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O ataque do Porto ao Sporting

por jpt, em 19.09.13

 

Há dois meses, a propósito da novela Bruma, aqui ecoei as minhas suspeitas de que o jovem jogador iria para o Porto, o que mostraria o intento portista de praticar o clubecídio. Pois tão arruinado foi o Sporting pelas suas últimas direcções que recrutar-lhe agora, gratuitamente, os jovens jogadores só pode denotar uma vertigem assassina, a vontade de exterminar o clube enquanto grande instituição desportiva nacional. Como é sabido tal acabou por não acontecer, Bruma partiu para a Turquia e os interesses do Sporting, enquanto clube formador, foram defendidos.  Mas a trapalhada não tinha terminado. Nesse conflito o "inefável" apoderado de Bruma tinha também retirado dois outros jovens prometedores jogadores do clube, Cassamá e Sambú. Assinaram agora pelo F.C. Porto. O que mostra algum fundamento da minha suspeita: o andradismo manobrava na sombra, ambiciona o clubecídio, e nisso terá também namorado o outro membro do trio.

 

Mas mais do que o interesse por prometedores futebolistas o ocorrido, isto do Porto ir contratar dois miúdos de 15 e 16 anos em conflito com o seu clube formador (apesar de todos aqueles pactos inter-clubes, de que se lê nos jornais), não passa de uma demonstração de força, um marcar de terreno. E faz-me lembrar um velho episódio, tão parecido é ele.

 

Em princípios da década o charmosista Julio Iglesias atacou o mercado americano anglófono, desembarcando em força. O velho elefante ripostou. Poderoso ainda, e tanto que já sem precisar de encomendar aquelas antigas "propostas irrecusáveis", mas já no ocaso (pois isso manda a lei da vida), Sinatra decidiu marcar o território, a demonstrar que a "voz", o "charme", o "Papa" era ainda ele, e aquele o seu reino. E fez a sua demonstração de força, chamou o grande treinador Quincy Jones, um "special one", convocou as figuras menores do panteão, assim reduzido a sua corte de figurantes. E fez isto, o seu último trabalho a solo, que mais explícito não podia ser:

 

 

Depois continuou. Naquela obrigatória decadência da idade que só os admiradores (eu um deles) não queriam notar, preferindo olhar (ouvir) para trás. Pois a força, essa, enorme, vencedora, já tinha estado. 

 

 

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Campões!

por Gui Abreu de Lima, em 03.06.13

Ainda não dei os parabéns aqui no Delito ao FCP à equipa Tri. Faz 120 anos, como atesta a tábua velhinha com o sempre fresco, sempre vivo, emblema do clube.

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