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Grécia antiga (50)

por Pedro Correia, em 30.07.15

«Eles [governo grego] recuaram muito, mas a Alemanha recuou muito mais. (...) Conseguiu dobrar a Alemanha, que não queria nenhum acordo e foi forçada a engolir. (...) Terminou a austeridade pura e dura [na Grécia].»

Freitas do Amaral, na RTP informação (25 de Fevereiro de 2015)

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Grécia antiga (49)

por Pedro Correia, em 29.07.15

«Ulisses ainda não chegou a Ítaca, mas a verdade é que a dupla Tsipras e Varoufakis já conseguiu agitar as águas estagnadas da longa agonia europeia. Varoufakis - que tem um currículo científico que supera o conjunto dos sinais de pensamento publicados pelo conjunto dos seus colegas do Eurogrupo - tem surpreendido pela inteligência.»

Viriato Soromenho-Marques, no Diário de Notícias (5 de Fevereiro de 2015)

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Grécia antiga (48)

por Pedro Correia, em 28.07.15

«Se os socialistas europeus alinharem com uma posição de isolamento da Grécia objectivamente traem aquilo que é a história clássica do movimento socialista.»

José Pacheco Pereira (4 de Fevereiro de 2015)

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Grécia antiga (47)

por Pedro Correia, em 22.07.15

«Por cá, anda muita gente nervosa. Umas vezes explicam que o Syriza está a ceder em toda a linha. Outras que é irresponsável e está a atirar a Grécia para o buraco. Ninguém se dá ao trabalho de contestar a validade técnica e a justiça política das propostas dos gregos. (...) É agora que somos mesmo gregos.»

Daniel Oliveira, no Expresso (7 de Fevereiro de 2015)

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Grécia antiga (46)

por Pedro Correia, em 21.07.15

«A eleição do Syriza na Grécia e o consequente processo negocial iniciado pelo governo grego com as instituições europeias deita por terra o mito do aluno disciplinado. Afinal, a Grécia, país periférico do sul da Europa, resgata para si o direito à sua cátedra, cuja origem da palavra significa cadeira, assento. Face a isto, o governo português reage como o aluno que faz queixinhas ao professor.»

Renato Miguel do Carmo, no Diário Económico (5 de Março de 2015)

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Grécia antiga (45)

por Pedro Correia, em 20.07.15

«Ao não usar o traje institucional, fatinho e gravata, ou prescindir da mão na Bíblia na altura do juramento, Alexis Tsipras, primeiro-ministro da Grécia, mostra que não temos sempre de fazer as coisas da mesma e única maneira.»

Leonel Moura, no Jornal de Negócios (30 de Janeiro de 2015)

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Grécia antiga (44)

por Pedro Correia, em 17.07.15

«Bastou o povo grego, cansado de sacrifícios e de fracassos, votar em força contra a desastrosa política de austeridade para todos os seus esforços anteriores se varrerem da memória dos governantes portugueses.»

Pedro Silva Pereira, no Diário Económico (13 de Fevereiro de 2015)

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Grécia antiga (43)

por Pedro Correia, em 16.07.15

«Temos já duas boas notícias: o acordo de governo com o Anel e a nomeação de Yanis Varoufakis como Ministro das Finanças. Sobre esta segunda notícia, a escolha parece-me incontroversa. Varoufakis tem sido um incansável e qualificado defensor da restruturação da dívida e o homem certo para conduzir o que será um processo dificílimo, do ponto de vista técnico e político.»

José Gusmão, no Ladrões de Bicicletas (26 de Janeiro de 2015)

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Grécia antiga (42)

por Pedro Correia, em 15.07.15

«Há a esperança [com o Syriza] de devolver a largos sectores sociais da Grécia o reconhecimento da sua dignidade essencial.»

José Manuel Pureza, na TVI 24 (29 de Janeiro de 2015)

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Grécia antiga (41)

por Pedro Correia, em 14.07.15

«A Alemanha teve de ceder [perante a Grécia]».

