão que num Estado democrático se elaborem listas de primus inter pares, ainda por cima num tema tão sensível, listas essas cuja elaboração é ainda por cima relativamente opaca e definida burocraticamente. Em que medida tal não colide com um dos princípios fundamentais do Estado democrático e que é a igualdade de tratamento dos cidadãos?

Não sei, não sou especialista nestes temas, mas seria para mim, enquanto cidadão, reconfortante que a Comissão Nacional de Ética para as Ciências da Vida (CNECV) -- que julgo ser a instituição adequada para o efeito -- reflectisse (se é que já não reflectiu) sobre isto. Seria útil que reflectisse a CNECV e a sociedade civil, bem entendido.

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Insuportável

por João Carvalho, em 26.09.09

Ouço na SIC-Notícias: morreu uma pessoa esta tarde, infectada com a gripe A e internada num hospital. O pivot acrescenta: «Vamos continuar a acompanhar este caso.» Será vício ou tique? Vão continuar a acompanhar o quê? É insuportável ouvir estas coisas.

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Mais de 800 curas...

por João Carvalho, em 18.08.09

... entre os 1397 casos de gripe A registados entre nós. Parece que começa a haver alguma sensatez nos dados que se divulgam. Antes assim.

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Fossas partidárias resistem à gripe

por João Carvalho, em 15.08.09

As constipações devem combater-se ao «primeiro indício», sem dúvida. Este anúncio publicado aqui recorda uma velha receita para travar os sintomas de constipação. Tendo em conta que as constipações geram alguma fragilidade que nos torna mais vulneráveis aos vírus das gripes, talvez seja de investigar se o Mentholatum ainda existe por aí.

Portanto, já sabe: tente encontrar este produto, espere pelo «primeiro indício» e «aplique logo o Mentholatum no peito, na garganta e nas fossas nasais». No peito, não tem que saber. Na garganta, é no exterior. Já nas fossas nasais, fica ao seu critério. Alguns deputados, por exemplo, já têm sido vistos durante os plenários do Parlamento a proceder a esta aplicação.

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Uma não-verdade

por João Carvalho, em 09.08.09

«Gripe A: mais 49 pessoas infectadas em Portugal, sobe para 554 o número total de casos». Este título é uma não-verdade. Apesar de ter passado com um não-desmentido.

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Menos um

por João Carvalho, em 04.08.09

Abro o Público online e leio que «Gomis recuperou da gripe A e regressou aos treinos». Posso estar a ser injusto, mas (que eu desse por isso) parece-me que este é o primeiro caso anunciado de cura. A partir de agora, já sabem: sempre que lerem ou ouvirem qualquer notícia sobre o número de infectados que anda por aí, podem subtrair um.

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Desminto categoricamente...

por João Carvalho, em 24.07.09

... por minha conta e risco, a notícia de hoje que diz que «15 novos casos aumentaram para 189 o número de pessoas infectadas no País» com a gripe A. Pelo contrário, garanto-vos que muitos velhos casos diminuíram para muito menos de metade o número de pessoas infectadas no País com a gripe A.

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Ah, pois é...

por Carlos Barbosa de Oliveira, em 22.07.09

A propósito deste post do João e depois de ter visto as primeiras pessoas de máscara no Metro, lembrei-me de um mail que recebi há tempos:

 

"90 pessoas apanham a gripe suína e toda a gente quer usar uma máscara.
Um milhão de pessoas tem SIDA e ninguém quer usar um preservativo. "

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Passo a anunciar...

por João Carvalho, em 22.07.09

... por minha conta e risco. Situação actual da gripe A em Portugal:

a) 161 infectados – dizem as notícias mais recentes;

b) cerca de dez milhões não-infectados – digo eu.

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Soma e... atchim!... segue

por João Carvalho, em 20.07.09

Afinal, quando é que começamos a ser informados diariamente do número de casos de gripe A já curados? A tentativa para afastar o alarme social não justificaria isso? Já sabemos que houve mais dez casos registados, mas será que houve cinco, dez ou doze casos dissipados? Quantos doentes existem, quantos estão hospitalizados e quantos estão a tratar-se em casa?

Somar, toda a gente sabe. Por que motivo só se divulga o somatório e as curas registadas são deixadas em segredo? Será que, em vez de consultarmos os serviços de Saúde, teremos de marcar consultas através da direcção-geral dos astrólogos, videntes, feiticeiros, cartomantes, bruxos e afins?