Nicolau Santos, na SIC Notícias (21 de Fevereiro de 2015)

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Grécia antiga (40)

por Pedro Correia, em 10.07.15

«A desigualdade não surge por acaso; torna-se uma determinação política. Como não reagir a este gritante retrocesso civilizacional? Diversas instituições internacionais humanitárias têm alertado, mas por ora, na Europa, o Syriza é a única voz política legitimada pelo voto democrático que trava esta batalha na União Europeia. Atrás dele virão mais, este é um movimento amplo, com diferentes nomes, em vários países, uns mais consistentes que outros, mas estou certa que imparável e que necessariamente terá o mérito de recuperar valores da esfera socialista adormecidos.»

Gabriela Canavilhas, no Diário Económico (18 de Fevereiro de 2015)

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Grécia antiga (39)

por Pedro Correia, em 08.07.15

«A coragem da Grécia rasgou uma brecha no muro da insensatez.»

Viriato Soromenho-Marques, na Visão (26 de Fevereiro de 2015)

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Grécia antiga (38)

por Pedro Correia, em 06.07.15

«Vitória do Syriza é um sinal de mudança que dá força para seguir na mesma linha.»

António Costa (25 de Janeiro de 2015)

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Grécia antiga (37)

por Pedro Correia, em 03.07.15

«Há a esperança de [o Syrizia] devolver a largos sectores sociais da Grécia o reconhecimento da sua dignidade essencial. Volto a lembrar: a doutora Manuela Ferreira Leite falou disso há bocadinho e falou muito bem. É exactamente isso: é resgatar a dignidade de grande parte [da população grega].»

José Manuel Pureza, na TVI (29 de Janeiro de 2015)

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Grécia antiga (36)

por Pedro Correia, em 02.07.15

«A Grécia renasceu hoje. O medo falou e perdeu. Ganhou a democracia. Ganhou a esperança. A Grécia mostra hoje o caminho que pode ser de todos: deter a austeridade, renegociar a dívida, garantir a saúde, a educação, as pensões e o emprego, desenvolver. Esse é o programa comum de recuperação da esperança.»

José Castro Caldas, no Facebook (25 de Janeiro de 2015)

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Grécia antiga (35)

por Pedro Correia, em 01.07.15

«Qualquer democrata e soberanista de um um país periférico da zona euro deve olhar com optimismo para o resultado eleitoral do Syriza.»

Pedro Adão e Silva, no Expresso (24 de Janeiro de 2015)

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Grécia antiga (34)

por Pedro Correia, em 30.06.15

«Portugal tem pela primeira vez um governo que nos representa na Europa, é um governo grego, não é um governo português, mas isso já é uma grande notícia para Portugal.»

Francisco Louçã (12 de Fevereiro de 2015)

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Grécia antiga (33)

por Pedro Correia, em 29.06.15

«Há dois aspectos essenciais que os novos governantes gregos - de que, tenho a certeza, vou discordar muito no futuro - trouxeram e que eram e são essenciais: o declarar alto e em bom som que o caminho seguido vai destruir a sua comunidade - e o resto das europeias e a própria ideia da União Europeia, digo eu - e o de porem a discussão no único plano possível, o da política.»

Pedro Marques Lopes, no Diário de Notícias (8 de Fevereiro de 2015)

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Grécia antiga (32)

por Pedro Correia, em 25.06.15

«Estamos perante uma ruptura na política europeia. O Governo grego já disse: "O nosso interlocutor não é a tróica, são os estados-membros e as instituições europeias." É uma transformação importante: deixou de haver uma hegemonia na forma como estava a ser governada a União Europeia.»

Pedro Adão e Silva, na TSF (31 de Janeiro de 2015)

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Grécia antiga (31)

por Pedro Correia, em 24.06.15

«A Europa necessita de alternativas concretas em termos de políticas, de personalidades e cultura partidária. Daí entender essencial uma vitória do Syriza. (...) A família socialista poderá ver no exemplo grego a prova que afinal é possível regressar a alguns dos pressupostos tradicionais dos ideários sociais-democratas, e ganhar eleições, ser governo, ser poder.»

José Reis Santos, no Diário Económico (16 de Fevereiro de 2015)

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Grécia antiga (30)

por Pedro Correia, em 23.06.15

«É necessário olhar para a realidade grega e constatar que o programa de "ajuda" à Grécia afundou o país, fracassou e tem de ser radicalmente revisto, sob pena de se transformar um programa de ajustamento num puro diktat, em que a violência e o poder dos credores se substitui à razão e ao diálogo. Enquanto isto não acontecer, o radicalismo que nos deve preocupar não é seguramente o do Syriza.»

João Galamba, no Diário Económico (2 de Fevereiro de 2015)

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Grécia antiga (29)

por Pedro Correia, em 22.06.15

«Podem-se acusar os homens do Syriza de vedetismo, deslumbramento pelo poder, protagonismo excessivo, mas nunca de falta de coragem, de falta de competência, de incoerência.»

António Correia de Campos, no Público (16 de Fevereiro de 2015)

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Grécia antiga (28)

por Pedro Correia, em 19.06.15

«Como a prioridade de Alexis Tsipras é vencer o braço de ferro com Merkel e não quer, no meio de uma dura negociação com a troika, dar o poder de desempate ao seu aliado, escolheu o Anel. Os adversários do novo Governo grego apressaram-se a exibir a contradição. Não percebem que ela desmente as suas duas apostas: nem Tsipras dá sinais de querer ceder ao ataque que virá de Berlim, preferindo escolher um aliado indigesto a desproteger o flanco negocial, nem dá sinais de que se vá perder em inconsequentes proclamações de princípios.»

Daniel Oliveira, no Expresso (31 de Janeiro de 2015)

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Grécia antiga (27)

por Pedro Correia, em 18.06.15

«A Grécia, berço da democracia ocidental, deu-nos mais uma lição política com a eleição do Syriza. Será este um feito dos deuses do Olimpo, cansados de tanta insensatez humana? Seja como for, permanece por agora na mente dos europeus a pergunta: "E agora?" Resta-nos apenas acrescentar um clamoroso: "Força, Syriza!"»

Patrícia Vieira, no Público (28 de Janeiro de 2015)

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Grécia antiga (26)

por Pedro Correia, em 17.06.15

«Seria inadmissível que, como já aconteceu, o Governo [português] proclamasse que não somos a Grécia como se isso fosse um "feito", recusando-lhe solidariedade e não aproveitando de benefícios que podíamos ter só para afirmar aquela diferença! Ora, o que o Syriza pretende para o seu país é legítimo, justo e "realista".»

José Carlos de Vasconcelos, na Visão (29 de Janeiro de 2015)

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Grécia antiga (25)

por Pedro Correia, em 16.06.15

«O Governo grego quer defender a dignidade e a vida dos gregos e Passos Coelho não suporta esse atrevimento. Passos Coelho nem percebe como é que Tsipras não considera uma honra servir os poderosos deste mundo e lamber a sola cardada das suas botas, deleitando-se na volúpia da submissão.»

José Vítor Malheiros, no Público (10 de Fevereiro de 2015)

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Grécia antiga (24)

por Pedro Correia, em 15.06.15

«A votação [na Grécia] foi tão clara que é um elemento de esperança e estímulo. (...) A Grécia teve a coragem de resistir às pressões das potências europeias e isso é positivo para a democracia.»

André Freire, na Visão (29 de Janeiro de 2015)

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Grécia antiga (23)

por Pedro Correia, em 12.06.15

«Passos devia agradecer a Alexis Tsipras. É que o que Atenas já conseguiu dar-lhe oportunidade de encetar um novo discurso, o de que Lisboa também discordou da troika e conseguiu várias cedências, por exemplo que os défices ficassem acima do previsto.»

Nicolau Santos, no Expresso (28 de Fevereiro de 2015)

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Grécia antiga (22)

por Pedro Correia, em 11.06.15

«É o regresso à racionalidade e ao humanismo greco-romano. Com ele, o fim das trevas medievais. Na Grécia, com a derrocada da Nova Democracia, iniciou-se o declínio da ditadura austeritária.»