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Não é?

por João Carvalho, em 17.07.09

Jim Shore Pig on Cart«Casos de gripe A em Portugal sobem para 121», não é? Estão sempre a subir, não é? Nunca descem, não é? Todos os dias se somam e jamais se subtraem, não é? Ninguém se cura, não é? Estão a brincar, não é?

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Mais de cinco horas

por Teresa Ribeiro, em 06.07.09

Aconteceu-me este fim-de-semana aterrar numa urgência de hospital. Foi no sábado, às 20h, em plena hora de jantar, um dos períodos em que, por norma, aflui menos gente a estes serviços. À chegada confirmei as minhas expectativas. Estavam realmente poucas pessoas na sala de espera. A meio de um fim-de-semana de Julho não era de esperar outra coisa. No entanto tive que esperar duas horas até que chamassem a pessoa que eu acompanhava. Depois foi preciso aguentar firme até à 1.30 da madrugada pelo diagnóstico. Foram mais de cinco horas de espera numa noite morta de Verão.

Enquanto secava passou-me pela cabeça o óbvio: como é que vai ser quando chegar o Outono e com o cair da folha começarem a cair nas urgências milhares e milhares de utentes com gripe e com medo da gripe, já para não falar dos excêntricos que em plena pandemia vão desaguar nos hospitais com enfartes, apendicites e outras maleitas, completamente em contraciclo. Não dá para imaginar. Nem creio que os profissionais directamente implicados queiram fazê-lo. Por muitas medidas que se tomem, não será possível resolver de um momento para o outro a falta crónica de médicos, a falta de camas e a falta de condições que estão na origem de tantos casos de contaminação em ambiente hospitalar.

Se eu fosse à Ana Jorge acendia também umas velinhas ao santo da sua devoção, porque ou me engano muito, ou sem intervenção divina, o SNS não se vai aguentar nas canetas.

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Atchim! (10)

por João Carvalho, em 15.05.09

File:Presunto de Chaves em feira medieval.jpg

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Atchim! (9)

por João Carvalho, em 15.05.09

File:Wild Pig KSC02pd0873.jpg

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Atchim! (8)

por João Carvalho, em 14.05.09

Archivo:Sow with piglet.jpg

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Atchim! (7)

por João Carvalho, em 11.05.09

Archivo:Swine influenza symptoms on swine-es.svg

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Atchim! (6)

por João Carvalho, em 10.05.09

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Pandemia ou genocídio?

por Ana Vidal, em 09.05.09

 

Pessoalmente, prefiro mil vezes o outro Horowitz, até porque dos seus dedos saíam sublimes voos em forma de música, em vez das irritantes "aspas" deste primo tardio. Além disso, não sei se este será tão fiável como cientista como o outro foi como pianista. Seja como for, aqui deixo um video polémico sobre um tema actualíssimo. Se tem um fundo de verdade ou não, desconheço. Quero acreditar que não tem, ou a monstruosidade humana regrediu aos tempos de Auschwitz. Fica o documento.

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Atchim! (5)

por João Carvalho, em 09.05.09

Miss Piggy Biography

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Quem ganha com o drama?

por João Carvalho, em 08.05.09

Enquanto a vida no México regressa à normalidade, não se regista qualquer caso na maioria dos países e a epidemia parece não ter passado do alarme, a Organização Mundial de Saúde (OMS) anuncia que a gripe dos porcos poderá afectar um-terço da população do mundo.

Déjà vu. Parece o drama mais recente de uma conhecida saga: "Gripe das Aves 2 — O Regresso do Gene". Também parece outra coisa: aparentemente e à escala internacional, a OMS estará a ficar como as nossas conhecidas ordens e associações que se movem em torno do sector dos medicamentos? Os produtores e os distribuidores das vacinas contra a Gripe A agradecem a dramatização. E a OMS? Agradece aos novos genes com estirpe?...

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Atchim! (4)

por João Carvalho, em 08.05.09

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Atchim! (3)

por João Carvalho, em 08.05.09

File:Lexington Barbecue Festival - more pigs.jpg

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Atchim! (2)

por João Carvalho, em 08.05.09

File:Feed-a-matic chair.JPG

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Atchim!

por João Carvalho, em 07.05.09

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"Que bicho lhe mordeu?..."

por André Couto, em 06.05.09

 

(Contributo do meu amigo Luís)

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