Miguel Prata Roque, no Diário Económico (27 de Janeiro de 2015)

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Grécia antiga (21)

por Pedro Correia, em 10.06.15

«A escolha dos gregos deve ser objecto de ponderação muito séria por parte de todos os responsáveis europeus e não objecto de desprezo como se se tratasse de decisões próprias de inimputáveis. Na verdade, constituiria um contributo positivo para toda a Europa, se essa ponderação ajudasse a introduzir preocupações de natureza social e também a eliminar fantasias na análise da realidade, tal como, por exemplo, aquela que acredita numa milagrosa recuperação apenas com base no valor do défice, como se uma abóbora sem pevides, por um toque de uma varinha mágica, se transformasse numa carruagem reluzente.»

Manuela Ferreira Leite, no Expresso (31 de Janeiro de 2015)

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Grécia antiga (20)

por Pedro Correia, em 09.06.15

«Vivemos na era da imagem e do mediático. Uma parte do sucesso do Syriza deve-se à boa imagem de Tsipras, reforçada agora pela de Varoufakis. Ao que parece muitas mulheres na Europa andam perdidas de amores por estes dois gregos. Muitas de direita.»

Leonel Moura, no Jornal de Negócios (6 de Fevereiro de 2015)

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Grécia antiga (19)

por Pedro Correia, em 08.06.15

«Alexis Tsipras transformou-se no rosto da esperança de que a União Europeia ainda consiga operar a viragem coperniciana que a poderá salvar dos seus próprios abismos. Enquanto os "astrónomos" ptolemaicos de Berlim e Bruxelas continuam a inventar centros geométricos imaginários para continuar a manter a ficção de que não é o Sol que ocupa o centro do nosso sistema planetário, o Syriza irá obrigar os europeus a fazerem a pergunta fundamental: por que razão, depois de cinco anos de austeridade, a dívida pública continua a aumentar nos países intervencionados?»

Viriato Soromenho-Marques, na Visão (29 de Janeiro de 2015)

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Grécia antiga (18)

por Pedro Correia, em 05.06.15

«Varoufakis é um dos poucos economistas a não encarar esta crise como um mero economista. Onde outros se limitam a proclamar as suas equações e a desconsiderar o resto, Varoufakis entende a necessidade política de procurar soluções que não dependam de fazer de conta que o eleitorado alemão não exista ou que os tratados europeus possam ser ignorados. Coisa rara num economista, não pretende sacrificar os empregos e prejudicar as vidas de milhões de pessoas só para provar que tem razão. (...) Varoufakis está do lado da civilização e, com as suas capacidades de ironia e persuasão, será capaz de convencer uns quantos colegas no Conselho Europeu. Para bem de todos nós esperemos que o consiga.»

Rui Tavares, no Público (28 de Janeiro de 2015)

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Grécia antiga (17)

por Pedro Correia, em 04.06.15

«O problema deste governo de colaboracionistas é que, se o Syriza provar que ter dignidade dá melhores resultados económicos que andar a lamber os pés da chanceler Merkel, a irracionalidade dos sacrifícios imbecis que nos obrigaram a fazer vai ficar completamente visível, até para o menos esclarecido habitante do Cavaquistão.»

Nuno Ramos de Almeida, no i (4 de Fevereiro de 2015)

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Grécia antiga (16)

por Pedro Correia, em 03.06.15

«A escolha de Yanis Varoufakis para ministro das Finanças mostra de que o Syriza vai dar luta. Varoufakis quer envolver os países periféricos numa frente para discutir o problema da dívida, mas sabe obviamente que isso não será fácil. Por isso, o que propõe é uma renegociação do memorando de entendimento com a União Europeia, "aceitando, no entanto, algum tumulto nos mercados monetários. Se isso significar, durante as nosas negociações, que as yields da dívida de Portugal, Espanha e Itália sobem, tanto melhor. Porque, Lisboa, Madrid e Roma serão forçadas a participar criativamente nessas negociações, formando uma frente dos periféricos, de modo a criar uma nova arquitectura da zona euro, que acabe com a asfixia das nações com orgulho em nome de regras fúteis inexequíveis e misantrópicas". (...) A Europa, mesmo que desdenhe a ameaça, teme-a profundamente. Porque se a Grécia sair, não há nenhuma razão para acreditar que outros países não possam seguir o mesmo caminho.»

Nicolau Santos, no Expresso (31 de Janeiro de 2015)

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Grécia antiga (15)

por Pedro Correia, em 02.06.15

«A grande novidade das eleições legislativas gregas é que a Grécia vai ter finalmente um Governo grego, composto por gregos que se preocupam com a vida dos cidadãos gregos e não um Governo de capatazes, preocupados acima de tudo em não indispor os poderes financeiros do mundo e em obedecer às directivas das forças ocupantes.»

José Vítor Malheiros no Público (27 de Janeiro de 2015)

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Grécia antiga (14)

por Pedro Correia, em 01.06.15

«Fechou-se este ciclo no lugar onde se abrira: a Grécia. A vitória do Syrisa lavrou a certidão de óbito de uma "política" que recusava admitir alternativas para a quebra da solidariedade europeia que iria transformar os prejuízos comuns provocados pela crise financeira internacional de 2008 nas "dívidas soberanas" dos estados da sua periferia meridional.»

Pedro Bacelar de Vasconcelos no Jornal de Notícias (6 de Fevereiro de 2015)

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Grécia antiga (13)

por Pedro Correia, em 29.05.15

«A vitória do Syriza é a primeira derrota significativa dos blocos de interesses ligados ao grande capital financeiro que governaram o continente. É de esperar que mais partidos ditos extremistas ganhem as eleições nos próximos anos. Espanha, França e até o Reino Unido são os próximos problemas com que a governação alemã da UE se vai debater.»

Nuno Ramos de Almeida no i (28 de Janeiro de 2015)

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Grécia antiga (12)

por Pedro Correia, em 28.05.15

«O ministro das Finanças grego é sexy, porra!»

Isabel Moreira no Facebook (2 de Fevereiro de 2015)

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Grécia antiga (11)

por Pedro Correia, em 27.05.15

«A vitória do Syriza é a vitória da democracia. Hoje vira-se uma página na Europa. Hoje começa-se a colocar a austeridade no caixote do lixo.»

Catarina Martins (25 de Janeiro de 2015)

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Grécia antiga (10)

por Pedro Correia, em 26.05.15

«A vitória do Syriza poderá ter consequências muito positivas para a Europa - sobretudo nos países do Sul da Europa submetidos aos ditames da Europa do Norte. Será uma viragem difícil mas indispensável para os povos reconquistarem a sua soberania democrática - e tomarem nas suas mãos o seu futuro e o seu destino, em liberdade.»

Alfredo Barroso, no i (23 de Janeiro de 2015)

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Grécia antiga (9)

por Pedro Correia, em 25.05.15

«Eu torci pela vitória do Syriza para ver afinfar nos talibãs austeritários o murro encaixado por Dijsselbloem, o holandês que preside ao Eurogrupo, na conversa com Varoufakis, seu novo colega grego. (...) A reforma é precisa e Portugal vai fazê-la. Passos passará. Mas pela Grécia passa, antes, a salvação da Europa.»

Ana Gomes, no Sol (6 de Fevereiro de 2015)

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Grécia antiga (8)

por Pedro Correia, em 22.05.15

«Esta mudança, embora esperada, mostra que estamos perto de uma viragem de política. A Europa já começou a reconhecer que a austeridade foi excessiva e que é necessário um travão, apesar de vir tarde e ser ainda curto, sobretudo para os países resgatados. O resultado das eleições gregas foi consequência deste tipo de ajustamento imposto, quem fez a campanha eleitoral, no fundo, foi a troika. (...) Fico feliz por este sinal de alerta ter chegado, espero que a Europa o saiba interpretar.»

Elisa Ferreira, no Jornal de Notícias (25 de Janeiro de 2015)

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Grécia antiga (6)

por Pedro Correia, em 20.05.15

 

«A vitória do Syriza é a única boa notícia que a Europa pode receber nos próximos meses. Ela salvaria as democracias europeias, deixando muitíssimo claro para os eurocratas e para o Governo alemão que a chantagem não ganha eleições. Ela mostraria aos defensores da austeridade que há alternativas. Ela daria aos povos e a novos governos apostados em contrariar o suicídio europeu um aliado institucional, fazendo nascer mais focos de contestação ao fanatismo orçamental alemão. Ela seria um travão à imposição de reformas que não foram sufragadas pelo voto. Mas seria também muito importante para aqueles que, como eu, defendem uma alternativa à austeridade.»

Daniel Oliveira, no Expresso (24 de Janeiro de 2015)

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Grécia antiga (5)

por Pedro Correia, em 19.05.15

«Os gregos abrem uma porta para a transformação das políticas da União Europeia no que diz respeito à dívida e à sua bravura. Os gregos abrem uma porta para a transformação das políticas da União Europeia no que diz respeito à dívida e à sua reestruturação, ao combate ao desemprego e à reconquista de possibilidades de desenvolvimento para os nossos países. A conferência europeia de credores e devedores que Alexis Tsipras, futuro primeiro-ministro grego, tem preconizado deve ser defendida pelas outras capitais europeias - a começar pelos governos de Portugal e Espanha, que devem também mudar durante este ano.»

Rui Tavares, no Público (26 de Janeiro de 2015)

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Grécia antiga (4)

por Pedro Correia, em 18.05.15

«O maior acontecimento político da semana que passou, no sentido da União Europeia, foi a vitória de Tsipras na Grécia, e o fracasso da Senhora Merkel quando quis, em vão, dominar Tsipras. (...) Quer isto dizer que a longa crise europeia está a passar e Portugal, devido ao seu governo e ao seu aliado, o Presidente da República, Cavaco Silva, não passam da cepa torta e estão no fim, como a grande maioria dos portugueses já percebeu e deseja.

Pelo contrário, o líder socialista, António Costa, manifestou-se como amigo de Tsipras. Ou seja, tudo muda na União Europeia para melhor e as políticas de austeridade, queria o governo português ou não, deixaram de ter sentido. A crise da União Europeia está a acabar.»

Mário Soares, no Diário de Notícias (3 de Fevereiro de 2015)

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Grécia antiga (3)

por Pedro Correia, em 15.05.15

«A vitória do Syriza teve o sabor de uma segunda libertação da Europa. A primeira ocorreu há setenta anos, quando os aliados libertaram a Europa do jugo alemão nazi e puseram fim ao horror do Holocausto. (...) A ortodoxia tremeu, e o tremor da sua bancada subalterna foi, como era de esperar, o mais patético. No caso português, indigno.»

Boaventura de Sousa Santos, na Visão (5 de Fevereiro de 2015)

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Grécia antiga (2)

por Pedro Correia, em 14.05.15

«Após tantos anos de crise, a Grécia impôs-se e apesar da crise que ainda atravessa o povo grego resolveu relançar-se, ignorando a enorme dívida que ainda tem. A senhora Merkel, que tanto mal fez a toda a Europa, mas que desde as últimas eleições perdeu a maioria que tinha e agora depende dos social-democratas, quis intervir na Grécia mas isso não lhe foi permitido. A Grécia diz pretender pagar as suas dívidas quando puder, mas o importante é desenvolver-se agora, com gente nova.»

Mário Soares, na Visão (22 de Janeiro de 2015)

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Grécia antiga (1)

por Pedro Correia, em 13.05.15

«O fundamentalismo doutrinário neo-liberal odeia Alexis Tsipras e Yanis Varoufakis. Odeia-os porque eles vieram estilhaçar o consenso instalado. Odeia-os porque lançaram a dúvida nos espíritos. Odeia-os porque mostraram que não existe só a TINA (There Is No Alternative). Odeia-os porque não usam gravata. Odeia-os porque não se submetem ao diktak que esmaga a Europa. Odeia-os porque colocaram o Parlamento Europeu, a Comissão e os Estados membros em pé de igualdade como seus interlocutores. Odeia-os porque não foram a correr a Berlim prestar vassalagem a Angela Merkel. Odeia-os porque puseram a ridículo os que assim que ascenderam ao poder fizeram isso, como François Hollande ou Passos Coelho. Odeia-os porque disseram cara a cara a Wolfgang Schauble que não concordam com ele. Odeia-os porque não estão a negociar de mão estendida. Odeia-os porque estão a honrar o essencial do programa com que venceram as eleições. Odeia-os porque já perceberam que a Europa vai ter de ceder.»

Nicolau Santos, no Expresso (7 de Fevereiro de 2015)

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